Folha da Gazeta da EBI da Maia”.

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GAZETA DA EBI DA MAIA
É com muito orgulho e uma enorme satisfação que assisto hoje ao regresso público da Gazeta da EBI da Maia, jornal escolar nascido em 2009, no seio do Clube de Jornalismo da nossa unidade orgânica.
Desde sempre, contámos com a colaboração dos nossos alunos, docentes e não docentes e de toda a restante comunidade educativa, na execução trimestral da nossa Gazeta, mas contingências várias ditaram a sua entrada em período de latência, decorria o ano de 2018.
Hoje, e com o prestimoso apoio do Diário dos Açores (a quem devemos um profundo agradecimento, na pessoa do seu Diretor Executivo, o jornalista Osvaldo Cabral), a Gazeta da EBI da Maia ganha novo fôlego. Está vaidosa! Chega-nos renovada e em formato de Suplemento deste diário açoriano. Surge com a graça de “Folha da Gazeta da EBI da Maia”.
O entusiasmo na sua execução foi o mesmo que esteve na sua génese e, por isso, estamos esperançosos que seja do vosso agrado!
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You, Paula De Sousa Lima, AnaBela Terceira and 3 others
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  • Santos Narciso

    MUitos

    parabéns

    … É muito bom que uma escola tenha o seu jornal, quando estudava, era clássico, mesmo que fosse um único exemplar para andar de mão em mão…

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    • 8 m
  • Pedro Almeida Maia

    Parabéns

    ! É tempo de colocar esses escritos cá fora.

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    • 3 m

COLUMBÁRIO NA ILHA TERCEIRA

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Columbário 3.12.2021- Lages. Terceira
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  • Ana Faustino

    O que é ,que estive lá este ano e não vi isto?
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    • 9 h
    • Sílvia Pêgas

      Ana Faustino É um columbário com nichos para cinzas e um forno crematório.
      Quando for novamente á Terceira vá até ás Lages e corte para as piscinas. Após uma curva apertada á esquerda tenha atenção a uma casa azul claro esbatido que fica a uns 100mt da curva. Tem uma entrada á esquerda de terra batida. O columbário fica no fim dessa estrada ao lado direito. Não é Mto fácil identificar pq não há sinalização e as coordenadas do Google indicam uma casa no topo da ravina😬. Recomendo.
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      • 9 h

PS ADIA ELEIÇÕES INTERNAS

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As eleições para o PS/Açores vão realizar-se em “meados de abril” e o congresso regional foi adiado pela segunda vez, para 27, 28 e 29 de maio, revelou hoje o líder Vasco Cordeiro.
PS/Açores adia eleições internas para abril e congresso para maio de 2022
ACORIANOORIENTAL.PT
PS/Açores adia eleições internas para abril e congresso para maio de 2022
As eleições para o PS/Açores vão realizar-se em “meados de abril” e o congresso regional foi adiado pela segunda vez, para 27, 28 e 29 de maio, revelou hoje o líder Vasco Cordeiro.
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“As bandas continuam a ser o parente pobre da cultura nos Açores” – Diário da Lagoa

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Filarmónicas relatam vários problemas que condicionam sobrevivência das bandas. Direção regional da Cultura admite excesso de burocracia e diz que vai simplificar um dos apoios São o escape de muitos

Source: “As bandas continuam a ser o parente pobre da cultura nos Açores” – Diário da Lagoa

JUDEUS NA ILHA TERCEIRA

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*** OS EXPULSOS E A TERCEIRA ***
A 5 de dezembro de 1496, D. Manuel I publicava um édito, em Muge, próximo de Lisboa, para a expulsão da comunidade judaica de Portugal, porque pretendia casar-se com a Infanta D. Isabel de Espanha, filha dos Reis Católicos, e esta era a imposição para haver cerimónia matrimonial. Assim, a 22 de maio de 1501, os primeiros judeus expulsos de Portugal Continental aportavam aos Açores, pela Ilha Terceira, oferecidos como escravos a Vasco Anes Corte-Real, primogénito de João Vaz Corte-Real, que soube aproveitar as capacidades judaicas e integrá-los na sociedade.
Em 1492, os judeus foram expulsos de Espanha pelos Reis Católicos, pois não quiserem converter-se ao catolicismo, a grande bandeira destes reis, que tinham conseguido conquistar Granada neste ano, e expulsar os muçulmanos do seu último reduto na Península Ibérica. Cerca de 60 000 judeus emigraram para Portugal, onde D. João II, O Príncipe Perfeito, abriu-lhes as portas, obrigando-os a pagar 8 cruzados por pessoa e concedendo-lhes, em troca, licença de trânsito por oito meses. Aqueles que não tinham este dinheiro viram os seus bens confiscados para a Coroa e foram-lhes também retirados os filhos menores. Estes foram posteriormente batizados e entregues à guarda de Álvaro de Caminha, que partiu com eles para o povoamento da ilha de São Tomé, onde a maioria não resistiu às condições do clima. D. João II queria, assim, forçar a fixação de operários especializados em Portugal.
Com a morte de D. João II, sucedeu-lhe no trono o seu primo e cunhado D. Manuel I, que, embora fosse bastante tolerante com os Judeus, publicou, em 5 de dezembro de 1496, um édito, em Muge, próximo de Lisboa, para a expulsão de judeus de Portugal, para assim se puder casar com a Infanta D. Isabel de Espanha, filha dos Reis Católicos, que tinham imposto esta condição para haver enlace. D. Manuel I apercebeu-se que a saída dos judeus do País levaria, também, à fuga de capitais do Reino, pois a comunidade judaica era formada por um escol de mercadores, banqueiros, médicos, economistas, ourives, entre outras atividades. Era portanto gente endinheirada. D. Manuel ofereceu barcos para quem quisesse sair do Reino, o que foi feito por poucas famílias abastadas, mas o Rei rapidamente mudou de estratégia.
Para D. Manuel I, a saída de tanta riqueza não podia acontecer, sobretudo num momento em que a aposta nos Descobrimentos era cada vez maior, e o capital judaico era muito necessário. Assim sendo, D. Manuel I decretou a conversão forçada de judeus, e até de muçulmanos, ao Cristianismo no prazo de dez meses. Nasceu, assim, o conceito de cristão-novo (os cristãos que já existiam passaram a ser os cristãos-velhos).
Em 1499, os cristãos-novos foram proibidos de sair de Portugal, mas tinham acesso a cargos políticos, administrativos e eclesiásticos. Além disso, D. Manuel I deixou-os praticar a sua religião de forma secreta, tendo uma política de grande benevolência para com os antigos judeus. Contudo, a diferenciação entre cristãos-novos e velhos era muito grande e estes últimos, impuseram várias perseguições e até massacres, obrigando muitos dos cristãos-novos a sair do país. Estes sentiam-se portugueses de segunda.
Em 22 de maio de 1501, aportaram à Terceira, vários náufragos cristãos-novos que fugiam à perseguição no Continente. Estes se encontravam numa caravela que se dirigia para África, levando um grande número de judeus. O mar bravio destruiu-lhes o barco e obrigou-os a pedir ajuda na Terceira, provavelmente através do atual Porto Judeu. Vasco Anes Corte-Real, o Capitão Donatário de Angra, avisou D. Manuel I do sucedido e o Rei ofereceu-lhe os judeus como escravos. Assim nasceu a primeira colónia judaica na Terceira e nos Açores.
Vasco Anes Corte-Real rapidamente compreendeu as capacidades judaicas e o benefício que a Ilha podia receber com tal presença, assim os judeus foram bem acolhidos e tratados como iguais, longe do fanatismo que singrava a capital do Reino. A população cedo começou a entrar em contato com os rituais judaicos, que lhes eram permitidos praticar. Em 1558, a comunidade cristã-nova nos Açores já era grande e estes pagaram 150 000 cruzeiros à regente D. Catarina, avó de D. Sebastião, para prover as armadas da Índia. Em troca, D. Catarina prorrogou o adiamento da pena de confisco de bens aos cristãos-novos por dez anos, deixando-os envolver-se na vida do arquipélago.
Em 1501, num momento de terror para os Judeus no Continente português, foram bem recebidos na Terceira, onde puderam implantar-se e formar as suas comunidades. Com o passar dos anos, as suas crenças misturaram-se com os costumes locais, fazendo da Terceira um bom exemplo da mistura de religiões, com características muito próprias.
Num momento de crise, é bom olharmos para estes exemplos e percebermos a importância da tolerância e do apoio às minorias. É necessário respeitar os outros e não utilizar as desculpas dos problemas e da crise para desrespeitar a Liberdade e a individualidade de cada ser. Não devemos ser falsos hipócritas, fingindo ser o que não somos, devemos assumir a nossa personalidade com defeitos e virtudes e respeitar as diferenças.
A Liberdade de cada um termina quando interfere na do outro…seja ele quem for.
Texto de: Francisco Miguel Nogueira
May be an image of monument and text that says "1506-2006 EM MEMÓRIA DOS MILHARES DE JUDEUS VÍTIMAS DA INTOLERÁNCIA DO FANATISMO RELIGIOSO ASSASSINADOS NO MASSACRE INICIADO A 19 DE ABRIL DE 1506 NESTE LARGO 5266-5766"
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UM NATAL À AMERICANA

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Congressman Massie tweeted this charming family pic two days after the school shooting in Michigan, in which parents of the 15-year-old murderer have been charged with involuntary manslaughter for buying him the gun and apparently otherwise supporting his bloodthirsty urges.
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