Vacinação indevida em Misericórdia dos Açores | TVI24

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Vários membros da direção da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, Açores, terão sido indevidamente vacinados contra a covid-19. A TVI teve acesso a documentos que indiciam que, para além da inoculação ilícita, essa informação terá sido ocultada das listas de pessoas vacinadas naquela instituição. Entre os alegados infratores estarão o provedor e a vice-provedora, que no início do mês também foi nomeada Diretora Regional para a Promoção da Igualdade no arquipélago. A TVI teve acesso a listas de pessoal prioritário para receber a primeira dose a vacina contra a covid-19 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo e, na primeira lista de inoculados, para além dos funcionários e utentes, surgem os nomes de quatro membros da direção: três membros da mesa administrativa e o provedor, António Bento Barcelos.

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O PICO GELADO

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TEOLINDA GERSÃO 40 ANOS

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Norberto Ávila

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40 anos de escrita de Teolinda Gersão | e-cultura
E-CULTURA.PT
40 anos de escrita de Teolinda Gersão | e-cultura
O livro “O Regresso de Júlia Mann a Paraty”, marca quatro décadas de carreira literária da escritora Teolinda Gersão. Em entrevista à Renascença, a autora revela que são a ‘paixão’, o ‘impulso’ e ‘uma maneira de estar viva’ que a motivam a escrever.

Pilotos vão ter cortes salariais entre 50% e 35%. Este é o acordo fechado com a TAP – ECO

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Em vez da cessação de contratos de trabalho de 458 pilotos já em 2021 (para um total de 895 efetivos), prevê-se uma “redução progressiva” e acompanhada de medidas voluntárias.

Source: Pilotos vão ter cortes salariais entre 50% e 35%. Este é o acordo fechado com a TAP – ECO

OS PARDAUS DE TIMOR

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“Circulou” em Timor durante séculos uma “moeda” de que não se fala: o Pardau Timor . Em que consistia? Os timorenses de algumas regiões, por métodos primitivos de lavagem das areias de algumas ribeiras colhiam lâminas e pepitas de ouro que depois guardavam no interior de penas de aves. Eram essas penas recheadas de pequenos fragmentos de ouro, pesando em média cerca de 1,793g, que depois eram usadas na compra de gado, panos, etc. A primeira notícia sobre este uso consta da “Memória resultante do inquérito industrial em Timor”, 1846, da autoria do governador de Timor Frederico Leão Cabreira. Descrevendo o processo de garimpagem do ouro levado a cabo pelos timorenses, acrescenta: “Juntam-no depois na parte oca das penas de alguns pássaros, e assim o trocam geralmente pelos panos de que precisam para se cobrir”. Este processo manteve-se: Em 1937, o “Exploration of Portuguese Timor: report of Allied Corporation to Asia Investment Company, limited”, p. 35, depois de descrever o método habitual de recolha, relata: “The gold is then picked from the sandstone and put in quills”. J. Ferraro Vaz, 1964, “Moeda de Timor”, p. 106, escreve: “Conjugando as notícias várias, não será descabido identificar o “pardau Timor” de então com as penas de ave contendo pepitas de ouro, que ainda hoje o povo traz ao mercado. Desprovido de meios de pesagem, o timor usaria (e ainda usa) estes recipientes naturais, escolhendo os de capacidade aproximadamente igual, para servir de medida padrão (“segundo informações colhidas, a pena mais usada actualmente – c.1964 – é a de milhafre que, quando carregada de pepitas se conhece por murak mano fulun”)”.
Será que algum amigo nosso timorense pode confirmar estes testemunhos? Ainda existirá memória do “Pardau Timor”?

Domingos de Oliveira

Junto uma gravura de uma pena de ave com pepitas, retirada da obra “Moeda de Timor”:

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QUEIXA CONTRA A INCINERAÇÃO EM S MIGUEL

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Pierre Sousa Lima

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Antena 1 Açores – A queixa já seguiu para Bruxelas.
O financiamento da futura incineradora de São Miguel não cumpre as regras estabelecidas pela Comissão Europeia.
A denúncia é do Movimento Salvar a Ilha, através da Associação ambientalista ZERO.
Com urgência, está pedida uma nova reunião ao secretário regional do Ambiente.
“O projecto da futura incineradora de São Miguel não cumpre as metas de reciclagem estabelecidas para 2025 e 2030 e, por isso, já há queixa na Comissão Europeia.
A iniciativa é do Movimento Salvar a Ilha, através da Associação ambientalista ZERO.
Em causa está também um estudo encomendado à Universidade dos Açores, diz o ambientalista Filipe Tavares, que quer por isso reunir com urgência com o Secretário regional do Ambiente.
Filipe Tavares exige também que o Governo Regional não lave as mãos num processo que, diz, peca por falta de ética.
Filipe Tavares defende também uma revisão urgente do Plano Estratégico de Gestão de Resíduos nos Açores que deixou de estar em vigor em Março do ano passado. ” (CV)
https://www.facebook.com/antena1acores

(jornal das 18h. dia 4/2/2021)

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UM POVO QUE NÃO PRESERVA O SEU PATRIMÓNIO ESTÁ CONDENADO AO OLVIDO

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Do triste estado em que se encontra o património arquitectónico e natural
O primeiro povoador da ilha do Pico, Fernão Álvares Evangelho, saltou da caravela para um penedo negro de nome Castelete, ex libris das Lajes do Pico. Reza a História que o mar se levantou, de modo que não foi possível a mais ninguém pôr o pé em terra firme. Naquela noite levantou-se vento, de modo que, no dia seguinte, não havia sinal da caravela.
Fernão Evangelho ficou sozinho apenas na companhia de um cão que trazia é por lá esteve um ano. Nas novas terras ele e o seu cão viveram cerca de um ano, junto a uma ribeira – actualmente conhecida por Ribeira Fernando Álvares.
Ainda hoje se conservam as ruínas da casa que então lá construiu.
Entretanto, a caravela, empurrada pelas ondas, foi ter à baía das Ribeiras e por lá se quedaram os restantes tripulantes, até que, no desbravar dos matos, encontraram-se todos passado um ano.
Alguns ficaram por ali como Jordão Álvares Caralta. Outros no sítio da Maré, junto ao local do primeiro desembarque. Além das suas habitações, edificaram ali a Ermida de São Pedro (ainda existente), onde foi pároco da ilha, o primeiro, Frei Pedro Gigante, considerado por alguns historiadores o introdutor da casta Verdelho.
📷Ana Monteiro
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campanha de novos sócios COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

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a AICL Colóquios da Lusofonia celebra os 20 anos de existência após realizar 32 colóquios bianuais, editor 3 dúzias de Cadernos de Estudos Açorianos, duas dezenas de Tertúlias online, 5 antologias publicadas e outros livros, tradução de autores, autores açorianos musicados, e outras dezenas de projetos levadas a cabo neste período (cf Historial anexo)

Pretendemos ampliar a base dos nossos associados para tomarem parte nas novas atividades a que a pandemia nos obrigou.

a todos os novos sócios inscritos até 1 de março 2021 nós isentamos do pagamento de joia.

historial curto

fichaAICL Preencha a ficha anexa e junte-se a nós