Estrategizando | Quem mente? PSD, Rui Rio, o Expresso, ou o sr Ventura? Que seja publico o teor do Acordo Rui/sr. Ventura!

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“De acordo com Ventura, foram encontrados “pontos de convergência” durante as últimas negociações, justificando volte-face tendo o PSD se comprometido a n

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Joe Biden derrota Donald Trump e é o novo presidente dos Estados Unidos – EUA 2020 – Correio da Manhã

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Candidato democrata ultrapassou os 270 votos necessários para vencer as eleições e tornou-se o 46º presidente dos EUA.

Source: Joe Biden derrota Donald Trump e é o novo presidente dos Estados Unidos – EUA 2020 – Correio da Manhã

sérgio ávila veja aqui a 11ª tertúlia saudade dos colóquios

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JÁ EM LINHA

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403949154326004

Pode ver todas as tertúlias anteriores EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

https://www.lusofonias.net/documentos/tertúlias-saudade-dos-colóquios.html

Tertúlia 11 Saudades dos colóquios 11

  • Sábado, 07 NOVº 2020 (18h00 AZOST) — SÉRGIO ÁVILA

 

TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

 

 

1 Álamo Oliveira

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/913777022447355

2 (Criatividade Confinada) Urbano Bettencourt, Chrys, Pedro Almeida Maia

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/635885243732266

3 (Educação Confinada) Helena Ançã, Luciano Pereira E Helena Chrystello

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/634964720788883

  1. (o autor na primeira pessoa) Teolinda Gersão, Onésimo T Almeida, Luís Filipe Borges

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/757295621484202

  1. Maria João Ruivo

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2724774111098743/

  1. Sérgio Rezendes

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1415760265280870

  1. 7. José Luís Peixoto

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1764308467071226

  1. 8. Joaquim Feliciano da Costa

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/849325455889894/

  1. Richard Zimler

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2732501230349325/

  1. Luís Filipe Sarmento

 

  1. SÉRGIO ÁVILA https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403949154326004

Pode ver todas as tertúlias anteriores EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

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cada convidado dispõe de 20’

SAUDADES DOS COLÓQUIOS, TERTÚLIAS INDIVIDUAIS

  • Sábado, 05 SET 2020 (18h00 AZOST) — Álamo Oliveira (REALIZADO)
  • Sábado, 03 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Maria João Ruivo (REALIZADO)

  • Sábado, 10 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Sérgio Rezendes (REALIZADO)

  • Sábado, 17 OUT 2020 (18h00 AZOST) — José Luís Peixoto (REALIZADO)

  • Sábado, 24 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Joaquim Feliciano da Costa (REALIZADO)

  • Domingo, 25 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Richard Zimler (REALIZADO)

  • Sábado, 31 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Luís Filipe Sarmento (REALIZADO)

  • Sábado, 07 NOV 2020 (18h00 AZOST) — Sérgio Ávila (REALIZADO)

  • Sábado, 05 DEZ 2020 (18h00 AZOST) — Eduardo Bettencourt Pinto

  • Sábado, 12 DEZ 2020 (18h00 AZOST) – Vamberto Freitas?

  • Sábado, 02 JAN 2021 (18h00 AZOST) — Ana Paula Andrade

  • Sábado 09 jan 2021 18h00 AZOST) – Eduíno de Jesus ?

  • Sábado, 06 FEV 2021 (18h00 AZOST) — Miguel Real

  • Sábado, 06 MAR 2021 (18h00 AZOST) — Susana Antunes

SAUDADES DOS COLÓQUIOS, TERTÚLIAS DE GRUPO “Criatividade Confinada” – “O autor pelo Próprio”

  • Sábado, 12 SET 2020 (18h00 AZOST)— Chrys Chrystello, Pedro Almeida Maia, Urbano Bettencourt (REALIZADO)
  • Sábado, 19 SET 2020 (18h00 AZOST)— Helena Chrystello, Luciano Pereira, Maria Helena Ançã (REALIZADO)

  • Sábado, 26 SET 2020 (18h00 AZOST) — Teolinda Gersão, Luís Filipe Borges, Onésimo T Almeida (REALIZADO)

  • Sábado, 14 NOV 2020 (18h00 AZOST) — Pedro P Câmara, Diana Zimbron, Carolina Cordeiro

  • sábado, 12 DEZ 2020 (18h00 AZOST) – Manuela Marujo, Hilarino da Luz, Vera Duarte (DATA SUGERIDA)

  • sábado, 9 jan 2021 (18h00 AZOST) – Isabel Rei, Barbara Juršic , Sérgio Prosdócimo (DATA SUGERIDA)

  • . sábado 13 fev 2021 (18h00 AZOST) – Luís Gaivão, Raul Gaião, Moisés Lemos Martins (DATA SUGERIDA)

    • sábado 13 mar 2021 (18h00 AZOST) – Conceição Andrade, Francisco Madruga, Rolf Kemmler (DATA SUGERIDA)

     

    covid novas limitações nos açores

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    📍Comunicado do Conselho do Governo📍
    = Estado de Emergência Nacional =
    7.11.2020
    No seguimento da monitorização permanente feita à situação da pandemia de COVID-19 na Região Autónoma dos Açores, à data de 06 de novembro de 2020, existe um total de 121 casos positivos ativos, dos quais 95 na ilha de São Miguel, 15 na ilha Terceira, um na ilha Graciosa, seis na ilha do Pico, dois na ilha do Faial, um na ilha de Santa Maria e um na ilha das Flores.
    Acresce que, perante a evolução a nível internacional e nacional, com a declaração do estado de emergência para todo o território nacional, e tendo em conta as ligações aéreas do exterior às ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, passa a justificar-se a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nestas ilhas, bem como a passagem da declaração de situação de alerta para situação de contingência nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo.
    Face a esta situação, o Governo dos Açores, em reunião extraordinária do Conselho do Governo realizada a 06 novembro, por videoconferência, decidiu:
    1 – Determinar para todo o arquipélago, e para vigorar no período entre as 00:00 horas de 9 de novembro e as 24:00 horas de 30 de novembro, o seguinte:
    a) Encerramento de estabelecimentos de bebidas e similares, com espaços de dança;
    b) Encerramento, a partir das 22:00 horas, dos bares e outros estabelecimentos de bebidas, com ou sem espetáculo, com ou sem serviço de esplanada;
    c) A partir das 22:00 horas, e até às 06:00 horas do dia seguinte, os postos de abastecimento de combustíveis podem manter o respetivo funcionamento, exclusivamente para efeitos de venda ao público de combustíveis e abastecimento de veículos;
    d) Encerramento dos Centros de Convívio e suspensão de visitas a utentes de Estruturas Residenciais para Idosos, salvo situações excecionais, com limitação a um visitante, em horário restrito, e desde que observadas as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional;
    e) Suspensão de todas as deslocações, interilhas e para fora do arquipélago, de trabalhadores da administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, em serviço, salvo se absolutamente imprescindíveis, e a recomendação a outras entidades públicas e privadas da Região que adotem iguais procedimentos quanto à deslocação dos seus trabalhadores para o exterior da Região;
    f) Suspensão de todas as deslocações ao arquipélago de entidades externas solicitadas pela administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, salvo se absolutamente imprescindíveis, desde que autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional;
    g) Suspensão da realização de eventos públicos promovidos pela administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, e recomendação dirigida a todas as entidades públicas, nomeadamente autarquias locais, e privadas para a não realização de eventos abertos ao público;
    h) Suspensão da abertura ao público em eventos e competições desportivas.
    2 – Recomendar às autarquias locais a sinalização junto das forças de segurança e entidades inspetivas competentes do não cumprimento das regras previstas no número anterior, bem como com das que decorram de orientações da Autoridade de Saúde Regional.
    3 – Encerramento até ao dia 16 de novembro da Escola Secundária da Ribeira Grande, na sequência da investigação epidemiológica que permitiu testar docentes, funcionários e alunos, tendo-se registado três casos positivos, cujas turmas se encontram em isolamento profilático.
    4 – Determinar, ao nível de prontidão e resposta, no âmbito do Regime Jurídico do Sistema de Proteção Civil da Região Autónoma dos Açores, entre as 00:00 horas de 7 de novembro e as 24:00 horas de 30 de novembro:
    a) A prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, tendo em conta a situação epidemiológica que se verifica a nível nacional e internacional.
    b) A passagem da declaração de situação de alerta para situação de contingência nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo, tendo em conta a situação epidemiológica que se verifica a nível nacional e internacional.
    5 – Recomendar que, até à obtenção do resultado do teste de despiste ao SARS-COV-2 realizado ao 6.º dia, os passageiros que desembarquem na Região devem limitar as deslocações ao essencial e cumprir as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional.
    6 – Recomendar que as deslocações interilhas se limitem ao essencial, devendo cumprir as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional.
    As medidas previstas na presente Resolução podem ser revertidas ou anuladas a qualquer momento, tendo em conta a evolução da situação da pandemia de COVID-19 na Região.
    O Governo dos Açores reitera a necessidade de cumprimento das orientações relativas ao uso de máscara, ao distanciamento físico e à etiqueta respiratória.
    © GaCS
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    PSD e CDS põem Ventura no arco do poder

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    Quando entrar hoje no Solar da Madre de Deus, em Angra do Heroísmo, para ser ouvido pelo representante da República nos Açores, José Manuel Bolieiro levará debaixo do braço uma alternativa de governo para a região. Durante as duas últimas semanas, o presidente do PSD no arquipélago cozinhou diferentes acordos para apear Vasco Cordeiro (que ganhou as eleições) e, em silêncio, foi gerindo os estados de alma locais e as pressões que lhe chegavam de Lisboa.
    Com CDS e PPM “amarrados” a um executivo que mimetizará a antiga Aliança Democrática (AD) e com os apoios parlamentares da Iniciativa Liberal e do PAN praticamente assegurados, o Chega foi sempre a grande incógnita da equação. André Ventura ainda ameaçou chumbar a ‘geringonça’ de direita, mas acabou por cair na armadilha que montou. O entendimento, anunciado ontem, in extremis, pelo próprio Chega, foi apenas uma forma de salvar a face, dado que um dos deputados eleitos para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores estava prestes a desertar, contaram ao Expresso várias fontes conhecedoras das negociações.
    Logo na noite eleitoral, Ventura atropelou a autonomia regional e deu sinais de querer transformar a discussão sobre uma maioria de direita insular num teste de stresse a Rui Rio e a Francisco Rodrigues dos Santos. No meio de um caderno de encargos para os Açores, introduziu exigências de âmbito nacional (como a proposta de revisão constitucional) que o PSD recusou acompanhar. A meio da semana, ainda falou grosso, mas ficou a falar sozinho. Nem Rio nem Bolieiro deram troco porque estavam convencidos de que poderiam seduzir Carlos Furtado, presidente do Chega/Açores, a mudar-se para o lado social-democrata. “Afinal, os próprios deputados dele desarmaram-no…”, ironiza um alto dirigente do PSD. Um elemento da Comissão Executiva do CDS adota um tom ainda mais ácido: “Entrou como um leão, saiu como um sendeiro.”
    Assim, menos de 24 horas depois daquela que parecia ser a decisão irrevogável de inviabilizar um executivo de direita, Ventura recuou. Em comunicado, o líder do Chega anunciou ontem que o partido votará a favor do programa governo liderado por Bolieiro, alegando ter encontrado “pontos de convergência” com o PSD. Entre eles, está a “redução significativa” de subsidiodependência na região e a criação de um gabinete regional de luta contra a corrupção. Certo é que a principal bandeira de Ventura fica sujeita ao calendário do PSD: Rio só se compromete a entregar um projeto de revisão constitucional até ao final do ano político e sem as medidas extremistas do Chega.
    O projeto deverá incluir a redução do número de deputados e a reforma no sistema de Justiça, que o PSD, de resto, já tinha inscrito no programa com que foi a votos. “Estes não são todos os pontos que gostaríamos de ver transpostos para uma revisão constitucional, mas representam a garantia que teremos um dos grandes partidos a defender pontos de vista que consideramos muito importantes na revisão constitucional que entendemos que o país deve fazer”, admitiu o líder do Chega na mesma nota.
    O TIRO AO CDS
    Seja como for, o plano de Ventura era rebuscado mas também maquiavélico. Por um lado, se Rio aceitasse ir a jogo com um projeto para alterar a Constituição, estaria a normalizar a direita radical. Por outro, se recusasse (como ficou claro, desde o início, que faria), Ventura inviabilizaria uma solução não socialista e mergulharia os Açores no caos.
    Mas Ventura nunca pretendeu verdadeiramente entender-se com os sociais-democratas — conta ao Expresso uma fonte que acompanhou o processo —, fê-lo apenas por não ter alternativa. Queria implodir a ‘caranguejola’ mesmo antes de ela ganhar forma para que Artur Lima, presidente do CDS/Açores, acabasse por salvar o PS no fim de linha, através de um pacto com Vasco Cordeiro — com o qual chegou a reunir-se, na semana passada, na sua casa, em Porto Martins (na Terceira).
    O alvo de Ventura é “Chicão”. Pretende desgastá-lo ao máximo. E os Açores seriam só um meio para fragilizar ainda mais os democratas-cristãos. Na quinta-feira, quando deu uma conferência de imprensa em que ameaçou reprovar um eventual executivo encabeçado por Bolieiro — hipótese que o Expresso noticiou na véspera —, o líder do Chega garantiu que o partido não tinha medo de ir novamente a votos e reiterava que não abdicaria da sua cruzada constitucional. Por isso, insistiu numa frase que é uma declaração de guerra: “Nós não somos o CDS.”
    Da direção centrista, que tem evitado imiscuir-se no dossiê que está a ser tratado por Artur Lima, a resposta não é meiga. Recorda-se que “nem no cavaquismo o partido foi engolido”, insinua-se que Ventura é o “cavalo de Troia” do PS e até já se goza com o líder partidário que “tentou falar mais grosso do lhe permite a voz que tem”.
    No PSD, o júbilo é mais contido. Embora haja algum alívio por não ser preciso aprofundar a relação com Ventura, a verdade é que a dependência dos humores do líder do Chega não agradam. Nem a colagem à direita populista que começou a ser feita assim que o Expresso noticiou a hipótese de haver um papel semelhante às posições conjuntas que António Costa assinou com BE, PCP e PEV em 2015. O silêncio de Rio e de toda a sua direção sobre este entendimento é sintomático. Carlos César, presidente do PS e antigo líder do governo regional, deu o mote às críticas. “Que vergonha! São capazes de tudo… até de se ajoelharem em frente ao diabo”, escreveu no Facebook. À direita, as reações também prometem ser ácidas.
    ACORDOS ESCRITOS COM CHEGA E IL, PAN À SOLTA
    Os entendimentos de incidência parlamentar que vão permitir a José Manuel Bolieiro formar um governo de direita nos Açores vão mesmo, como noticiou o Expresso em primeira mão, ter tradução escrita. Os documentos ainda estão a ser preparados, mas o Expresso sabe que só o PAN não terá um papel assinado, uma vez que se excluiu de qualquer solução em que o Chega estivesse envolvido (ainda que não seja certo como votará o programa da geringonça 2.0). A Iniciativa Liberal apresentou até um documento com 12 pontos essenciais para a governação e espera apenas a resposta de Bolieiro. “Está do lado do PSD responder a esse documento e à calendarização”, diz fonte dos liberais nos Açores, que apela à simplificação, desburocratização e redução da carga fiscal para os açorianos e empresas locais. Nuno Barata, líder regional, frisa que a região precisa de estabilidade e de reformas.
    Semanário | PSD e CDS põem Ventura no arco do poder
    LEITOR.EXPRESSO.PT
    Semanário | PSD e CDS põem Ventura no arco do poder
    Líder do Chega montou uma armadilha, mas José Manuel Bolieiro segurou a maioria em cima da hora
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    Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua

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    Os portugueses estão profundamente divididos quanto à obrigatoriedade do uso de máscara na rua para prevenir o contágio com o novo coronavírus, segundo um estudo da Eurosondagem.
    Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua
    RTP.PT
    Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua
    Os portugueses estão profundamente divididos quanto à obrigatoriedade do uso de máscara na rua para prevenir o contágio com o novo coronavírus, segundo um estudo da Eurosondagem.
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    José António Saraiva: E se vier uma pandemia a sério?

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    José António Saraiva: E se vier uma pandemia a sério?
    “Conheço homens e mulheres que desde Março quase não voltaram a sair de casa, não foram almoçar ou jantar a um restaurante, não foram a um espetáculo, não deram sequer uma volta na rua. Sei de pessoas apavoradas que não saem de frente do televisor a ver as notícias sobre a pandemia. Há pais e mães que deixaram de ver os filhos, avós que deixaram de ver os netos. Ora, será isto viver?”