osvaldo cabral çã .

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Vai um clamor pela ilha de S. Miguel, que só não ouve quem anda fechado nos gabinetes apalaçados da governação.
José Manuel Bolieiro tocou no ponto nevrálgico do seu executivo em relação a S. Miguel, embora em estado de negação: este governo tem sido cego, surdo e mudo e só actua por reacção face ao clamor de protestos que vai por esta ilha.
É cego, porque não vê o que toda a gente está a ver, revoltada, desde o Presidente do Conselho de Concertação Social aos autarcas e demais representantes desta ilha, é surdo porque não ouve os avisos e alertas de várias personalidades, que até já se manifestam com Manifestos e Petições, e é mudo porque não comunica, não informa e não explica quais são os critérios para tanta confusão no processo de vacinação e de outras medidas.
Como é possível que pessoas com menos de 60 anos, sem patologias, estejam a ser vacinadas, enquanto que outras, com mais de 70, ainda nem foram chamadas?
Como se vacina uma freguesia inteira quando outra ali vizinha tem tanta gente com patologias associadas e que não foram convocadas?
Para que serve o Portal da Vacinação, se há tanta gente, com mais de 60 anos, que já se inscreveu por mais de uma vez e não foi chamada?
Há muitas questões por explicar e algumas delas até podem ter racionalidade no critério da Autoridade de Saúde, mas é preciso vir a terreno esclarecer tudo, sair dos gabinetes e falar com as populações e seus representantes.
Um líder governamental que sai à rua para pagar fogos, sem que haja consequências, como o triste episódio da conferência de imprensa de Tato Borges, corre o risco de se chamuscar e de continuar com o fato de bombeiro vestido, porque o fogo posto parece descontrolado.
Se o argumento é de que a rede hierárquica nas estruturas de saúde em S. Miguel, nomeadamente a Unidade de Saúde, está minada e a ser gerida por pessoas sem capacidade para organizar o processo de vacinação nesta ilha, então que se mude tudo e se coloquem as pessoas certas nos lugares certos.
A desorganização a que estamos a assistir é um rastilho para a credibilidade de todo o sistema de saúde, mas também para o próprio sistema político.
É por isso que se torna urgente os responsáveis da Saúde mudarem-se de armas e bagagens para S. Miguel, assumir o comando de todo este processo, voltar a pô-lo nos carris e não sair de cá até isto voltar à normalidade.
No Continente o governo agiu a tempo à desorganização que se adivinhava e nomeou um militar que está permanentemente no terreno com o fardamento de combate.
Nos Açores temos falta de coletes amarelos da Protecção Civil.
Aconteceu com furacões, com pequenas derrocadas ou cheias efémeras, numa exibição de interesse das autoridades em transmitir a ideia de que estão a tratar do assunto e estão perto do cidadão a resolver os seus problemas.
Ao longo desta pandemia só Marcelo vestiu o “colete amarelo” quando apareceu no Nordeste, na sequência do episódio da contaminação do lar e das inexplicáveis mortes lá concentradas – não para resolver nada, mas apenas para distribuir afectos e sinalizar que estaria atento.
Está a faltar gente com o colete amarelo no terreno, auscultando os micaelenses relativamente aos impactos desastrosos das medidas de intervenção que decretaram.
Assim talvez percebam, também, quanto urgente é recuperar o atraso da vacinação nesta ilha – os micaelenses não perdoarão a falta de rigor, celeridade e equilíbrio neste processo.
Se os coletes amarelos das autoridades não aparecerem, certamente que outros vão aparecer.
****
UM PLANO DE RECUPERAÇÃO – Nos Açores, e bem, as crises são acompanhadas de planos de recuperação.
Nos tempos mais recentes, já vimos o plano de recuperação dos sismos de 1980 na Terceira e de 1998 do Faial/Pico, o plano de recuperação do Lorenzo, que afectou, sobretudo, as Flores, o plano de regularização do abastecimento do Corvo, com coletes amarelos e tudo e, para fechar os exemplos, o PREIT, para compensar a economia perdida na redução da dimensão da presença americana na Base das Lajes.
Ora, está na hora de pensar na estruturação do PREcoSM – Plano de Recuperação Económica e Social de S. Miguel – tal é a devastação nesta ilha.
São muitas centenas de milhões de euros perdidos, não só às mãos da fúria da natureza (neste caso um vírus invisível) mas também às mãos dos decisores políticos que compensam as deficiências do sistema de saúde e da educação, de muitas décadas, com confinamentos gerais devastadores.
Se esta é a terapêutica para a saúde pública, exige-se a terapêutica equivalente para a economia, para bem de S. Miguel e para bem dos Açores, porque um problema em S. Miguel transforma-se rapidamente num problema para os Açores todos.
Nestes dias a sede da saúde ou é em S. Miguel ou não está ao serviço da Região.
****
RECUPERAR O HOSPITAL – Falta de capacidade suficiente de camas servidas com oxigénio, falta de médicos, falta de enfermeiros, falta de pessoal auxiliar, falta de administrativos, falta de salas de pressão negativa, falta de capacidade para acompanhar patologias vulgares como o cancro ou a diabetes, falta de capacidade para a realização de cirurgias, falta de dinheiro, falta de tudo o que é essencial para lidar com uma situação como a que vivemos – é esta a realidade do HDES vinda de tantos anos, por incapacidade e má gestão de todos conhecida.
Por isso, seguindo o padrão de intervenção pública, é preciso um grito de brado para dizer alto e a bom som que é urgente recuperar o atraso de investimentos neste hospital, porque já se percebeu que se assim não for trava-se o andamento de 70% da economia dos Açores. Temos um problema que reclama resolução?
Temos!
Então resolvam. Mas é para ontem!

(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 05/05/2021)

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jacques attalli e o extermíniuo dos excedentários 1987

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Verdades que incomodam e que nos devem fazer reflectir!
COR******US / CO**D – XIX / CRISE ECONÓMICA E SOCIAL…
Isto é de arrepiar!
Agora digam lá se não é isto que se está a passar no mundo inteiro. Leiam o seguinte texto:
Assim escreveu Jacques Attali em 1981, então assessor de François Mitterrand:
“ O futuro será encontrar uma forma de reduzir a população. Começamos com os idosos, porque assim que ultrapassarem os 60-65 anos, as pessoas vivem mais do que produzem e isso custa caro à sociedade.
Depois os fracos, depois os inúteis, que não têm utilidade para a sociedade porque sempre haverá mais deles e, sobretudo, finalmente, os estúpidos. Eutanásia visando esses grupos. A eutanásia deverá ser uma ferramenta essencial em nossas sociedades futuras, em todos os casos. Claro que não poderemos executar pessoas ou construir acampamentos.
Retenção do conhecimento:
Nós nos livramos deles fazendo-os acreditar que é para o seu próprio bem. A sobrepopulação, é principalmente inútil, é algo que economicamente é muito dispendioso. Também socialmente, é muito melhor quando a máquina humana chega a uma paralisação abrupta do que quando ela se deteriora gradualmente.
Também não seremos capazes de testar a inteligência de milhões e milhões de pessoas, você pode apostar nisso! Encontraremos ou causaremos algo, uma pandemia que atinge certas pessoas, uma crise económica real ou não, um vírus que afectará os velhos ou os gordos, não importa, os fracos sucumbirão a ela, os medrosos e estúpidos acreditarão nisso e buscarão tratamento. Vamos nos assegurar, que esse tratamento é previsto. Um tratamento que será a solução.
Retenção de conhecimento:
A selecção de idiotas então toma conta de si mesma: eles vão para o massacre sozinhos.
FONTE: “[O futuro da vida – Jacques Attali, 1981] Entrevistas com Michel Salomon, colecção Les Visages de l’avenir, éditions Seghers.” “
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MAIS UMA CRÓNICA TRANSMONTANA DO FRANCISCO MADRUGA

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A malta do Davim – Em jeito de despedida ao Sr. Silva.
O café, restaurante e residencial habitavam a Av. Nossa Senhora do Caminho.
Á entrada, um enorme toldo cobria a fachada envidraçada do edifício, soltando o olhar para o alto, entreva-se pelas vidraças que protegiam os quartos e da qual se avistavam as serras de Mogadouro.
Na entrada do café, uma arca de gelados, espaço amplo ocupado por mesas, cadeiras em tom de verde-alface.
No balcão, forrado a alumínio, colocavam-se as bebidas, os cotovelos e as conversas de circunstância.
Os jornais estavam espalhados pelas mesas. Os clientes sabiam todos os nomes uns dos outros, conheciam as suas alcunhas, as suas manhas e a sua vida.
O “Público” tinha que ser lido antes de chegar o Fernando Bártolo. Era certo e sabido que ele já teria rasgado a página das palavras cruzadas.
Com os cotovelos no balcão, já dissertavam o Francisco Pires, o António Cordeiro, o Basílio, o Francisco Cordeiro e outros ativistas.
Com os olhos focados nas letras dos jornais, outro grupo sorvia as noticias do dia. Só com a entrada de alguém e como resposta ao “bom dia nos dê Deus” levantavam a pestana.
Mais ao fundo, encostados à vidraça, como que controlando quem passa, sentavam-se os Tios, os mais velhos, os Senhores da terra. Ele era o Ti Daniel, o Ti Davim, o Aquiles e o Sr. Silva. (que me perdoem os outros).
Além de devorarem os jornais, gostavam de conversar e jogar damas. Não se cansavam, até que se iam retirando conforme a hora de almoço. A debandada começava por volta do meio- dia.
O Sr. Silva morava logo ali ao lado. Aparentemente não tinha hora. Puro engano. A esposa passava em frente ao café, olhava e sorria. O Sr. Silva soerguia-se da cadeira com alguma dificuldade e atirava um “até já”.
Mas o que o Sr. Silva gostava era de uma boa conversa. Não dava muita atenção às questões da política. Ele gostava de falar da vida, da sua vida, de Angola, da sua terra do outro lado do Sabor, da sua família, dos seus negócios e investimentos. Sim, o seu filho que por lá ficou em terras amadas dando futuro a outros povos, o seu filho que por cá andava matando mentalidades retrógradas e abrindo cabeças a novos tempos, a sua filha que por cá ficou. O seu “ouvidor” que é o narrador desta prosa, chegava sempre à conclusão que o Sr. Silva lhe estava a dar lições de vida.
Tentava sempre contrapor a ideia do fatalismo à necessidade do novo, ao medo do futuro.
Ouvia-me como se eu fosse o velho, o mais sabido o tipo das ideias novas.
Despedíamo-nos e perguntava:
– Então está de férias? Então vá aparecendo.
Entretanto o Davim fechou, fecharam- se os seus olhos e os de outros Amigos, do grupo dos Senhores, o Ti Daniel mantém-se de pé.
O Sr. Silva deixou-nos com as recordações de uma Amizade confidente, compreensiva e tolerante.
Olharei para o passado, com as aprendizagens recebidas e pelas palavras acolhedoras que sempre me dirigia.
Obrigado por ter sido meu Amigo.
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  • Gosto. Excelente retrato daqueles que por lá
    paravam. Abraço.
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O NOVO LIVRO DO ÁLAMO VISTO POR VAMBERTO FREITAS

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Vamberto Freitas

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José Henrique Alamo Oliveira

.

Boa tarde. Aqui vai um passo do meu “BorderCrossings” do Açoriano Oriental para a próxima sexta-feira sobre o novo livro de Álamo Oliveira, “Contos D’América”.
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O próprio título “Contos D’América” denota de imediato (ao contrário do que seria “Contos Americanos”) que se trata de uma visão dupla do nosso destino entre os Açores e os Estados Unidos, com a acção e personagens como que entaladas entre duas realidades, uma influenciando decisivamente a outra. São onze contos que criam ou reinventam personagens nas duas sociedades. Na minha leitura permanece a ideia de que dominam as mulheres na sorte de todos, famílias e relacionamentos pessoais, questões de um povo dividido por bens e lutas nos dois lados das suas vivências.
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mais uma bela crónica de ANTÓNIO BULCÃO

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Rico cardo
Sou português.
Daqueles que gostam do hino e da bandeira. Dos que choram quando vêem o Carlos Lopes ou a Rosa Mota entrarem sozinhos no estádio olímpico, depois de 42 quilómetros corridos. Quase mergulhava no ecrã da televisão para entrar nas pernas deles, dar-lhes mais força nos últimos metros. Como se eles precisassem…
Mais lágrimas a tingir a bandeira que drapejou por cima do peito de todos os nossos atletas medalhados. E pelo Nobel de Saramago. E pelos irmãos Sobral, quando amaram por dez milhões. E pela seleção de futebol no dia em que vergou a França no seu próprio estádio e se sagrou campeã da Europa.
Sou também açoriano. Que é uma forma muito especial de ser português. Não é impunemente que se escorrega nos limos da maré baixa por os olhos voarem para o horizonte. Ou se apanha um peixe-rei com ova de lapa. Ou se esgravata na areia dos Capelinhos para tirar uma pedra ainda quente que veio de dentro da Terra. Ou se vibra com cada golo do Pauleta.
Sou um português que nasceu nos Açores.
Por isso lutei contra a FLA, quando houve açorianos que queriam deixar de ser portugueses. Com poucas armas. Apenas com palavras. As mesmas que deixo nas páginas deste jornal todas as semanas. Naquele tempo, no “O Telégrafo”, da Horta.
Claro que a gargalhada de Tato Borges era evitável. Ele próprio o sabe. Mas saiu-lhe. Acontece a qualquer um.
Mas não ouvi a gargalhada de um “português”. Ouvi sim o riso de um médico conceituado, que sabe da sua arte, perante um leigo tonto que disse uma daquelas coisas populistas que muitas vezes repetiu ao longo da vida. Estivesse Ricardo no consultório de Tato a julgar ter uma gripezinha e ele a dizer-lhe que afinal estava com Covid, e nem Tato riria, nem Ricardo lhe chamaria “português”. Agradeceria a competência, escutaria o médico, agradeceria o diagnóstico, pediria conselhos para se curar.
Deixem-me contar-vos uma história. Faz em setembro dois anos que fui fazer uma ecografia de rotina aos rins. O médico da especialidade disse-me logo que tinha visto uma mancha no rim direito. Enxuguei o suor da testa na manga da camisa e perguntei se era um tumor. Ele respondeu-me que não podia dizer nada sem uma tac.
Saí da clínica da Praia com passos de procissão do Senhor dos mesmos. Quando estava a chegar ao carro, ligou-me o Dr. Rui Bettencourt, meu Amigo, antes de ser médico. Perguntou-me se ainda estava perto, pediu-me para voltar à clínica. Era para fazer a tac imediatamente. No fim do exame, ficou claro: tinha de ser operado para me tirarem o rim. O Dr. Rui Bettencourt levou-me para o seu consultório e afiançou-me que seria tratado como se fosse da família. Fiquei honrado, embora soubesse que trata assim de forma amiga todos os seus doentes.
Em novembro seguinte fui operado pelo Dr. Raul Rodrigues, na presença e apoio do conceituado Dr. Rui Lúcio, que implementou a laparoscopia no nosso hospital, vindo todos os meses da Fundação Champalimaud. Correu tudo tão bem que aqui estou.
Quatro continentais, médicos conceituados, a me valerem e a ficarem ou a permanecerem meus amigos. E nem me passou pela cabeça perguntar-lhes onde tinham nascido, eu que não sabia ao tempo se iria morrer. Graças a Deus o meu bicho era benigno.
Não me dá vontade nenhuma para rir a razão pela qual Ricardo Rodrigues foi afastado do cargo de Secretário Regional há muitos anos. Nem me deu para gargalhar quando o vi a roubar gravadores a jornalistas, cometendo vários crimes pelos quais foi condenado. Nem sequer sorri quando o vi a tratar de forma reles vereadores da oposição, em reunião que dirigia como Presidente da Câmara. Fiquei até muito sério quando o vi constituído arguido em vários processos.
Mas estalo em gargalhadas quando o ouço chamar “português” a Tato Borges, depois de ter sido deputado na Assembleia da República.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

parabéns VERA DUARTE

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Vera Duarte Pina foto 31º colóquio belmonte 2019

is feeling happy.

AMIGOS, acabo de agraciada com o Prémio Literário GUERRA JUNQUEIRO 2021
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Covid-19 é uma doença vascular e não respiratória, diz novo estudo

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Os investigadores acreditam que a descoberta pode ajudar a compreender melhor as complicações da doença, de forma a criar tratamentos mais eficazes.

Source: Covid-19 é uma doença vascular e não respiratória, diz novo estudo

ANGRA ABANDONA O PROJETO DE PDL CAPITAL DA CULTURA

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Independentemente de algumas motivações básicas facilmente identificáveis, os encargos financeiros são e serão o maior obstáculo para Ponta Delgada. A ânsia eleitoralista e a ingenuidade de alguns também tem um preço. Resta saber o que pensa disto o nosso Diretor Regional da Cultura, fã da palavra “Açores” custe o que custar.
May be an image of outdoors and text that says "REGIÃO 4.MAL.2021 DIÁRIO INSULAR MUNICÍPIO JUSTIFICA DECISÃO COM 05 ENCARGOS FINANCEIROS Angra do Heroísmo sai da candidatura a Capital Europeia da Cultura de 2027 PONTA DELGADA Candidatura Capital Europeia Cultura deixa contar com partiapação de Angrado Heroismo Angra do Herolsmo fica de fora da candidatura de Ponta Delgada Capital Europeia da Cultura de 2027 e apoia Êvora. ambas existente Delgada Cultura deverà apoio Municipa cidades ortuguesas Aveiro, Bra- Pon- Evora Funchal Oeiras Viana com Horta Castelo Portugal divide com Letónia"
Shame on You Álamo Menezes. Uma decisão e uma atitude absolutamente lamentável e reprovável. São os Açores todos que perdem com estas guerras de alecrim e manjerona entre Terceira e São Miguel. Uma tristeza
Chrys Chrystello

patuá de macau

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MACAU SÂM ASSI… no Lusophone Film Festival, a acontecer no dia 5 de Maio.
VIVA DÓCI! 👏👏👏
Macau Sâm Assi
LUSOPHONEFILMFEST.ORG
Macau Sâm Assi
Macanese Patuá is a vanishing creole language that is spoken informally in Macao (China) with a vocabulary drawing on Portuguese, Malay, Singhalese, English, Spanish and Cantonese. Macao’s theatre group Doci Papiaçam di Macau has been preserving this unique dialect for over 20 years through humo…
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RIP Pintor Julião Sarmento (!948-2021)

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BREVE NOTA sobre o Pintor Julião Sarmento (!948-2021)
O Pintor Julião Sarmento morreu hoje, em Lisboa, aos 72 anos de idade. Natural desta cidade, a obra que deixa atinge um ponto relevante na corrente abstraccionista contemporânea. Trata-se de um dos artistas portugueses mais conhecidos internacionalmente, sobretudo nos mercados dos Estados Unidos, Alemanha e França, entre outros. Deixou uma vasta obra em que retrata “situações imprevisíveis” (como disse J.S.), imagens ricas de pormenores do corpo humano que se confundem com a natureza vegetal e em que cada obra parece nunca estar concluída. Cada obra de Julião Sarmento recomeça cada obra que começa. Na verdade, as obras de arte são intermináveis.
T.F.P.
Chrys Chrystello
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