TIMOR RECEBE AS PRIMEIRAS VACINAS, DA AUSTRÁLIA

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Covid-19: Chegam a Timor-Leste primeiras 20 mil vacinas oferecidas pela Austrália
Díli, 05 mai 2021 (Lusa) – Um carregamento com as primeiras 20 mil doses da vacina AstraZeneca oferecidas pela Austrália, o dobro do inicialmente previsto nesta primeira entrega, chegou hoje à capital timorense.
O carregamento, o primeiro de vários prometidos pela Austrália, chegou cerca de um mês depois das primeiras 24 mil doses, neste caso oferecidas a Timor-Leste no âmbito do programa multilateral COVAX.
O embaixador australiano em Díli, Peter Roberts, destacou, ao receber as vacinas no aeroporto com a ministra dos Negócios Estrangeiros timorense, Adaljiza Magno, que o carregamento é o primeiro de vários que vão ocorrer ao longo dos próximos meses.
“Para já, chegaram estas 20 mil e contamos poder trazer mais dez mil dentro de duas semanas. Os carregamentos estarão dependentes da capacidade de produção das vacinas na Austrália”, disse à Lusa.
As vacinas fazem parte de um programa alargado de apoio do Governo australiano a Timor-Leste, no âmbito do combate à pandemia da covid-19, que regista números elevados de infeções.
O pacote de apoio da Austrália ao programa de vacinação timorense ascende a 18,8 milhões de dólares (15,6 milhões de euros).
“Este valor inclui fundos para adquirir e distribuir vacinas seguras para toda a população em Timor-Leste, para cobrir 80% da população não coberta pela COVAX”, explicou o embaixador australiano, numa mensagem publicada na página oficial da representação diplomática em Díli na rede social Facebook.
“As dez mil doses fazem parte desse contributo. Estamos ainda a fornecer assistência prática e técnica, incluindo no armazenamento em frio, logísticas e educação sobre saúde pública”, referiu.
Com os primeiros 2.400 frascos da vacina da AstraZeneca enviados para o país, Timor-Leste vacinou 28.331 pessoas, mais do que o previsto, de acordo com dados atualizados do Ministério da Saúde timorense e com o representante da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Normalmente, os produtores adicionam sempre uma quantidade extra em cada frasco e isso permite vacinar mais pessoas”, explicou à Lusa Arvind Mathur.
Ainda que cada frasco contemple cerca de dez doses da vacina, o responsável afirmou que, neste caso, cada unidade tinha 6,2 mililitros, o que permite administrar 12 doses e assim ampliar ligeiramente o número de pessoas que recebeu a primeira dose.
“O produtor coloca sempre mais quantidade exatamente para o caso de haver perdas e isso é assim para todas as vacinas, não apenas para as vacinas da covid-19”, referiu.
A primeira dose foi administrada a 15.752 pessoas em Díli, duas mil vacinas em Baucau, 1.500 no enclave de Oecusse-Ambeno e 1.200 em Bobonaro, com as vacinas a chegarem a todos os municípios, indicou o Ministério da Saúde timorense.
Tendo em conta a população estimada timorense, cerca de 1,4 milhões de pessoas, a taxa de cobertura da população com a primeira dose é de cerca de 2%.
Arvind Mathur disse que o segundo carregamento de vacinas do mecanismo multilateral Covax, cerca de 3.780 frascos, “deverá chegar na terceira semana de maio”. Primeiro, serão administradas segundas doses e, com o remanescente, idosos e pessoas com comorbidade.
Um terceiro carregamento do mecanismo Covax é esperado em junho.
No caso do primeiro lote de 20 mil doses que a Austrália enviou para Timor-Leste, destinam-se a pessoas que vão receber a primeira dose.
Além das vacinas, Timor-Leste recebeu também apoio humanitário de resposta às cheias do início de abril, incluindo redes mosquiteiras e filtros de água. Um segundo carregamento deste tipo de material é esperado ainda hoje.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.214.644 mortos no mundo, resultantes de mais de 153,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 16.981 pessoas dos 837.715 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
ASP // EJ
Lusa/Fim
Australia in Timor-Leste
Palácio das Cinzas
Adaljiza Magno, Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação
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podemos ir a Belmonte de comboio

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Quatro de Abril, inauguração do troço ferroviário, com o ministro Pedro Santos fazendo a viagem de comboio entre a Guarda e a Covilhã, acompanhado da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, do Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado e dos autarcas da região. Este troço que estava encerrado desde 2009, foi agora eletrificado e remodelado permitindo fazer a viagem em 45 minutos.
Belmonte fica assim ligado ao mundo pela ferrovia, além de outros binómios esperamos algum impacto turístico.
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  • Fartos de Trabalhar
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    • Alcide Monteiro

      falei apenas da importancia do troço ferroviário .

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    • Eu, quando tinha 15 anos, já o troço ferroviário era importante,isto só se deve ao nosso poder de conservação!?!!??
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    • Alcide Monteiro

      e modernização.

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    • Ó, Joaquim, já lá vão quase 50 anos é normal,mas não chegar ao abandono, há que haver serviços de manutenção,mas não é só Caminho de Ferro é na vida quotidiana,que os Políticos devem estar ao serviço dos Cidadãos, dar-lhes qualidade de serviços e bem estar.
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    • Alcide Monteiro
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    • Tenho feito algumas pesquisas, e ainda não observei,um vídeo relativamente a inauguração. gostaria de ver, para memória futura.

como foram dizimados os habitantes do México

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Joao Paulo Esperanca

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1. Vacinem-se. Não ter nenhuns anticorpos contra uma doença nova é lixado.
2. Na lógica dos historiadores da extrema-esquerda, um povo é culpado de genocídio quando os seus vírus ou bactérias contagiam outras zonas do mundo provocando aí mortandade. Isso é só no séc.XVI ou no séc.XXI a lógica tola ainda se mantém?
«Em menos de cinco anos cerca de 15 milhões perderam a vida na região que é hoje o México. Os sintomas, que começaram a sentir-se antes de 1545, eram febres elevadas, dores de cabeça e escorrimento de sangue dos olhos, do nariz e da boca. A morte era inevitável e sucedia, regra geral, após três ou quatro dias. Em cinco anos, 80% da população tinha desaparecido, vítima daquilo que na língua local foi designado como “pestilência” ou “cocoliztli”.
O que era “cocoliztli” foi tema de discussão durante mais de 500 anos. Agora, a causa foi identificada por um grupo de cientistas da Universidade de Tubinga, na Alemanha, num estudo publicado no mais recente número da revista Nature Ecology and Evolution.
Ao primeiro surto de 1545, seguiu-se um segundo em 1576. No total, de uma população estimada em 20 milhões de pessoas, no final dos dois períodos estariam vivas menos de dois milhões.
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O estudo afasta as hipóteses da epidemia ter origem num surto de sarampo, gripe, varíola, e identifica a origem da doença numa forma de febre intestinal, tendo sido encontrado sinais no ADN nos esqueletos das vítimas, nomeadamente nos dentes. Esta epidemia, “uma das muitas que surgiram no México após a chegada dos europeus (…) foi a mais devastadora e a que produziu o maior número de mortes”, diz Ashild Vagene, uma das autoras do estudo. Foram estudados 29 esqueletos exumados de uma das valas comuns onde se sabe terem sido enterradas pessoas vítimas da “cocoliztli”, hoje identificada como a bactéria Paratyphi C, uma variedade de salmonela que atualmente não provoca vítimas mortais. Mas na época as populações astecas não conheciam a doença nem possuíam as defesas imunológicas para contrariar os seus efeitos. Na Europa, o corpo humano já desenvolvera defesas, pois a bactéria manifestava-se desde a Idade Média na água ou nos alimentos. Segundo o estudo, a bactéria terá viajado para o México via os animais levados pelos europeus, neste caso os espanhóis, liderados por Hernán Cortés
A epidemia de 1545 que atingiu o atual México e parte da região que é hoje a Guatemala seguiu-se a um surto de varíola duas décadas antes que já matara entre cinco e oito milhões de pessoas, logo após a chegada dos primeiros europeus, que foram os espanhóis.»
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o que está em causa

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O que está em causa não são só, como se isso fosse pouco, Direitos, Liberdades e Garantias ou a mera decência na forma como o Estado trata os Cidadãos. O que está em causa são as vidas das pessoas e o futuro dos jovens. São crianças sem poderem brincar com os amigos. Miúdos que não vão à escola e ficam os dias fechados em casa agarrados aos telemóveis. São famílias inteiras presas num ciclo vicioso de teletrabalho e telescola e apoio à família, sem condições, sem espaço, muitas vezes sem paciência ou já sem esperança. O que está em causa são milhares de trabalhadores e empresários a quem foi expropriado o direito ao trabalho e a uma vida digna, condenados às dívidas ao banco e aos míseros apoios, a manter as despesas mas proibindo-lhes as receitas. O que está em causa é, por exemplo, no sector do Turismo, quando a retoma se der, sabe-se lá quando, já não houver oferta, não haverá guias turísticos, nem empresas de animação, nem hotéis, nem alojamentos, nem restaurantes e já nem falo de aviões, sem os quais não chegam cá turistas. O que está em causa é um Governo que castiga toda uma ilha e que ainda se recusa a ouvi-la. O que está em causa é um povo inteiro a sofrer para salvar um Hospital, quando devia ser o contrário, o Hospital é que devia salvar o povo. O que está em causa é garantir que amanhã, mesmo que abram a economia e as escolas, não as voltam a fechar no dia seguinte porque apareceu mais um caso no fundo de uma grota qualquer. O que é que é preciso fazer mais para que nos ouçam e para que respeitem os cidadãos desta ilha?
Filipe Tavares, André Silveira and 61 others
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  • O que está em causa é termos os hospitais cheios … o que está em causa é que as crianças e jovens continuem a ter pais e avós vivos … o que está em causa é ter um pouco de espírito de resiliência e sacrifício.
    O que está em causa é que a popul…

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      Ana Medeiros de Almeida

      , não estamos em guerra. Não se pode comparar o que não é comparável. Ana Almeida há pessoas que têm medo, estão obsessivas e continuamente a julgar e a reprimir os outros. Não vivem e não deixam viver. Temos que avançar.

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      Ana Medeiros de Almeida

      , “estão a pedir nos para ficar um pouco mais em casa … a vida não é um mar de rosas … transmita este princípio à sua filha, com esse comportamento começa mal … o melhor é levá la ao psicólogo… outro problema deve estar …

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vencedores prémio GUERRA JUNQUEIRO 2021

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ÚLTIMA HORA!!!
O Investigador e Escritor guineense – Abdulai Sila, acaba de ganhar o prémio Guerra Junqueiro 2021.
Recorde-se que é o segundo autor guineense que ganha este prestigiado prémio. Ano passado foi o também escritor e poeta Tony Tcheka.
Aqui está mais um exemplo da cultura a remar contra a maré. Já o Pai Grande – Amílcar Cabral, dizia, quando insistia muito na sua importância.
Sobre o prémio, visa contribuir para um movimento criador de uma união cultural lusófona, bem como expandir o valor literário a nível dos países de Língua Portuguesa.
Well Done, Abdulai Sila!!!
Nota de Imprensa
5ª Edição de Freixo Festival Internacional de Literatura 2021
HÉLIA CORREIA CONQUISTA
PRÉMIO LITERÁRIO GUERRA JUNQUEIRO 2021
Freixo de Espada à Cinta acolhe, a 9 e 10 de julho, a quinta edição do FFIL – Freixo Festival Internacional de Literatura, um evento de referência cultural para a literatura em língua portuguesa.
Natural de Freixo de Espada à Cinta, Guerra Junqueiro é o patrono deste evento, que dá o nome ao Prémio, pelo compromisso e pela importância que o escritor e diplomata foi no seu tempo.
A escritora Hélia Correia reflete a influência de Guerra Junqueiro tanto na parte literária, na sua poesia e no discurso poético da sua obra, como nas convicções políticas que sempre o entusiasmaram.
‘O legado de Guerra Junqueiro é e continuará a ser uma fonte de inspiração para a formação de muitos poetas e escritores do século XX e XXI. E enquanto assim for, pode-mos celebrar em pleno a língua portuguesa. O Prémio Literário Guerra Junqueiro, que em 2020 foi alargado à Lusofonia, é um importante contributo para um movimento criador de uma união cultural lusófona e responsável’, reitera Avelina Ferraz.
Também para 2021, já são conhecidos os nomes agraciados com o Prémio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia 2021. Albertino Bragança, de São Tomé e Príncipe; Vera Duarte Pina, Cabo Verde; Abraão Bezerra Batista, Brasil; Guiné-Bissau, Abdulai Sila; Luís Carlos Patraquim, Moçambique; Agustín Nze Nfumu, da Guiné Equatorial; João Tala, Angola e Xanana Gusmão por Timor-Leste.
“Ter Guerra Junqueiro como filho da terra é, por si só, motivo de orgulho. Perceber que existe uma ligação afetiva e efetiva ao património das letras e da cultura das palavras, torna esta missão cultural ainda mais desafiadora junto das nossas comunidades na Diás-pora” revela Maria do Céu Quintas, presidente da Câmara de Freixo de Espada à Cinta e anfitriã do Prémio Guerra Junqueiro em Portugal.
Instituído desde 2017, em Portugal, o primeiro prémio foi atribuído a Manuel Alegre, seguindo-se Nuno Júdice, em 2018, José Jorge Letria em 2019 e Ana Luísa Amaral, em 2020. Hélia Correia será a laureada 2021. Em 2020, nos restantes países da Lusofonia, o Prémio foi atribuído a Lopito Feijóo, Angola, Raul Calane da Silva, Moçambique, Sidney Rocha, Brasil, Olinda Beja, São Tomé e Príncipe, Jorge Carlos Fonseca, Cabo Verde e Tony Tcheka, Guiné-Bissau. Em 2021 o Prémio reúne escritores dos 9 países da união lusófona.
…………………………………………………
Freixo de Espada à Cinta, 4 de maio 2021

vencedor do prémio miratecarts em poesia

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Parabéns

Vítor Teves

– Prémio Escrita

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5 de maio 2021 – Vitor Teves é vencedor do Prémio Escrita MiratecArts
Intitulado ´O Arpoeiro´, conjunto de poemas dividido em três partes, é o trabalho vencedor do Prémio Escrita MiratecArts 2021.
“Participei neste projeto porque regressei a casa, aos Açores, e como tal, acho importante participar no ambiente cultural das ilhas” expressa o escritor Vitor Teves. “Interessa-me a produção regional embora, em diferentes domínios, esta continua presa a inúmeros clichés do passado. Quis participar neste concurso com poesia para dar um outro contributo, um em que a poesia não fique refém dos módulos do passado, da rima e da métrica. Interessa-me uma poesia que vai de encontro ao mesmo tempo.”
Nasceu em Ponta Delgada e vive na Ribeira Grande. É licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e é mestrando em Estudos Culturais e Interartes na mesma Faculdade. Publicou poemas em diferentes revistas: Trama #1,#2; Apneia #2,#3; Zine mais Pornô #5; Caderno 5: Os pastéis de nada ali não valem uma beata – Antologia 2017; Bacana; Enfermaria 6; Gazeta de Poesia inédita; Diversos afins #127. Publicou os livros ´Cabra bem Cabra´ e ´Lamarim´, em 2019.
Esta, a sétima edição do prémio, conclui o programa estipulado pelo diretor artístico da MiratecArts, Terry Costa, de promover 7 novas vozes da escrita açoriana. O programa pretende publicar as obras vencedoras em formato livro, a ser lançado no próximo ano, quando a associação cultural celebrar os 10 anos a promover os Açores com arte e artistas.
Sendo assim, Vitor Teves junta-se à lista dos vencedores das edições anteriores: Pedro Paulo Câmara, Almeida Maia, Nuno Rafael Costa, Carolina Cordeiro, Carla Lima e Diana Zimbron – uma nova geração de açorianos com várias obras publicadas. www.mirateca.com
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