PAIS EM CASA EM PANDEMIA NÃO RECEBEM

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Os serviços da Segurança Social dos Açores informaram ontem um dos pais, que trabalham no sector privado, e que tiveram de ficar em casa com um ou mais filhos por a escola onde se encontravam ter encerrado por decisão da Autoridade Regional de Saúde, não tem direito a qualquer apoio da Região.
Segundo a Segurança Social dos Açores, os progenitores que “têm que faltar por este motivo, devem ter o cuidado de informar a entidade patronal, remetendo cópia da notificação/comunicação de encerramento da escola e que o seu filho é aluno na respectiva escola (uma declaração da escola serve para este efeito)”.
Assim, nos termos do Código do Trabalho, a falta será justificada, não perde o posto de trabalho mas perde o direito à remuneração (art. 252º). Só se o trabalhador puder continuar a prestar a sua actividade em regime de teletrabalho é que não perde a remuneração”, lê-se na resposta dos serviços da Segurança Social.
“Isto não significa que o legislador nacional não venha a alterar esta situação e alargar o âmbito da medida de apoio ao ano lectivo de 2020/2021 que terminou em Junho deste ano, mas terá sempre que ser o legislador nacional a efectuar esta alteração porque é matéria que diz respeito ao sistema previdencial da segurança social, e que o ISSA e a Região não tem competência legislativa própria”, lê-se no esclarecimento da Segurança Social dos Açores.
Explica a Segurança Social que os que “não puderem recorrer ao teletrabalho, perdem a remuneração nos termos do art. 255º e 252º do Código do Trabalho e não está previsto qualquer apoio da segurança social”.
Esclarece que “só se existir uma baixa/certificado de incapacidade temporária para o trabalho emitido por um médico, por doença própria do pai ou doença do filho, para assistência a filho menor de 12 anos, é que terá direito a receber uma prestação da segurança social nos mesmos termos que receberia se fosse uma doença normal. Outra hipótese para não perder o vencimento é dirigir-se ao delegado de saúde para decretar o isolamento profilático do filho e pai, e receberá uma prestação da segurança social a 100%”. Outra hipótese avançada pela Segurança Social dos Açores para o trabalhador “não perder a remuneração, será o Governo regional criar um apoio específico para esta situação, mas este apoio não é do sistema previdencial”.
Os trabalhadores que pertencem à função pública, reger-se-ão pelas regras da Direcção Regional da Organização da Administração Pública, levando os professores e funcionários públicos a ficarem em teletrabalho. “Se a entidade empregadora continuar a assegurar o vencimento na falta para assistência ao filho, não há perda de rendimento”, refere-se ainda no esclarecimento da Segurança Social.
Empresas desfalcadas
Por outro lado, o encerramento de 20 escolas nos Açores está a levar muitas empresas privadas a debaterem-se com sérias dificuldades de falta de pessoal, por os país terem de ficar em causa a prestar assistência aos filhos com menos de 12 anos.
Muitas empresas estão com o número de trabalhadores reduzido ao mínimo e, sobretudo empresas do comércio, mas também empresas de serviços, estão em situação periclitante.
É, por exemplo, o caso de uma das empresas de venda de combustíveis, pode ter de fechar um dos seus postos porque alguns dos seus trabalhadores ficaram em casa com os filhos e não é possível fazer formação de candidatos a emprego num espaço tão curto de tempo.
Pais obrigados a prestar assistência aos filhos até aos 12 anos devido à pandemia perdem direito ao vencimento
CORREIODOSACORES.PT
Pais obrigados a prestar assistência aos filhos até aos 12 anos devido à pandemia perdem direito ao vencimento
Os serviços da Segurança Social dos Açores informaram ontem um dos pais, que trabalham no sector privado, e que tiveram de ficar em casa com um ou mais filhos por a escola onde se encontravam ter encerrado por decisão da Autoridade Regional de Saúde, não tem direito a qualquer apoio da Regi….
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FAIAL E PICO UMA SÓ ILHA

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João Silveira

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5tSp1orgnmshodired

Quando as ilhas do Faial e do Pico eram uma só…
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Quando o Faial e o Pico eram uma só ilha.
Já ninguém é desse tempo.
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António Bulcão · Carta ao senhor ministro Santos Silva

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Carta ao senhor ministro Santos Silva
Perdoe, logo de início, o facto de senhor estar com s pequeno e ministro não ir com um m grande. Mas o senhor ministro não merece mais. Já não merecia antes e, depois das suas últimas declarações na Assembleia da República sobre a descontaminação na ilha Terceira, vai até com sorte por tratá-lo por senhor e reconhecer o cargo que ocupa, embora sem revelar qualidade para representar o Estado seja a que nível for.
Há coisas que não devem ser misturadas e muito menos alvo da mais leve ironia. Misturar saúde pública com política é de um mau gosto indesculpável no mais nojento comentador político, quanto mais num ministro de Estado.
Mas foi o que o senhor fez. Respondendo a António Ventura sobre a descontaminação, disse que a mesma não deveria ser “apenas dos terrenos das Lajes”, mas “também das condições em que se possa formar um novo governo nos Açores”. Usando e abusando da palavra “chega”, abdicou da sua qualidade ministerial para erguer o punho esquerdo de socialista e fazer política baixa numa matéria que é de saúde pública.
Não devíamos admirar-nos. O senhor tem um passado deste tipo de “bocas”. Recordo apenas algumas, como quando afirmou que gosta de malhar na direita e ainda mais no PCP ou no BE, ou quando comparou a concertação social a uma feira de gado.
Lembro, ainda, que foi dispensado da TVI, onde fazia comentário político, espumando raiva quando foi despedido contra Sérgio Figueiredo, então director de informação daquela estação televisiva, ao qual chamou “ayatolhah de Barcarena”. O que obrigou o mesmo Sérgio Figueiredo a retorquir, dizendo que o senhor não voltava à TVI por ser “malcriado”.
Portanto, a televisão decidiu que o senhor não tinha classe para ser comentador político e o senhor foi para ministro, mantendo a má-criação. E logo numa pasta que requer polimento e diplomacia, a dos Negócios Estrangeiros. Foi-se vendo a sua natureza ao longo do tempo em relação a muitas matérias, e agora chegou a nossa vez de mamar consigo, na ilha Terceira…
Meta uma coisa na cabeça, senhor ministro: muito antes de haver democracia em Portugal, fomos nós que tivemos de aturar os americanos aqui na Praia da Vitória. Fomos nós que suportámos o barulho intenso, por vezes insuportável, dos motores das grandes aeronaves guerreiras. Fomos nós que vimos placas de cimento de casas a racharem com as trepidações. Fomos nós que tivemos de cheirar os combustíveis com que os aviões foram baptizando os pobres indígenas. Fomos nós que ficámos expostos ao perigo, por vivermos ao pé de uma Base militar.
Para Portugal, ficavam as rendas, quando os americanos as pagavam, o prestígio internacional de se sentir aliado de uma grande potência, a alegria de ver as Lajes escolhida para acolher Bush, Aznar e Blair na cimeira da guerra.
Mas para nós ficou ainda uma coisa mais grave e actual: a contaminação de solos e aquíferos basais. Responsável por cancros, senhor ministro. Muitos já morreram, muitos estão doentes. E quando queremos que o Estado, ou os E.U.A, limpem a porcaria que andaram a fazer durante décadas, para prevenir danos futuros, o senhor goza connosco. Que temos de descontaminar é o novo governo dos Açores…
Continuaremos aqui, senhor ministro. A tentar resistir. Na colónia que sempre fomos e continuamos a ser. A fazer bailinhos e marchas, em cantorias e touradas. Aos vossos olhos, tolos e crédulos. Alguns enterrados, outros a extrair tumores e a chorar em cada sessão de quimioterapia. Mas resistindo à vossa exploração.
E se o senhor quiser vir a uma feira de gado, está à sua vontade. Só não lhe prometo que alguém o compre. Porque já o conhecemos…
António Bulcão
(publicada hoje, no Diário Insular)
André Silveira, Luís Filipe Borges and 17 others
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  • Permita Sr Doutor os parabéns dum cidadão comum desta terra.
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FAIAL SEM TESTES COVID ONTEM

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O FAIAL DESPROTEGIDO
De fonte idónea, chegou-me a notícia de que o Senhor Presidente do Governo Regional terá decidido ordenar a retirada dos técnicos em serviço no Aeroporto da Horta, cuja função é realizar o indispensável despiste da COVID-19, quando estes se preparavam para monitorizar a chegada dos passageiros de um voo da SATA Air Açores, proveniente de Ponta Delgada.
De acordo com a mesma fonte, a senhora Secretária Regional da Saúde terá dado a ordem de suspensão do controlo sanitário desse voo por via telefónica, tendo instruído os técnicos do Centro de Saúde da Horta (USIF) a sair das instalações onde laboram porque o Dr. Vasco Cordeiro se opunha, veementemente, ao despiste da COVID-19 relativamente aos passageiros chegados naquele voo.
Por sinal, no Telejornal da RTP-Açores de ontem, o senhor enfermeiro que ainda desempenha as funções de Autoridade de Saúde Regional avalizou a decisão da Delegação de Saúde da Horta em proceder ao despiste da COVID-19 relativamente aos voos com origem em Ponta Delgada.
Afinal, em que ficamos?
Os que ainda governam os Açores por mais alguns dias estarão de cabeça perdida?
Serão tão irresponsáveis que não têm a noção do enorme risco que a existência de oito cadeias de transmissão ativas em S. Miguel (duas das quais partilhadas com S. Jorge), representa para as restantes ilhas?
Como justifica o Governo Regional ainda em exercício a ausência de um reforço das medidas de prevenção e controle sanitário respeitantes aos voos da SATA Air Açores com origem em S. Miguel?
Em vez de agir em conformidade com os sinais evidentes da progressão descontrolada do surto pandémico que grassa na ilha de S. Miguel, o ainda Presidente do Regional reage, de forma autoritária e irresponsável, para que não seja incomodado à chegada ao Faial!…
Quem assim se comporta, merece reprovação.
Por isso, não lhe ficaria mal reconhecer o erro cometido e apresentar desculpas aos profissionais de saúde que diariamente se empenham em diminuir o risco de contágio do SARS-CoV-2 às populações de todas ilhas, especialmente os que se dedicam, sem descanso, à proteção das que apresentam um número residual de infetados, como a do Faial.
Esperemos que o faça.
Ana Ferraz da Rosa and 28 others
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PARLAMENTO EUROPEU – UMA SÓ SEDE EM VEZ DE TRÊS?

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PARLAMENTO EUROPEU – UMA SÓ SEDE EM VEZ DE TRÊS?
Com vista a reduzir despesas com deslocações (pagas) de centenas de deputados de uma lado para o outro e sobretudo emissões de carbono, o Parlamento Europeu pondera finalmente deixar de ter três vistosas (há quem diga luxuosas) sedes em países diferentes – França (Estrasburgo), Bélgica (Bruxelas) e Luxemburgo – para ter apenas uma. Já não seria sem tempo.
[Feature] EU Parliament: Strasbourg, or the climate?
EUOBSERVER.COM
[Feature] EU Parliament: Strasbourg, or the climate?
A report of the European Parliament’s environmental management unit proposes a treaty change to move the European Parliament’s headquarters from Strasbourg to Brussels – in order for the institution to become climate-neutral by 2030.
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sem vencimento pais que cuidem dos filhos na pandemia

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Ana Cristina Nascimento

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tSpoSnds1of4redmo

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E assim se governa…leia-se que os pais estão a ser OBRIGADOS a prestar assistência!!!!
Não podem imensas famílias ficarem sem vencimentos, isto será o descalabro total..
É urgente serem lançadas medidas para esta situação🤞🤞🤞
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João Mota Gomes

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