edifícios colaborativos

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Sobre os edifícios colaborativos, espaços físicos ideiais para promover a colaboração nas equipas. #recursoshumanos
“O ambiente colaborativo deve permitir os mecanismos do acaso, incentivar os encontros aleatórios e promover a flexibilidade da interação.” — o artigo desta semana de

Pedro Almeida Maia

é sobre a colaboração no trabalho. #psicologiaorganizacional

Colaboração no trabalho: o espaço físico
PT.LINKEDIN.COM
Colaboração no trabalho: o espaço físico
Qualquer gestor de recursos humanos preocupa-se, além de outras coisas, em pro

OS AUMENTOS EM 2021 BAIXAM O RENDIMENTO VIA IRS

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Aumentam o ordenado mínimo em cerca de 4,5% e aplicam 2,80% de IRS ao mesmo. A taxa prevista de inflação para 2021 é de 3,5%, significando que quem ganha o ordenado mínimo ficou pior do que estava em 2020.
Algum economista explica-me a lógica desta jogada?
Mínimo de existência IRS 2020: qual o valor e a quem se aplica
ECONOMIAS.PT
Mínimo de existência IRS 2020: qual o valor e a quem se aplica
Sabe a partir de que valor se paga IRS? O mínimo de existência do IRS é o montante de rendimentos ganhos por uma pessoa que está isento de IRS….
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Parlamento Europeu pede a Portugal que envie toda a documentação sobre procurador europeu – O Jornal Económico

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Numa carta enviada à ministra da Justiça, os eurodeputados pedem que sejam fornecidos ao Parlamento Europeu todos os currículos e atas sobre a seleção entre os candidatos portugueses ao cargo de procurador europeu, para escrutinar a nomeação de José Guerra e certificar “total transparência” do proce

Source: Parlamento Europeu pede a Portugal que envie toda a documentação sobre procurador europeu – O Jornal Económico

Crónica 380 o canto da sereia 2.2.2021

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esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

 

Crónica 380 o canto da sereia 2.2.2021

 

O homem-rã Kaj Peters visita a pequena sereia

 

Portugal sempre teve uma inversão de valores que é muito mais notória na segunda metade do séc. XX e começo do séc. XXI, idolatram-se personagens de pés de barro, principescamente pagas (ex.º jogadores de futebol e outros desportos da moda) e remetem-se à mais profunda obscuridade todos os que com o seu pensamento e obras engrandecem as gerações em que vivem. Passa-se isto na literatura (dantes só se vangloriavam os autores na literatura de cordel, ou de faca e alguidar e hoje na escrita a metro como Rodrigues dos Santos e outros), nas artes plásticas, na arquitetura, no cinema, na música (só se dá valor aos “pimbas”) e os Açores não diferem do pequeno retângulo ibérico, embora aqui exista uma desproporcional quantidade de autores, em todas as áreas do saber, que mereciam alcandorar-se a prebendas internacionais dada a universalidade das suas obras.

E o que fazem os governos, o nacional e o regional? Concedem umas fraciúnculas como dantes os senhores feudais atiravam migalhas das ameias dos seus castelos à turbamulta famélica que demandava as pontes levadiças. Tal generosidade não permite à grande maioria viver da sua arte, ou criar livremente sem constrangimentos de como vai alimentar-se a si e à sua família. Nos relatórios anuais dos orçamentos públicos são sempre nomeadas as centenas de individualidades e entidades coletivas que recebem esses óbolos governamentais e nessa amálgama de milhentos nomes a generosidade governamental parece infinda, Depois, surgem as cliques e as claques que vendem a alma e as palavras ou as paletas em troca de apoios.

Dizia o falecido escritor micaelense Daniel de Sá (em 2010) que os Colóquios da Lusofonia (AICL) tinham feito mais para disseminar a rica literatura açoriana que 34 anos de benesses autonómicas. Pode ser que sim, e o que temos feito é “pro bono” almejando levar a conhecer a mais gente, nos quatro cantos deste mundo redondo, a vasta produção literária, musical e artística destas nove ilhas. Não queremos comendas nem honrarias, mas, uma vez por outra, gostávamos que nós e tantos outros que no arquipélago se dedicam a estas nobres causas, pudessem dispor de meios para combater o custo da insularidade seja com as outras ilhas, ou o torrão ibérico ou com a diáspora.

Isto não é nem queixume nem pedinchice (que em várias áreas económicas dos Açores resultam sempre em mais apoios). É o meu canto da sereia, uma mera constatação que visa combater os resultados negativos das estatísticas que apontam os Açores com os piores indicadores na retenção escolar, nos níveis de escolaridade, nas baixas qualificações dos seus pequenos e médios empresários, e na baixa formação das classes trabalhadoras, enquanto não se der valor à cultura e educação nunca sairemos da cauda das estatísticas e nunca atingiremos uma autonomia plena por falta de massa crítica. Um povo culto nunca toleraria a corrupção, o nepotismo e o chico-espertismo em que o país se afunda.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

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lagoa das furnas eutrofizada

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Lagoa das Furnas fotografada a 19 de julho de 1959, pela US NAVY (Secret).
E hoje, pelo Google Earth…
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Detidos após furarem cerca em carrinha de venda de pão – Açoriano Oriental

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O Comando Territorial dos Açores anunciou que na segunda-feira constituiu arguidos dois homens de 18 e 20 anos por desobediência ao confinamento, após furarem cerca de Rabo de Peixe em carrinha de venda de pão

Source: Detidos após furarem cerca em carrinha de venda de pão – Açoriano Oriental

morreu a atriz ADELAIDE JOÃO

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Morreu esta quarta-feira de madrugada a atriz Adeleide João, vítima da Covid-19. É a segunda morte após o surto do novo coronavírus na Casa do Artista.
Maria da Glória Pereira Silva, de nome artístico Adelaide João, nasceu em Lisboa em 27 de julho de 1921 e começou como atriz amadora no grupo de teatro da Philips.
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