MUSEOLOGIA EM SÃO MIGUEL

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A construção de um centro museológico dedicado às indústrias que começaram a ser instaladas em S. Miguel no final do século XIX é uma obra que assume um simbolismo de grande interesse. As indústrias do linho (mais antiga), da cordoaria, do chá, do álcool, do tabaco, da chicória, da baleia, da cerveja, do açúcar, da cerâmica, dos laticínios, da cerveja, das conservas, etc, etc, merecem ter um espaço onde se possa apresentar as suas histórias e as transformações que sofreram ao longo dos tempos.
Este espaço não pode ser encarado como uma simples montra do que somos capazes de fazer, para turistas verem. Ele deverá servir para lembrar aos açorianos que, se fomos capazes no passado também seremos capazes no futuro.
Claro que esta ideia encontra forte oposição em diversos quadrantes. Existem aqueles que gostam de nos empurrar para a condição de incapazes e os que, por motivos mais mesquinhos, pretendem apagar da memória coletiva esta fase da nossa vivência que à nossa dimensão correspondeu à nossa “revolução industrial”.
Em qualquer ilha com uma carroça se faz um museu, aqui apaga-se a História.
Cada um constrói a sua história com aquilo que dispõe, aqui destróiem-se os artefactos para que não se construa História.
Depois, de acordo com a vontade política de alguns estranhos, constrói-se a consciência histórica de um povo, sem que exista forma de poder contrariar o que é dito de forma a repor a verdade.
Tiago Mota and 2 others

JOACINE E O RACISMO

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A ATENÇÃO DA PAPISA DO “ANTIRACISMO” JOACINE
E DO PAPA MAMADOU BA
(sobre a escravatura):
• José Ferreira Diniz deixou este estudo: “Populações Indígenas de Angola” (1918), onde faz uma análise profunda e exaustiva de cada um dos povos que constituem o território angolano. No estudo descreve os fenómenos sociais e políticos que definem cada um dos povos, as suas especificidades e idiossincrasias.
• Independentemente do que se julga, estas tribos assemelhavam-se a estados: são monarquias absolutas, muitas vezes electivas, sem leis escritas, mas definidas por um conjunto de tradições, costumes, acordos e alianças, onde governa a lei da força e a autoridade suprema (de origem divina). Como característica transversal a cada uma delas, está a prática da escravatura. Para alguém ser reduzido a esta condição pouco bastava, fosse em tempo de paz ou de guerra. Ainda que a prática fosse combatida pela administração portuguesa desde o século XIX, no século XX continuava, fugindo ao seu controlo particularmente no interior angolano.
• É uma análise que falta aos nossos activistas de serviço e restantes revisionistas que tudo reduzem ao crime do “homem branco” e às “teorias críticas da raça”. O estudo sério e profundo mostra que a realidade não é tão dicotómica, mas muito mais difusa e até mais complicada do que pretendem os ideólogos.
Algumas citações do livro a respeito da escravatura praticada entre as tribos de Angola:
Dos Dembos:
“Os dembos e sobas praticam desenfreadamente a escravatura, vendendo ou trocando, sob o mais fútil pretexto, indivíduos do seu dembado para outro. Mesmo em Santo António de Caculo Cahenda, junto ao forte, se faz comércio de escravos, mas muito clandestinamente, porque sabem ser isso proibido pelas leis portuguesas.” (p.67)
“A mulher pode ser vendida com os filhos e estes podem ser, por sua vez, vendidos separadamente.” (p.67)
Lundas:
“Há diversos tipos de escravos: o escravo de guerra, constituídos pelos prisioneiros feitos ao inimigo, e que em geral são vendidos aos povos vizinhos; o escravo de dívida que trabalha por conta da pessoa que o tem como penhor, e que pode ser resgatado pela família; o escravo de compra que fica em casa do dono nas condições do escravo de dívida e que é vendido só em caso de necessidade; e finalmente o escravo que se oferece, um fugido que por dívidas ou por crimes deixa a sua terra e entrega-se.” (.p.117)
Maungos:
“No que respeita a escravatura existem escravos de guerra, escravos de dívida, de crime de homicídio ou outro de igual gravidade escravos por compra. Não há escravos voluntários. Os escravos são tratados como filhos e obedecem aos seus amos como se o fossem.” (p.183)
Os Mussucos:
“A moralidade desta tribo proíbe as relações sexuais antes e fora do casamento (…). É frequente a masturbação (maseka) e ainda que raramente, dão-se casos de sodomia (kindumbu) que são severamente punidos, passando à condição de escravos ou a novo senhor, aqueles que a pratiquem.” (.p.200)
“Passam à condição de escravos os filhos e os parentes daqueles que, para pagamento de alguma dívida ou reparação por crimes praticados, são obrigados a indemnizar o credor, a vítima ou os seus parentes, com um certo número de muleques. (…) Há alguns que voluntariamente se sujeitam a esta condição por melhor conveniência em se sustentarem(…)” (p. 200)
Diniz, José de Oliveira Ferreira, “Populações indígenas de Angola”, Coimbra: Impr.Universidade, 1918.
(Texto retirado do fb, de Daniel Sousa; imagem: A well-to-do person of Angola is carried in a four-man litter. 1836.)
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ANOS 60 IMIGRANTES EM FRANÇA BIDONVILLES

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Documento impressionante este!
Com imagens da emigração portuguesa para França. Quanto à banda sonora fica para descobrirem.
L'Immigration Portugaise vue par le photographe Gérald Bloncourt
YOUTUBE.COM
L’Immigration Portugaise vue par le photographe Gérald Bloncourt

LA PALMA A CRATERA DESMORONA E MAIS LAVA ESCORRE PARA O MAR

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Foi mais uma noite de destruição na Ilha de La Palma. Parte da cratera do vulcão desmoronou-se e novas línguas de lava arrasaram bairros e um polígono industrial que pareciam estar a salvo. As 300 famílias da pequena povoação de El Paso perderam tudo. Uma situação que está a ser acompanhada pela correspondente em Espanha Daniela Santiago.
Noite de destruição na ilha de La Palma (vídeo)
RTP.PT
Noite de destruição na ilha de La Palma (vídeo)
Foi mais uma noite de destruição na Ilha de La Palma. Parte da … P

pedro da silveira, o expresso errou

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PEDRO DA SILVEIRA” É UM PSEUDÓNIMO DE DUARTE GUSMÃO,
INFORMADOR DA PIDE.
NÃO É O POETA AÇORIANO!

MUITO IMPORTANTE: PEDRO DA SILVEIRA
O artigo na pág, 38 da revista do Expresso de hoje, assinado por António Valdemar, diz que Pedro da Silveira era informador da Pide.
Tenho a revista aqui à minha frente. Estou a ver com uma lupa poderosa os dois dactiloscritos que a revista do Expresso publica. Não têm qualquer assinatura do PEDRO DA SILVEIRA. Um deles (o branco) no lugar da assinatura tem assinalado: “Ilegível”.
Se o Pedro da Silveira é o autor, devia ter sido feita a prova nestes documentos publicados. Não vejo aqui qualquer prova de autoria. O texto do Valdemar afirma-o, mas não vejo qualquer prova.
You, Urbano Bettencourt, Teresa Martins Marques and 17 others
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O EXPRESSO ERROU TREMENDAMENTE!!!!!
(Revista do Expresso, pág. 38)
PEDRO DA SILVEIRA é um PSEUDÓNIMO de Duarte de Vilhena Coutinho Feio Ferréri de Gusmão!
Esta investigação foi feita aqui em nossa casa, pelo Ernesto Rodrigues, na sequência de ele ter visto a minha relutância em acreditar que o Pedro da Silveira bufo da Pide fosse o Poeta Pedro da Silveira.
OBRIGADA, ERNESTO, Vais escrever ao EXPRESSO !
O EXÍLIO PORTUGUÊS NO BRASIL NAS DÉCADAS DE CINQUENTA E SESSENTA- cito das pp. 46. 47.
Publicado em Cadernos Ceru v. 23, n. 2, 02
Cadernos Ceru v. 23, n. 2, completo em 20.05.13 PDF.pdf (core.ac.uk)
Artigo de Heloísa Paulo.
Investigadora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século 20-Universidade de Coimbra, doutora em História Contemporânea, com dois pós-doutoramentos na mesma área. CEIS20:
«Apesar de usarem sempre nomes falsos para assinarem os relatórios enviados, esses “agentes” são passíveis de identificação, uma vez cruzadas as informações dadas com o relato de alguns dos “delatados” nos seus ofícios. É o caso de Duarte de Vilhena Coutinho Feio Ferréri de Gusmão, ou simplesmente Duarte Gusmão, que chegou ao Brasil em 2 de julho de 1960, depois de haver solicitado asilo na Embaixada Brasileira em Lisboa. Gusmão, como era mais conhecido pelos outros exilados, morava num hotel e tinha sempre dinheiro disponível para as empreitadas oposicionistas, o que despertava a atenção de alguns dos opositores exilados, apesar de nunca ter sido diretamente questionado por nenhuma deles. Nos seus relatórios, assinados com a alcunha de “PEDRO DA SILVEIRA ”, oferecia diversas informações acerca de reuniões e contactos realizados pelos diversos grupos exila dos, nomeadamente aqueles vinculados ao General Humberto Delgado e ao Capitão Henrique Galvão. Como no caso de outros informantes, a descrição das atividades é rica em pormenores e tende a acentuar a situação de eminente perigo ao qual está permanentemente exposto e a elevada perigosidade para o Estado Português da ação desenvolvida pela oposição no estrangeiro. »
You, Urbano Bettencourt, Maria Da Graça Tavares and 45 others
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PEDRO DA SILVEIRA E A PIDE , ESCLARECIMENTO E DESMENTIDO

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jazz na ribª grande com henrique constância e outros

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MANKES PIANO QUARTET | QUARTETO DE PIANO
10 OUTUBRO | 20H00 | TEATRO RIBEIRAGRANDENSE
BILHETES À VENDA EM BOL.PT E NA BILHETEIRA DO TEATRO
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Autarca de Bragança tem Museu da Língua como maior desafio do terceiro mandato – Jornal Mundo Lusíada

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O presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, elegeu a conclusão do Museu da Língua Portuguesa, em Bragança, como “o maior desafio” do terceiro mandato que iniciou neste dia 08 depois de “uma vitória histórica” nas eleições autárquicas.

Source: Autarca de Bragança tem Museu da Língua como maior desafio do terceiro mandato – Jornal Mundo Lusíada

hoje tertúlia dos colóquios

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AICL Colóquios da Lusofonia plans to go live.

Published by StreamYard 5 Octobet8r pacto n08st0rh:5e35
“Diáspora, lealdade e identidade nas forças armadas de uma nova pátria” com Petr Labrentsev e Walter Moniz
O estabelecimento do Memorial ao Soldado Emigrante, na Ribeira Grande, São Miguel, Açores, tem gerado questões pertinentes quanto ao serviço militar dos emigrantes portugueses e seus descendentes, nas Forças Armadas dos países de acolhimento. Tendo em consideração a diáspora portuguesa de hoje em dia, o presente debate aborda sobre as questões da Identidade e Lealdade dos oficiais militares e de segurança relativamente a um país e uma bandeira, nas perspetivas sociocultural, jurídica e de segurança.
Broadcaster only: Edit your details
TODAY AT 18:00
NOVAS TERTÚLIAS DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA1 MODERA RUI FARIA
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PEDRO DA SILVEIRA E A PIDE

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AI, AI! … PEDRO DA SILVEIRA!…
Estou estupefacto: segundo leio no «Expresso» de hoje – num trabalho de fundo da autoria de António Valdemar a propósito do centenário do início da publicação da revista «Seara Nova» –, o poeta, investigador e reconhecido antifascista Pedro da Silveira, natural da ilha das Flores, que durante anos colaborou com aquela revista de referência, tendo sido até membro do seu Conselho de Redação até ao 25 de Abril de 1974 – terá sido informador da PIDE e delator de importantes figuras da oposição a Salazar, incluindo Humberto Delgado e a comunidade de intelectuais portugueses exilados no Brasil.
E não se trata de uma opinião ou de um diz-que-diz: António Valdemar baseia-se em documentação existente nos arquivos da PIDE guardados na Torre do Tombo, de que reproduz imagens e transcreve algumas passagens de denúncias assinadas por Pedro da Silveira. Como sói dizer-se, parece que contra factos não há argumentos.
Eu conheci pessoalmente Pedro da Silveira, escrevi em vários lugares sobre a sua obra, é uma das personalidades a quem dediquei um capítulo do meu livro «Retratos Imperfeitos» (2017), iniciei a publicação da sua obra poética completa («Fui ao Mar Buscar Laranjas, 1»,1999) quando fui Diretor Regional da Cultura dos Açores, e tive a alegria de ver, num livro dele, um poema que me é dedicado. Fui testemunha, em muitas conversas e por correspondência, da sua proverbial má-língua, não pondo as mãos no fogo quanto ao que ele eventualmente diria de mim nas minhas costas. Mas ele foi um excelente poeta, um contador de histórias e de memórias, e um investigador arguto e rigoroso, a quem devo algumas preciosas informações de interesse filológico.
Tudo isto me faz reponderar a velha questão do autor «versus» a sua ideologia e os seus comportamentos pessoais, e não será por isso – por muito que me deixe estupefacto, sobretudo o seu papel de (pontualmente, pelo menos…) delator de intelectuais numa ditadura fascista – que deixarei de gostar da poesia de Pedro da Silveira. É um outro patamar.
REQUIESCAT IN PACE !
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não esqueçamos o capitalismo que nos suga

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Jose Avila is with Dimas Toledo and
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Há coisas que chocam.
Os três Irmãos Walton, donos do WalMart valem $268 biliões. Vou repetir,
$268 biliões, e estão com problemas mentais para aumentarem $1 dólar aos seus 550 mil empregados. Passar de $11.00 para $12.00 dólares.
Entretanto estavam muito excitados em investirem $5 biliões numa coisa qualquer.
Quero acreditar que o velhinho Walton deve estar a pensar lá nos céus que raio de filhos pôs na Terra.
Walmar receives an estinates $6.2 billion annually in most federal taxpayer subsidies. The reason: WalMart pays its employees so littke that many rely on food stamps, healtcare and other taxpayer programs. Walmart avoids an estimated $1 billion in Federal Taxes each year.
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