VOLTEM OS CEREAIS

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Estes eram os nossos celeiros onde se guardavam os cereais produzidos na nossa ilha Terceira.
Nós produziamos cereais, agora ficamos dependentes do exterior.
Valeu a pena deixar de produzir cereais?
Valeu a pena abandonar os celeiros?
Valeu a pena ficarmos dependentes dos cereais vindos do exterior?
Valeu a pena pôr as pastagens cheias de vacas e abandonar a produção de cereais?
Tudo perguntas perturbadoras mas interessantes.
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Avião esteve a 260 metros de chocar contra viatura parada na pista dos Açores

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Aeronave ao serviço da TAP transportava 180 passageiros entre Lisboa e Ponta Delgada. Serviço de Controlo de Tráfego Aéreo do Aeroporto João Paulo II era assegurado apenas por um controlador

Source: Avião esteve a 260 metros de chocar contra viatura parada na pista dos Açores

VOOS DA UNITED VAZIOS, VAI DESAPARECER COMO A DELTA?

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Posso estar errado, mas se houver muitos voos assim (falta de passageiros) a United não vai continuar. Espero que isto mude, mas já me garantiram, de uma fonte fidedigna que esta rota poderá ficar como a da Delta—-a one time deal…seria uma pena, mas…abraços
Henrique Levy and 2 others
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MEMÓRIA DE UM HEROI

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TERRORISMO
ISLÂMICO
Em 2015, decapitaram um arqueólogo sírio
Da intolerância política e militar à ignorância cultural
.
MEMÓRIAS
.
May be an image of 3 people, beard and people standing
Not to forget the real heroes of this world:
18th of August 2015
On his knees, he awaits his beheading.
This is Syrian archaeologist Dr. Khaled al-Asaad, head of the excavations of Palmir (Palmyra). Khaled al-Asaad refused to reveal the location of the treasures and antiques of Tadmur (now Palmyra) that he hid before the arrival of the Islamic State.
Al-Asaad was beheaded in the square in front of the museum where he worked for over 50 years.
His mutilated body was then hung at a traffic light.
Khaled al-Asaad was the top guardian of Palmyra antiques and, in July 2015, he was captured by Islamic State fighters. Despite many tortures, he did not reveal the location of the museum’s treasures and was executed in the central square of Palmyre. When it became clear that fighters were going to capture Palmyre, scientists led by Al Asaad went to all lengths to hide Palmyre’s unique and invaluable antiques. He played a central role in saving hundreds of artifacts, transporting them from Palmyre to a safe location.
Khaled al-Asaad spoke five languages in addition to six ancient idiomatic languages, some of which are now extinct. Several European countries offered him residence and citizenship, but he refused to leave Syria.
He fought to his death to save the heritage of humanity.

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jose luis peixoto

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Os livros duram muito mais tempo do que as tatuagens.
Estes são os livros que, até ao fim do mês, estarei a apresentar na Finlândia e na Estónia.
Reparem como é interessante: em 2022, tenho de responder por Nenhum Olhar (publicado originalmente no ano 2000, e a sair agora na Estónia), por Morreste-me (publicado originalmente também em 2000, e a sair agora na Finlândia e na Suécia) e pelo romance Autobiografia (publicado originalmente em 2019, e a sair agora na Finlândia com o título Saramago e José — sugerido por mim).
Para quem ler estes livros hoje, é como se tivessem sido escritos ontem e, no entanto, para mim, falar de algo que escrevi há tantos anos, e que remonta a diferentes tempos da minha vida, é um exercício muito particular.
É fabuloso ter este confronto com o passado, faz-me sentir mais inteiro em relação à pessoa que fui/sou.
Durante o fim de semana, só tenho alguns compromissos de promoção e algum passeio (acho que mereço) mas, começarei a ter algumas atividades públicas já na segunda-feira. Em breve, darei conta dessa agenda por aqui.
Desejo-vos um bom fim de semana!
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O Roque e a amiga

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O Roque e a amiga
São duas figuras de ficção que faziam parte do programa de rádio Pão com Manteiga que era transmitido aos Domingos, e realizado por Mário Zambujal, Bernardo Brito e Cunha, José Duarte, Carlos Cruz, que fez história da rádio em Portugal
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paula sousa lima e o neutro

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Aqui vai, AMIGOS; a crónica deste sábado.
Acerca das palavras XLIX – masculino vs feminino?
Ao iniciar esta crónica, tenho a inteira noção de que ela poderá, quiçá, até muito provavelmente, ser do desagrado de alguns, pois o que nela explanarei é muito politicamente incorreto. Aconselhei-me com os meus botõezinhos, debati interiormente: escrevo? não escrevo?, só não consultei cartomante porque nenhuma encontrei. Os botões não foram úteis, o debate interior revelou-se pouco profícuo, e, como que cala consente, no caso os botões, resolvi escrever. Não seja, leitor, excessivamente crítico, não me julgue com dureza, leitora, uma vez que o que direi é, tão-somente, um ponto de vista, muito particular e subjetivo, sem qualquer, ainda que leve, intuito catequizador.
Pois bem, nestes nossos tempos em que domina a fluidez de género(s), em que é praticamente obrigatório o menino brincar com bonecas e a menina entreter-se com carrinhos, em que o azulinho e o rosinha já não definem absolutamente nada, em que se busca, até na língua, a neutralidade de género, a fim de não ferir inclinação alguma, nestes nossos novos tempos, lembrei-me, caríssimo leitor, amável leitora, de notar que há alguns adjetivos com um timbre feminino e outros com contornos masculinos. Reitero: isto é o que me parece, isto é uma visão pessoal, isto é puramente subjetivo.
Ora atentem, leitores e leitoras, no adjetivo “gracioso”. Será indicado para o masculino? Será adequado dizer-se que um homem é gracioso? A mim parece-me pouco indicado, nada adequado. Graciosa é uma jovem, uma mulher. Parece-me, tão-só. Tal como “gracioso”, outros adjetivos há que pouco se adequam ao masculino, sendo, pelo contrário, muito apropriados quando associados ao feminino. Assim temos: “airosa”, “delicada”, “torneada”, “curvilínea”, “voluptuosa”. Alguém diz: “Este rapaz é voluptuoso, curvilíneo e airoso”? Eventualmente, tal frase pode ser proferida, mas talvez fira a masculinidade do visado. Ou talvez não. Não sei, leitores e leitoras, só digo o que me parece. E serei, talvez, muito provavelmente, antiquada, formatada, fechada ao novo, enfim.
No que diz respeito a adjetivos que funcionam melhor no masculino, temos, por exemplo, “garboso”, “galante”, “galanteador”. De facto, galantear é, ou era, coisa de homem. Mas os tempos mudam, as vontades igualmente, e talvez o adjetivo “galante” e o “galanteador” sejam também aplicáveis a doces donzelas ou a maduras senhoras, nada tenho a obstar; como já disse e repeti, o que escrevo aqui é só o que me parece.
Adjetivos há, no entanto, que bem se juntam ao feminino e ao masculino, como “valente”, “forte”, “interessante”, “empreendedor”, “atlético”, “belo”, “fantástico”, “simpático”, “encantador”, “gentil”. Note-se, porém, que os últimos dois tomam matizes algo diversos quando usados com o masculino ou com o feminino: uma mulher encantadora e gentil será, primeiramente, aquela cujo aspeto físico se distingue pela delicadeza, um homem encantador e gentil é, necessariamente, aquele cujo comportamento se diferencia pela amabilidade.
Bem, caríssimos e caríssimas, disse o que tinha a dizer, choquei, é quase certo, quem discorda dessa coisa antiga de diferenciação dos géneros. A meu favor, direi que assim sinto, assim escrevo, portanto devo ser julgada de forma branda e benévola (aqui estão dois adjetivos que jogam bem com tudo quanto é género). E, como procuro não ser preconceituosa, antes quero sempre mais saber para melhor ajuizar, aceito críticas. Venham elas.
You, Telmo R. Nunes, Vitor Almeida and 17 others
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  • Independencia Fla

    Agora parece que o bom é ser-se ” neutro”…É claro que, para me contradizer, transcende o senso comum tradicional , que este define tudo sem equívocos ( e prefiro este senso) , tudo se torna nebuloso quando, pretendendo teorizar , perguntamos se há um…

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    • 9 h
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PONTA DELGADA PODIA TER UMA MARGINAL DESTAS

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Chrys Chrystello
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  • Francisco Granadeiro

    Têm certamente uma rede de transportes públicos eficaz, bem como estacionamentos em quantidade e começaram a casa pela fundações, não pelo teto