PICO DA FÁBRICA VAI NASCER UM HOTEL

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Antiga fábrica da Cofaco vendida a grupo hoteleiro
A antiga fábrica da Cofaco localizada na Areia Larga, na vila da Madalena, foi vendida a um grupo hoteleiro de dimensão nacional.
Segundo apurou Ilha Maior, o acordo foi assinado entre as duas partes na passada semana e vai permitir a construção naquele local de uma unidade hoteleira de cinco estrelas, valorizando uma das zonas mais emblemáticas da vila da Madalena e acabando com um edifício de grandes dimensões que começa a dar sinais de degradação.
O contrato implica numa primeira fase o arrendamento do espaço por um período de 25 anos, seguindo-se a concretização do contrato de compra e venda do terreno onde, entretanto, será construída a unidade hoteleira.
O imóvel onde a fábrica laborou foi esvaziado totalmente nas últimas semanas, com a retirada dos equipamentos que ainda sobravam depois do encerramento da estrutura em janeiro de 2018, estando reunidas as condições necessárias para a demolição do imóvel e o início da construção do novo hotel. Este será um dos vários investimentos programados para a Madalena nos próximos tempos. Além dos projetos em curso e do programado para a zona da antiga fábrica da Cofaco, há, também, outras ideias em estudo na área do turismo, que ajudarão a potenciar o concelho economicamente. Com a venda agora consumada a Cofaco encerra um ciclo de quase 60 anos de ligação ao Pico, e, particularmente, ao concelho da Madalena.
A empresa iniciou a laboração em 1962 e ao longo de décadas foi o mais importante polo empregador do concelho, desempenhando um papel de grande alcance social pelos postos de trabalho criados e pelas receitas geradas com a exportação de conservas.
(Ilha Maior de 06/05/2022)
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RELVA E AS 8 NASCENTES À BEIRA-MAR

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RELVA – A freguesia das oito nascentes à beira-mar
De leste para oriente
Vou p’ra todos nomear
Cada uma das nascentes
Que temos à beira-mar:
A primeira de elas todas
E situada a levante
Chama-se Fonte da Rocha
E é a mais relevante.
A segunda nomeada,
A muitos vai estranhar,
Fica bem localizada
Mesmo ao Serrado do Mar.
A terceira, é uma bênção,
Quando ali a sede matas ,
É a primeira do trilho
Linda nascente dos Natas.
A quarta, junto à falésia,
Escorre pelo Barreiro,
E por isso sabe a barro
Essa água do Pinheiro.
A quinta, mais adiante,
Num lugar que era dos meus
Junto à ruína da casa,
Ao alto, de um dos Mateus.
A sexta está na garganta
Lá bem no fim situada
Junto à casa da alemã
E já foi canalizada.
A sétima só os rocheiros
Sabem que está alojada.
Dentro, à furna do Buraco
Mata a sede à passarada.
A derradeira e oitava
Destas nascentes de magos
Fica bem mais para cima
É a nascente dos Lagos.
Poderemos melhorar
A vida das nossas gentes
Num percurso a nomear:
Rota das Oito Nascentes.
Fica o desafio às pessoas que amam a nossa freguesia.
Aníbal Raposo
PS – Penso que temos mais nascentes na freguesia, fora da beira-mar. Agradeço a colaboração de todos para a sua identificação.
Desafio os mais novos (Olá caminhantes e amigos Camélia Prados Verdes, João de Medeiros, Jose Pereira, Jpedro Medeiros!) a publicar fotografias de todas essas nascentes; Seria muito interessante uma expedição conjunta, devidamente organizada e apoiada, para a sua georeferenciação e identificação fotográfica. Estou disponível para participar e ceder os dados que conheço. Acho que será uma mais valia para a terra que todos amamos.
Pode ser uma imagem de natureza e oceano
You, Paula De Sousa Lima, Ana Monteiro and 106 others
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    • Aníbal Raposo

      Obrigado, professor. Esta é uma manifestação do grande amor que tenho à minha terra.
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    • Martim Gaspar

      Rubens Pavao não sabia que havia tantas nascentes. Obrigado pela informação e oxalá encontrem mais. Agora é esperar. Abraços grande amigo Relvense. 🤗
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  • Conceicao Teixeira

    Maravilhoso
  • Maria Vanda Rodrigues

    Maravilhoso poema
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  • João de Medeiros

    Primeiro foi segundo Gaspar Frutuoso chamada de Fonte do Contador, porque Martim Vaz, Contador e Vedor da Fazenda Real, residiu na Relva desde o ano de 1501, mandou arranjar o seu acesso, que devia estar muito mau mesmo.
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    • 9 h
    • Aníbal Raposo

      Obrigado primo pela tua valiosa achega.
      Acho que este projeto de georeferencição seria muito interessante para a nossa terra. Com a boa vontade de todos, conseguíamos realizá-lo.…

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turismo e AL ilegal

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A Inspeção Regional do Turismo (IRTur) detetou, durante o ano passado, 572 camas ilegais e 143 alojamentos não registados na Região.
Verificou-se, pois, uma redução, pelo terceiro ano consecutivo, do número de camas ilegais e de alojamentos não registados, em operação nos Açores.
De acordo com os números constantes do relatório de atividades de 2021, em 2018 tinham sido detetadas 864 camas ilegais e 216 alojamentos não registados, quando no ano anterior a IRTur tinha assinalado 1264 camas ilegais e 316 alojamentos. Já em 2019, o número voltou a diminuir para 652 camas ilegais e 163 alojamentos não licenciados, e, em 2020, desceu para 620 camas “ilegais” e 155 alojamentos sem registo. Voltando, no ano passado, a verificar-se um decréscimo, embora “pouco expressivo”, como se refere no relatório da Inspeção.
A explicação para esta diminuição de alojamento irregular, adianta a IRTur pode ser “a grave crise turística provocada pela pandemia”, além do facto de, “fruto da intensa deteção nos últimos anos de alojamento ilegal, essa prática ter reduzido substancialmente”.
A Inspeção Regional do Turismo salienta o facto de se ter observado um aumento das situações ilegais nas ilhas com menor oferta turística ( à exceção de Santa Maria onde há uma descida e Corvo onde não há situações ilegais), bem como na ilha Terceira, enquanto em São Miguel se assistiu a uma “redução acentuada” das camas ilegais e alojamentos não licenciados.
De facto, em São Miguel, em 2020 foi detetada uma centena unidades de alojamentos ilegais, e no ano passado, o número de alojamentos sem registo detetados pela Inspeção Regional dos Turismo desceu para cerca de metade (55). Por outro lado, no mesmo período o número de camas ilegais também desceu de 400 para 220 nesta ilha.
Já na ilha Terceira, o número de situações ilegais aumentou: de 72 camas e 18 unidades ilegais em 2020 passou-se para 168 camas e 42 alojamentos ilegais.

Irregularidades no alojamento
De acordo com a Inspeção Regional do Turismo, durante o ano passado, foram também detetados no total 234 alojamentos em situação irregular, em especial na Terceira (78), São Miguel (68) e Pico (47). E as irregularidades mais frequentes foram oferta de capacidade superior à capacidade máxima registada, ausência de divulgação do número de registo e divulgação incorreta de tipologia.
Foi também proposto, em 2021, o cancelamento do registo de 19 alojamentos, por não correção atempada das irregularidades detetadas.
A Inspeção Regional do Turismo instaurou três processos de contraordenação no ano passado, na sequência de duas participações resultantes de denúncias exteriores aos serviços da IRTur, e de uma participação da PSP, não tendo sido levantados autos de notícia durante 2021.
No ano passado, foi ainda dada continuidade à instrução de 26 processos de contraordenação, e no fim do ano 23 processos estavam em instrução.
Foram aplicadas coimas que totalizaram 17 780 euros.

Mais de 200 reclamações
Os serviços inspetivos do Turismo receberam 203 reclamações durante o ano passado, 13 das quais registadas em Livro de Reclamações.
A maioria das reclamações são dirigidas ao alojamento turístico, mas há também queixas sobre animação turística (20%), rent-a-car (13%) e agências de viagens (2%). E concentram-se nas ilhas com mais serviços e atividades turísticas (São Miguel e Terceira).
De salientar o aumento do número de reclamações entre 2020 e 2021 – de 149 passou-se para 203 reclamações, mas mesmo assim ficou abaixo do número de queixas em 2019 (277) e 2018 (317).
As queixas devem-se mais frequentemente a problemas das instalações e equipamentos, e à prestação de serviços, havendo em 10% dos casos queixas sobre a discrepância entre a oferta e a realidade. Açoriano Oriental, 08 de Maio / 2022

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TOMAZ BORBA VIEIRA

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TOMAZ BORBA VIEIRA
Tomaz Borba Vieira estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e na Academia de Belas Artes de Florença. Estudou Pedagogia e Educação na Faculdade de Letras de Lisboa e na Universidade de Boston, obtendo, então, o grau de “Master of Education”.
Foi vogal da Direção da Sociedade Nacional de Belas Artes e docente do Ensino Superior da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e da Universidade dos Açores.
Responsável por um grande número de exposições individuais e coletivas, e a residir há vários anos no concelho de Lagoa, por que tem muito apreço, foi o fundador do Centro Cultural da Caloura, em 2005, onde expõe uma colecção de obras de mais de 50 artistas, disponibiliza uma biblioteca de arte, uma colecção de fotografias do primeiro quartel do século XX e variada documentação cultural.
Tomaz Borba Vieira, o «Mestre Tomaz», é uma das figuras mais destacadas da sociedade lagoense, embora não seja lagoense: pintor, professor e escritor, Tomaz vive, pacatamente, na sua casa, na Caloura, juntamente com a sua esposa, junto, bem junto, ao seu Centro Cultural, fundado por si, pelas suas próprias mãos.
Um espaço repleto de obras de arte que, por mais curioso que se possa imaginar, não tem nenhuma da autoria de Tomaz Borba Vieira.
Nas suas palavras, diz-nos que “tenho conhecido, não só nas artes, mas em muitas atividades, pessoas notáveis que não deixam nome gravado, mas que deixam memórias muito fortes à família, à comunidade e aos amigos. Conheci homens, conheci pessoas, digamos desconhecidas, ou ditas por desconhecidas, com personalidades de grande valor, de grande capacidade de ensinar”.
Se o artista, por norma, é um ser que se inspira, que se sente tocado por dentro pelo exterior – pelo que está por fora, digamos -, Tomaz confessa que não usa a palavra inspiração, porque nem todas as ideias que nós temos, às vezes, são louváveis. De maneira que acredita mais no acontecer, no ver, no sentir, qualquer coisa que motiva para a atividade artística. Pode ser uma conversa, uma forma. Normalmente são formas, formas da natureza, formas do meio envolvente, aquilo que estimula a capacidade de reconverter formas. Não diz criar, porque não se cria nada do nada: cria-se alguma coisa a partir de algo que já existe, que recriamos, que transformamos, que adaptamos a nós próprios.
Pintor, escritor e professor: é assim Tomaz Borba Vieira tido entre nós. Mas a sua primeira profissão foi professor.
“Sempre senti vocação para professor. Quando ainda estava no Liceu já sentia vontade de ingressar numa carreira de professor”.
Depois descobriu que isso não era por uma questão de ensinar, era mais por uma admiração pela função da educação. A educação como meio importante da realização social.
Fundador do Centro Cultural da Caloura, Tomaz Borba Vieira, aquando da fundação do Centro, revelou que, desde muito cedo, desde 1959/1960, começou a colecionar obras. Comprou a sua primeira gravura exatamente nessa altura. Daí em diante todas as suas economias e extravagâncias eram em comprar obras, tendo herdado também algumas peças do seu avô.
Recebeu, segundo ata da reunião camarária da Câmara da Lagoa de 31 de Março de 2006, a Medalha de Mérito Municipal Cívico.
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Número setenta e um
Chrys Chrystello
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Ilhas Salomão denunciam ameaça de invasão e Austrália pede calma

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O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, pediu hoje calma às Ilhas Salomão, depois de o líder ter referido uma ameaça de invasão e de ser tratado como uma criança a brandir uma arma.

Source: Ilhas Salomão denunciam ameaça de invasão e Austrália pede calma

quando o saara era verde

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ANCIENT NORTH AFRICANS
There is ancient Rock art all over North Africa dating back to over 12,000 years ago when the Sahara desert was a Savannah. The Rock art is found in Algeria, Morocco, Mauritania, Niger, Libya, Sudan etc. See the map below. The art depicts everyday life, chariots, giant buffalo, elephant, rhinoceros, and hippopotamus, animals that no longer exist in the now-desert area.
Dramatic climate change in the Saharan desert caused the inhabitants to move towards the Nile valley and other parts of Africa.
There is evidence that these people of the Sahara practiced mummification as evidenced by the discovery of the black mummy in Libya. They also appear to have followed a cattle cult which was also later practiced in Ancient Egypt.
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Yeryeong Kim, a jovem sul-coreana que usa o português como língua dos segredos – ::Timor Post Online::

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Dia Mundial da Língua Portuguesa, 05 de maioYeryeong Kim, 19 anos, dois continentes, cinco línguas. Uma delas o português, que fala na escola e com os irmãos mais novos, quando não querem que os pais percebam o que dizem, porque “não sabem falar muito bem português”. Aprendeu a língua em Timor-Leste, onde precisou apenas de sete meses para dominar o

Source: Yeryeong Kim, a jovem sul-coreana que usa o português como língua dos segredos – ::Timor Post Online::