ilustres de RABO DE PEIXE

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Dom Paulo José Tavares, Bispo de Macau, nasceu em Rabo de Peixe, em 1920 e faleceu em Lisboa, a 1973.
Era filho do camponês José Evaristo Tavares e de Maria Luísa de Amaral Tavares, frequentou o Seminário Episcopal de Angra de 1931 a 1941, a Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, de 1941 a 1945, onde obteve a láurea em Direito Canónico com a tese «A Concordata entre a Santa Sé , Portugal e a Situação Jurídica da Igreja Católica em Portugal e alguns dos seus principais aspectos» e a Pontifícia Academia Eclesiástica de 1945 a 1947. Foi ordenado sacerdote católico na Basílica de São João de Latrão, em 1943.
Depois de concluir a formação diplomática, trabalhou durante 14 anos na Secretaria de Estado da Santa Sé, sendo o primeiro açoriano a desempenhar um cargo neste dicastério da Santa Sé, onde foi adido, secretário, auditor e conselheiro de Nunciatura Apostólica.
Considerado muito próximo do futuro Papa Paulo VI, foi nomeado Bispo de Macau em 1961 por João XXIII, e sagrado na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, pelo Cardeal Secretário de Estado Amleto Giovanni Cicognani.
Depois de ir aos Açores despedir-se da família, chegou à sua diocese com seu irmão e secretário particular, o padre Manuel Alfredo Tavares. Tomou parte no Concílio Vaticano II. Durante o seu bispado, a assistência social aos necessitados e a educação da juventude dirigida pela Diocese de Macau desenvolveram-se extraordinariamente, impulsionando a construção e ampliação de dezenas de estabelecimentos assistenciais e de instrução católicos e ainda criou o Conselho das Escolas Católicas.
Durante a Grande Revolução Cultural Proletária chinesa em Macau, entre 1966 e 1968, resistiu aos ataques da elite político-comercial chinesa de Macau alinhada com Pequim, defendendo intransigentemente a liberdade das escolas católicas, cujo Conselho constituiu. As suas ações a favor do clero chinês criaram-lhe dissabores com os sacerdotes tradicionais portugueses e a administração portuguesa de Macau, cuja autoridade ainda se encontrava bastante fragilizada.
Reorganizou as paróquias de Macau construiu a igreja paroquial de Nossa Senhora de Fátima e a missão de Nossa Senhora das Dores na ilha de Coloane.
Em 1973, embora muito doente, partiu para Portugal para participar nas reuniões da Conferência Episcopal Portuguesa. Depois das reuniões, a sua saúde piorou em Lisboa, onde acabou por falecer a 12 de junho desse ano e foi sepultado no cemitério de Rabo de Peixe, num sepulcro-capela que a família consruiu.
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  • Como e bom saber admiro muito as suas Historias Dr. Carlos Melo Bento obrigado
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covid e camas nos açores

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Secretaria Regional da Saúde e Desporto apresenta capacidade de internamento dos hospitais da Região
O Secretaria Regional da Saúde e Desporto, no sentido de promover a clara e rigorosa informação dos açorianos face às preocupações existentes relativamente à capacidade de internamento dos hospitais da Região para doentes com COVID-19, nomeadamente os das ilhas em que a pandemia assume números mais avultados, entende necessário comunicar que:
– O Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada dispõe, atualmente, de 23 camas, sendo 15 em quartos de pressão negativa e 10 para cuidados intensivos, prevendo o Plano de Contingência a possibilidade de reforçar a capacidade instalada, numa segunda fase, para 80 camas, onde 20 são destinadas a cuidados intensivos e, numa eventual terceira fase, para 80 camas, acrescidas de 26 camas por enfermaria ativada, sendo 28 para cuidados intensivos. Atualmente, estão sete utentes internados, sendo que nenhum se encontra em Unidade de Cuidados Intensivos.
– O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira dispõe, numa das unidades, de seis camas em quartos de pressão negativa, estando cinco dessas ocupadas; cinco em Unidade de Cuidados Intensivos, oito camas em internamento de pediatria e cuidados especiais pré-natais, sendo quatro delas em pressão negativa, para além de 16 outras camas preparadas para internamento, prevendo o Plano de Contingência a possibilidade de aumentar a capacidade instalada para mais 30 camas em enfermaria e mais cinco em Unidade de Cuidados Intensivos. Deste universo, à data de hoje, contam-se 10 utentes internados, dos quais dois em Unidade de Cuidados Intensivos.
– O Hospital da Horta dispõe, neste momento, de sete camas, das quais duas em Unidade de Cuidados Intensivos, prevendo no seu Plano de Contingência também a possibilidade de reforçar a capacidade instalada. Encontra-se somente uma pessoa internada em enfermaria.
– O Serviço Regional de Saúde, sem prejuízo da permanente monitorização da situação e da adoção das medidas necessárias e adequadas a cada momento e a cada local, não está, conforme demonstrado, nesta fase, em risco de rutura.
– Para a garantia das respostas exigíveis e para a salvaguarda da saúde dos açorianos, voltamos a apelar ao cumprimento das regras de distanciamento social, à correta utilização da máscara e à eficaz higienização das mãos.
A responsabilidade de cada um gera a confiança de que todos precisamos.
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prémio

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O advogado Pedro Gomes vai ser distinguido pela Ordem dos Advogados com o prémio Ângelo de Almeida Ribeiro de 2020.
(Telejornal da RTP/A de 04/12/2020)
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escolas afetadas pelo covid, açores

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Secretaria Regional da Educação atualiza situação das escolas açorianas face à pandemia
A Secretaria Regional da Educação procedeu a uma atualização dos estabelecimentos de ensino público da Região Autónoma dos Açores, face ao impacto da COVID-19.
Neste sentido, em S. Miguel, a tutela informa que estão encerradas a EB1/JI da Ribeira Quente bem como as escolas referentes à Vila de Rabo de Peixe, no âmbito da cerca sanitária ali implementada, são elas a EB1,2,3/JI da Vila de Rabo de Peixe – Sede de UO, a EB1/JI António Tavares Torres e ainda a EB1/JI D. Paulo José Tavares.
Há ainda a registar, em S. Miguel, turmas em quarentena nas escolas EB1/JI Professor Dr. Alexandre Linhares Furtado; na EB2,3/S Maria Isabel do Carmo Medeiros – Sede de UO, EB1,2,3/JI de Furnas, EB1/JI Padre Manuel Ernesto Ferreira e a ainda a Escola Secundária da Ribeira Grande.
No que se refere à ilha Terceira, a Secretaria Regional da Educação procedeu ao encerramento das escolas EB1/JI Infante D. Henrique e EB1/JI do Porto Judeu. Enquanto, que as escolas EB1,2,3/JI da Vila de São Sebastião – Sede da UO, a EB1,2,3/JI/S/EA Tomás de Borba – Sede de UO, e as secundárias Jerónimo Emiliano de Andrade e Vitorino Nemésio estão com turmas em quarentena.
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Executivo quer reduzir carga fiscal de famílias e empresas

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André Silveira

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Executivo quer reduzir carga fiscal de famílias e empresas
ACORIANOORIENTAL.PT
Executivo quer reduzir carga fiscal de famílias e empresas
O novo Governo dos Açores, que tomou posse em 16 de novembro, e cujo Programa é votado na próxima semana, quer reduzir os impostos no arquipélago, até ao máximo permitido por lei, tanto para particulares como para as empresas.
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10 réponses aux inquiétudes sur les vaccins

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Le vaccin contre le Covid-19 est en passe de devenir une réalité. Mais cette perspective ravive de nombreuses questions : comment fonctionnent les vaccins ? Sont-ils dangereux ? Pourquoi certains sont-ils obligatoires ? Et en France, comment sera-t-il diffusé ? France Culture fait le tri.

Source: 10 réponses aux inquiétudes sur les vaccins

saudades do 25º colóquio de 2016

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Não é Nova York. É mesmo Montalegre 😁
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You, Teixeira Moita, Paulo Casaca and 119 others
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Executivo quer rever Constituição para aprofundar autonomia das regiões

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Finalmente, “O fim da proibição da existência de partidos regionais”
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Executivo quer rever Constituição para aprofundar autonomia das regiões
O programa de Governo da Região Autónoma dos Açores, que junta o PSD, o CDS-PP e o PPM, foi entregue hoje e prevê revisões da Constituição, do Estatuto Político-Administrativo e das leis eleitorais para aprofundar a autonomia.
O primeiro tema que aparece no Programa do XIII Governo dos Açores, entregue hoje no parlamento açoriano, é a autonomia, uma questão que o executivo quer “desenvolver e aprofundar”.
Para “aprofundar a concluir o processo de reforma da autonomia iniciado na legislatura anterior”, a primeira medida apresentada é uma “revisão Constitucional, contemplando a clarificação e ampliação das competências legislativas regionais, uma adequada repartição de competências entre o Estado e as Regiões Autónomas quanto ao domínio público marítimo, a designação de um juiz para o Tribunal Constitucional por cada Região Autónoma e o fim da proibição da existência de partidos regionais”.
Dessa alteração à Constituição da República Portuguesa, deve resultar também a revisão do Estatuto Político-Administrativo do arquipélago.
Quanto às leis eleitorais, o Governo de coligação, que conta com o apoio parlamentar da Iniciativa Liberal e do Chega, quer ver reduzidos o número de deputados à Assembleia Legislativa regional, “estudando a limitação dos seus mandatos” e propõe a “criação de um círculo eleitoral próprio no âmbito da eleição dos deputados ao Parlamento Europeu”.
O executivo sugere, ainda, a “alteração da lei que estabelece o regime do estado de sítio e do estado de emergência, atribuindo à região competência para a sua execução no território regional” e a “aprovação de uma lei, no quadro da emergência sanitária, que clarifique as competências das autoridades de saúde regionais na prevenção e resposta à situação de pandemia”.
Estas propostas pretendem criar uma “autonomia de responsabilização, com um lugar para todos”, num projeto de “democracia participativa, de respeito pelas diferenças, de criação de sinergias”, lê-se no documento.
A “autonomia de responsabilização é também uma relação de respeito mútuo entre o Governo Regional e a Assembleia Legislativa e de uma cooperação com a República Portuguesa e a União Europeia em defesa do interesse da região”, esclarece.
O Programa do Governo liderado por José Manuel Bolieiro foi hoje entregue na Assembleia Legislativa da região e será discutido e votado na próxima semana.
@Expresso dos Açores/Lusa

MARIA BRASILJÁ POSSO OLHAR? TOMOU POSSE OU NÃO CONSEGUIU?

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Crónica publicada esta semana no Açoriano Oriental
JÁ POSSO OLHAR? TOMOU POSSE OU NÃO CONSEGUIU?
Muito bem. Finalmente, o Governo XIII dos Açores tomou posse. Estava difícil! Mas, meus amigos, agora há muito a fazer, muito a aprender, demasiado, talvez, a corrigir.
Quando uma mudança é efectuada após tantos anos de saberes e cuidados (?) (24 anos, vejam só!), grandes maravilhas seriam previstas encontrar; uma sociedade bem organizada era esperada para nos deslumbrar; a uma boa governação poderia ser dada continuidade, agora com outros intervenientes, numa perspectiva de que tinha sido feito o melhor que se soubera e pudera.
Porém, não sei se vai ser este paraíso que o Dr. José Manuel Bolieiro e os restantes elementos da sua coligação governativa irão ver ao abrir pastas, consultar documentos, procurar outros registos que deveriam existir mas ficaram perdidos no longo, e talvez estranho, percurso que, exactamente por não ser previsível (não era?), pode ter assustado alguns que, correndo desalmadamente por esse magnífico mar do nosso Arquipélago, os perderam (os tais registos) nos caminhos entre a Horta e as restantes ilhas Açorianas onde terão sido guardados a “bom recato” (ou sem recato?).
No dia em que tomou posse do novo Governo o Sr. Presidente e demais elementos que constituem a coligação que se formou após as eleições, bem como todos os deputados que assumem funções à esquerda, à direita, ao centro e, também, à margem assinaram o documento que os vincula como membros de serviço e respeito por todos e cada um dos cidadãos que vivem na Região Autónoma dos Açores.
Do Presidente não tenho dúvidas quanto à integridade, boas intenções e capacidade de trabalho. Quanto aos restantes pouco ou nada sei de personalidades, interesses, valores morais. No que respeita aos opositores, em particular do círculo do Partido Socialista vi, de muito perto, como alguns deles funcionavam e…não gostei.
Mas eu sou uma cidadã que observa, lê e reflecte quanto baste para conseguir ter uma margem de pensamento lúcida. Assim, procurei sempre escrever de acordo com a verdade possível omitindo, bastas vezes, elementos que poderiam ser enquadrados em críticas ao sistema até aqui vigente. E porquê esta cautela, cuidado, ou o que quiserem chamar às omissões a que faço referência? Pois…teria que voltar atrás no tempo e Não Quero.
De um dos discursos do novo Presidente compreendi que as suas prioridades são aquelas que menos atenção real, ou seja, transformada em factos, tiveram do executivo anterior. Lá que se esfalfaram a falar e a prometer não tenho dúvidas. Ouvimos todos nós, Açorianos, até à exaustão que o desemprego tinha baixado, os pobres estavam menos pobres, a economia crescia. E vimos, o Rendimento Social de Inserção a subir vertiginosamente, os jovens a estagiar por aqui e por ali sem a posterior saída para um emprego com salário certo e prolongado no tempo e, como é óbvio, esses jovens adultos a serem atirados à sua sorte, sem presente nem futuro.
Não sei se já há contas feitas ao que possa sobejar de moedas nas gavetas que foram esvaziadas pelos senhores de antes para serem ocupadas pelos que as abriram agora. O que sei é que ouvi:”… precisamos com urgência de envelopes financeiros que irão permitir “através das empresas a conservação e manutenção do emprego e, sobretudo, a consolidação justa de estabilidade social, para evitar nova pobreza e exclusão” Também é de salientar o apelo aos parceiros sociais e ao Governo agora em funções para que se unam na reivindicação, no imediato, da solidariedade nacional e, sobretudo na europeia, através do Plano de Recuperação e Resiliência, sendo esta uma nota urgente do Dr. José Manuel Bolieiro.
Muito importante o apelo final: “…Sem meios torna-se difícil tornar o planeado em concretização.”.
Concluindo, o caminho está aberto a quem queira de boa-fé colaborar neste Governo de coligação. Desde que não haja ninguém que tenha aceitado algum cargo com o intuito de “fazer fortuna”, porque com o homem que está na dianteira não atinge essa meta.
Prof.ª Maria da Conceição Brasil
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retrato do autor em 2020

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vacina altera RNA(médicos desmintam pf)

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PFFFF (Q) ovidIZER que ai vem os nanos há (veia) solucionar em misericórdia o fogo e água da chama divina…a do cromo(soma) 8 que falta na coleção dos falsos profetas… cairão como judeus quem por si não ser…
A sepa 21 será mai forte pa segunda ronda Vaci(foi)tao tao aos malandros oportunos,né Durão???
https://www.facebook.com/820048676/videos/10160548732283677/
1:15 / 2:20
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Os Custos Ambientais da Inteligência Artificial

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Os Custos Ambientais da Inteligência Artificial. A autora deste artigo da MIT Technology Review, https://www.technologyreview.com/…/training-a-single…/, que trabalhava para a Google dedicando-se à Ética em Inteligência Artificial, foi despedida sem explicação, segundo se descreve neste outro artigo: https://www.technologyreview.com/…/google-ai-ethics…/
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era uma vez um chef famoso

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Autoria de Luis H Antunes:
“O chef Ljubomir está, de facto, em risco de perder a clientela do seu restaurante.
Os magotes de turistas evaporam-se no éter da pandemia e, agora, também os clientes portugueses, que temem que o cozinheiro de Leste lhe faça alguma malfeitoria nos seus pratos.
Recentemente, admitiu que tinha provocado um desarranjo intestinal ao Ricardo Salgado, mas também cuspido no prato de um político.
Há dias tratou o líder do CDS como um badameco, enxutudando-o como cão com sarna do seu protesto/acampamento na Assembleia da República. Com essa ma-criação gerou muitos inimigos entre os betinhos frequentadores do seu espaço.
O chef, apesar de famoso e ter construído a imagem de bad boy e estrela do rock & roll dos tachos, anda mal aconselhado e ignora que, sem turismo, está literalmente a morder na mão que lhe deu de comer, fama e proveito, pois esses mesmos que ele tem maltratado são dos poucos que ainda podem ter uma “experiência sensorial” e pagar 150 euros por essa experiência gustativa no seu restaurante.
O Ljubomir pode ser um fenómeno de auto-promoção, o tipo que diz “foda-se” e “caralho” nas entrevistas (uma atitude que, em Portugal, foi recebida como um cometa porque somos um país de salamaleques e meias-tintas), que humilha os panhonhas em televisão, mas esquece um princípio básico na vida: não se apanham moscas com vinagre. Ou será clientela com fel?
PS: Entendo e respeito as reivindicações dos profissionais do setor, dos milhares de pequenos (e grandes) restaurantes que nos alimentam e aquecem a alma, até porque fui criado num desses.”
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  • e agora que para castigo a nomenclatura do PS, cujos integrantes são dos poucos que têm dinheiro para pagar aquelas contas, vai deixar de lá ir é que ele está mesmo lixado!
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