A AUSTRÁLIA UMA PRISÃO ATÉ MARÇO 2021

Views: 0

SBS Portuguese
·
Após anúncio do governo federal australiano desta terça-feira, a maioria dos cidadãos australianos e residentes permanentes não poderão viajar para fora do país até meados de março do próximo ano. Confira na reportagem.
Austrália decide prolongar restrições de viagens internacionais
SBS.COM.AU
Austrália decide prolongar restrições de viagens internacionais
A maioria dos cidadãos australianos e residentes permanentes não poderão viajar para fora do país

PEPSI E COCA COLA CAMPEÕES DA POLUIÇÃO

Views: 0

Ana Monteiro

and

RTP Notícias

shared a link.

Plástico. Coca-Cola, Pepsi e Nestlé são as maiores poluidoras do mundo
RTP.PT
Plástico. Coca-Cola, Pepsi e Nestlé são as maiores poluidoras do mundo
A conclusão foi anunciada do movimento “Break Free From Plastic”. Este movimento coloca as três empresas no topo dos maiores poluidores pelo plástico pelo terceiro ano consecutivo.

Top 5 de poluidores:
Coca-cola, Pepsi, Nestlé, Mondelez e Unilever.
A Nestlé ainda contribui negativamente para a pegada ecológica através da utilização abusiva de óleo de palma proveniente da produção não sustentável (com a destruição de florestas para plantação de palmeiras) e também através de testes de produtos em animais.
Em Portugal juntam-se a estas marcas a Sagres e Super Bock (copos descartáveis), Mimosa e Danone (embalagens de iogurte líquido) Continente e Pingo Doce (embalagens de bolachas) – resultados de 2018 recolhidos pela APLM – Associação Portuguesa do Lixo Marinho numa experiência preliminar.
O que poder temos como consumidores?
– Boicotar a compra dos produtos dessas marcas.
– Pressionar as marcas, os governos e as câmaras de comércio no sentido de implentarem planos de economia circular e de não produzirem ou financiarem embalagens que não podem ser recicladas.
A responsabilidade ambiental não pode ser apenas do consumidor final. As empresas contribuem para um gigante passivo ambiental e devem, o quanto antes, assumir a sua responsabilidade.
– Divulgar informação fidedigna, alertar e ser agente de mudança.

4

Like

Comment

Share

a PONTA DA FAJÃ, FLORES, É PRECISO BOM SENSO

Views: 0

1 de Dezembro de 2020 – Pela restauração do bom senso
Carta enviada há uns meses ao ex-presidente do Governo Regional Vasco Cordeiro e que torno agora aberta e dirigida também ao Sr Presidente da Câmara e vereadores de Lajes das Flores, aos senhores deputados da ilha e a todos os que têm responsabilidades passadas, presentes e futuras em relação ao lugar da Ponta da Fajã.
Precisamos de coragem e da Luz da ciência.
Não precisamos de mais pequenez, inveja e mesquinhice. A Ponta é um lugar Grande que torna a Ilha maior.
Foram enviadas aos proprietários cartas de aviso de corte de fornecimento de electricidade e o município tem intenção de proceder ao corte do abastecimento de água na mesma altura em que a proibição de corte, durante o primeiro semestre de 2021, de serviços essenciais como fornecimento de água, luz ou gás natural foi aprovada por unanimidade na especialidade do Orçamento do Estado para 2021. O século XXI não chegou portanto ao ponto mais ocidental da Europa.
Não são também autorizadas manutenções das casas existentes, nem sequer telhas levadas pelo vento, o que contribui para a degradação do edificado.
A rede de beneficiação eléctrica da Ponta da Fajã pela EDA foi efectuada por decisão da própria empresa e os contratos são cumpridos pelos proprietários dos imóveis.
O que se pede é empenho em alterar um decreto que foi mal redigido e que é obsoleto face aos dispositivos que actualmente dispomos quer de monitorização quer de sistemas de aviso por parte da Protecção Civil.
—–‐–‐——————————————————————-
Foi pedido pela Câmara Municipal das Lajes das Flores um estudo geológico detalhado da Rocha ao Laboratório Regional de Engenharia Cívil (LEREC) para aferir a possibilidade de determinar zonas diferenciadas de acordo com o nível de risco, desde a parte a norte da Igreja até ao outro extremo, próximo da Fajã Grande (à semelhança, por exemplo, do que acontece na freguesia da Ribeira Quente). O estudo focou-se na cicatriz do movimento de vertente ocorrido na Ponta da Fajã a 19 de Dezembro de 1987 e a partir daí faz uma generalização até à Fajã Grande.
Li noutro dia, no Jornal Expresso, um artigo de onde retirei esta frase: “Só investigação fundamental de qualidade, que lida com o imprevisível e descobre o improvável, permitirá criar conhecimento e ferramentas para fazer face aos desafios futuros e imprimir no futuro a concretização das nossas aspirações.”
Para a “academia científica” de Engenharia Civil dos Açores, a melhor solução que tem a oferecer, no século XXI – uma era de ciência e tecnologia sem precedentes – é decalcar um relatório de 1987 e sugerir a demolição de um edificado de um lugar que existe, pelo menos, desde 1767, que integra o Parque Natural de Ilha e que chegou a ter cerca de 300 pessoas. A melhor solução é não apresentar qualquer solução.
Além disso, faz uma colagem de um evento de “1964” que consta do Plano Municipal de Emergência. E a colagem é tal que o relatório do Plano Municipal contém um erro na data do evento que, na realidade ocorreu no dia 8 de Setembro de 1961. Bastaria aos Técnicos do LEREC terem feito uma pesquisa histórica de forma mais rigorosa do que simplesmente copiar ou procurarem falar com pessoas antigas da freguesia.
Ao mesmo tempo que pretendemos enviar foguetões para o espaço, a partir de Santa Maria, propomos coisas básicas como o corte de abastecimento de água e de electricidade na Ponta da Fajã e deixamos que um relatório “técnico” recomende a demolição de um edificado histórico e cultural.
Mais estranho é que o LEREC, responsabiliza o Município de Lajes das Flores mas afasta de si qualquer responsabilidade no acompanhamento e monitorização do perímetro em causa. Seria de esperar que um local de “alto risco”, onde passam centenas de pessoas por ano, no trilho mais frequentado da ilha, tivesse acompanhamento permanente, desde 1987, por parte do LEREC e da Universidade dos Açores, até como ferramenta de estudo que seria muito útil a outras Fajãs do Arquipélago. A ciência faz-se fazendo-se.
Estranho é também o relatório técnico do LEREC não recomendar qualquer medida de mitigação, como por exemplo, a monitorização contínua dos caudais das ribeiras que integram a zona de risco, medidas que reduzam a impermeabilização e erosão dos solos na parte superior da Rocha (introdução de coberto vegetal, se necessário, como por exemplo turfeiras), a manutenção, limpeza e desobstrução dos leitos das ribeiras, estudar formas de evitar a concentração de águas pluviais na parte superior dos taludes considerados instáveis, manutenção dos antigos acessos à Rocha, incluindo muros de suporte, construídos pelos antepassados, que são minimamente mantidos pelas empresas e praticantes de canyoning e raramente por entidades oficiais.
Leio as conclusões do relatório e vem-me à memória o episódio da destruição de Palmira pelos talibãs, mas aqui são açorianos que sugerem a outros açorianos a destruição do seu património.
Percorro, através da memória e com auxílio aos órgãos de comunicação social, a cronologia recente das “aspirações” dos habitantes de lugares semelhantes à Ponta da Fajã:
Caminho de acesso a viaturas à Fajã do João Dias (fotos em anexo)
Fajã do Calhau (fotos em anexo)
Electrificação Fajã de Santo Cristo (https://www.acores24horas.pt/arquivo/86324) onde se pode ler: “Estamos perante a realização de uma ambição dos Jorgenses, que será agora implementada através da melhor solução técnica possível para um espaço ambientalmente sensível e que, como é sabido, é um dos principais pontos turísticos, não só desta ilha, mas dos Açores”; “esta é uma solução que acautela as especificidades do meio envolvente, onde foram tidas em conta as recomendações e orientações do parecer sobre a estabilidade de algumas zonas do trilho entre a Fajã dos Cubres e a Fajã da Caldeira de Santo Cristo, elaborado pelo Laboratório Regional de Engenharia Civil”. A mesma notícia refere “reabilitação do património”.
Recordo que o grupo ocidental não tem actividade sísmica ao contrário das restantes ilhas o que significa que o risco de movimento de vertente por esta via é residual.
Percorro também algumas memórias de intempéries que provocaram interrupção de acessos, destruição de património e até perdas humanas. Não as vou enumerar porque sei que as terá bem mais presentes do que eu, mas gostaria apenas de referir que, desde 1987, o acesso rodoviário entre a Ponta da Fajã e a Fajã Grande foi apenas interrompido uma vez por queda de árvore e não por movimentos de vertente.
A resposta aos indignados que perguntam “como é possível voltar a viver na Ponta da Fajã”, respondo que se volta à Ponta como se regressa à mesma casa na Agualva, na Povoação, na Ribeira Quente, no Faial da Terra ou na Fajãzinha. Que se recupera património como na Rocha da Relva ou nas Fajãs sísmicas e abruptas da costa norte de São Jorge. Que se reedifica como em Angra do Heroísmo ou um porto a partir de destroços, no mesmo lugar, nas Lajes das Flores.
A resposta passa pela frase lapidar de Nemésio quando afirmou que “a geografia, para nós, vale outro tanto como a história”. A nossa geografia é difícil, estará sempre a por-nos à prova e a esculpir-nos o carácter. É esta a História dos Açores e dos Açorianos mas não pode essa história ou essa geografia valer menos na Ponta da Fajã do que e qualquer outra ilha, independentemente de um decreto que foi mal redigido e que está obsoleto.
A História do grupo ocidental está marcada por muitas provações, abandono e injustiças legislativas, como o caso dos corvinos a implorar uma revisão legislativa a Mouzinho da Silveira) mas também da ousadia de João Lizandro a pedir a construção de uma estrada de acesso para a Ponta da Fajã (https://picodavigia2.blogs.sapo.pt/182943.html…)
Pergunto-lhe:
Serão as nossas aspirações inferiores às dos outros açorianos?
Não será o conceito de justiça anterior a qualquer decreto legislativo, ainda mais um que foi mal feito por não acautelar a equidade e situações futuras; um decreto que permitiu realojar algumas famílias mas em que apenas 17 das 52 moradias foram indemnizadas, deixando-nos actualmente com uma autêntica trapalhada jurídica entre mãos?
É justo que, por denúncias anónimas, cujo móbil é de base económica e não a preocupação com a segurança pública, não se tente resolver, de uma forma definitiva e responsável esta situação?
Nunca houve tanta tecnologia, tanta capacidade para monitorizar e possibilidade de articular competências entre a população, os municípios, a meteorologia e a protecção civil. Há 100 anos, Afonso Chaves colocava os Açores no centro da ciência mundial. Hoje assistimos a uma cultura de desresponsabilização, a instituições que não se querem dar ao trabalho de encontrar soluções para os problemas e a uma sociedade do “não-me-chateiem”, que não se quer envolver nem comprometer-se com os desafios que enfrenta. Estamos em 2020 e, felizmente, assistimos a um dia histórico em que a Proposta de alteração da Lei de Bases do Ordenamento e Gestão do Espaço Marinho foi aprovada.
Não queiram algumas instituições açorianas impor uma espécie de centralismo às suas ilhas periféricas, tal como Lisboa sempre impôs aos Açores. As leis mudam-se quando há vontade política e propostas para a sua alteração. As nossas aspirações não podem valer menos que a de outros açorianos apenas porque não temos alguém influente como alguns moradores da Fajã do Calhau ou o Sr Presidente da Câmara das Velas, orgulhoso defensor das “suas” Fajãs.
Termino, apelando a uma contestação do relatório do LEREC. Não sou geóloga mas tive formação científica. Aquilo que o LEREC conclui é o que se chama na gíria “sacudir a água do capote”.
Despeço-me, fazendo minhas as suas palavras e apelando que não ceda à visão redutora dos que acham que é possível conseguir mais tendo menos.
Antes morrer livres do que em paz sujeitos. Almas Cativas na Ponta da Fajã, não!
Ana Monteiro
You and 5 others
2 comments
1 share
Like

Comment
Share
Comments
View 1 more comment

PFIZER, COVID E VIAGRA

Views: 0

Parem já com as vacinas!!!!
Portanto, a Pfizer inventou o viagra. Agora teve de inventar uma vacina para a covid-19 para não ficarem com o negócio do viagra estragado. Isto é tudo uma grande conspiração.
Man Suffers 4 Hour Erection With Covid-19 Coronavirus Infection
FORBES.COM
Man Suffers 4 Hour Erection With Covid-19 Coronavirus Infection
A patient admitted to a hospital near Paris had Covid-19 and suffered priapism, an erection lasting longer than 4 hours.
You and 71 others
13 comments
4 shares

Comment
Share

o cobrador sem fraque

Views: 0

Image may contain: car and outdoor
Não, não! A história que se segue não aconteceu em Portugal, nem em qualquer dos países do Sul da Europa…
Aconteceu no Reino Unido, na superorganizada, superdesenvolvida Inglaterra.
Resta-lhes pôr a Scotland Yard em campo para assegurar que o misterioso cobrador nunca mais será encontrado.
Mas, não me admirava que suspeitem que, dada a criatividade revelada, só poderia ser alguém emigrado dos povos do Sul há mais de 25 anos…
«Transcrito do The London Times»:
No exterior do England ‘s Bristol Zoo existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 autocarros. Durante 25 anos, a cobrança do estacionamento foi efectuada por um muito simpático cobrador.
As taxas eram o correspondente a 1.40 € para carros e 7.00 € para os autocarros.
Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ao trabalho, o cobrador simplesmente não apareceu.
A administração do Zoo, então, ligou para a Câmara Municipal e solicitou que enviassem um outro cobrador. A Câmara fez uma pequena pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era da responsabilidade do próprio Zoo, não dela.
A administração do Zoo respondeu que o cobrador era um empregado da Câmara. A Câmara, por sua vez, respondeu que o cobrador do estacionamento jamais fizera parte dos seus quadros e que nunca lhe tinha pago ordenado.
Enquanto isso, descansando na sua bela residência nalgum lugar da costa da Espanha (ou algo parecido), existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e então, simplesmente começou a aparecer, todos os dias, cobrando e guardando as taxas de estacionamento, estimadas em 560 € por dia… durante 25 anos!!!
Assumindo que ele trabalhava os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de 7 milhões de Euros.
E ninguém sabe o seu nome …!!!
2

Açores fauna invasora

Views: 0

“Fauna exótica invasora em Portugal Continental, Açores e Madeira”
«Hoje, estima-se que existam 181 espécies de fauna exótica invasora no Continente, 99 nos Açores e 86 na Madeira.
Das 216 espécies, 91 só ocorrem no Continente, 16 só ocorrem nos Açores e oito só na Madeira.»
Lançado livro para quem quer saber (quase) tudo sobre a nossa fauna exótica invasora - Wilder
WILDER.PT
Lançado livro para quem quer saber (quase) tudo sobre a nossa fauna exótica invasora – Wilder
Dois investigadores lançam um livro que nos prepara para travar a fauna exótica invasora em Portugal. Desde peixes a vespas e mexilhões.
You, Luís Botelho and 5 others
1 share
Like

Comment
Share

A GUITARRA NA GALIZA

Views: 0

O amigo e guitarrista

Manuel Herminio Iglesias Vquez

publica esta resenha em La Región (A Região) de Ourense. O carinho que lhe tenho ao autor vale mais do que qualquer erudição. Em Ourense há e houve muitos e bons guitarristas, também regentes de Coros e Orquestras, e compositores ligados à guitarra. Aulas de guitarra, famílias inteiras dedicadas, armazéns de música a servirem guitarras e acessórios, partituras, e tudo o necessário. Muita guitarra há em Ourense, mesmo desde tempos recuados. Espero que a tese, que ainda espera publicação em aberto nos repositórios Teseo e Minerva, sirva para alimentar a consciência no valor da nossa cultura musical.

AVIÃO DA TAP NO FUNDO DO MAR

Views: 0

+2
Assim acabou um dos Lockheed Tristar 500 que tantos e tão bons serviços prestou à TAP. Afundado no golfo de Aqaba, Jordânia, para servir de atracção a mergulhadores e peixes exóticos.
O CS-TEG passou por vários donos depois de sair da TAP mas por coincidência acabou noutra companhia portuguesa, a Luzair, que o registou como CS-TMP. Era essa matrícula que ostentava quando foi para o fundo do mar. Resta a consolação de saber que aquelas águas são quentinhas; o “Eça de Queiroz” não vai tiritar de frio.
Que diria o maior de todos os escritores portugueses (minha opinião) se lhe dissessem que ia acabar afundado nas costas da Jordânia?
“Chique a valer, menino!”
“Não, Dâmaso. Jordânia não é nome de mulher; é país mesmo”
You, André Silveira and 11 others
1 comment
2 shares
Like

Comment
Share
Comments