Eleições Presidenciais ou Plebiscito José F Ventura

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Eleições Presidenciais ou Plebiscito a….

No rescaldo das eleições referenciadas que saiu vencedor e, portanto reeleito o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, abstemo-nos de qualquer tipo de comentário sobre o seu resultado já que, muito se leu e ouviu sobre o assunto. Das suas consequências no panorama político-partidário veremos mais cedo do que se pode julgar, o vendaval que aí virá.

A grande “chatice” que vai ser, e atingirá os Açores, será a continuidade territorial a que nos obrigam. Dos desaguisados que já existem entre a chamada direita à portuguesa, o desmembramento anunciado do CDS/PP e as veladas ameaças do André a Rui Rio quanto à continuidade do “acordo” de sustentação do governo dos Açores, teimosamente apelidado de regional, peçamos a todos os Santos que o nosso tão amigo anticiclone, leve para longe a tempestade que naquele jardim à beira mar plantado se antevê.

Palmas, aplausos q.b. à vitória que os açorianos deram a Marcelo Rebelo de Sousa. Vezes há que nos perguntamos se os açorianos são dos que dizem “quanto mais me bates mais gosto de ti”. No “filme”da noite eleitoral e depois dos resultados conhecidos, a RTP (dita de Açoriana) emitiu um elaborado trabalho referenciando Marcelo Rebelo Sousa como o presidente da República Portuguesa que mais visitou os Açores. Sem dúvida que como turista, merece um colar de “hortênsias azuis e brancas” da próxima vez que pise uma das nossas ilhas.

Procurando recordar essas visitas, para além de algumas de caráter político e institucional, obrigatórias, de quem se diz também nosso presidente, tidas no reconhecimento de algumas catástrofes que nos atingiram, não podemos esquecer também as afrontas recebidas e, das quais indicamos algumas. A afirmação de que a Revisão da Constituição no quadro que refere a melhoria da Autonomia dos Açores, não é urgente e pode esperar. Teimosamente mantém e exorta o cargo de um Embaixador adjetivado de seu “representante”, tal capitão donatário dos tempos idos. Quando aqui e acompanhado de um forte dispositivo militar, comemora o dia de Portugal em antecipação, (pois tem que o fazer no seu próprio dia e no respeito pela data na Diáspora dos EUA) numa afirmação “colonialista” para afirmar que aqui é Portugal e, desprezando os nossos símbolos institucionalizados, quer na Constituição quer no Estatuto Autonómico. Na visita ofensiva que S.Ex.ª, fez ao Nordeste para cumprimentar os familiares das vítimas do Covidis19, depois de fazer orelhas moucas à solicitação do Presidente do Governo dos Açores na proibição dos voos Portugal/Açores, dando cobertura ao governo central com a malfadada e dita constitucional ”continuidade territorial”. O seu moquenco silêncio quiçá urdido com o seu Embaixador, no concubinato urdido na constituição do XII governo dos Açores também tem o que se lhe diga.

Em suma… o Professor, o constitucionalista, o irresistível comentador…para além de continuar a ser o presidente de todos os portugueses, vai continuar a ser o “Marcelo”.

A bem da verdade se diga, sem fundamentalismos ou outra qualquer adjetivação possível, que nenhuns dos candidatos que se perfilharam nessa maratona à Presidência da República Portuguesa servirão ou serviriam os Açores e os interesses de nós Açorianos. Olhemos e revejamos os seus programas. Sobre os Açores “NICLES”.

Do insólito ao ridículo

Eduardo Baptista, um desconhecido tenente-coronel, conseguiu a proeza de, não sendo formalmente candidato, ter o seu nome nos boletins de voto das eleições Assim se põe ao ridículo as instituições políticas nacionais. Tribunal Constitucional e Comissão Nacional de Eleições. Este “candidato” sem fazer campanha mostrou como o sistema está simplesmente caduco, refém da burocracia enquadrada em leis subtis e ultrapassadas que levam a situações insólitas e bizarras como esta. O tenente-coronel Eduardo Baptista poderá ser candidato ao Guinness como sendo o primeiro, a constar num boletim de voto sem ter propriamente existido candidatura. E esta hein!

 

Como “votamos”? Como dissemos que o faríamos no nosso último Artigo – Eleições Presidenciais …Abstemo-nos ou votamos? Fizemo-lo em “branco”, forma muito clara de dizer, que nenhum dos candidatos, serviria os interesses dos Açores e do seu Povo no Direito que nos assiste, explicito na Declaração dos Direitos do Homem.

 

O primeiro requisito para uma ordem social melhor é o retorno

à liberdade irrestrita de pensamento e de expressão. “

(Ludwig von Mises)

José Ventura

 

2021-01-30

emergência na Base das Lajes Terceira

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João Silveira

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Ilha Terceira: Aterragem de emergência na base das Lajes – O porta-aviões do Atlântico…
Na madrugada do último dia de Janeiro, pelas 4h25, aterrou uma aeronave em emergência, Boeing 747-400 da Atlas Air, que vinha dos Estados Unidos da América,com destino Amesterdão, que por motivo de indicação de fogo na zona de carga, divergiu para a BA4.
Numa pronta resposta os bombeiros da 65ABG, o apoio logístico da SATA, em coordenação com os serviços de emergência da Base, a aeronave aterrou em segurança.
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Henrique Machado
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Clélio Garcia

o desgoverno das vacinas

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O DESGOVERNO DAS VACINAS
O governo suspendeu a compra de 800 mil vacinas, mesmo depois de se saber, que nenhuma farmacêutica estava a cumprir com os contratos, como já por aqui escrevi. Ontem veio-se a descobrir que as entregas se farão cada vez mais proteladas no tempo, e pior que o número de vacinas adquiridas afinal não dá para vacinar toda a população portuguesa.
Na compra das vacinas o Governo também está a andar mal, em vez de manter a compra das vacinas da PFIZER ou da MODERNA que criam mais de 90% de imunidade, está a mudar para a ASTRAZENECA, vacina com somente 70% de imunidade e que não se sabe como reagem os jovens ou os idosos. A razão de tal atitude só se prende segundo parece com o preço, pois como é normal se não é tão boa também é mais barata, mas neste caso, e a meu ver, o barato sai caro.
Onde estão os especialistas portugueses sobre estas matérias a colocar em causa o que a “TaskForce”, Autoridade de Saúde e Governo estão a fazer?
Já agora, nos Açores como será? O Governo Açoriano vai aceitar as vacinas da ASTRAZENECA, e tratar-nos como portugueses de segunda e de autênticas cobaias no caso dos nossos jovens e idosos, ou vai impor-se e exigir as da PFIZER ou da MODERNA?
Seria importante perceber, e são só 450 mil doses, uma gota de água no Oceano com um valor total de 6 milhões de euros, uma bagatela e ter a certeza que todos os açorianos estariam vacinados por igual e não sujeitos a possíveis imprevistos até fatais.
Afonso Quental, José Manuel Leal and 11 others
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Cansada e incapaz de mexer as pernas. O relato de uma fisioterapeuta vacinada – NiT

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O telefone tocou: havia uma dose a mais da vacina e a toma iria ser antecipada. Jéssica Sousa não hesitou e aproveitou. Dois minutos depois da injeção, surgiram os primeiros efeitos indesejados. A audição foi a primeira a ser afetada. “Parecia que estava num túnel”, conta à NiT a fisioterapeuta de 27 anos. Quando deu … Continued

Source: Cansada e incapaz de mexer as pernas. O relato de uma fisioterapeuta vacinada – NiT

Uma carta ao “Senhor Presidente”

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Insignes advogados, integrantes de alguns dos mais caros escritórios de advocacia do país, gente habituada aos melífluos ambientes dos corredores do poder, hábeis mãos na mistura dos negócios com a política, subscreveram coletivamente uma carta ao “Senhor Presidente” para verem um desejo satisfeito. Invocam o artigo 32.º da Constituição Portuguesa que no nº 8 dispõe […]

Source: Uma carta ao “Senhor Presidente”

VIENA POLÍCIA AUSTRÍACA JUNTA-SE AOS MANIFESTANTES

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E EM PARIS….Por isso é que o Macron desistiu do terceiro confinamento! Aqui no Portugal dos pequeninos percebe se porque é que o velho das “selfies” continua no poleiro…

0:27 / 0:33

Ready!

CHEGA DE DITADURA!!! VIENA ESTÁ FINALMENTE NO CAMINHO DA LIBERDADE E RACIONALIDADE!!! 💪

A polícia retira capacetes e coloca-se ao lado dos manifestantes contra …

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mais um golpe de estado na Birmânia (Myanmar)

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Antonio Sampaio

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José Ramos-Horta

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Myanmar: Ramos-Horta “extremamente preocupado” com situação
Díli, 01 fev 2021 (Lusa) – O ex-Presidente timorense José Ramos-Horta mostrou-se hoje “extremamente preocupado” com a situação em Myanmar, apelando a uma posição conjunta “forte” dos EUA, UE e China para responder ao que classificou como “golpe militar” no país.
O Exército de Myanmar (antiga Birmânia) declarou hoje o estado de emergência e assumiu o controlo do país durante um ano, após deter a chefe do Governo, Aung San Suu Kyi, informou um canal televisivo controlado por militares.
“Estou extremamente preocupado como estão os países membros da ASEAN, por causa deste grande revês no processo da democratização em Myanmar, que ocorre num período profundamente conturbado na região e no mundo”, disse.
Ramos-Horta disse à Lusa que é “urgente uma tomada de posição conjunta” dos Estados Unidos, da União Europeia, Japão, Coreia do Sul e China para “restaurar a ordem constitucional democrática” no Myanmar.
“É obvio que os militares ficaram surpreendidos com o revês dos seus candidatos nas eleições e não gostaram. Veem o poder civil a consolidar-se e aproveitam a onda que estalou nos Estados Unidos de fraude eleitoral, que Trump e uma parte da ala republicana semearam, e acharam que também podiam fazer o mesmo em Myanmar, alegando fraude eleitoral”, afirmou.
Ramos-Horta disse que observadores consideraram que as eleições “corresponderam exatamente às previsões de que a Liga Nacional para a Democracia (LND) da senhora Suu Kyi iria manter a sua esmagadora maioria”.
E notou que apesar das criticas internacionais em relação a Suu Kyi, nomeadamente em torno ao tema da minoria muçulmana dos rohingya, a chefe do Governo “continua a inspirar confiança na esmagadora maioria do povo”, ainda que “não tanto nas minorias étnicas que muito se sentiram defraudadas por Suu Kyi”.
“Ao longo destes anos eu fui voz solitária na comunidade internacional a alertar o próprio Secretário Geral da ONU, Antonio Guterres, a UE, EUA, para terem cuidado e não isolarem Suu Kyi. Os militares têm vindo a seguir cada passo dela, e se desse um passo em falso dizendo qualquer palavra de simpatia pelos rohingyas, eles interviriam”, disse.
“Sempre tentei argumentar que estavam a ser demasiado irrealistas e injustos com ela. Deviam apoiá-la porque estava um jogo de equilíbrio com o povo birmanes, os budistas que não veem com bons olhos os muçulmanos e com os militares”, frisou.
O “golpe militar” apanhou a comunidade internacional “distraída” com a pandemia da covid-19 e a crise económica internacional, sendo que a administração Trump “é a maior responsável de dar cobertura a regimes autocráticos e militares que sempre tiveram o apoio moral por parte de Trump”.
O Nobel da Paz considera que a situação em Myanmar é ainda um “teste muito sério à ASEAN” que deve “ter uma tomada de posição forte e firme”, procurando sensibilizar a China para que “não cometa nenhum erro de dar apoio a este golpe militar”.
“Creio que Xi Jinping mostrará inteligência e astúcia se colaborar com EUA e UE nesta questão”, disse.
O Exército de Myanmar (antiga Birmânia) prometeu hoje organizar novas eleições quando terminar o estado de emergência de um ano, decretado após o golpe de Estado levado a cabo pelos militares.
“Estabeleceremos uma verdadeira democracia multipartidária”, anunciaram os militares num comunicado publicado na rede social Facebook, acrescentando que o poder será transferido após a realização de “eleições gerais livres e justas”.
O partido da líder de Myanmar, Aung San Suu Kyi, detida hoje pelo Exército, apelou à população para que se oponha ao golpe de Estado e ao regresso a uma “ditadura militar”.
A Liga Nacional para a Democracia (LND), que venceu as eleições de novembro com grande vantagem, publicou um comunicado na rede social Facebook, em nome de Aung San Suu Kyi, afirmando que as ações dos militares são injustificadas e violam a Constituição e a vontade popular.
De acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), terá sido a própria Aung San Suu Kyi quem “deixou esta mensagem à população”, segundo explicou no Facebook o presidente do seu partido, Win Htein.
ASP // SB
Lusa/Fim
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Rosely Forganes, Rosa Horta Carrascalao and 26 others
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reflexão sobre os telejornais que não dão o que é notícia

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EXCELENTE reflexão 👏
Os telejornais têm aberto todos os dias, e assim ficam todos uns bons 20 minutos, com imagens de transporte de doentes para o Funchal e para outros locais. E seguem entusiasmados esses transportes em directo, o avião, as ambulâncias, como seguem o carro do Marcelo ou o autocarro de Benfica, como se isso fosse notícia e assim distraindo as pessoas do essencial.
O que é que é verdadeira notícia? Olha…, desde logo esmiuçar as razões que levam a que este bando de incompetentes que nos governa não tenha antecipado todo este problema e antecipado também a sua resolução (quando teve quase um ano para isso), ao invés de andar agora a apagar fogos e a distribuir doentes por todo o lado.
Verdadeira notícia? É esta pouca-vergonha da novela sem fim do procurador Guerra e que ofende o governo, a ministra, os ministros, o PM, o PR, e, acima de tudo, Portugal e todos os portugueses. Notícia? Notícia é o PM ter mentido com todos os dentes (e ele aparenta ter mais do que o comum dos mortais) dizendo num programa da televisão que o seu Ministro da Educação não tinha dito o que disse. Notícia é o Ministro de Educação ter igualmente mentido com a lata toda, dizendo que não disse o que nós todos ouvimos e sabemos que disse. Notícia é o Secretário Geral Adjunto do PS não saber o que diz nem ninguém compreender o que disse sobre as aulas presenciais ou à distância.
Notícia é o PM mentir, também e outra vez, dizendo que antes do Natal desconhecia a estirpe britânica do vírus chinês (se os britânicos levam com a identificação, os chineses levam também; já dizia o sapateiro em A Canção de Lisboa: “ou há moralidade ou comem todos”), isto quando toda a gente sabe que isso é mentira.
Notícia é toda esta bandalheira a que se está a assistir com a vacinação da gripe chinesa, com toda esta maltosa a atropelar-se para passar à frente dos médicos, dos velhos e dos doentes, o que revela, se não o conluio do governo, pelo menos a sua total incompetência na coisa mais séria que lhe cabia fazer, gerir e controlar.
Notícia é, no meio de toda esta desgraça e miséria, levantar-se de tempos a tempos nas suas perninhas aquele tolo do Ministro Pedro Santos a anunciar como prova de vida TGV’s, aeroportos e dinheiro para a TAP e para isto e para aquilo, quando por todo o lado se anunciam antes insolvências de cabeleireiros, restaurantes e de um número incontável de outros estabelecimentos.
A comunicação social não tem notícias? Notícia é o PR ter anunciado que a Ministra da Saúde lhe mentiu ao ter garantido que havia vacinas para a gripe, quando não havia, e ficar tudo na mesma. Notícia é o Ministro da Educação ter mentido ao garantir que havia computadores para todas as crianças quando não tinha comprado coisa nenhuma.
Notícias? Notícia devia ser a oposição à esquerda estar calada com tudo o que se está a passar quando em outros tempos não parava de ganir perante qualquer minudência.
Mas não: levamos com a notícia pormenorizada dos transportes dos pobres doentes. Como foi feita, em que avião, quanto gasta aos 100, quanto tempo durou, se as luzes da pista de aterragem estavam ligadas, qual a equipa médica que seguia no aeroplano, eu sei lá que mais.
A comunicação social tem muitas notícias, teve muitas notícias ao longo da semana e todas elas merecedoras de abrirem os telejornais; prefere é esconde-las e passar um pano pela incompetência do governo socialista. E por isso estamos 20 minutos a ver os pobres doentes a serem transportados de um lado para o outro. Não há almoços grátis e aquela pipa de massa dos contribuintes que o governo socialista ofereceu há um ano à comunicação social tem de ser paga, ainda que ao ponto de a comunicação social perder a sua credibilidade e violar os critérios jornalísticos.
Miguel Jonet!
Helena Canotilho, Pompeu José Vieira Pais and 4 others
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