Um carro com 125 anos?

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Um carro com 125 anos?

Um carro com 125 anos? A não perder, nomeadamente os apreciadores de automóveis antigos.

Ainda anda, mas, por imperativo legal, só entre o nascer e o pôr do sol!

VACINAS HÁ MAIS ELEITOS

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Covid-19
Mãe do presidente e costureira de centro social em Valongo vacinadas
Fonte: Expresso
Covid-19. Mãe do presidente e costureira de centro social em Valongo vacinadas
EXPRESSO.PT
Covid-19. Mãe do presidente e costureira de centro social em Valongo vacinadas
Padre Manuel Fernando Silva, que preside ao Centro Social e Paroquial de Alfena, no concelho de Valongo, recusa que o cenário em que tal se deu possa dar azo a polémica
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ALBERTO TRINDADE MARTINHO SEIA CAPITAL DO JUDAISMO

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《Há uma nova capital do judaísmo em Portugal – Reportagem de Liliana Carona
Um investigador da Universidade Católica de Viseu diz que há uma nova capital do judaísmo em Portugal. Descobriu 635 casas judaicas, num só concelho: Seia. Quando em Belmonte estão registadas cerca de uma centena, para Alberto Martinho, é em Seia que está a maior mancha de vestígios judaicos. A novidade está a atrair a Universidade de Telavive e grandes empresários judeus, ao concelho localizado na S…

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em 1492 foi a grande fixação, calcula-se que tivessem entrado 250 mil judeus, e a população era um milhão, provavelmente hoje todos têm uma costela judaica”, admite.

​Investigador defende que Seia é a capital portuguesa do judaísmo - Renascença
RR.SAPO.PT
​Investigador defende que Seia é a capital portuguesa do judaísmo – Renascença
A novidade está a atrair a Universidad

5 milhões expatriados

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PORTUGUESES PELO MUNDO… estes números são apenas dos que estão registados nos consulados, porque, por exemplo no Canadá, só na cidade de Toronto tem muitos mais que esses! 😛
No photo description available.
You, Pedro Paulo Camara, Nelson Ponta-Garca and 4 others
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derrocada na route 1 na califórnia

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A CAUSA DAS COISAS
As imagens são impressionantes. Uma parte significativa da famosa Highway 1, estrada com vista para o Oceano Pacífico em quase toda a costa da Califórnia, foi lavada na quinta-feira por um clima severo, forte queda de neve e chuva que atingiu a região.
As autoridades locais disseram na sexta-feira que os destroços foram arrastados do topo da montanha “saturando a infraestrutura de drenagem, engolfando a rodovia e destruindo-a, causando a perda total de uma parte da Rodovia 1” na altura. De Rat Creek, perto a região montanhosa de Big Sur. A estrada foi assim arrastada por quase 40 metros, caindo diretamente no oceano.
Vidéo : un tronçon d'une célèbre route de Californie s'effondre
CNEWS.FR
Vidéo : un tronçon d’une célèbre route de Californie s’effondre
Les images sont impressionnantes. Une importante portion de la célèbre Highway 1, route qui surplombe l’Océan Pacifique sur la quasi totalité de la côte californienne, a été emportée jeudi par de violentes intempéries, de fortes hutes de neige et de pluie ayant frappé la région.
Artur Arêde

casa do povo de rabo de peixe e as infrações no dia de amigas

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Comunicado
A Direcção da Casa de povo de rabo de peixe tendo tomado conhecimento que funcionários ao seu serviço no dia 28 de Janeiro de 2021 no interior das instalações do Lar de Idosos Bom Jesus, organizaram um convívio ao abrigo do “Dia das Amigas”.
Que este convívio foi por essas funcionarias publicitado na rede social do facebook e das fotografias ali publicadas resulta que os senhores funcionários envolvidos não respeitaram o distanciamento social, não utilizaram mascaras, ingeriam bebidas alcoólicas, tudo ao contrario das regras que eram conhecedoras e por diversas vezes lhe foram transmitidas, designadamente pelo Plano de Contingência para o funcionamento do Lar, colocando assim em perigo a vida dos 39 utentes – idosos do Lar, manifesta publicamente o seu repudio e informa que foi já ordenada a instauração de um processo de inquérito prévio tendo em vista o apuramento da responsabilidade dos envolvidos, bem como, as consequências disciplinares decorrentes da conduta dos trabalhadores em causa.
Ainda que alheia aos acontecimentos, pois, repete-se, os funcionários violaram ordens expressas em contrário, lamenta publicamente a Direcção da Casa do Povo estes acontecimentos, estando já previstas outras medidas de contenção e protecção da saúde dos utentes. Por último, referencia a direcção da Casa do Povo de Rabo de Peixe que esta consciente que as trabalhadoras envolvidas constituem uma escassa minoria que não coloca em crise o espírito abnegado dos restantes trabalhadores da instituição – quase uma centena – que diariamente se sacrificam quer pelos utentes idosos quer pelas crianças que fazem parte das valências da Casa do Povo de Rabo de Peixe.
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EXPLOSÃO NA ILHA tERCEIRA

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Uma explosão na freguesia da Agualva fez três feridos, vítimas de queimaduras – estão internados no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira.
A explosão, se…

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ORBAN ERA LIBERAL

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A PRENDA NO SAPATINHO QUE NINGUÉM QUER |
Alertado por quem faz o favor de passar por aqui, passei os olhos por um artigo muito interessante no Público (https://www.publico.pt/…/trabalhadores-tratados…) que me fez pensar na fragilidade da Democracia.
A pandemia criou uma oportunidade de ouro para que ditadores de chinelo, os tais que comecam por dizer as verdades, passem a moldar países inteiros e atrasem o calendário da legislacão laboral em cerca de 60 ou 70 anos.
Viktor Orbán apareceu de mansinho como um liberal que se queria opor ao comunismo, exigindo a retirada dos russos do território húngaro. Com o passar dos anos o liberalismo deu lugar ao conservadorismo e nacionalismo o que, “dizendo as verdades”, chegou para umas maiorias no parlamento (em coligacao).
Essas maiorias abriram espaco para umas revisões valentes na Constituicão ao ponto do nosso José Manuel, na altura presidente da comissão europeia, se mostrar “preocupado”. Depois foi para a Goldman Sachs e ficou mais descansado.
Já Orbán, depois de controlado o parlamento, aproveitou a segunda oportunidade, desta vez oferecida pela pandemia, para flexibilizar as leis do trabalho, retirando direitos aos trabalhores. Segundo o PM húngaro tratava-se de, e cito, “eliminar regras idiotas e permitir que quem quer ganhar mais, possa trabalhar mais”. Mas na realidade, o eliminar de regras “idiotas”, significa que os empregadores podem exigir entre 250 a 400 horas extra por ano (até 10 semanas a mais de trabalho, portanto coisa pouca) tendo que as pagar num prazo máximo de 3 anos. E sem juros, como na Worten. Acho que nem nos tempos da jorna se fazia isto.
Agitando o medo do desemprego e crise financeira, que varre e varrerá a Europa, Orbán cativou multinacionais alemãs que de bom grado usam as benesses laborais (para além dos incentivos do governo) e lucram à custa da miséria alheia. Também aqui nada de novo a Este.
Nos meus tempos de funcionário da VW, SEMPRE com salários congelados, era recorrente ouvir ao mais pequeno barulho dos trabalhadores: “estamos a pensar fechar a fábrica e abrir no sítio X”. E é este ataque permamente aos trabalhadores (e aos direitos consagrados na Constituicao), que explica as parte das desigualdades no mundo em geral e na Europa em particular. Aliás, a própria Alemanha e as suas multinacionais, exigem fora de portas o que não sonham fazer de Munique para Norte ou de Dresden para Oeste.
Manda quem pode, obedece quem deve.
Enquanto as multinacionais aproveitam o esmagamento dos trabalhadores húngaros para aumentar as exportações, os respectivos governos, nas reuniões da UE, condenarão o ataque aos direitos humanos por parte do governo húngaro. Real politik no seu esplendor.
Tal como nos tempos da troika nos davam sermões e, em simultaneo, libertavam crédito dos bancos alemães para que o Paulinho das Feiras pudesse comprar submarinos ou carros blindados Pandur à mesma senhora.
Ou como na Autoeuropa, beneficiando dos apoios do estado português durante 10 anos, pagando 1/3 do que pagariam na Alemanha, a VW consegue montar um carro onde as pecas do lego final chegam da Siemens, Bosch, Continental, etc.
No fim do ano a Alemanha tem excedentes e nas periferias, ajudados pelos Orbáns, vamo-nos entretendo a perseguir a própria cauda.
E é por realidades destas onde, manifestamente, governos atacam o seu próprio povo e os condenam a uma vida de trabalho em condicões que se imaginam extintas na Europa do séc XXI, que os actos eleitorais se tornam particularmente importantes.
Orbán era um liberal, queria que todos fossem ricos e numa das suas alteracões à Constituicão conseguiu que o Comunismo fosse condenado. Rapidamente passou a conservador, sem sequer estagiar entre os democratas cristãos. Passou a escolher quem eram as pessoas de bem que cabiam naquele território e, como se percebe, ficou mais confortável com a ideia de que apenas alguns pudessem ser ricos.
Estas notícias, a análise dos avancos e retrocessos europeus, não são suficientemente discutidas em Portugal e é pena. Imagino que seja pouco interessante.
A Orbán tudo o que bastou foram umas palavras de ordem que apanharam a jeito uma populacão desgastada. Daí ao parlamento e do parlamento a uma coligacão que lhe garantiu maioria dos votos, e assim, mexer nas leis fundamentais.
A pandemia criou o espaco de medo que faltava para a versão “podemos abrir a fábrica noutro sítio” destes tempos. E com isso se atropelam direitos em nome do sustento de miséria.
Orbán não inventou uma ciência mas terá os seus seguidores. Entre nós, os Acores foram o tubo de ensaio e as presidenciais um cartão de visita. A direita acolheu o nosso Orbán que, para já, “só quer dizer umas verdades” e entre dentes nos vai avisando que, cito novamente, “não gosto muito da Constituição”.
Nunca foi tão fácil somar.
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  • Qualquer semelhança com o aspirante a ditador lusitano não é coincidência.