grandes homens

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José Rentes de Carvalho – Primeira Pessoa
Hoje, RTP1, a seguir ao Telejornal
Os Holandeses consideram-no seu, mas é português. Escritor e professor de Literatura Portuguesa em Amesterdão.
Nasceu em Vila Nova de Gaia e viveu parte da sua infância em Estevais, Mogadouro. As origens da família são deste Douro Interior, que descreve em detalhe nalgumas das obras. Até aos anos sessenta, revela-nos ter visto e vivido ali o quotidiano Medieval.
José Rentes de Carvalho - Primeira Pessoa - Informação - Entrevista e Debate - RTP
RTP.PT
José Rentes de Carvalho – Primeira Pessoa – Informação – Entrevista e Debate – RTP
Episódio n.6, Primeira Pessoa – Informação – Entrevista e Debate – Os Holandeses consideram-no seu, mas é português. Escritor e professor de Literatura Portuguesa em Amesterdão. Nasceu em Vila Nova de Gaia e viveu parte da sua infância em Estevais,…
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Açores cobram taxa turística em dormidas e chegadas por via marítima a partir de 2023 – Jornal Açores 9

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Os turistas que visitem os Açores, a partir de 2023, vão pagar uma taxa turística de um euro por dormida (até quatro noites) ou dois euros por desembarque em portos, de acordo com um decreto publicado hoje. O regime jurídico que cria a taxa turística regional foi aprovado em abril pelo parlamento açoriano e foi […]

Source: Açores cobram taxa turística em dormidas e chegadas por via marítima a partir de 2023 – Jornal Açores 9

Documentário de Nuno Sá desvenda o mistério dos tubarões-baleia que visitam a ilha de Santa Maria | Açores | PÚBLICO

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O documentário Ilha dos Gigantes, que passa nesta segunda-feira na RTP1, às 22h45, explora o que está por trás e os efeitos das visitas que passaram a ser regulares do maior peixe do mundo e do seu séquito de atuns.

Source: Documentário de Nuno Sá desvenda o mistério dos tubarões-baleia que visitam a ilha de Santa Maria | Açores | PÚBLICO

POESIA NUNO DEMPSTER

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Leitura em (bom) trânsito
LIMBO
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Chega a mãe e diz ao filho
fiz doce de cereja.
As cerejas em Maio
são pequenos astros vermelhos
que as mães apanham.
Abre um pão, põe-lhe o doce,
que há-de saber-te bem
e, ainda mais,
se o recordares
depois de eu ter partido.
Nuno Dempster
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Jose Manuel R Barroso, Pedro Almeida Maia and 11 others
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(99+) Boletim da Academia Galega da Língua Portuguesa 3 (2010): Homenagem ao Prof. Evanildo Bechara | José-Martinho Montero Santalha – Academia.edu

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Texto completo do volume 3, correspondente ao ano 2010, do “Boletim da Academia Galega da Língua Portuguesa”, homenagem ao Prof. Evanildo Bechara.

Source: (99+) Boletim da Academia Galega da Língua Portuguesa 3 (2010): Homenagem ao Prof. Evanildo Bechara | José-Martinho Montero Santalha – Academia.edu

Documentário de Nuno Sá desvenda o mistério dos tubarões-baleia que visitam a ilha de Santa Maria | Açores | PÚBLICO

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O documentário Ilha dos Gigantes, que passa nesta segunda-feira na RTP1, às 22h45, explora o que está por trás e os efeitos das visitas que passaram a ser regulares do maior peixe do mundo e do seu séquito de atuns.

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POESIA ANÍBAL RAPOSO

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VOOS
Quando me abordam e sondam com humor
Do que engendrei qual a melhor criação
Respondo, rindo, que o meu feito maior
Foi conseguir voar tendo os pés no chão.
Aníbal Raposo
(Foto de David Heger)
Pode ser uma imagem a preto e branco de 1 pessoa e ao ar livre
Conceição Mendonça, Maria Das Mercês Coelho and 33 others
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  • Camélia Prados Verdes

    Ficou perfeito
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    • Aníbal Raposo

      Gosto de trabalhar as palavras o melhor que sei e faço-o em frente de todos sem qualquer pudor. Para mim é como um puzzle e acho que é muito pedagógico. Acredito que para se procurar fazer boa poesia não é só preciso ter inspiração. É necessária também muita transpiração.

FORNOS NAS FURNAS

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Estes fornos,pelo menos acho que são, estão na lagoa das Furnas em ruínas sem nenhuma informação.Seriam das antigas explorações de pedra Hume na ilha? Alguém sabe alguma coisa a respeito?Muito obrigada
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Pedro Paulo Camara and 32 others
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  • Zé Torres

    Eram para fazer carvão, pelo menos foi essa a informação que o Dr. Garcia me deu durante o meu curso.
    Infelizmente, tal como muitos dos mirantes da laranja/ananás , como muitos dos fornos de cal e até mesmo muitas estufas “Vitorianas” , encontram se ao abandono.
    Ao menos não foram destruídos, como o jardim do Barão da Fonte Bela no Livramento. Esse sim, foi uma grande perda para o património da Ilha.
    Pelos relatos que li, da Dra Isabel Albergaria, seria um jardim muito mais bonito que os que nos restaram (sem retirar crédito à beleza deles).
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  • Jorge Filipe

    Merecem ser devidamente identificados e valorizados!
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  • Eduardo Moniz

    Isto faz parte do património mas como nunca ligaram a isto acabará por desaparecer como os que estão desaparecidos
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  • Augusto Rangel

    Creio que era para fazer carvão, não tenho a certeza ou então para coser barro ou outra finalidade que eu desconheço.
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  • Jorge Correia

    Tanta filosofia, é um abrigo para as cabras.
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  • Soares Silvino

    Muito bonito.
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  • Vera Mónica Correia

    São carvoeiros: serviam para queimar madeira de forma lenta a fim de fazer carvão
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    • Lucia Pires

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      Vera Mónica Correia obrigada.E onde estariam os de processar pedra hume?.Pelo que li haveria na Ribeira Grande e também nas Furnas.Isso tudo faz parte da nossa historia antiga
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      • Vera Mónica Correia

        Lucia Pires pelo que sei, senhora, na zona do Pico do Carvão havia a extração de carvão mineral mas depois passaram para o carvão vegetal com este tipo de carvoeiro. Haviam efectivamente fornos na zona das Sete Cidades junto ao aqueduto mas o tempo não…

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    • Móniazinha Medeiros

      Vera Mónica Correia muitxo que tu sabes 👀 que mulher informáda é esta 🤪😂 agora a sério já estava a procura do teu comentário aqui… senti que sabias 🤭😂😂
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  • Jorge Correia

    Maravilhoso❤
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o soneto por EUGÉNIO LISBOA

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O SONETO
Por Eugénio Lisboa
Toda a gente sabe o que é um soneto: uma estrutura literária com catorze versos de dez sílabas, distribuídos normalmente – mas não necessariamente – por dois quartetos e dois tercetos. Há sonetos com versos de doze sílabas, mas são raros. O soneto tem fama de ser muito difícil de construir, a tal ponto que, apesar de Petrarca e Camões os terem feito primorosos, Godeau, bispo de Vence, era de opinião que é impossível fazer um soneto perfeito. Godeau ia mesmo ao ponto de dizer que o soneto não é deste mundo. A este propósito, o notável crítico de arte francês, Charles Asselineau, um dos poucos amigos que Baudelaire teve, dizia, chocarreiramente, que Godeau era crente em Deus, mas ateu em soneto. Antero de Quental, por exemplo, escreveu belos sonetos, mas como, por confissão própria, nunca se deu ao trabalho de estudar, a sério, a arte do soneto, alguns dos seus são um pouco imperfeitos. Dizer isto às viúvas de Antero é altamente perigoso: corre-se mesmo risco de vida. Mas é tudo por bem.
Não vim, porém, nesta crónica que se quer curta, falar dos problemas e dificuldades que surgem aos perpetradores de sonetos. Ora eu sou um desses perpetradores porque, durante esta guerra russo-ucraniana, tenho andado a fazê-los quase à média de um por dia, o que significa, se mais não significar, que tenho, pelo menos, alguma experiência. Queria pois aproveitar esta experiência, não, como disse, para esmiuçar pormenores de arte poética, mas para responder a esta magna pergunta: PARA QUE SERVE UM SONETO? Para responder a isto, dada a tal minha grande e prolongada experiência, estou eu magnificamente equipado: porque os tenho escrito, nos mais variados estados de espírito e para os mais variados fins. O soneto serve, por exemplo, para a guerra: tenho-o usado como fisga, para tentar atingir Putine entre os olhos. O soneto, na guerra, faz imensos estragos ao inimigo e até mata. Pode servir, em dias de neura, para nos interrogarmos sobre o sentido (nenhum) da vida e, noutros dias (de euforia), para celebrarmos e trincarmos, com lascívia, os frutos da terra. Podemos, com ele – e apesar de termos de o fazer só em catorze versos – recordar os tempos em que fomos felizes ou, alternativamente, os momentos piores da nossa vida. O soneto dá para tudo, e sempre em apenas catorze versos. Fazer caber o mundo num envelope tão pequeno, tem uma graça que só o sonetista consegue apreciar.O soneto dá para ser irónico, para ser sarcástico, para ser romântico, para ser terra-a terra, para ser colérico, como Aquiles ou admiravelmente sóbrio e digno como Heitor. O soneto dá para ser casto e para ser lúbrico. O soneto pode ser religioso ou ateu. O soneto pode servir para mandarmos recado à namorada ou para acabar com o namoro. Não há nada debaixo do sol para que o soneto não sirva. Só há uma coisa para que nunca consegui que ele servisse: para tirar nódoas. O bispo de Vence tinha razão: não há sonetos perfeitos.
You, Teresa Martins Marques and 2 others
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o preço da guerra

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【A CAUSA DAS COISAS】
A invasão russa da Ucrânia é uma crise humanitária que afeta milhões de pessoas. Além das dezenas de milhares de mortos e feridos, cerca de 7 milhões de pessoas já foram forçadas a fugir da Ucrânia para outros países da Europa, e um número ainda maior foi deslocado dentro do país. A guerra também é um choque econômico grave, sobretudo na própria Ucrânia, mas também na Rússia, na região vizinha e até em partes mais distantes do mundo (OCDE, 2022a).
Os e…

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May be an image of text that says "A. Commodity prices % change from Jan 2022 average Coal Wheat Gas USA Nickel Oil Gas Europe Corn Platinum Palladium B. Russia and Ukraine commodity production % share of World, 2020 Palladium Natural gas Wheat Platinum Oil Nickel Gold Iron Ironore Gold Aluminium Copper Gas Asia Russia Aluminium Coal Copper Corn Zinc Ukraine 70 20 25"
You and Artur Arêde
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  • Luis Gamelas

    Estamos desabituados de conviver e viver com a Natureza, para a Natureza e da Natureza. Tenhamos esperança. Com a ajuda de umas pandemiazitas e de umas guerrazitas, lá haveremos de chegar.
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      Artur Arêde

      Luis Gamelas Experimente lá essa abordagem aos Ucranianos que estão a sofrer na pele, a miserável alucinação do Pedro o “pequenito”, acrescentando os mortos que já não podem se manifestar!
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