VASCO CORDEIRO E O AVAL

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Na vida política já quase nada surpreende e só quem não acompanha com regularidade os debates parlamentares na República ou nas Assembleias Regionais pode achar estranho o tom de voz mais esganiçado ou colérico de senhores e senhoras deputadas, dos senhores e senhoras governantes, os apartes (“bocas” que procuram incutir fatores de distração ou simplesmente irritar quem está no uso da palavra) e pedidos de defesa da honra.
São naturais as discussões mais acesas, a troca de argumentos entre parlamentares das diversas bancadas e até uma ou outra piada mordaz e inteligente (para a história fica a tirada de Mota Amaral, enquanto Presidente da Assembleia da República, que fez escancarar de riso as bancadas da esquerda à direita).
Contudo, não poucas vezes os nossos representantes ultrapassam as mais elementares regras da boa educação e até do bom senso e dizem ou fazem o que não devem (lembram-se dos “corninhos” do senhor ministro Manuel Pinho?), transformando a Assembleia numa espécie de Casa dos Segredos.
Há limites que não devem ser ultrapassados e um desses é o de invocar questões paralelas ao debate e à governação para tentar encobrir o rasto de erros passados. Isto a propósito do incómodo de Vasco Cordeiro com a revelação feita pelo Secretário Regional das Finanças sobre o aval da Ilhas de Valor à Angrasol autorizado pelo próprio Vasco Cordeiro, então Secretário Regional da Economia, e por Sérgio Ávila quando era vice-presidente do governo.
A Angrasol entrou em incumprimento e quem teve de pagar duas prestações, no valor a rondar o meio milhão de euros, foi a Região através da Ilhas de Valor.
O aval da Ilhas de Valor à empresa Angrasol levanta sérias questões, desde logo a legitimidade de um governo ser “fiança” de negócios privados. A troco de quê? E quem assume a responsabilidade dos 500 mil euros pagos pela Região? E porque não foi este caso tornado público na época em que foi assinado o aval? O caso agora revelado permite a dúvida: é situação única ou existirão outros avales privados?
Ficou claro o desconforto de Vasco Cordeiro com esta matéria o que pode ajudar a compreender a reação em jeito de ameaça que não fica bem a ninguém, muito menos a quem durante oito anos foi presidente do governo açoriano.
(Paulo Simões – Açoriano Oriental de 15/05/2022)
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racismos e condecorações

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Coronel Carlos Matos Gomes comenta as afirmações de Joana Cabral e Ana Catarina Mendes sobre racismo e sobre o Tenente-coronel Marcelino da Mata
“AS BURRAS
Assistimos há dias numa das Televisões do sistema a um festival de ‘burros’ e ‘burras’.
Uma a dizer que o racismo só existe de branco para preto. Uma idiota doutorada que nunca foi a África ver o que se passa entre pretos, mulatos, brancos, Indianos e chineses.
Esta ‘burra’ que dizem que é uma deputada e estadista do regime, sai-se a dizer que não entende como é que alguém que mata pode ser considerado um herói, referindo-se a Marcelino da Mata.
A senhora deputada é uma fofa pacifista, que julga que nas guerras se atiram flores ao inimigo, os tiros são com pistolas de carnaval, as granadas de mão são as latas “minis” de cerveja, que vai tudo vukuvukar dentro de uma palhota a ouvir as ondas do mar e no fim vão limpar os rabinhos com água de malvas, como fazia o marido da burra em causa, após ter estado a brincar à “cabra cega” com os meninos.
Parece incrível ter que explicar a estas pessoas arrogantes e abjectas, que se julgam iluminadas e superiores, que nas guerras se vivem experiências limite, as provas mais duras, arriscadas, terríveis e horríveis por que um ser humano pode passar.
Não é estar com o traseiro num sofá ou a pintar as unhas no Parlamento. É que se morre e se mata, por vezes de forma violenta e indesejada. E por se tratar de uma situação em que se joga o bem mais precioso que possuímos, a vida, quem a arrisca sem temor, para salvar a sua, dos seus homens e de terceiros, pode ser considerado um herói.
Mas para estas ‘burras’ se o matar for feito pelos seus chibos apaniguados, aí já não debitam a verborreia nojenta da violência de alguns. Defendem até que durante a guerra fria, as bombas atómicas dos americanos eram más, mas as dos soviéticos eram boas.
E que o massacre acontecido no Norte de Angola, em Março de 1961, em que foram mortas, massacradas, violadas, torturadas, degoladas, milhares de pessoas civis indefesas, homens, mulheres e crianças de todas as cores brancos, pretos, amarelos, castanhos, verdes e azuis às riscas, estes massacres foram feitos por uma boa causa.
Tal como o genocídio de mais de cem milhões de seres, que foram assassinados no século XX, por regimes torcionários e sanguinários socialistas e comunistas.
Ser considerado herói é uma distinção que é atribuída apenas a uma ínfima parte de humanos, que no terreno tiveram uma entrega total para se defenderem, não só a si, mas também aos seus pares.
Estes recebem as mais elevadas provas de gratidão das Nações, como acontece em todos os cenários de guerra.
Não se dão condecorações por dá cá aquela palha, ou por colocar uma assinatura num papel e dar emprego a todos os familiares e amigos.
È um processo circunstanciado, com relatos, relatórios, testemunhas. Não se dá uma Torre Espada nem 5 Cruzes de Guerra, sem um processo rigoroso de investigações e validação dos factos, que tornam o receptor digno de tal distinção.
E se essa pessoa visada fizer actos considerados reprováveis, será punido pela justiça militar por coisas menos próprias e indignas da sua condição.
Marcelino da Mata não tinha um único averbamento de má conduta. Antes pelo contrário, além das condecorações formais, tinha registados 50 louvores durante os 11 anos em que participou no conflito. Manifestações de reconhecimento aprovadas pelos futuros militares de Abril.
Quem foi militar, e não as ‘burras’ que por aí dão coices, sabe que isto é absolutamente, único, extraordinário e excepcional.
Quem atribui as condecorações não é um marginal chefe de bando ou de gangue com quem se tiram ”selfies”, um guerrilheiro qualquer, um baladeiro progressista de praia impregnado de álcool e cocaína, ou um qualquer sargento-mor arregimentado.
Quem atribuiu as condecorações e louvores a Marcelino da Mata foram oficiais generais, conscientes e que não viram nele os comportamentos que a esquerda ressabiada, cobarde, desertora e anti patriótica lhe atribui, pois não estavam comodamente sentados no sofá a sugar os dinheiros públicos, mas sim a julgar os martírios e riscos por que ele passou.
Estas ‘burras’ tontas e palermas nunca estiveram inseridas em contextos de guerra nem imaginam o que isso seja.
Cumprimentos,
Carlos Matos Gomes”
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Desenvolvimento é desafio do Timor Leste aos 20 anos da independência – Jornal O Globo

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Ex-colônia portuguesa depois ocupada pela Indonésia vive hoje em democracia, mas disputas entre líderes independentistas marcam política

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José Ramos-Horta: “Timor vive em paz, mas não vive em tranquilidade” | Entrevista | PÚBLICO

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“Às vezes, o estatuto de neutralidade beneficia-nos”, diz Ramos-Horta, que toma posse como Presidente de Timor-Leste dentro de dias. Devia ter sido tentado para a Ucrânia. “Agora não sei, talvez seja too late.” Breve balanço dos 20 anos da independê

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VASCO CORDEIRO VS DUARTE FREITAS, AÇORES, AS RAZÕES SÃO ESTAS

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Na sessão plenária de quinta-feira, os ânimos entre Duarte Freitas, secretário regional das Finanças, e Vasco Cordeiro, líder do PS/Açores, exaltaram-se, depois de o governante se ter referido a um aval a uma empresa privada, autorizado por Vasco Cordeiro, quando ainda era secretário regional da Economia, e por Sérgio Ávila, então vice-presidente do Governo socialista.
“Porquê, senhor deputado? Porque assinou com aquela empresa, e não assinou com as outras todas? O que está escondido?”, perguntou Duarte Freitas a Vasco Cordeiro, na quinta-feira, sem nunca revelar a que empresa se referia, e insistindo que o líder socialista deve explicações aos açorianos, porque “a responsabilidade política não prescreve”.
A situação a que se reportou Duarte Freitas consta de um relatório do Tribunal de Contas sobre a Conta da Região Autónoma dos Açores de 2020 e a dívida regional e outras responsabilidades. Segundo o referido relatório, em 2020, a empresa pública regional Ilhas de Valor, S.A. pagou 503,4 mil euros, depois da empresa Angrasol – Hotelaria, Turismo e Comércio, S.A. ter entrado em incumprimento perante a instituição de crédito, junto da qual tinha contraído um financiamento de 5 milhões de euros em 2010, operação que beneficiou de um aval prestado pela empresa pública regional Ilhas de Valor.
A verba em causa diz respeito a duas prestações previstas no plano de reembolso do referido financiamento que a Ilhas de Valor, S.A., na qualidade de avalista, regularizou em outubro de 2020 . Como explica o Tribunal de Contas, “a concessão daquele aval teve subjacente a prestação de uma contragarantia por parte da entidade beneficiária, que para o efeito constituiu a favor da Ilhas de Valor, S.A., hipoteca sobre os prédios urbanos de que era proprietária, nos quais edificou o Angra Marina Hotel” (hotel que passou a ser gerido pelo Barceló Hotel Group).
O Tribunal de Contas dizia ainda no relatório desconhecer se a Ilhas de Valor já tinha tomado diligências no sentido de ser ressarcida do montante pago ao banco. O Açoriano Oriental apurou junto do executivo regional, contudo, que o atual governo regional já reclamou junto da Angrasol a “devolução” da verba paga do erário público, por incumprimento da empresa privada.
Confirmou ainda que se mantêm as responsabilidades da Ilhas de Valor em relação a este crédito.
De acordo com o TdC, a 31 de dezembro de 2020, as responsabilidades resultantes da garantia prestada pela Ilhas de Valor, S.A., no âmbito da referida operação de crédito, ascendia a 3,6 milhões de euros.
O Tribunal de Contas adianta ainda que o conjunto das operações de financiamento garantidas pela empresa pública regional Ilhas de Valor, S.A., a respetiva posição no final de 2020 evidenciava responsabilidades na ordem dos 4,1 milhões de euros.
Paula Gouveia Açoriano Oriental, 14 de Maio / 2022
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o estado pedinte por osvaldo cabral

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O Estado pedinte
Desde há uns anos que vamos assistindo a uma contínua desresponsabilização do Estado e de empresas que já foram do Estado para com os serviços e instituições que possuem nas Regiões Autónomas.
Os últimos governos da República, sobretudo o último de António Costa, foi do piorio em matéria de cumprimento para com as Autonomias.
Não vale a pena elencar a lista das promessas em falta, porque todos a conhecem, mas esta semana foi evidente o desconforto, mais uma vez, do responsável pela PSP nacional, na visita que efectuou a S. Miguel, ao prometer que virão mais polícias para os Açores mas… “não será muito”!
Ninguém sabe o que é este “não será muito”, porque, por incrível que pareça, o próprio Director Nacional da PSP disse que também não sabia, mas foi avisando que “não existem só os Açores. Não existe só o comandante dos Açores a chatear o diretor nacional porque precisa de mais polícias”!
Aí está a teoria do Estado pedinte e mal intencionado, a querer comparar o Comando de uma região insular com 9 ilhas com um território continental onde facilmente se deslocam efectivos de um local para outro via terrestre.
Esta escola já vem de longe, mas tem feito o seu caminho com mais fulgor nos últimos anos, devido a uma geração mais nova mal formada politicamente, que desconhece o que são as Autonomias Regionais e, muito menos, as obrigações do Estado.
É um Estado que vive da “pedinchice” permanente, em que as Regiões Autónomas é que têm que suportar a crónica falta de recursos das instituições nacionais, financiando obras de remodelação de esquadras e de tribunais, oferecendo viaturas e material informático, numa descarada substituição dos deveres do Estado.
Ainda esta semana assistimos a outra consequência do desleixo do Estado, com uma espécie de motim na cadeia de Angra, que parece ser coisa frequente, porque a sobrelotação é por demais evidente, com 280 reclusos e apenas 70 funcionários.
E a fazer escola de pedinte está também os CTT, empresa que já foi do Estado, e que tem uma excelente filosofia, que é de ficar com os lucros e entregar a nós, contribuintes, as despesas.
Foi o que aconteceu esta semana em Água de Pau, onde depois de ameaçar fechar o posto de correios naquela freguesia, voltou com a palavra atrás… mas com a condição da Junta de Freguesia pagar o funcionário para manter o posto aberto!
Ainda há mais: o ministro das Infraestruturas anunciou esta semana, todo contente, com o aplauso dos deputados do PS-Açores, que o projecto de ampliação da pista da Horta vai avançar com o Governo Regional a pagar 40% dos custos!
Perante todos estes atropelos, como já dizemos há décadas, o representante do Estado nos Açores não passa de um representante dos croquetes.
E é assim, com todo este descaramento, que vamos sendo explorados, paulatinamente, pelos senhores de Lisboa, que continuam a ver nas ilhas um filão para se encherem com os nossos recursos.
Já o faziam com o Acordo das Lajes.
Tal e qual como no tempo das caravelas.
E lá vamos alimentando isto, sem percebermos que, entrando no jogo deles, estamos a castrar a nossa Autonomia.
Uma Autonomia cada vez com menos voz, menos músculo e curvada ao Estado pedinte.
Até quando?
Editorial Diário dos Açores
15-05-2022
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You, Tomás Quental, Luisa Costa Gomes Costagomes and 15 others
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a rainha e os bichos

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A RAINHA E AS TARTARUGAS…
  • Quem nunca sofreu um desgosto com a perda dos seus bichinhos de estimação?
@ Ryc
May be an image of 1 person and text that says ""Antigamente eu criava tartarugas, parei porque a gente acaba se apegando aos bichinhos e eles vivem tão pouco." Rainha Elizabeth"

Putin foi envolvido no boato de que a rainha é reptiliana

Presidente russo e Elizabeth II passaram a ter uma relação tensa após uma gafe e uma ironia em banquete

  • Jeff BenícioJeff Benício
10 mar202212h22
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Putin, a rainha e uma reptiliana do seriado ‘Doctor Who’
Putin, a rainha e uma reptiliana do seriado ‘Doctor Who’

Foto: Blog Sala de TV

A internet está lotada de memes a respeito da idade da rainha Elizabeth. Em um deles, a soberana dá colo a um dinossauro. Outro brinca que ela nasceu no mesmo ano da Terra. A mais popular monarca de todos os tempos vai completar 96 anos em 21 de abril.

Sua admirável longevidade suscita também teorias surreais, como a de que seria uma reptiliana, ou seja, meio humana, meio lagarto ou serpente. Os reptilianos são citados em obras de ficção científica desde o fim do século 19.

Reza a lenda que esses alienígenas têm o poder da metamorfose para ficar com aparência totalmente humana. Disfarçados, assumem os principais postos de liderança do planeta a fim de controlar as pessoas, o sistema financeiro e os recursos naturais.

Os conspiracionistas passaram a desconfiar ainda mais de Elizabeth após uma suposta declaração do presidente da Rússia, Vladimir Putin. Ao fim de um encontro com a rainha, ele teria dito a assessores: “Ela não é humana”.

A veracidade de tal frase nunca foi confirmada. Fake news ou não, virou manchete em tabloides de fofocas e piada no meio diplomático. Como não achar graça de tamanho absurdo?

A majestade do Reino Unido e o líder dos russos nunca tiveram simpatia mútua. O azedume começou em 2003, quando Putin fez uma viagem oficial a Londres. Ele cometeu uma das piores gafes contra um inglês e a nobreza: chegar atrasado.

Obrigou a rainha esperá-lo 14 minutos (uma eternidade no protocolo real) além do horário estipulado para se encontrarem. A equipe do Palácio de Buckingham viveu momentos de extrema tensão. Nunca um chefe de Estado tinha ousado dar um ‘chá de cadeira’ em Elizabeth.

A matriarca dos Windsors disfarçou a irritação, mas não deixou barato. No banquete, quando o cão-guia de um membro do governo começou a latir insistentemente para Vladimir Putin, ela disparou um deboche: “Cachorros têm instintos interessantes, não acha?”

Elizabeth nunca retribuiu a visita do presidente que foi espião da KGB e agora é o vilão da Guerra na Ucrânia. Em 70 anos no trono, sua única vez no País dos antigos czares foi em 1994, quando o Kremlin era comandado por Boris Yeltsin.

Em eventos posteriores ao jantar com ‘climão’ em Londres, como nas festividades do fim da Segunda Guerra, na França, em 2014, a rainha e Putin se mantiveram distantes para evitar contato.

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RENDEIRO, JUSTIÇA, CORRUPÇÃO

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João Rendeiro apareceu morto, enforcado na prisão…
Muitos falam agora de justiça…
Ele foi castigado?!
Isto é ignorar a realidade, porque não é, nem nunca foi o João Rendeiro o problema!
O que aconteceu a João Rendeiro, é que ele, como a maioria de nós, somos vítimas de um sistema corrupto, injusto e parasita.
Um sistema que criámos, que alimentamos e acarinhamos, com sentimentos mesquinhos, e inércia.
Um sistema que premeia o Chico esperto.
Na nossa sociedade valorizamos aquele que „em terra de cegos tem um olho“, cada um pensa de sí ser o mais esperto, só muito mais tarde, cada um descobre que afinal sempre foi cego.
Na nossa sociedade seguimos o princípio do „jogo de sorte“… ou sistema de „Casino“…
Cada um tenta manipular, tenta contornar, sabotar, tenta em suma tirar vantagens para sí próprio á custa dos outros, como se a vida fosse um jogo…. Esquecem no entanto, que nesse jogo, para haver um vencedor, vão existir muitos perdedores, e que a probabilidade é infinitamente maior de ser perder do que de se ganhar.
Esquecem também, mas sobretudo, o síndroma „Rendeiro“….
Que foi o que sucedeu com o João, mas acontece com o José, com o Pedro, com o Manuel, e sim… contigo também:
É que neste jogo, em que pensas vir a ser o vencedor, por mais improvável que isso possa ser, acrescenta que mesmo que venças mil vezes durante décadas, como o João Rendeiro… vem o dia em que perdes.
O João, que como todos os outros, queria vencer, e foi um dos muito poucos a vencer, no fim acabou sendo sacrificado pelos seus iguais….
Não foi a justiça que venceu, foi o sistema corrupto, que transformou o João num bode expiratório, sacrificando-o para salvar umas dezenas de indivíduos piores que ele…
Que agora ficaram livres, para fazerem 100 vezes pior do que aquilo de que Rendeiro foi acusado…
E foi assim que chegamos aqui!
Premiando os piores, elegendo os piores, admirando os piores, dando o nosso trabalho, o nosso dinheiro, o nosso esforço aos piores dos piores, dos maus entre nós.
Não se vangloriem, pela morte de Rendeiro… ele escolheu abandonar esse jogo, que vocês tanto anseiam por vencer, porque ele descobriu que o jogo está viciado, e não há vitória possível.
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