outra visão da Igreja

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Apresentação do novo livro do Padre Mário de Oliveira
«Do mítico Cristo-da-fé ao JESUS HISTÓRICO»
Sábado, dia 13 Nov, às 18h. na livraria-bar Gato Vadio ( R. da Maternidade, 124, Porto).
Graças ao padre Mário de Oliveira alguns católicos ficaram a conhecer as histórias e as mensagens evangélicas de jesus. Sem o seu importante contributo social e cultural muitos portugueses ainda acreditariam que a Virgem Maria, mãe de Deus, teria passado pela Cova da Iria, em Fátima. As intervenções nos media e a sua vasta obra ensaística permitem afirmar, sem sombra de dúvida, que o padre Mário de Oliveira fez mais pela educação e cultura dos portugueses que todas as sessões de doutrinação religiosa organizadas nos últimos 60 anos.
Na sequência de todo este percurso, a sua nova obra dedicada ao jesus histórico , «Do mítico Cristo-da-fé ao JESUS HISTÓRICO», tem o propósito de decifrar e clarificar o sentido e a mensagem ecuménica e humanista da figura de jesus perseguido e torturado pelos poderes estabelecidos na sua época.
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  • Viriato Porto

    Mário Pais de Oliveira, também conhecido por Padre Mário de Oliveira, é um presbítero, jornalista e escritor português, de formação católica.
    O Padre Mário manteve sempre uma ligação a meios progressistas da Igreja Católica (mas não só, já que assume uma postura ecuménica), ainda que alguns destes meios se situem nas franjas dessa igreja, e nem sempre sejam reconhecidos. A sua visão filosófica e religiosa ligam-no sem dúvida ao Jesuísmo (Jesus Cristo histórico)
    Mário Pais de Oliveira é Presbítero da Igreja do Porto, desde 5 de Agosto de 1962. No dia 21 de Março de 1973, é preso segunda vez pela Pide, em Caxias e, nesse mesmo dia, o Bispo da Diocese, António Ferreira Gomes, retira-lhe o ofício canónico de pároco de Macieira da Lixa, para o qual havia sido nomeado pelo mesmo Bispo, em Setembro de 1969. Pároco e preso político, era uma situação institucionalmente anómala e incómoda que colidia com a manutenção da Concordata entre o Estado Português de Salazar e o Estado do Vaticano. Obrigado a ter de escolher entre ou sacrificar o Pároco, ou a Concordata, o Bispo escolhe sacrificar o Pároco. Perante esta pura arbitrariedade do Poder, reage como um menino e faz-se jornalista profissional, no vespertino República (carteira n.º 492), também para, desse modo, poder ser Presbítero de graça (“dai de graça o que de graça recebestes”, diz Jesus). Hoje, já na realizada condição de Jornalista reformado, ainda edita e dirige o Jornal Fraternizar online.
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futuro da SATA

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1. Os prejuízos do Grupo SATA referentes a 2020 e 2021 estão mais que justificados, não apenas a nível Europeu, mas também a nível global. Interessa sim, reflectir sobre as razões e as estratégias que conduziram ao prejuízo acumulado até 2019 e a partir daí efetuar a sua reestruturação futura. Quaisquer outros tipos de análises, para 2020 e 2021, enfermam de qualquer tipo de ilógica racional e científica e representam mais uma das faces da procura de protagonismo político e social.
2. Que se aprofundem os três grandes clusters da aviação Europeia dominados pelos grupos Lufthansa, KLM/Air France, Iberia/British Airways e que a SATA, devidamente reestruturada e incluindo a Azores Airlines, se integre num deles e a TAP num outro. A união faz a força e precisamos de união, na Europa, para fazer face aos desafios globais. Na minha modesta opinião, traria mais vantagens ao Grupo SATA e uma maior independência relativamente à TAP.
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pobreza no Porto

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Campo Alegre, hoje de manhã.
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  • Ana Ferreira

    Acho desnecessário expor a situação aqui. De que se trata, uma crítica ao homem que aí vive? Uma crítica à política de alojamento que desconsidera os animais e a relação já estabelecida com a natureza? Se está confortável no seu sofá considere que exis…

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    • Clarisse Marques

      Ana Ferreira Esta publicação tem a finalidade apenas de um registo fotografico street. A Sra está a fazer considerações por sua conta e risco. Aprenda que a vida não é feita só do belo e do bom, na vida real há de tudo, e os membros tem sim a liberdade…

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    • Daniel Medina

      Ana Ferreira boa tarde.
      Não, não estou alocado no sofá, trabalho, sou eletricista na zona da Boavista. Entro várias vezes em casas de gente com posses, luxo, bem como em casa de pessoas desfavorecidas. As realidades que o meu trabalho me “obriga” a ver são muito díspares. O registo, de todo é uma critica à situação encontrada, qualquer pessoa pode ter esta morada no futuro, a vida dá tropeços e pode tocar a qualquer um.
      Gosto de fotografia, da partilha e foi o que quis fazer neste grupo, onde se nota que os membros têm boa índole, respeito e gosto
      A foto retrata uma situação que achei engraçada, pelo facto de haver galinhas na via pública, achei uma piada tremenda.
      Bom fim-de-semana e mais amor.

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  • Maria Lagoa

    Belo galo para o tacho!!!

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  • Carlos Roberto De Almeida

    Em todos os lugares tem gente que se acha mais que as outras, aqui se fotografa o que se vê e se isto esta ai deve ser fotografado, não acho demérito nenhum aos moradores do local.

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  • Joaquim Resende

    Isto á em todas as cidades infelizmente. Agora á muitas dessas pessoas não querem sair, gostam de “liberdade”, põem tudo o que apanham dentro de casas. Alguns com problemas mentais. A SSocial pelo menos devia acompanhar.

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  • São Borges

    Em todos os grupos há sempre quem preze por chatear…

    Eu gosto da foto… Realidades do nosso mundo.…

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  • Paulo Silva

    Um belo galo para um arroz de cabidela….😃😃😃

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  • Margarida Oliveira

    Triste realidade 😢
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  • Ticas Cardoso

    Registo de uma triste realidade.

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  • NeyderJr Martins

    Q lindo lugar

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  • Antonia Silva

    Bela foto 🥰🌺🌺

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  • Mirian Lira

    Muito bonita

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hidroaviões na Madeira

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May be an image of nature and text that says "Museu de Fotografia da Madeira Atelier Vicente's"
Divulgamos hoje uma captação fotográfica de 1958 na qual se observa o hidroavião “Madeira” da ARTOP, um dos aparelhos aéreos utilizados pela companhia para fazer a travessia entre Lisboa e o Funchal, de 1 de outubro a 9 de novembro desse ano.
Esta carreira comercial foi iniciada na sequência da cessação da rota até então operada pela companhia britânica Aquila Airways, e tinha como objectivo continuar a assegurar as ligações que, por esta altura, e pelo facto de a ilha não ter ainda infraestrutura aeroportuária, tinham obrigatoriamente de ser feitas com recurso a hidroaviões. Uma vez que a transportadora aérea nacional (TAP) não tinha na sua frota estas aeronaves, a operação foi viabilizada através da proposta da ARTOP – Aero Topográfica Lda., uma empresa dedicada ao ramo da geo-engenharia, que manifestou interesse em adquirir hidroaviões para colmatar esta lacuna.
A viagem inaugural foi efetuada pelo hidroavião CS-THA “Madeira” e, para além desta aeronave, para este itinerário, a ARTOP contava ainda com o hidroavião de matrícula CS-THB, denominado “Porto Santo”, que efetuou o seu voo de batismo no fatídico dia 9 de novembro de 1958.
Tendo como destino a capital madeirense, o “Porto Santo” descolou de Cabo Ruivo com 30 passageiros e 6 tripulantes, e, cerca de uma hora depois, declarou emergência, emitindo a mensagem de “amaragem imediata” do aparelho. Foram acionadas as buscas e foi nomeada uma Comissão de Inquérito, mas nunca foram encontrados quaisquer vestígios.
Este acidente ditou a suspensão da operação entre Lisboa e o Funchal por parte da ARTOP, uma decisão que foi decretada oficialmente a 11 de novembro de 1958.
PERESTRELLOS PHOTOGRAPHOS
Hidroavião “Madeira” da ARTOP na baía do Funchal | 1958-10-06
6 x 9 cm | Negativo simples, película | Gelatina e sais de prata
MFM-AV, inv. PER/12741
Em depósito na DRABM
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Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s
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