pandemia hoje e há um ano

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O princípio primeiro da atividade política e administrativa é o da proporcionalidade…
Eu espero, mesmo, que não entremos em derivas de utopias de risco zero, e se comece a querer matar moscas com bombas atómicas, só porque é mais eficaz…
May be an image of text that says "CASOS 5839 PORTUGAL: HOJE E HÁ 1 ANO INTERNADOS 2794 ÓBITOS 78 1751 12NOV 2020 411 12NOV 2021 12NOV 12NOV 2020 2021 3 12NOV 2020 12NOV 2021 "Vacina reduz morte, doença grave e casos Fonte: DGS"
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já não há pandemia

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''Já não há pandemia'', diz o virologista Pedro Simas
SICNOTICIAS.PT
”Já não há pandemia”, diz o virologista Pedro Simas
Virologista Pedro Simas em entrevista na Edição da Noite da SIC Notícias.
Roberto Y. Carreiro, Pierre Sousa Lima and 24 others
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  • Paolo Ferrer

    A brucelose já foi extinta ?
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  • Sergio Ribeiro

    A pandemia já terminou, capacitem-se disso !… Agora é lidar com o SarsCov2 que nunca irá desaparecer, assim como não desapareceu o H1N1 de 1918 que provocou a gripe espanhola e que hoje é um vírus inofensivo (gripe normal -Influenza).
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  • Alda DiasFonseca

    Neste momento em Portugal há uma estabilidade grande, mas de um momento para o outro pode modificar.
    A pandemia não acabou, só porque o Sr deixou de fazer publicidade paga de produtos anti-Covid. Ainda comprei uma máscara publicitada por ele… 😀
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  • Ana Rita Caetano

    Sim tds teem razão só k há medicamentos para as respectivas doenças que falam mas para o Covid ou a mesma treta com outro nome não. Só uma vacina experimental que divide multidões no k diz respeito sua toma.
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ps contra orçamento a amnésia do vasco

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PS/Açores anuncia voto contra o Plano e Orçamento da Região para 2022 (C/ÁUDIO) - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
PS/Açores anuncia voto contra o Plano e Orçamento da Região para 2022 (C/ÁUDIO) – Jornal Açores 9
“É esta a razão principal pela qual o Partido Socialista votará contra estas propostas de Plano e Orçamento, por uma razão simples, é que estas propostas de Plano e Orçamento não respondem àquilo que as famílias, que as empresas, que a sociedade açoriana necessitaria que estivesse a ser…
You, Ricardo Branco Cepeda and 9 others
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  • Sérgio Cabral Medeiros

    Queremos saber do barata e Pacheco.
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  • Joao Costa

    Gostaria era que o Sr vasco Cordeiro mostra-se o que fez ao longo destes anos todos encanto esteve no poder,não me parece que estava a fazer melhor até pelo contrário fez uma divida que temos que pagar e pagar e pagar só um exemplo o ginásio na povoação que está ao abandono outro na Horta outro na Terceira nenhum tem utilização, pelo que se ouvir falar custou aos contribuintes 24 milhões que temos que pagar pelo vossa incompetência de governação,continuando a não ver responsáveis a serem púnidos nem julgados pelo péssimo trabalho prestádo aos contribuintes.
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  • Hermano Cabral

    Graças a Deus que vão votar contra…
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  • Luis Filipe Franco

    Olha a novidade ahahahahah
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  • Jose Aguiar Medeiros

    Este sujeito tem menos memória que a Dori e menos vergonha que o César.
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    • João Silva

      Jose Aguiar Medeiros Pois falta-lhe, inteligência e capacidade de liderança.
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      • 7 h
    • Rui Couto

      Grande novidade. A noção de oposição que têm é de votar contra tudo. Foram 24 anos de “bons” orçamentos que deixaram a região com uma dívida brutal.
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      • 2 h
  • Jose Mourinho

    Santa ignorância
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  • Ricardo Jordão de Sousa

    Nada que surpreende
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    • 1 h
  • Paolo Ferrer

    Não aquece nem arrefece.
    Foram ordens do honorário ?
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  • Jose Correia

    Isso nao e novidade nao quer saber dos Acoreanos se vai deixar os Acores a driva ja deixo com buracos por todas as ilhas
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Os “Sona”, arte etnomatemática de contar histórias – Observatório da Língua Portuguesa

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Os “Sona”, arte etnomatemática de contar histórias através de desenhos na areia, símbolo cultural tchokwe, pertencente ao povo Côkwe, foram elevados este mês a património cultural imaterial pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente. Saiba mais TAGS: Angola, Tchokwe

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O Barranquenho como Língua de Contacto no contexto românico – Observatório da Língua Portuguesa

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Barrancos pretende elevar o Barranquenho a 3ª Língua oficial em Portugal Ler o artigo Apresentação Maria Filomena Gonçalves e María Victoria Navas Sánchez-Élez Os textos que agora vêm a lume são fruto de muitos anos de dedicação de várias pessoas e entidades que, do ponto de vista científico e político, se têm ocupado da língua, […]

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O Barranquenho. Língua, Cultura e Tradição – Observatório da Língua Portuguesa

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INTRODUÇÃO Está muito longe o ano de 1987, quando o professor Luís Filipe Lindley Cintra me propôs realizar um estudo sobre a fala barranquenha. Já naquela altura me sentia atraída pelo conhecimento e investigação nas línguas minoritárias, graças ao entusiasmo que por elas tinha mostrado o meu mestre Alonso Zamora Vicente nas suas aulas, nos […]

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Jornalista moçambicano recebe prémio de liberdade de imprensa e diz que “mundo está atento” – Observatório da Língua Portuguesa

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Maputo, 17 nov 2021 (Lusa) – O editor executivo do Canal de Moçambique, jornal incendiado em 2020 por desconhecidos, diz que o prémio de liberdade de imprensa que vai receber na quinta-feira mostra que o mundo está atento e é um sinal para os jovens. “É uma influência para os jovens jornalistas” e “uma grande […]

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e o cabrita a que velocidade ia?

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May be an image of car and road
E o acidente de Eduardo Cabrita?…
Há cinco meses, a 18 de junho, um acidente de viação numa autoestrada com um carro oficial onde seguia o ministro da Administração Interna tirou a vida a Nuno Santos, um trabalhador que integrava uma equipa de uma empresa subcontratada pela Brisa para fazer trabalhos de manutenção na A6.
O INEM abriu inquérito interno para saber se o socorro dado na altura foi bem prestado – mas, até agora, não se conhecem resultados nem explicações oficiais para o facto de a ambulância enviada ao local ter chegado, segundo testemunhos, mais de uma hora depois de ter sido chamada.
A GNR começou a investigar a culpa do acidente, mas não explicou o que andou a fazer – em 3 de setembro, três meses depois, a revista Visão escreveu que uma pergunta sobre isso foi respondida desta maneira: a Guarda Nacional Republicana “desenvolveu e encontra-se a desenvolver, nos termos da lei, todas as diligências inerentes a um processo de investigação de um acidente de viação com vítimas mortais”, o que é o mesmo que não responder.
Informações sobre o conteúdo dessas “diligências”… nada! Mas uma fonte anónima disse ao site Observador que, um mês antes, em agosto, a GNR interrogara a mulher da vítima mortal. Motivo? Queria saber se Nuno Santos era uma pessoa com personalidade e comportamento “responsável”.
O Ministério Público abrira entretanto inquérito, mas assim que o fez decretou segredo de justiça ao processo de investigação.
Não consigo perceber porquê. Que interesse se pretende proteger para impor esta exceção à lei que determina que só excecionalmente se pode aplicar o segredo de justiça? Porque nunca houve uma explicação para isso?
A Procuradoria-Geral da República foi interrogada pelos jornalistas sobre esse tema e, tanto quanto se sabe, não respondeu. O Jornal de Notícias, por exemplo, noticia a 18 de outubro que fez isso, que mandou perguntar, que esperou duas semanas por uma elucidação e que não teve sucesso…
Também nesse dia o jornal i publicou declarações do advogado da mulher e das duas filhas de Nuno Santos, que foram aceites como assistentes no processo, o que lhes daria direito a ter acesso a alguma informação, mas nessa altura, quatro meses depois do desastre, elas nem sabiam se fora feita uma autópsia ao corpo do falecido, o que é espantoso e desumano.
O advogado delas, entretanto, disse nos jornais que vai pedir uma indemnização de um milhão de euros e que vai pedir em tribunal a responsabilização do ministro Eduardo Cabrita pelo acidente, apesar de não ser ele o condutor.
O Chega quis logo aproveitar para poder gritar para as câmaras a palavra “vergonha!”, numa tentativa de aproveitamento político absolutamente cruel, e propôs uma comissão de inquérito no parlamento, entretanto rejeitada pela maioria dos outros partidos – mas esta demora em tornar públicos dados concretos e oficiais sobre o ocorrido está a fazer um grande favor a André Ventura…
Amanhã passarão então cinco meses sobre a data deste acidente mortal. Acho melhor não deixar cair este assunto, e por isso fiz a recapitulação antecedente. Não o faço para acusar ou defender qualquer um dos envolvidos no sinistro – o meu ponto é outro.
Não se trata aqui de uma investigação complexa: não há offshores nem esquemas financeiros subterrâneos envolvidos.
Não se trata aqui de um tipo de apuramento que as nossas autoridades não saibam fazer: repetem-no centenas de vezes todos os anos, sempre que há um acidente mortal – em 2020 fizeram-no em 390 ocasiões.
Não se trata aqui de uma pesquisa em que as nossas polícias não tenham peritos e técnicos capazes de fazer os exames adequados para aclarar o que houver a aclarar.
Não pode ser, portanto, por incapacidade que este silêncio bizarro prevalece.
Esta demora em explicar claramente o que se está a passar é terrível para a família de Nuno Santos, como qualquer um de nós compreenderá, mas também é terrível para Eduardo Cabrita, posto assim sob suspeita de querer abafar o que se passou.
Mais: quando se souber oficialmente alguma coisa sobre a investigação, muita gente desconfiará da credibilidade da informação que então for dada e isso não vitimará apenas Eduardo Cabrita, encherá ainda mais o pote cheio do fel com marca “os poderosos safam-se sempre”, um pote popular e populista que está quase repleto.
A justiça portuguesa está, há anos, a envenenar a democracia. Eis uma normalidade a que não consigo habituar-me.
Pedro Tadeu – DN — at Konzept Automobile
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