Ilha-América” almeida maia

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Pedro Almeida Maia

is with

Vamberto Freitas

and

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.

Ainda sobre o “Ilha-América”, eis um generoso apontamento da

UAc.FCSH -Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade dos Açores

, no mais recente suplemento AGORA do

Açoriano Oriental

. Estamos sempre ligados à primeira casa! Um grande obrigado para

Suzana Nunes Caldeira

e

Ana Gil

. 🙏

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o polícia e um jovem armado de faca

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😡😡😡
“Um policia, na sua folga, anda por uma rua da sua cidade, com sua esposa e dois filhos.
De repente, um “jovem” (é assim que os jornalistas os chamam) avança contra eles com uma grande faca.
O policia tem sua arma de serviço consigo. Tem alguns décimos de segundo para reagir.
A POLÍCIA CHINESA
Uma bala no coração o bandido está morto.
A POLÍCIA RUSSA
Uma bala entre os olhos, o bandido está morto.
A POLÍCIA AMERICANA
Pan, pan, pan, pan, pan,
Clique! Troca de carregador
Pan, pan, pan, pan, pan, o bandido está morto.
O POLICIA ÁRABE
O bandido é abatido, retalhado e comido pelos cachorros, enfim, morto.
A POLÍCIA PORTUGUESA
Eu mantenho a calma e analiso a situação …
Se eu atirar: – Estou em legítima defesa?
Ele tem licença para carregar esta faca?
Verifiquei que ele não é muçulmano?
A mídia fará dele uma vítima?
Ele é um “jovem” de um bairro mal compreendido pela sociedade?
Vai ser visto como racismo se fizer parte da diversidade “,” minorias “, etc.?
A cidade será então incendiada e derramada de sangue pelos “jovens” dos bairros?
Serei processado: pelo SOS RACISMO?
A minha família será arrastada pela lama, minha vida dissecada desde o jardim de infância, os meus filhos e familiares ameaçados?
Ainda antes do julgamento, a comunicação social e os comentadores vão condenar-me?
A Polícia vai condenar-me antes ainda de os tribunais o fazerem?
Quantas dúzias de carros queimarão se eu atirar?
O estado terá que negociar a paz social nos “bairros” por minha culpa? “
Texto adaptado de Claude Bartoli
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Roberto Y. Carreiro · A REVANCHE COMO PROGRAMA E PRIORIDADE POLÍTICA

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A REVANCHE COMO PROGRAMA E PRIORIDADE POLÍTICA
Já muito se disse e se escreveu sobre as recentes eleições legislativas açorianas.
Não obstante a Abstenção continuar a ser absolutamente maioritária e por consequência «vencedora» – da qual agora ninguém fala… – os resultados apurados ofereceram um quadro parlamentar sui generis e de geometria variável.
Há quem fale de esquerda e de direita mas esses conceitos estão completamente ultrapassados e se formos avaliar pela governação que agora finda constatamos que de «socialista» pouco ou nada teve ou tem. Ao invés, os partidos da dita «direita», fazendo fé nos seus programas eleitorais e na sua praxis política anterior, preconizam mais investimento público e despesa pública, portanto mais «socialismo» segundo o jargão dum liberal.
Embora o PS-A tenha sido o partido mais votado, quer em número de votantes, quer em número de mandatos e mesmo em número de freguesias e ilhas, não conseguiu obter a sua ambicionada maioria absoluta com a qual dormiu confortavelmente vinte anos consecutivos sem ligar muito àquelas que batiam à campainha e que reclamavam por direitos, trabalho e oportunidades.
Em segundo lugar, e ainda a uma distância razoável do PS-A ficou o PSD-A, seu rival e irmão gémeo em ideologia política.
Os dois partidos principais do regime obtiveram em conjunto cerca de 81% dos mandatos parlamentares, ficando os restantes 19% distribuídos por outras seis forças políticas, algumas delas estreantes na ALRAA.
Ora, aqui é que está o grande imbroglio desta nova legislatura e que tem como consequência primeira e directa a formação do novo governo regional.
Qualquer dos dois partidos – PS e PSD (este mais do que aquele) – necessitará de fazer uma coligação ou subscrever uma plataforma de entendimento parlamentar com os restantes partidos, alguns mesmo só com um representante.
Será sempre uma ginástica política muito arriscada e que dificilmente garantirá estabilidade governativa para uma legislatura, dado o carácter geográfico dalguns partidos ou o perfil psicológico errático e bipolar dalguns protagonistas.
O ideal seria uma coligação com dois partidos. Nesse campo o PS estaria melhor posicionado mas a sua namorada de sempre – o CDS – disse «não» à beira do altar.
Outra hipótese – mais hipótese do que solução – é o PSD formar governo em coligação e acordo com um total de quatro partidos, o que torna um quebra-cabeças para quem vai liderar o governo e mais ainda para quem vai ser objecto da governação.
Tudo estaria normal dentro do actual quadro jurídico-constitucional e no quadro duma sã alternância democrática, se esta segunda hipótese – a liderar pelo PSD – não incluísse a participação activa dum partido que «chegou» recentemente ao palco político dos Açores e que pela sua génese, ideologia e postura é um partido manifestamente populista, extremista, anti-autonomista e até anti-sistema (embora queira tirar proveitos do mesmo).
Se esta segunda hipótese vingar criar-se-á um precedente muito grave – não pela geringonça em si, mas pela legitimação dum partido especializado em fomentar a desordem e a discórdia social – e que colocará permanentemente um eventual governo com a cabeça num cepo.
Mas parece que isto não preocupa quem está arquitectando esta «marosca» política – à revelia dos principais valores e princípios dum partido (o PSD-A) que tem um inegável património autonomista. E muito menos estão preocupados em honrar o pensamento e a liderança dos seus fundadores que sempre rejeitaram acordos com partidos à sua direita, como era o caso do próprio CDS que nunca «comeu» à mesa na casa do PSD….
Assim sendo só resta uma explicação para esta «união» tipo poliamor – a vingança política e a avidez aos lugares públicos e à gestão dos orçamentos púbicos.
Dificilmente se vê na face e na atitude dos seus principais protagonistas e apoiantes qualquer preocupação com o futuro dos Açores – num sentido lato – ou com a vida real do Povo Açoriano.
Querem apanhar o comboio antes que outros o apanhem…
Como diria Giuseppe di Lampedusa – é preciso que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma….
@ Ryc

pobreza nos açores

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Carlos A César
1tS1pcornsSorhteod ·
Estamos a começar bem!


Numa altura em que a crise se vai acentuar, o emprego vai ficar escasso, a pobreza vai aumentar, e a recuperação da economia será, certamente, lenta e sem fim à vista, não é que a “Caranguejola” nos Açores vai prever no seu programa de Governo a redução do RSI.
Lá vai a cadeia ficar mais frequentada e a segurança das pessoas e seus bens por água abaixo!
Viva a “Caranguejola”!
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Rui Moniz
O que é isto do RSI??? Receber Sem Incómodo???
· Reply · 7 h
Write a comment…

João Simas
t8eSpohnsoreStd ·
Além de terem um sistema eleitoral obsoleto, anacrónico e não proporcional, permitindo que o voto popular seja dimuído, nunca mais se despacham! Entretêm-nos nesta peça irracional e de mau gosto e acordamos com a extrema-direita a ditar as regras nos Açores e um estado de emergência dito soft.

o caderno de encargos com que a social-democracia insular vendeu a sua alma ao fascismo

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Perguntar não ofende.
Duas dúvidas sobre o caderno de encargos com que a social-democracia insular vendeu a sua alma ao fascismo:
1 – a redução de deputados vai começar onde? No círculo do Corvo? No da compensação? Vai passar tudo a círculos uninominais, com 1 por ilha ou 1 por concelho?
2 – retirar apoios sociais no meio da maior crise económica das nossas vidas é compatível com a social-democracia ou com a democracia cristã já agora?
É que eu sei que em política vale tudo mas o que me parece é que na sofreguidão de matar socialistas vão acabar por se matar a si próprios também…
E, quanto à corrupção, por mim encantado da vida só que se isso for bem feito cheira-me que o próprio PSD se pode acabar por queimar nessa mesma fogueira …

Consequências mais gravosas da actual crise estão para vir, diz Farinha Rodrigues | Pobreza | PÚBLICO

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Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão sublinha que esta crise evidenciou que o combate à pobreza em Portugal exige não só medidas de reforço dos recursos das famílias, mas também de acesso a bens e serviços essenciais. “Quem mais vai

Source: Consequências mais gravosas da actual crise estão para vir, diz Farinha Rodrigues | Pobreza | PÚBLICO

2 dedinhos no ar PR, 1ºM, e esta prisão

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Resumindo, é isto! Dois dedinhos no ar…
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Os meus cumprimentos aos 80% dos Portugueses que numa sondagem revelaram estar a favor de um novo confinamento e às 80.000 pessoas que já assinaram uma petição para que as escolas do país encerrem de imediato.
Eu, que aparentemente estou nos 20% e acho que um novo recolhimento vai fazer rebentar o país, a saúde, as pessoas, sinto-me no direito de estar zangada por fazer parte duma minoria e estou a sentir aquele efeito psicológico de já não ter nada a perder. Nem o decoro.
Prometo que amanhã volto a distribuir fotos de lindas paisagens em Viana, corações e uma comunicação consciente e positiva.
Mas hoje é isto.

não a coligações com fascistas

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democracia não é isto, não vale tudo, temos de ilegalizar partidos fascistas…

Chrys Chrystello
lamento que a sede de poder leve o partido cujo nome evito a juntar-se a pessoas que eu julgava democratas…mal estamos nos açores entre caifás e barrabás..