ESCOLA DA RIBEIRA GRANDE À CONVERSA COM O JORNALISTA OSVALDO CABRAL

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À CONVERSA COM O JORNALISTA OSVALDO CABRAL
Osvaldo Cabral, diretor-executivo do Diário dos Açores, desenvolveu uma aula, em Língua Portuguesa, com os alunos do PJS2A em torno de três questões essenciais: Os jornais vão morrer?, As redes sociais são fiáveis? e Como combater as “fake news”?… além das perguntas colocadas pelos alunos.
O jornalista, com mais de 40 anos de comunicação social em jornais, rádio e televisão, estabeleceu as diferenças entre a informação veiculada nos jornais e nas redes sociais, alertando para a necessidade de termos de “desconfiar” de tudo o que existe nestas últimas. Partilhou também com os alunos algumas técnicas (e alguns truques!) que os jornalistas utilizam nos jornais e na televisão para que o seu trabalho seja credível, de qualidade e respeitado.
Osvaldo Cabral apelou, ao mesmo tempo, para, tal como no jornalismo, também na vida, o cumprimento de regras e o respeito pelo outro como forma de sermos credíveis e respeitados, assumindo e reparando algum erro que se cometa!
Maria Das Neves Baptista, Solange Vieira and 18 others
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aeroporto da horta

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May be an image of aeroplane and outdoors
Nem de propósito..
Recuperamos a nossa posição, assumida a 23 de julho passado. 🧐
Há alguns que parece que só agora ouviram esta conversa.. uma clara tentativa da ANA/Vinci fugir às suas responsabilidades!
[ Não aceitamos soluções menores para o Aeroporto da Horta! ]
A CDU Faial olha com enorme desconforto e preocupação para as notícias veiculadas na comunicação social, que dão conta da intenção da ANA Vinci assinalar as zona de segurança – Runway End Safety Areas
(RESA) – na pista atual do Aeroporto da Horta.
Esta notícia, no seguimento de declarações proferidas pelo representante da concessionária na 2.ª reunião do Grupo de Trabalho de estudo à Ampliação do Aeroporto da Horta, veio pôr a descoberto uma
hipótese que a ANA VINCI nunca tinha apresentado publicamente.
Ao afirmarem que não está afastada a possibilidade de reduzir as distâncias declaradas, ou seja diminuir a pista utilizável para aterragem e descolagem de aeronaves, mostram um total desinteresse e despreocupação para com uma infraestrutura pela qual são responsáveis. No fundo, para dar cumprimento às regulamentações europeias, querem arranjar uma estratégia de poupança para a multinacional, não se sabendo do
impacto que uma medida destas terá nas ligações do Faial com o resto do arquipélago e do mundo.
Esta possibilidade representa uma declarada falta de respeito para com a população e mostra que a presença dos representantes da ANA Vinci no Palácio de Santana com Bolieiro, não passou de uma manobra de distração. Na altura a empresa previa a ampliação das cabeceiras da pista, em 90
metros para cada lado, correspondentes às RESA, que são obrigatórias em infraestruturas
aeroportuárias desta natureza.
Importa esclarecer se esta hipótese põe em causa as ligações Lisboa – Horta – Lisboa no futuro e o que fará a República no que à ampliação da pista diz respeito.
Quais as implicações desta nova intenção da
ANA no que respeita ao tráfego aéreo dos A321? Ficará o aeroporto da Horta apenas servido com DASH 400?
Os faialenses e os habitantes do Triângulo merecem mais e melhores acessibilidades que lhes permitam cumprir o enorme potencial estratégico que as nossas ilhas têm e que sirvam, com qualidade, as suas populações.
Importa não deixar que jogos financeiros de grandes empresas, que apenas olham ao lucro, tragam um retrocesso de décadas na nossa ilha.
A CDU sempre defendeu, e continuará a defender, que sejam construídas as RESA no prolongamento da pista, preferencialmente com pista já ampliada conforme é anseio da população faialense.
Humberto Victor Moura, José Decq Mota and 3 others
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Visão | Na ilha do Pico, a Adega do Fogo junta o melhor de dois mundos

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De um lado, a montanha; do outro, o mar e a ilha de São Jorge. A Adega do Fogo, solar centenário nos Açores, é para reservar todo de uma vez e, em breve, vai retomar a produção de aguardente de figueira

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