“Vamos implementar um conjunto de políticas que irão abranger os domínios que consideramos essenciais para o nosso progresso social, económico, financeiro e cultural, como a coesão territorial e social, a descentralização e eficiência administrativa dos serviços municipais, a mobilidade inteligente, a revitalização social, económica e cultural de e pós covid-19, a sustentabilidade ambiental e a […]
O deputado regional do PS Vasco Cordeiro acusou os partidos do Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, de se terem “juntado por causa dos fundos comunitários”, antecipando a possibilidade de serem aquelas verbas a “deitar abaixo” o executivo.
VALE A PENA (RE)VER ESTA GERINGONÇA MUITO BEM ENGENDRADA:
É , de facto, um extraordinário instrumento de música.
Leia antes de assistir ao vídeo.
Isso é quase inacreditável. Veja como todas as bolas caem nos cones.
Esta incrível máquina foi construída como um esforço colaborativo entre o Robert M. Trammell Music Conservatory e Sharon Wick School
of Engenharia da Universidade de Iowa.
Surpreendentemente, 97% dos componentes de máquinas vieram da John Deere Industries and Irrigation Equipment, de Bancroft, Iowa…
Sim, equipamentos agrícolas!
A equipa gastou 13.029 horas entre set-up, alinhamento, calibragem e ajustes antes de filmar este vídeo, mas como se pode ver valeu a
pena o esforço.
Está agora em exibição no Matthew Gerhard Alumni Hall, na Universidade, e já está programado para ser doado ao Smithsonian.
It’s already being discussed that the current eruption in La Palma is the second largest of the country’s historic stage by occupied surface only after Timanfaya, which spent six years managing lava.
In infographic we can see the extent of historical laundry.
D. Luís I, Rei de Portugal e dos Algarves, morreu em 1889. Subira ao trono por óbito do seu irmão mais velho, D. Pedro V e era um homem culto e de educação esmerada, como todos os seus irmãos. De grande sensibilidade artística, pintava, compunha e tocava violoncelo e piano. Poliglota, falava correctamente algumas línguas europeias tendo feito inclusivamente traduções de algumas obras de William Shakespeare. Recusou a coroa espanhola (que implicaria a abdicação do trono português a favor do seu filho Carlos) pondo de parte a possibilidade de uma futura unificação ibérica. Foi um homem ligado às ciências, com uma paixão pela oceanografia e investiu grande parte da sua fortuna no financiamento de projectos científicos e de barcos de pesquisa oceanográfica, que viajaram pelos oceanos em busca de espécimes. Praticou, com sucesso assinalável, fotografia e seguiu os passos de sua mãe, D. Maria II, mandando construir e fundar associações culturais.
Em sequência do texto saído no Diário dos Açores e que posto aqui enviei o o seguinte mail ao seu director. Anexo também para memória futura o meu artigo publicado no Açoriano Oriental que menciono
Exmo. senhor
Director do Jornal Açoriano Oriental
Os meus respeitosos cumprimentos.
Tendo em atenção na página de Opinião do vosso (nosso) prestigiado Diário dos Açores do passado dia 17 do corrente na rubrica em referência e no subtítulo ALEVÁ – João de Melo que no final do mesmo faz a título de pergunta…
… Falta agora saber se aquela organização vai ou não pronunciar-se sobre o conteúdo do livro no capítulo dedicado aos Açores. Nem que seja para memória futura.
Ficaria grato que fizesse chegar ao coordenador da Rubrica em questão a informação de que fui o primeiro, como independentista que repudiei publicamente a falsidade das afirmações incriminatórias de terroristas, que o escritor João de Melo, apontava aos independentistas e ao Dr. José de Almeida, conforme o recorte do artigo por mim publicado no Açoriano Oriental de 27 de Julho de 2020 que anexo.
Agradecendo a atenção merecida por V. Exa. renovo os meus agradecimentos.
Sim “revoltado” com a entrega do Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues ao escritor João de Melo pelo seu livro , “Livro de vozes e sombras”, o qual bem sabemos como é num dos seus temas tratados, um “baú” de mentiras. Disse-o e escrevi, como acima documento. Realmente é estranho que só o Professor Vamberto Freitas tivesse tido a coragem de contestar o teor do “Vozes e Sombras” no que diz respeito à referência ao chamado o período quente a que vivemos pós o 6 de Junho de 75. Para ele um obrigado sentido de um, que se diz e afirma “Sim sou Independentista
Este é o mapa do estado de evolução da subversão espanhola directa e indirecta em Portugal, a verde estão as regiões e distritos onde dificilmente essa subversão terá êxito ou tem alguma influência residual não relevante e que não é levada a sério, a amarelo os distritos onde já há importantes influências subversivas nefastas nomeadamente no meio académico e na política local nomeadamente nos distritos de Viana do Castelo e Bragança, e no caso de Lisboa no meio político nacional por ser a capital, e a encarnado são os casos críticos e onde essa influência nefasta está praticamente em todas as instituições do estado português e da política local dessas regiões bem como nas associações de carácter social diverso, até há notícias de espanhóis metidos nas comissões de festas no sentido de influenciar o próprio carácter dessas festas, portanto uma situação gravíssima e que a meu ver requer ser visto com maior acuidade por parte das instituições deste país que tem essa responsabilidade, obrigação e são pagas pelo erário público para detectar subversão estrangeira no nosso país, porque o que se está a passar nestas regiões a vermelho é um claro atentado à soberania nacional, e que terá de se fazer invariavelmente uma limpeza geral ao nível de cargos de chefias da própria administração pública local, há que nomear gente de fora e de preferência provenientes das zonas a verde para colocar ordem na casa.
Parâmetros de análise subversivos:
Política nacional , regional ou local
Educação (instituições de ensino superior locais)
Administração pública local
Associações locais de carácter diverso, religioso, cultural, desportivo, outros
Cidadania local
Cada distrito é avaliado consoante o grau subversivo que actua essencialmente nestas componentes, mediante dados concretos ou por indução que reportam à origem, do quem, como e porquê.
Num panorama de imprensa, dominado pela mordaça da censura, o matutino O Século publicou uma “cacha” inusitada, na manhã de 13 de fevereiro de 1971: “Uma missão da Arábia Saudita, presidida exatamente pelo príncipe Iben Seddack (primo de Iben Saud), esteve em Lisboa quase 48 horas e o assunto foi o petróleo.” Meia Lisboa ficou em polvorosa com a notícia, que falava do interesse dos árabes no crude de Cabinda.
Irritado, o ditador Marcelo Caetano pediu contas ao seu chefe da diplomacia: “Então, estão árabes em Lisboa e eu não sei de nada?” Ruy Patrício respondeu-lhe também nada saber sobre o “facto”.
Os factos foram estes: na véspera, um Rolls-Royce parou à porta do restaurante de luxo Tavares Rico, com uma comitiva de homens vestidos à árabe; o proprietário do restaurante telefonou a informar o jornal; o chefe de redação, José Mensurado, enviou o repórter Roby Amorim para contar a história do jantar.
Mas a verdade foi esta: uma brincadeira levada a cabo por clientes habituais do restaurante, na sequência de uma aposta de que se entrassem vestidos de árabes, ninguém os reconheceria.
As roupagens e o carro foram alugados para aquela noite pela trupe composta por Jorge Correia de Campos (que fazia de príncipe Seddack), “Nicha” Cabral (corredor de Fórmula 1), Manecas Mocelek (gerente do Stones e do Ad-Lib, discotecas do jet set lisboeta), Frederico Abecassis, Manuel Correia (que levava um impressionante maço de notas), Michel da Costa (o conhecido cozinheiro e hoteleiro, o único que falava árabe) e Eduardo Oliveira Rocha.
Fez ontem 4 meses que um BMW em que circulava Eduardo Cabrita atropelou e matou um trabalhador numa auto-estrada. Há inquéritos em curso, que estão em segredo de justiça. Porquê? Para evitar que a família da vítima e o público tenham acesso à investigação. Porquê? Porque está em causa o ministro Cabrita. Sabe-se, porém, que nem Cabrita nem o motorista prestaram auxílio ao moribundo, que o MP teve a lata de interrogar a mulher da vítima com perguntas inaceitáveis, que continua sem se saber oficialmente a que velocidade seguia a viatura, embora haja a presunção de que devetia rondar os 200 km/h.
E o PS tem a lata de se queixar de “aproveitamento político”? Com um homem morto pelo carro dum ministro? O mesmo ministro que esteve calado durante meses acerca do assassinato dum ucraniano nas instalações do SEF?
Nos inícios de 1950, surgiu em Ponta Delgada um projecto editorial suportado por um sistema de assinaturas: os Cadernos Açoreanos. Era, entre outras coisas, uma forma de obstar à precária situação do livro e da sua distribuição.
O prospecto para inscrição de assinantes incluía, na frente, os nomes daqueles jovens «autores de 40», mesmo alguns que depois pouco publicaram: das Flores, do Faial, da Terceira e de S. Miguel – o que era também sinal de uma certa geografia literária e intelectual.
Em carta de 24.06.1997, Pedro da Silveira informava-me que o prospecto fora feito «na tipografia d’A Ilha pelo tipógrafo xxx, um anarquista, dos Arrifes, com quem sempre contámos – até para nos compor, a mim e ao Carlos Wallenstein, algumas clandestinidades…»
Mas logo o alerta foi enviado para Lisboa onde, em Setembro desse mesmo ano, o jornal da Frente Académica Patriótica se encarregava de denunciar publicamente a iniciativa açoriana e, em particular, Pedro da Silveira. Depois disso, obviamente, «nenhuma tipografia das Ilhas quis fazer a impressão dos fascículos», como desabafava Pedro da Silveira na referida carta.
No exemplar do prospecto em meu poder, um dos subscritores iniciais acabou por cancelar a assinatura, possivelmente por precaução, dada a sua condição de funcionário público.
O nome do zelota que enviava «notícias» para a pátria já pouco dirá aos cidadãos de hoje.. Dele ficou o rasto de mais este episódio triste da História da Literatura dos Açores «nesses calamitosos tempos do salazarismo» (Pedro da Silveira) l e principalmente o elogio que (Deus o guarde) lhe saiu pela culatra ao referir essa geração como «os melhores valores da juventude intelectual açoriana».
A Bíblia narra que ela pediu a cabeça de João Batista, após dançar para um rei e seus convidados; ao longo do tempo, a ‘dança’ ´foi sensualizada e Salomé virou um símbolo do poder de sedução feminino.