PROIBIÇÃO SENSATA: AS REVISTAS ENTORPECEM E OS LIVROS ABREM JANELAS

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Nesta chafarica cada vez mais desgovernada podes comprar a Caras mas livros…é proibido.
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(Imagem e inscrições do meu amigo Artur Ribeiro)
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UE E A TRAPALHADA DAS VACINAS

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Na Comissão Europeia conseguem dormir à noite?
A Comissão Europeia começou por convencer os Estados membros a centralizar as compras de vacinas contra a covid-19.
A opção, independentemente das questões técnicas e jurídicas que possam existir em seu favor, parecia ter alguma lógica política: ir aos fornecedores falar em nome de 450 milhões de pessoas em vez de ter 26 países a competir separadamente pelas suas fatias seria um bom instrumento de negociação.
Poucos se atreveram a contrariar este raciocínio.
Há também o problema da validação científica da entrada das vacinas no espaço europeu: estar esse processo centralizado numa única entidade – a Agência Europeia do Medicamento – também parecia ser um procedimento pacífico entre os governantes europeus.
Ora, a capacidade negocial da União Europeia sobre as farmacêuticas que escolheu como fornecedoras de vacinas focou-se, percebe-se agora, em conseguir o maior número de vacinas possível ao mais baixo preço possível, em vez de se focar no que era necessário: o fornecimento mais rápido possível de vacinas, independentemente do custo.
Por outro lado, decidiu-se logo à partida não adquirir vacinas à Rússia, apesar de a Sputnik V ter sido a primeira no mundo a ser registada.
Foi, aliás, posta sob enorme suspeita a sua qualidade.
Na verdade, comprova-se agora que a vacina russa, a Sputnik V, tem uma elevada percentagem de eficácia, acima de 91%, e é tão segura como as outras.
Por outro lado, as farmacêuticas contratadas pela Comissão Europeia só entregaram as vacinas para aprovação na Agência Europeia de Medicamento semanas depois de o terem feito nos organismos similares dos Estados Unidos da América, Inglaterra, Israel e vários outros países – e na União Europeia isso passou sem queixa que se visse.
Ainda por cima, a agência europeia está a ser lenta a fazer as suas aprovações – aliás, nem compreendo como é que o processo não é naturalmente acelerado, dadas as aprovações entretanto feitas por outros reguladores de medicamentos no mundo, tão ou mais credíveis do que os organismos europeus.
Quando a Hungria, ao perceber que não podia contar com a União Europeia para resolver o problema do fornecimento de vacinas à sua população, resolveu pôr o seu regulador de medicamentos a aprovar a vacina russa e uma das vacinas chinesas – a da Sinopharm -, a Comissão Europeia teve de engolir em seco: limitou-se a dizer que esta atitude da Hungria não era ilegal, mas era “imprópria”.
Nesta semana, a Alemanha está a discutir a compra da vacina russa, e o seu ministro federal da Saúde, Jens Spahn, já disse que “independentemente do país em que a vacina é fabricada, se forem seguras e eficazes, podem ajudar a lidar com a pandemia”.
A única coisa que ele pede é que elas sejam aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento – o que, dada a experiência anterior, é capaz de demorar…
Estamos muito concentrados em cobrar ao nosso governo todas as falhas do combate à pandemia.
Fazemos muito bem: manter a pressão acelera a solução dos problemas.
No final logo se fará o balanço mais racional e distanciado sobre a atuação do governo – e isso incluirá a apreciação sobre como António Costa lidou com a incompetência da Comissão Europeia.
Estamos, porém, muito pouco preocupados em fiscalizar o trabalho de quem acabou por ficar com o poder de decidir o destino desta pandemia na União – a Comissão Europeia.
Essa falta de pressão sobre as autoridades europeias vai ser fatal para milhares e milhares de pessoas.
Foram os estadistas europeus que nos disseram: o combate à pandemia é uma guerra.
Haver algumas dezenas ou centenas de pessoas que se vacinam à frente de quem, no meio desta guerra, devia ter prioridade é uma vergonha – nem sei como elas dormem à noite.
Faltarem vacinas na Europa porque a União Europeia quis poupar dinheiro nos contratos e porque deu prioridade à geopolítica em vez de a dar à salvação de vidas é muito mais do que uma vergonha, é, para a lógica bélica desses mesmos estadistas, um crime de guerra – por mim, nem sei como na Comissão Europeia conseguem dormir à noite.
Pedro Tadeu.
Jornal Diário de Notícias, 3 de Fevereiro de 2021.
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MEIO AMBIENTE O EXEMPLO CHINÊS

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AMBIENTE: A CHINA, OS PRECONCEITOS E OS FATOS
Em 20 anos, Pequim triplicou uso de fontes renováveis, reduziu carvão, apostou em frotas elétricas e na recuperação da biodiversidade — com imenso replantio de florestas naturais. Hoje, emite menos da metade de CO2 por habitante que os EUA…
Por Diego Pautasso
Ambiente: a China, os preconceitos e os fatos - Outras Palavras
OUTRASPALAVRAS.NET
Ambiente: a China, os preconceitos e os fatos – Outras Palavras
Em 20 anos, Pequim triplicou uso de fontes renováveis, reduziu carvão, apostou em frotas elétricas e na recuperação da biodiversidade, com replantio de florestas naturais. Hoje, emite menos da metade de CO2 por habitante que os EUA…
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PORTUGAL PAÍS MARAVILHOSO

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PAÍS MARAVILHOSO
Escreve Maurício de Carvalho no seu portal:
Somos um país maravilhoso …
os quase dez mil milhões de euros perdidos no BPN não incomodam vivalma … dos sete mil milhões que voaram do BES, nem falar … o gestor do Privado ter sido condenado a pena de prisão e negar-se a ir para a cadeia, importa pouco … os desvarios da Lusoponte, da EDP, da REN, da Brisa e de todas as outras PPPs, que revertem em centenas de milhões de euros de prejuízos para os bolsos dos contribuintes … irrelevante.
Importante isso sim, fundamental mesmo para a honorabilidade e credibilidade nacional é identificar, julgar e condenar o uso indevido de 300 vacinas, 50 frascos do produto que acabaram em braços indevidos e errados… alguns com justificada razão.
Somos um país maravilhoso …
E a propósito … o treinador do Sporting deve, ou não, assumir a candidatura ao campeonato e quem é responsável pela crise do Benfica? …
Somos um país maravilhoso …
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ATÉ OS ELÉTRICOS DESCARRILAMTAL COMO O PAÍS

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Luis Torres

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Descarrilamento de um elétrico na Baixa de Lisboa fez seis feridos
RTP.PT
Descarrilamento de um elétrico na Baixa de Lisboa fez seis feridos
Todos os feridos foram todos transportados para o Hospital de São José. O acidente aconteceu na Praça da Figueira por volta das 11h30. Um dos feridos é o guarda-freio, que terá tido uma quebra de tensão e o elétrico acabou por descarrilar.
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PROTESTO COINCINERAÇÃO EM SAO MIGUEL AÇORES

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Luis Torres

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Antena 1 Açores – Novo revés no processo de construção da incineradora de São Miguel.
O grupo Tecnovia apresentou reclamação contra a vencedora do concurso, a italiana Termomecânica.
Agora por causa de um alvará que a Termomecânica não possui para trabalhar em Portugal.
“O Grupo Tecnovia contesta a ausência de alvará em Portugal da empresa Termomecânica, que ganhou o concurso para a construção da incineradora de Sâo Miguel.
A reclamação, apresentada junto da Comissão de Análise das Propostas, é confirmada à Antena 1 Açores por Ricardo Rodrigues, presidente da Musami, a empresa responsável pela gestão de resíduos na ilha de São Miguel.
Ricardo Rodrigues adianta que a reclamação da Tecnovia está a ser devidamente analisada pelos serviços jurídicos.
O Grupo Tecnovia, que se associa a duas empresas (uma espanola e outra belga), ficou em segundo lugar no concurso para a construção da incineradora, com um preço de obra no valor de 59 milhões de euros, mais um milhão que a Termomecânica.
A 11 de Dezembro último, a Antena 1 Açores avançou que a Termomecânica ganhou o concurso público internacional. Na fase de apresentação dos documentos, a Tecnovia verificou que a Termomecânica, por não possuir alvará de construção em Portugal, apresentou uma declaração de uma empresa do continente.
Só que, segundo alega a Tecnovia, não existe qualquer vínculo que ligue as duas empresas e as habilite à empreitada de construção e concepção da incineradora.
Na reclamação feita à Musami, o Grupo Tecnovia requer a anulação da decisao de entrega da obra à Termomecânica e que a mesma lhe seja entregue.
Este processo de contestação da Tecnovia poderá acabar em Tribunal.
Isto depois da Termomecânica recorrer, também em Tribunal, da decisão da obra ser entregue à Steinmuller, o que acabou na anulação do primeiro concurso.” (CV)
Chrys Chrystello

Teófilo Braga · Com os pés na terra (490) Apontamentos sobre António Borges (1)

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Com os pés na terra (490)
Apontamentos sobre António Borges (1)
António Borges da Câmara Medeiros, 3° filho do morgado António Pedro Borges da Câmara Medeiros e de Maria Francisca de Andrade e Albuquerque Bettencourt nasceu no solar do Calço da Furna, na Fajã de Baixo, a 14 de junho de 1812 e faleceu em Ponta Delgada, no dia 19 de março de 1879. O que viria ser um homem robusto foi batizado, em casa, logo após o nascimento, devido à sua debilidade física.
O seu interesse pelas plantas e jardins e pela agricultura poderá estar associado ou foi potencializado pelo fato de António Borges ter frequentado um curso agrícola na escola de Grignon, em França.
António Borges casou-se com sua prima Maria das Mercês de Andrade Albuquerque (1820- 1906), filha de Mateus Francisco de Andrade Albuquerque Bettencourt e de sua 1.ª mulher Maria Soares de Albergaria, que era viúva de Caetano de Andrade Albuquerque Bettencourt.
Embora não tenha herdado os morgadios familiares, através das várias heranças que recebeu e do património de sua prima com quem casou passou a ser possuidor de meios que lhe garantiram uma vida faustosa.
De acordo com Francisco Maria Supico, foi António Borges que projetou a rua Formosa (hoje rua de Lisboa), cuja obra de abertura começou em 1839. De acordo com o mesmo autor, os terrenos que a rua atravessou eram na sua maioria pertencentes ao seu irmão mais velho Duarte Borges da Câmara Medeiros que os cedeu gratuitamente à Câmara Municipal de Ponta Delgada.
António Borges teve uma atividade política muito reduzida, sendo adepto da tendência mais conservadora do liberalismo. Foi governador civil em 1848.
Relativamente à sua atividade relacionada com a agricultura, no Agricultor Micaelense, nº 25, de janeiro de 1850, pode ler-se o seguinte: “O Sr. Antonio Borges da Câmara e Medeiros, nosso consocio, tem introduzido recentemente várias egoas, alguns cavalos pães e uma vaca de Yorkshire”.
A participação de António Borges na vida da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense não foi tão intensa como a de José do Canto ou de José Jácome Correia. Com efeito, enquanto aqueles fizeram parte dos órgãos sociais da associação, António Borges teve um envolvimento muito reduzido, sabendo-se que a 15 de dezembro de 1850 foi nomeado para fazer parte de uma comissão encarregada de fazer a revisão das contas de gerência apresentadas pela direção.
Em 1853, António Borges instalou, no seu prédio na Lombinha dos Cães, uma pequena estufa, por ele desenhada, em ferro e vidro que terá custado, no total da obra, 1 200§000 Reis.
Sobre as estufas de vidro, recorde-se que, segundo José do Canto, em carta de Paris, datada de 13 de outubro de 1853, António Borges já naquela altura estava a desenhar uma estufa, tendo a intenção de levar para os Açores a armação de ferro e os vidros. No mesmo ano; aos 41 anos de idade, fez uma demorada viagem pela Europa, tendo na ocasião adquirido um grande número de plantas exóticas.
Em 1854, de acordo com carta de Paris de José do Canto a seu primo Jácome Correa, datada de 15 de fevereiro, onde considera António Borges “excessivo em todas as cousas a que se aplica, e como é facilmente absorvido por ellas” aquele que também estava na referida cidade, para além de passar os dias “nos viveiros ou no Jardim das Plantas, e as noutes, com pequenas excepções, são empregadas em folhear catálogos e tomar notas”,
Na mesma carta fica-se a saber que António Borges havia adquirido grande quantidade de plantas tanto em Paris como em Londres. A quantidade era tanta que José do Canto, escreve que só as provenientes do “Jardim das Plantas, não ocuparão menos de 20 estufas grandes portáteis, afóra os caixões.”
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32350, 3 de fevereiro de 2021, p.14)
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Presidente indigitado da EDA quer aumentar recurso a renováveis – Jornal Açores 9

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No âmbito de uma audição na comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Nuno Pimentel referiu que se pretende desta forma “contribuir para a descarbonização e desenvolvimento sustentável dos Açores”, tendo a empresa definido como meta para 2025 atingir uma taxa de penetração das renováveis de 60%. O gestor apontou como outros objetivos no […]

Source: Presidente indigitado da EDA quer aumentar recurso a renováveis – Jornal Açores 9

att amantes do caos a vacinação em Portugal é melhor do que pensam

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A CAUSA DAS COISAS
Tem andado uma “berraria” estérica nas redes sociais e obretudo entre aqueles conhecidos jornalistas pantanosos, quanto ao pressuposto alegado por alguma “estirpe” de gente, de que Portugal estaria em último lugar na Europa, sobre a percentagem de população vacinada.
Ora, em abono da verdade, Portugal ocupa a 14.ª posição na lista de países com maior percentagem de população que recebeu pelo menos uma dose. De acordo com os últimos dados, 2,7% da população portuguesa já recebeu pelo menos uma dose da vacina e 0,74% estão completamente vacinados, tendo já recebido as duas doses do fármaco contra a covid-19.
Portugal está 1,10 pontos percentuais acima da taxa de vacinação da União Europeia.
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De Lahti para Torres Vedras. Finlândia também oferece ajuda hospitalar a Portugal – TSF

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O presidente da Câmara de Lahti, na Finlândia, já colocou à disposição de Portugal o envio de mais médicos e enfermeiros. O contacto foi estabelecido diretamente com o autarca de Torres Vedras, que conta à TSF o estado da epidemia na região.

Source: De Lahti para Torres Vedras. Finlândia também oferece ajuda hospitalar a Portugal – TSF