ATUALIDADE – Açoriano, Luís Filipe Borges, transforma jovens Psoriáticos em atores de gabarito Mundial. (c/vídeo) – Rádio Ilhéu

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PSOPORTUGAL LANÇA SÉRIE HUMORÍSTICA NO DIA MUNDIAL DA PSORÍASE A série mais inesperada de sempre irá ver a luz do dia

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OBSERVATÓRIO DO ATLÂNTICO | Será “verdadeira rede de ciência e tecnologia”, destaca José Manuel Bolieiro. – Rádio Ilhéu

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O Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, considerou hoje que o Observatório do Atlântico, contratualizado esta tarde, será uma “verdadeira rede de ciência e

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com este preço de conbustível na américa enforcavam os governantes (dixit…

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Há cerca de três anos vinha eu com um grupo de clientes (americanos) para uma visita ao Porto.
Ao passar por uma das estações de serviço, homem que vinha ao meu lado, perguntou:
– Mister Yuriy, os precos ali indicados – são por litro ou por galão? (galão – e uma medida americana que equivale 3,785 litros métricos).
– São por litro, sir, – respondi.
Ele tirou o telemovel e fiz as contas. Depois de uns minutos em silêncio, acrescentou.
– Sabe, se nos, americanos, acordarmos um dia com os precos de combustiveis assim, maioria dos nossos governantes até ao final do mesmo dia irá baloiçar pelo pescoço nos postes de iluminação, – e outra vez ficou em silêncio.
Dois dias depois a filha dele disse me, quem afinal era o pai – um general de exército americano na reforma, com as várias missões no Iraque, Afeganistão e Síria.
Realmente, 2 × 3.785 = 7.57 €/galão, o que equivale hoje 8.75 dólares americanos.
Um galão de gas premium hoje bombas americanas custa 3.80 dolares, ou 1 dolar por litro.
Ou 86 centavos do euro.
86 centavos versos 2 euros.
“Fuel the differences… Feel, desculpem…”
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ERA UMA VEZ A HISTÓRIA DUM ARQUIPÉLAGO

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todas as crónicas anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Crónica 421 ERA UMA VEZ A HISTÓRIA DUM ARQUIPÉLAGO 13-10-2021

 

Surgiram nos últimos dias artigos científicos que provam, de acordo com novo estudo internacional, que contou com a participação de investigadores do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos – Açores (CIBIO), de forma elucidativa a presença nos Açores doutros povos 700 anos do povoamento português.

A partir do estudo do pólen, fragmentos fósseis de plantas e resíduos de carvão presentes nos sedimentos, concluiu-se que as primeiras ocupações humanas nos ecossistemas das ilhas levaram a profundas alterações ecológicas e ambientais. Os modelos climáticos utilizados sugerem que a colonização inicial no final do início da Idade Média (500 a 900 d.C.) ocorreu em conjunto com ventos do nordeste anómalos e com temperaturas mais quentes no hemisfério norte.

Estas condições climáticas provavelmente inibiram a exploração a partir do sul da Europa e facilitaram a colonização humana a partir do nordeste do Atlântico. Estes resultados são consistentes com dados arqueológicos e genéticos recentes, sugerindo que os nórdicos foram muito provavelmente os primeiros colonos das ilhas, contrariando assim, o consenso de que o arquipélago nunca tinha sido habitado até à chegada dos portugueses.

O que se sabia ate agora era que em 1270 Lanzarote Malucelli chegou às Canárias e Madeira. Há mapas de expedições às Canárias por genoveses ao serviço de Portugal (D. Afonso IV, 1291-1367). O mais antigo é de Angelino Dulcert (1338) e dele constam as ilhas dos Açores, depois há o planisfério Mediceo, o portulano Laurentino de 1351, o Atlas catalão de 1375, a carta de Pinelli-Walckenaer (1384) e a De Viladestes de 1413, e no Atlas de Cristofalo Soligo em 1470 surgem todas as ilhas dos Açores.

Mapa De Angelino Dulcert 1338

As teses do Descobrimento por Frei Gonçalo Velho (Cabral), baseiam-se na tradição oral recolhida por Gaspar Frutuoso, na segunda metade do séc. XVI.

Azurara, Duarte Pacheco Pereira e outros, nunca citam Gonçalo Velho e opinam que data de 1431. As teses ecléticas apontam para o Descobrimento no tempo de D. Afonso IV sendo as viagens do Infante D. Henrique de reconhecimento. O mapa de Beccario, de 1435, assinala a maioria das ilhas como “insule de nuovo reperte“. Damião Peres defende que “foram achadas por Diogo de Sunis (ou Silves), piloto de el-rei no ano de 1427“. É atribuído a Gonçalo Velho Cabral, primeiro capitão donatário (S. Miguel e Sta Maria), o papel de lançador de gados e colonizador. A referência vem em Azurara (Crónica do Descobrimento da Guiné, 1453):

E na era de mil… (?) mandou o Infante D. Henrique a um cavaleiro que se chamava Gonçalo Velho, Comendador que era da Ordem de Xpõ (Cristo) que fosse povoar, outras duas ilhas que estão afastadas daquelas (Madeira e Porto Santo) a cento e setenta léguas a noroeste”.

Outro coevo do Infante, o almoxarife do Paço de Sintra, Diogo Gomes, conta:

O Infante desejando descobrir lugares no Oceano Ocidental, e se existiam para além das descritas por Ptolomeu, mandou caravelas a procurar e viram a ocidente trezentas léguas além do Cabo Finisterra e vendo que eram ilhas, entraram na primeira. Voltaram a comunicar ao referido Infante as descobertas, com o que ele folgou muitíssimo e mandou o cavaleiro Gonçalo Velho, nas caravelas que conduziam animais domésticos que se distribuíram por cada uma das ilhas…”

Não diz quem capitaneou as caravelas da descoberta, só fala do povoamento. Nunca se saberão ao certo os nomes. As teorias da revelação do arquipélago dividem-se em três:

  • no segundo quartel do séc. XIV, no reinado de D. Afonso IV (H. Major, Ferreira de Serpa);

. na primeira metade do séc. XV por Gonçalo Velho (cardeal Saraiva, Aires de Sá);

  • as que conciliam as duas correntes de opinião (Jordão de Freitas, Velho Arruda).

As primeiras fundamentam-se em mapas genoveses após 1351. O arquipélago, conhecido por Cartagineses e Árabes, surge perfeitamente localizado nos mapas genoveses que atribuem o achamento a marinheiros portugueses e a genoveses (ao serviço de Portugal), entre 1317 e 1339. A historiografia (sécs XVIII e XIX) afirmava perentoriamente a veracidade desta informação e defendia que os fenícios projetaram o empório comercial na costa ocidental africana. Apenas os Velhos do Restelo, mantiveram a tese de que a região estava por revelar no início das navegações henriquinas.

A era dos Descobrimentos foi iniciada em 1317 por D. Dinis que contratou o genovês Manuel Pezagno (Pessanha) para o comando da frota real. Em 1335, D. Afonso IV enviou uma armada às Canárias cujos privilégios seriam concedidos em 1338 a mercadores estrangeiros. Segue-se, em 1415, a conquista de Ceuta numa expedição organizada por D. João I.

Gaspar Frutuoso escrevia:

“Em 1428 foi D. Pedro à Inglaterra, França, Alemanha, tornou pela Itália, Roma e Veneza e trouxe um mapa-múndi que tinha a Terra e o estreito de Magalhães a que chamavam de Cola do Dragão e o Cabo da Boa Esperança; e conjeturou que se ajudaria o Infante em seu descobrimento…”

Data de 1345 o “Libro del Conoscimiento de todos los rregnos et tierras e señoríos que son por el mundo et de las señales et armas que han“, de Jerónimo Zurita, frade mendicante de Sevilha, que teria acompanhado as expedições portuguesas, onde estão descritas diversas ilhas.

“Sobí en un leño con unos moros e llegamos a la primera isla, que dizen Gresa, e aprés d’ella es la isla de Lançarote, e dizen le así porque las gentes d’esta isla mataron a un ginovés que dezían Lançarote. E dende fui a otra isla que dizen Vezimarín e a otra que dizen Rachan, e dende a otra que dizen Alegrança, e otra que dizen Vegimar, e otra que dizen Forte Ventura, e otra que dizen Canaria. E fui a otra que dizen Tenerefiz, e a otra que dizen la isla del Infierno, e fui a otra que dizen Gomera, e a otra que dizen la isla de lo Fero, e a otra que dizen Aragavia, e a otra que dizen Salvaje, [Selvagens, Madeira] e a otra que dizen Desierta [Desertas], e a otra que dizen Lecmane [Madeira], e a otra el Puerto Santo [Porto Santo], e a otra la isla del Lobo, e a otra la isla de las Cabras [S. Miguel], e a otra la isla del Brasil [Terceira], a otra la Columbaria [Pico], a otra la isla de la Ventura [Faial], a otra la isla de San Jorge, e a otra de los Conejos, e a otra de los Cuervos Marines [Flores e Corvo], e en tal manera que son veinte e cinco islas.

Curioso o frade descrever 25 ilhas, cujos nomes se manterão nas cartas náuticas, por um século:

1351 – O Portulano Mediceo Laurenziano (Atlas Laurentino), na Biblioteca Nacional de Florença, Itália, assinala as ilhas “Cabrera” (Santa Maria e S. Miguel), Brasil (Terceira), Ventura (Faial), Columbis (Pico), Corvis Marinis (Flores e Corvo) e a de S. Jorge, sem no entanto a nomear.

1375 – O Atlas Catalão, de Jehuda Cresques, na Bibliothèque Nationale de France, Paris, nomeia a ilha de S. Jorge.

1384 – O Atlas Walckenaer-Pinelli assinala a ilha de Santa Maria

1385 – A Carta de Soleri assinala as ilhas anteriormente apontadas e mantém a “Capraria” (Sta Maria e S. Miguel).

1413 – O mapa de Maciá de Viladestes, na Bibliothèque Nationale de France, assinala Santa Maria.

1426 – A carta de Giacomo Giraldi assinala a ilha de Santa Maria

A História vai sendo reescrita com novos estudos e descobertas, e temos de corrigir o que nos ensinaram.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

património dos açores

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Pedra com História.
Vila Franca do Campo.
Esta pedra Tumular segundo o Doutor Carlos Melo Bento foi do Capitão António Souza Pereira e sua esposa. Que foi comandante do Forte Maria José que existiu onde está o Hotel de Praia de Agua de Alto.
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Centenário do Soldado Desconhecido_Soldado Manuel Mendonça_Praia do Almoxarife

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Centenário do Soldado Desconhecido_Soldado Manuel Mendonça_Praia do Almoxarife

From:

Sérgio Rezendes <srezendes@hotmail.com>

Date:

13/10/2021, 11:55

 

Ex.º Sr. Presidente da Câmara Municipal da Horta, Dr. Carlos Ferreira,
Conforme combinado, envio o discurso de inauguração do Memorial ao Soldado Emigrante (Praça do Emigrante, Ribeira Grande, em anexo 1), uma síntese da investigação sobre o Faialense Manuel Mendonça.
A análise das fontes foi limitada pela incapacidade de aceder aos arquivos norte-americanos e jornais faialenses, nomeadamente “O Telégrafo” na BPARPD.
A replicação de um dos seus números pelo “Diário dos Açores” permitiu contudo, o entendimento global do seu regresso.
Neste sentido, e na sequência do e-mail enviado (sem resposta) à CMH de 06 de março do presente ano (anexo 2), considero salutar a evocação do Centenário deste “filho da terra” que morreu pela Liberdade e Sonho, numa vida melhor.
O contexto internacional é de comemoração (Centenário do regresso dos mortos da Grande Guerra), aproximando-se o do Soldado Norte-Americano (9 de novembro), camarada d’armas de Manuel Mendonça na nacionalidade, zona de combate e data de regresso a casa (veja-se https://www.history.navy.mil/content/history/museums/nmusn/explore/photography/wwi/wwi-armistice/return-wwi-unknown-soldier-november-9-1921.html?fbclid=IwAR3x1fq1g8leJZVH4jpbBHKCSO0I4DOm3-tE9Uj2SKv_iVyah2gr3MCyxZg).
Tendo o Faial o único caso que conhecemos do féretro de um Emigrante Luso-Americano, tombado em combate na Grande Guerra e regressado a casa, entendo salutar do ponto de vista da Cultura, Ensino e Relações Públicas/Internacionais sugerir à CMH que evoque a Memória do Centenário do regresso de Manuel Mendonça que, esquecido, deverá ser reabilitado e modelo de abnegação e sacrifício à Juventude, ainda hoje aspirante a uma vida melhor e plena democracia.
Dada a ausência de resposta do email (março) e pelo facto de ocorrer a 6 de novembro, percebe-se a complexidade em criar um evento de grandes dimensões, podendo contudo sê-lo a uma escala mais moderada mas igualmente simbólica (por recair num sábado).
Seguindo o modelo das comemorações norte-americanas, pode e deve estar orientado para a Juventude (como na cerimónia de 1921) por intermédio de:
a) – Palestra na escola secundária Manuel Arriga sobre a Vitória Aliada e a aventura de Manuel Mendonça – sexta-feira, 5 de novembro;
– Inauguração de uma exposição documental em parceria com a BPAR João José da Graça ou “O Telégrafo”, com os números alusivos a Manuel Mendonça. Naturalmente pequena, poderia ter material da época – por exemplo dos cabos submarinos – e estar aberta ao público nos Paços do Concelho (para maior impacto e valor simbólico);
b) Cerimónia evocativa com missa campal no cemitério de Praia de Almoxarife, tentando recriar o máximo possível a original de 1921, contando com a presença dos Escuteiros/Escoteiros (como irá acontecer nos EUA) – sábado, 6 de novembro;
– Descerrar de memorial ou placa alusiva no cemitério/freguesia/cidade com QR Code para projeção nacional e internacional (Turismo Militar) ou placa toponímica (?);
c) Seminário de uma tarde (ou dia) alusivo à “I Guerra Mundial”, “Manuel Mendonça”, “Portugal e os Açores”. A acontecer no domingo, deverá ter um regime misto (virtual e presencial) contando com o amigo e colega Carlos Lobão (“Grande Guerra e a Horta”, por exemplo); comigo (“Grande Guerra e os Açores” ou “Manuel Mendonça”) e convidados, eventualmente a Prof.ª Fernanda Rollo e a colega Ana Paula Pires, ambas do instituto História, Territórios, Comunidades. Neste regime, poderá ter poderá ter o número de convidados que entenderem.
d) Caso possível, encerrar o dia um concerto alusivo por uma filarmónica em homenagem a todos os combatentes, nacionais e emigrantes.
Considerações:
  1. Entendo pertinente o convite às listas de protocolo regional, nacional e diplomático, sendo claro que nem todos poderão estar presentes;
  2. Sugiro que os eventos sejam transmitidos on-line parecendo-me que poderá contar com o apoio da Associação de Emigrantes dos Açores e rede dos Colóquios da Lusofonia, para maior divulgação;
  3. Caso necessário, com muito gosto realizarei a ponte com estas instituições/organizações assim como com a Zona Militar dos Açores, caso entenda pertinente que no cemitério, o destacamento do RG1 realize uma homenagem. Na qualidade de Presidente dos Açores dos Reservistas de Portugal poderei aferir junto do Brigadeiro-General dessa disposição, podendo seguir-se o pedido/convite da CMH. O Sr. Brigadeiro Vale do Couto conhece a situação de Manuel Mendonça por a ter apresentado nos cumprimentos de tomada de posse, tendo demonstrado abertura a uma eventual participação na cerimónia da Ribeira Grande;
  4. Pode contar com o meu apoio incondicional, enquanto investigador e cidadão, e enquanto autarca desde que devidamente autorizado. Deixo em aberto o molde de participação neste fim de semana de eventos culturais no Faial;
  5. Realço o notável papel do amigo e colega históriador Carlos Lobão que, nessa cidade, poderá ultimar pormenores que à distância não consegui:
    1. Ver da pertinência dos jornais faialenses neste período (e para a exposição) assim como de outros materiais, associando a juventude ao evento (Núcleo de Filatelia, turmas escolares, etc);
    2. Aferir no livro de registo dos mortos do cemitério de Praia de Almoxarife, o jazigo onde está Manuel Mendonça;
    3. Em articulação com a CMH, localizar possíveis familiares e valorizar o espaço/esquife de Manuel Mendonça;
    4. Coordenação do seminário em colaboração comigo, associando-se a CMH e a CMPD.
Em resumo, penso que um ciclo de três dias de eventos culturais relativamente simples de preparar, no curto prazo que temos, terá – em conjunto com uma boa política de RP junto dos OCS regionais e nacionais – o impacto que pretendemos, colocando o Faial na rota do Turismo Militar e de uma Emigração especifica que entendo até ao momento, única.
Do ponto de vista da Memória e Legado à Juventude, trabalham-se competências para a Cidadania (Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz), ou seja domínios curriculares escolares, promovendo-se igualmente um fim de semana cultural diferentes aos faialenses.
Aguardando as suas considerações,
Com salutares cumprimentos e votos de um excelente mandato,
Sérgio Rezendes
Professor | Ph.D | Post-Doctoral Researcher
Investigador Integrado História, Territórios e Comunidades

CEF – Centro de Ecologia Funcional

 

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AÇORES | Isabel Almeida Rodrigues questiona Presidente da RTP quanto à profissionalização dos correspondentes na Região. – Rádio Ilhéu

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Isabel Almeida Rodrigues, deputada do Partido Socialista dos Açores à Assembleia da República, reconheceu, esta terça-feira, o investimento feito no Centro Regional da RTP, mas considerou que

Source: AÇORES | Isabel Almeida Rodrigues questiona Presidente da RTP quanto à profissionalização dos correspondentes na Região. – Rádio Ilhéu

IPMA emite aviso Laranja devido a chuva por vezes forte em todas as ilhas dos Açores – Jornal Açores 9

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Está prevista precipitação FORTE, que poderá ser acompanhada de trovoada, com valores que poderão atingir o nível de aviso laranja em todos os Grupos, inicialmente nos Grupos Ocidental e Central durante a próxima madrugada e manhã (14 de outubro), e no Grupo Oriental a partir da tarde de amanhã até à madrugada de 6ª feira […]

Source: IPMA emite aviso Laranja devido a chuva por vezes forte em todas as ilhas dos Açores – Jornal Açores 9

PEDRO DA SILVEIRA , O EXPRESSO ERROU

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O Expresso errou. Em defesa da honra de Pedro da Silveira
EXPRESSO.PT
O Expresso errou. Em defesa da honra de Pedro da Silveira
O jornalista António Valdemar reconhece o erro que cometeu ao confundir o poeta e colaborador da “Seara Nova” Pedro da Silveira com um informador da PIDE que utilizava o mesmo nome. O Expresso, e o autor do artigo “Pedro da Silveira: informações para a PIDE”, publicado na Revista de 9 de outubro …
https://expresso.pt/cultura/2021-10-13-O-Expresso-errou.-Em-defesa-da-honra-de-Pedro-da-Silveira-016c271d
You and Teresa Martins Marques