Homem alcoolizado agride passageiros e tripulação durante voo e obriga a aterragem não planeada – Portugal – Correio da Manhã

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Passageiro apresentou comportamentos violentos durante o voo. Testes realizados no hospital confirmaram estado de embriaguez.

Source: Homem alcoolizado agride passageiros e tripulação durante voo e obriga a aterragem não planeada – Portugal – Correio da Manhã

perigos de andar de avião nos EUA…”Ele estava alcoolizado”: Mike Tyson agride passageiro a murro dentro de avião – Mundo – Correio da Manhã

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Testemunhas dizem que ‘Iron Mike’ irritou-se com um indivíduo que não parava de o provocar.

Source: “Ele estava alcoolizado”: Mike Tyson agride passageiro a murro dentro de avião – Mundo – Correio da Manhã

População de Chernihiv relata massacre por tropas russas

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Chernihiv, a norte de Kiev, é um dos centros urbanos da Ucrânia mais atingidos pela guerra Os militares russos ocuparam a cidade durante mais de um mês.

Source: População de Chernihiv relata massacre por tropas russas

EXEMPLO PARA AS PORTAS DA CIDADE EM PONTA DELGADA

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May be an image of 4 people, people standing and outdoors
A mosaic floor of a villa dating back to the 4th or 5th century AD was found in Montorio, Verona, Italy.
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A IGREJA NÃO É DONA DO CAMPO DE S FRANCISCO

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  • Luis Tavares

    Concordo aquele espaço não é da igreja devolver ao povo.
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  • Graça Menezes

    Com tanto espaço para barracas e afins, qual a necessidade de ser no Campo de S. Francisco. Porque não ser um campo de culto, onde tanta gente faz promessas à volta do campo… apenas uma reflexão
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  • Ber Maica

    chama-se PRAÇA 5 DE OUTUBRO, vulgarmente conhecido por campo de s. francisco
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  • Isabel Silva

    O Campo de São Francisco é publico, mas o Reitor mais o Provedor acham que é do Santuário.
    5
    • Manuel Floriano Vicente

      Isabel Silva enquanto estiver a familia a tomar conta da igreja nos Açores, a familia Religiosa vai acabando, estão a usar a religião como a politica partidária, santo abuso
  • Beatriz Canto

    Egos eclesiásticos!!!
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  • Luciano Carvalho

    É bom haver entendimento entre ambas as partes mas é bom o presidente da câmara bater com o seu pé de vez em quando porque o provedor pensa que é dono daquilo tudo e faz o que bem quer e entende e que manda na CMPDL e na PSP 🤓
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    • 2 h

GIBRALTAR ESPANHOLA? OLIVENÇA É PORTUGUESA

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ENVIADO HOJE AOS LÍDERES PARLAMENTARES DO PS, PSD, CHEGA, IL, BE, PCP, PAN E LIVRE.
EX.mo Senhor,
Digníssimo grupo parlamentar do Partido
Antes de mais permita que o cumprimente bem como a todos os deputados do seu grupo parlamentar, a quem solicito seja dado conhecimento do teor deste email, formulando votos para que desenvolvam um trabalho a bem do progresso, da dignidade, da transparência e do bom nome de Portugal.
Na declaração ao País no passado dia 4 de Novembro, o Senhor Presidente da República apelou ao dever cívico, ao patriotismo e ao espírito democrático dos portugueses para que fossem votar nas eleições legislativas de 30 de Janeiro de 2022.
Os portugueses, mais uma vez, responderam ao apelo do Senhor Presidente e mostraram, mesmo em condições adversas impostas por uma pandemia, que não é por falta de participação cívica que a democracia fica por cumprir em Portugal.
Nesse sentido, os portugueses têm o direito cívico de apelar ao patriotismo dos deputados por si eleitos para que coloquem na Agenda de trabalhos da Assembleia da República um assunto maior que põe em causa a dignidade, o prestígio e a honra deste nosso País de História quase milenar.
A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO DE OLIVENÇA.
Escuso-me reproduzir a História, essa os senhores deputados conhecê-la- ão tão bem quanto eu.
Num momento em que a Europa e o Mundo assistem incrédulos e indignados à bárbara invasão em curso na Ucrânia pelas tropas russas, na sequência da ocupação da Crimeia em 2014, é importante que na AR portuguesa haja a consciência que foi por um processo idêntico que no início do século XIX Espanha nos invadiu, ocupou e ocupa ilegalmente até hoje Olivença e todo o território oliventino de quase 500 km2.
OLIVENÇA É A CRIMEIA PORTUGUESA.
Por isso a política e a diplomacia portuguesas têm que fazer mais, muito mais do que aquilo que têm feito ao longo das diversas Legislaturas e nas Cimeiras luso-espanholas, onde este assunto tem sido omitido de forma incompreensível e indesculpável pela parte portuguesa.
E ESSE TRABALHO POLÍTICO TEM QUE COMEÇAR NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
Passa na sociedade portuguesa a ideia que é indiferente aos governos e aos políticos portugueses que um território português de jure, que a Constituição da República classifica como integrante de Portugal, continue nas mãos de um Estado que o administra como se fosse seu, sem qualquer consideração por aquilo que é a posição oficial do País ao qual pertence, pelo sentir dos portugueses e pela angústia de muitos milhares de oliventinos, que muito justamente se sentem esquecidos e abandonados por Portugal.
O regime democrático e anticolonialista nascido em Abril de 1974, deveria ter vergonha de consentir no seu solo Pátrio e Histórico desde os alvores da nacionalidade, a ocupação de parte do seu território que se perpetua há dois séculos sobre um concelho inteiro e parte de outro, onde as pessoas foram despojadas da sua História, da sua língua, da sua cultura, das suas memórias, do sentido de pertença a Portugal e onde o patriotismo que demonstraram ao longo de cinco séculos foi e continua reprimido pela entidade ocupante.
MAS ESSA CHAMA CONTINUA A EXISTIR NO CORAÇÃO DE MUITOS OLIVENTINOS.
Será do vosso conhecimento que só nos últimos sete anos, perto de 1500 dos cerca de 12000 habitantes do território já adquiriram a nacionalidade portuguesa e muitos mais estão a fazê-lo neste momento, num imparável processo de aproximação a Portugal?
É do vosso conhecimento que a imensa maioria desses oliventinos votou nas recentes Eleições Legislativas e foram condicionados a fazê-lo, não como portuguesas residentes em Portugal, mas na condição humilhante de portugueses residentes no estrangeiro?
É a esta situação indigna e humilhante que os deputados da Nação querem continuar a sujeitar portugueses residentes num território que à face da Lei faz parte de Portugal?
Por isso pede-se uma mudança na presente Legislatura, uma mudança que não agrava o défice das contas públicas, que não incrementa a dívida do Estado, que não aumenta a inflação, que não retira dinheiro do SNS, pelo contrário acrescenta, acrescenta muito a dignidade e a honra desta Nação quando com frontalidade, com firmeza e com determinação, for capaz de colocar olhos nos olhos a Espanha, a necessidade de resolver este assunto que nos menoriza, inferioriza e apouca.
A Espanha não respeita os princípios da Carta da ONU que prevê o respeito pela soberania e pela integridade territorial de todos os Países.
É chegada a hora de passar à acção e dos políticos mostrarem aos portugueses que esta é a causa maior que os une, para além de todas as diferenças que os possam separar.
FAÇAM DESTA LEGISLATURA, A LEGISLATURA DA DIFERENÇA.
O parlamento espanhol, num acto político digno de registo, fez da Questão de Gibraltar um desígnio nacional.
E nem o facto de ser um século mais antiga do que a Questão de Olivença e de questionável legalidade em termos de direito, deixa de ser para Espanha um assunto de Estado da maior importância, que o reclama ao Reino Unido, como o fez mais uma vez muito recentemente nas Nações Unidas e o faz reiteradamente nas Cimeiras hispano-britânicas.
Os governos de Espanha e os seus políticos de todos os quadrantes, defendem com patriotismo e com dignidade o seu País, coisa que incompreensivelmente não vemos fazer em Portugal.
E o reflexo da postura portuguesa tem repercussões em termos internacionais, como se vê a seguir:
Gibraltar e a Crimeia, só para falar nestes dois casos, tem no Google Maps as fronteiras a tracejado com os Países de onde foram subtraídos, como sinal de territórios em disputa, no caso de Olivença a fronteira está bem vincada e bem definida ao longo do Guadiana na zona daquele território.
Um País que se orgulha de ter as fronteiras mais antigas da Europa, que construiu e pagou integralmente uma nova ponte sobre o Guadiana entre Beja e Olivença, que não colocou, e muito bem como fez Espanha na margem oposta, um painel informando quem vem de Olivença que se está a entrar em Portugal, não pode deixar esta questão em claro, tendo em conta que a Google argumenta que se baseia em mapas oficiais.
Pode ter-se baseado em mapas oficiais, contudo não o fez em mapas oficiais portugueses.
De que é que as autoridades portuguesas a começar pela AR, o Governo e o MNE estão à espera para reclamar junto da Google com vista à correção da linha de fronteira nessa zona e assim fazer valer os seus direitos ancestrais decorrentes do Tratado de Alcanizes de 1297, que delimita para todo o sempre as fronteiras entre os dois Países?
É TENDO VOZ QUE PORTUGAL SE TORNA RESPEITADO!
Que se respeite a Constituição da República e as Leis de Portugal que não reconhecem Olivença como Espanha e cujo território é inclusivamente apontado pela CIA como zona em disputa.
Exerçam com nobreza e responsabilidade o voto que receberam dos portugueses, exigindo ao governo espanhol que respeite o compromisso assumido ao assinar o Tratado de Viena em 1817, mediante o qual se comprometeu a devolver aquele território a Portugal.
São questões que com todo o respeito deixo à consideração de todas e de todos os senhores deputados, apelando a que as mesmas sejam colocadas em discussão nos trabalhos da Assembleia da República.
OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA.
Com liberdade e responsabilidade cívica, deixo a todas e a todos vós os meus melhores e mais respeitosos cumprimentos.
Idílio C. Ferreira
CC: 04903413
LÍDERES PARLAMENTARES
Ex. mo Sr,
Dr. Eurico Brilhante Dias,
Digníssimo líder do grupo parlamentar do Partido Socialista,
Antes de mais permita que cumprimente bem como a todos os deputados do seu grupo parlamentar, a quem solicito seja dado conhecimento do teor deste email, formulando votos para que desenvolvam um trabalho a bem do progresso, da dignidade, da transparência e do bom nome de Portugal.
Na declaração ao País no passado dia 4 de Novembro, o Senhor Presidente da República apelou ao dever cívico, ao patriotismo e ao espírito democrático dos portugueses para que fossem votar nas eleições legislativas de 30 de Janeiro de 2022.
Os portugueses, mais uma vez, responderam ao apelo do Senhor Presidente e mostraram, mesmo em condições adversas impostas por uma pandemia, que não é por falta de participação cívica que a democracia fica por cumprir em Portugal.
Nesse sentido, os portugueses têm o direito cívico de apelar ao patriotismo dos deputados por si eleitos para que coloquem na Agenda de trabalhos da Assembleia da República um assunto maior que põe em causa a dignidade, o prestígio e a honra deste nosso País de História quase milenar.
A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO DE OLIVENÇA.
Escuso-me reproduzir a História, essa os senhores deputados conhecê-la- ão tão bem quanto eu.
Num momento em que a Europa e o Mundo assistem incrédulos e indignados à bárbara invasão em curso na Ucrânia pelas tropas russas, na sequência da ocupação da Crimeia em 2014, é importante que na AR portuguesa haja a consciência que foi por um processo idêntico que no início do século XIX Espanha nos invadiu, ocupou e ocupa ilegalmente até hoje Olivença e todo o território oliventino de quase 500 km2.
OLIVENÇA É A CRIMEIA PORTUGUESA.
Por isso a política e a diplomacia portuguesas têm que fazer mais, muito mais do que aquilo que têm feito ao longo das diversas Legislaturas e nas Cimeiras luso-espanholas, onde este assunto tem sido omitido de forma incompreensível e indesculpável pela parte portuguesa.
E ESSE TRABALHO POLÍTICO TEM QUE COMEÇAR NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
Passa na sociedade portuguesa a ideia que é indiferente aos governos e aos políticos portugueses que um território português de jure, que a Constituição da República classifica como integrante de Portugal, continue nas mãos de um Estado que o administra como se fosse seu, sem qualquer consideração por aquilo que é a posição oficial do País ao qual pertence, pelo sentir dos portugueses e pela angústia de muitos milhares de oliventinos, que muito justamente se sentem esquecidos e abandonados por Portugal.
O regime democrático e anticolonialista nascido em Abril de 1974, deveria ter vergonha de consentir no seu solo Pátrio e Histórico desde os alvores da nacionalidade, a ocupação de parte do seu território que se perpetua há dois séculos sobre um concelho inteiro e parte de outro, onde as pessoas foram despojadas da sua História, da sua língua, da sua cultura, das suas memórias, do sentido de pertença a Portugal e onde o patriotismo que demonstraram ao longo de cinco séculos foi e continua reprimido pela entidade ocupante.
MAS ESSA CHAMA CONTINUA A EXISTIR NO CORAÇÃO DE MUITOS OLIVENTINOS.
Será do vosso conhecimento que só nos últimos sete anos, perto de 1500 dos cerca de 12000 habitantes do território já adquiriram a nacionalidade portuguesa e muitos mais estão a fazê-lo neste momento, num imparável processo de aproximação a Portugal?
É do vosso conhecimento que a imensa maioria desses oliventinos votou nas recentes Eleições Legislativas e foram condicionados a fazê-lo, não como portuguesas residentes em Portugal, mas na condição humilhante de portugueses residentes no estrangeiro?
É a esta situação indigna e humilhante que os deputados da Nação querem continuar a sujeitar portugueses residentes num território que à face da Lei faz parte de Portugal?
Por isso pede-se uma mudança na presente Legislatura, uma mudança que não agrava o défice das contas públicas, que não incrementa a dívida do Estado, que não aumenta a inflação, que não retira dinheiro do SNS, pelo contrário acrescenta, acrescenta muito a dignidade e a honra desta Nação quando com frontalidade, com firmeza e com determinação, for capaz de colocar olhos nos olhos a Espanha, a necessidade de resolver este assunto que nos menoriza, inferioriza e apouca.
A Espanha não respeita os princípios da Carta da ONU que prevê o respeito pela soberania e pela integridade territorial de todos os Países.
É chegada a hora de passar à acção e dos políticos mostrarem aos portugueses que esta é a causa maior que os une, para além de todas as diferenças que os possam separar.
FAÇAM DESTA LEGISLATURA, A LEGISLATURA DA DIFERENÇA.
O parlamento espanhol, num acto político digno de registo, fez da Questão de Gibraltar um desígnio nacional.
E nem o facto de ser um século mais antiga do que a Questão de Olivença e de questionável legalidade em termos de direito, deixa de ser para Espanha um assunto de Estado da maior importância, que o reclama ao Reino Unido, como o fez mais uma vez muito recentemente nas Nações Unidas e o faz reiteradamente nas Cimeiras hispano-britânicas.
Os governos de Espanha e os seus políticos de todos os quadrantes, defendem com patriotismo e com dignidade o seu País, coisa que incompreensivelmente não vemos fazer em Portugal.
E o reflexo da postura portuguesa tem repercussões em termos internacionais, como se vê a seguir:
Gibraltar e a Crimeia, só para falar nestes dois casos, tem no Google Maps as fronteiras a tracejado com os Países de onde foram subtraídos, como sinal de territórios em disputa, no caso de Olivença a fronteira está bem vincada e bem definida ao longo do Guadiana na zona daquele território.
Um País que se orgulha de ter as fronteiras mais antigas da Europa, que construiu e pagou integralmente uma nova ponte sobre o Guadiana entre Beja e Olivença, que não colocou, e muito bem como fez Espanha na margem oposta, um painel informando quem vem de Olivença que se está a entrar em Portugal, não pode deixar esta questão em claro, tendo em conta que a Google argumenta que se baseia em mapas oficiais.
Pode ter-se baseado em mapas oficiais, contudo não o fez em mapas oficiais portugueses.
De que é que as autoridades portuguesas a começar pela AR, o Governo e o MNE estão à espera para reclamar junto da Google com vista à correção da linha de fronteira nessa zona e assim fazer valer os seus direitos ancestrais decorrentes do Tratado de Alcanizes de 1297, que delimita para todo o sempre as fronteiras entre os dois Países?
É TENDO VOZ QUE PORTUGAL SE TORNA RESPEITADO!
Que se respeite a Constituição da República e as Leis de Portugal que não reconhecem Olivença como Espanha e cujo território é inclusivamente apontado pela CIA como zona em disputa.
Exerçam com nobreza e responsabilidade o voto que receberam dos portugueses, exigindo ao governo espanhol que respeite o compromisso assumido ao assinar o Tratado de Viena em 1817, mediante o qual se comprometeu a devolver aquele território a Portugal.
São questões que com todo o respeito deixo à consideração de todas e de todos os senhores deputados, apelando a que as mesmas sejam colocadas em discussão nos trabalhos da Assembleia da República.
OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA.
Com liberdade e responsabilidade cívica, deixo a todas e a todos vós os meus melhores e mais respeitosos cumprimentos.
Idílio C. Ferreira
CC: 04903413
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Australia imposes sanctions on Russian President Vladimir Putin’s daughters | news.com.au — Australia’s leading news site

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Australia has imposed financial sanctions on 147 more people – including two of Russian President Vladimir Putin’s daughters – in response to the war in Ukraine.

Source: Australia imposes sanctions on Russian President Vladimir Putin’s daughters | news.com.au — Australia’s leading news site

35º BELMONTE ABRIL 2022COL CHRYS

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22/04/2022, 10:15