CARLOS WALLENSTEIN POETA AÇORIANO MUITO ESQUECIDO

Views: 1

POESIA AÇORIANA – CARLOS WALLENSTEIN
AO DEUS DESCONHECIDO
Alheio à prática laboratorial
Falo de ti que és mudo universal
Louco possesso da tua substância
Cultiva o nevoeiro da distância
Reduz-me a concreto petrificado
Verme ignoto deste chão pisado
E vive real Desconhecido
Enquanto não fores definido
@Carlos Wallenstein (dos Santos Teixeira) nasceu em Ponta Delgada em 1926. Frequentou as Faculdades de Letras e de Direito de Lisboa e Coimbra, mas a sua vocação sempre foi o teatro. Foi poeta, escritor, declamador, ator, dramaturgo, encenador, contista, tradutor e dirigiu a Secção de Teatro da Fundação Gulbenkian. Foi colaborador de publicações como Sísifo e Colóquio/Letras. Publicou um livro com 2 Cd com a leitura de 42 poetas portugueses, entre eles muitos açorianos “Textos Literários Poesia: Poetas Portugueses dos séculos XIX e XX”.
Diz-se que também publicou poesia sob o pseudónimo Manuel Ladeira.
Dele disse Pedro Tamen: «A Vida que Carlos Wallenstein viveu, dispersa, múltipla, pródiga de talentos generosamente disseminados, terá ocultado a muitos a notável qualidade da sua poesia»
© WordPress.com; Companhia Nacional de Música
Like

Comment
Share

O preço da Paz em Portugal (o país dos generais, diria eu)

Views: 1

Um amigo enviou-me os seguintes dados que dão que pensar, se é que pensar vale a pena, numa mentalidade acomodada e com medo a tudo o que possa levar a um pensar diferenciado ou diferente! Pergunta-se: porque será que um país tão pequeno tem mais generais que outos países com exércitos grandes? Certamente essa é […] Saber mais

Source: O preço da Paz em Portugal

Why is the global climatic cataclysm of the sixth century virtually unheard of? | Ancient Origins

Views: 0

There was a sign from the sun, the like of which had never been seen and reported before. The sun became dark and its darkness lasted for 18 months.

Source: Why is the global climatic cataclysm of the sixth century virtually unheard of? | Ancient Origins

atualização BGA Bibliografia geral da açorianidae

Views: 0

autor pede encarecidamente a todos que o informem de obras em falta na obra citada a fim de poderem ser incluídas na atualização em linha que a AICL está a fazer desde 2017 (consulta em anexo pdf: https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/02/bibliografia-lusofonia-online.pdf ), deixe os dados da publicação nos comentários em https://blog.lusofonias.net/2021/02/14/atualizacao-bga-bibliografia-geral-da-acorianidade-2017-ed-letras-lavadas/ ou envie para lusofonias@lusofonias.net

AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA NOVOS SÓCIOS

Views: 0

 

a AICL Colóquios da Lusofonia celebra os 20 anos de existência após realizar 32 colóquios bianuais, editor 3 dúzias de Cadernos de Estudos Açorianos, duas dezenas de Tertúlias online, 5 antologias publicadas e outros livros, tradução de autores, autores açorianos musicados, e outras dezenas de projetos levadas a cabo neste período (

Pretendemos ampliar a base dos nossos associados para tomarem parte nas novas atividades a que a pandemia nos obrigou.

a todos os novos sócios inscritos até 1 de março 2021 nós isentamos do pagamento de joia.

fichaAICLPreencha a ficha anexa e junte-se a nós

o dia em que atiraram salazar ao rio

Views: 0

The Salazar Bridge in Lisbon (now Ponte 25 de Abril) literally being cleaned of its name following the April 25 Revolution.
(via

Patrícia Martins Marcos

)

https://www.facebook.com/anna.klobucka/videos/10225204599605283/
0:10 / 0:23
Download

João Barradas and 40 others
3 comments
7 shares
Like

Comment
Share
Comments
View 1 more comment

a sociedade a abater

Views: 1

ã :
Arrasar brasões ou defender o racismo como exclusivo dos brancos não são doidices mas sim as peças soltas da obra de desconstrução da sociedade livre.A PSP e os tribunais são os próximos alvos.
A coisa chegou envolta naquele palavreado dos amanhãs que cantam: “IGAI quer mudar recrutamento de polícias e rever formação para acabar com discriminação“. No caso concreto a intenção anunciada pela Inspecção-Geral da Administração Interna de “acabar com discriminação” significa nada mais nada menos que o assumir de um claro controlo ideológico esquerdista no acesso à PSP: “Nos testes psicotécnicos [feitos no recrutamento] temos essa proposta de criar um grupo de trabalho que integre psicólogos de forma a poder criar uma grelha de testes que seja apta a captar a existência, por exemplo, de um indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca. Vamos convocar psicólogos para a área do recrutamento” – anunciou a inspectora-geral da Administração Interna, Anabela Cabral Ferreira. A senhora inspectora-geral nunca ouviu falar dos casos de racismo entre cabo-verdeanos e guineenses em Portugal? Ou entre ciganos e negros? Não acha, por exemplo, a IGAI que “a grelha de testes” deve também captar estes casos? E a propósito de ideários porquê referir o nazi e deixar de fora o comunista ou o fundamentalismo islâmico? É caso para dizer que a IGAI não está à procura de psicólogos mas sim de controleiros!
Mas coloquemos a questão doutro modo: a senhora inspectora-geral teria coragem para dar outros exemplos? Ou que os poderia dar sem que se armasse uma polémica viral? E será que pode esclarecer o que leva a que os concursos de recrutamento para a PSP estejam a confrontar-se com uma até agora inédita falta de candidatos? Recordo que em 2020 das mil vagas ficaram mais de 200 por preencher porque não apareceram candidatos!
Mas o “por exemplo” da senhora inspectora-geral não se esgota na questão do recrutamento dos futuros agentes da PSP, leva-nos também ao ente politicamente mais útil deste momento, o tal “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca”. Este indivíduo, como a inspectora-geral bem sabe e prova com os exemplos que escolheu dar, faz parte do equipamento básico de quem agora está na vida pública e política: no tempo em que era de bom tom sair de casa logo pela manhã havia quem não conseguisse pôr o pé na rua sem levar consigo um chapéu de chuva, agora ninguém dá um passo na política sem ter ao lado para anatemizar o tal “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca”. Não interessa que o indivíduo não tenha feito nada pois tal como acontecia com os chapéus de chuva a sua função é estar lá para as emergências. Por exemplo, hoje mesmo precisa-se com urgência nas redacções de um “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca” para que seja devidamente noticiada a tentativa de degolação numa estação de serviço do Barreiro a um estudante de Medicina que se recusou a dar o seu lugar na fila de abastecimento a dois homens. Enquanto não se conseguir responsabilizar um “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca” pelo sucedido naquela estação de serviço dificilmente esta bárbara agressão sairá das páginas do “Correio da Manhã”. Também se precisa com brevidade de encontrar um “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca” para finalmente encontrar um responsável para as várias queixas por ameaças apresentadas pelo BE e afins (não sei o que surpreende mais, se o frenesi queixinhas de BE se a incapacidade da PJ para esclarecer o sucedido). Também dava jeito encontrar um “indivíduo que tenha um ideário nazi ou que seja adepto da supremacia branca” para culpar pelo falhanço da compra das vacinas pela UE, pelo atraso na distribuição dos computadores pelos alunos portugueses, pelos dados que o Governo não envia ao Conselho de Finanças Públicas ou pela provável subida dos juros da dívida. Creio que não será difícil arranjar um qualquer incauto que cumpra esse papel quanto mais não seja porque a dra. Ana Gomes arrebanhará o Chega para o efeito.
Como é que chegámos a esta tragédia grotesca? Como é que do combate ao racismo acabámos nesta armadilha do racismo como um exclusivo dos brancos? Como é que da defesa da igualdade de direitos entre homens e mulheres caímos no absurdo ficcional da identidade de género? Como é que da condenação da censura passámos para a defesa da auto-censura?… Porque tudo aquilo que tratámos como doidices, que deixámos para discutir depois, que encarámos como excentricidades de meia dúzia de lunáticos (chamavam-lhes românticos revolucionários, lembram-se?) não eram apenas mais uma maluquice mas sim as peças soltas da obra de desconstrução da sociedade livre que com mais ou menos falhas fomos durante algumas décadas do século passado e no início deste.
A queda do Muro de Berlim e o fim da URSS levaram a chamada esquerda democrática a perder o medo dos comunistas e tornaram possíveis alianças entre maoistas, estalinistas, trotskistas e os socialistas outrora admiradores de Olof Palme. Neste novo e admirável mundo já ninguém acorda com medo de ver a sua empresa nacionalizada mas vivem-se noites de pesadelo a fazer contas sobre como conseguir pagar os impostos, cumprir toda a legislação, não esquecer nenhum passo da burocracia. A isto junta-se agora o medo do patrulhamento ideológico do que se disse no passado, do confronto com o que fizeram os avós, de um deslize de linguagem…
Os objectivos revolucionários foram substituídos por uma arrazoado de intenções que legitimam tudo e o seu contrário. Expressões como “acabar com a discriminação”, “o combater as desigualdades” ou a promoção da inclusão” tornaram-se no correspondente ao “por amor” na boca dos homicidas: os mais perversos meios e os mais obscuros fins são justificados através da invocação de um propósito aparentemente tão consensual quanto indiscutível.
A propósito do que definiu como “granítica ignorância da História” por parte de Ascenso Simões (sim, o deputado socialista que lastima a falta de sangue no 25 de Abril e anseia pela demolição do Padrão dos Descobrimentos), Fátima Bonifácio escreveu um artigo intitulado “Perdoai-lhe, senhor que não sabe o que diz“. O título é óptimo mas infelizmente a ignorância, sobretudo a granítica, não só não é casual como é parte estrutural do que nos está a acontecer: estarmos nas mão de gente que não sabe o que diz mas sabe muito bem que quer – o poder sobre as vidas dos outros – como consegui-lo e sobretudo mantê-lo.
PS. Em 1961, os jardineiros da autarquia de Lisboa conceberam sem dificuldades de maior os 32 brasões do jardim de Belém. Em 2021, a CML cujo quadro de pessoal atingiu os astronómicos 13.068 postos de trabalho alega que não tem pessoal qualificado para manter esses canteiros.
(Helena Matos – Observador de 28/02/2021)
May be an image of 1 person
You and 7 others
2 comments
2 shares
Like

Comment
Share
Comments
View 1 more comment