TAP MAIS DINHEIRO PARA A TAP FALIDA

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TAP: €1,7 mil milhões podem não chegar
Os €500 milhões acomodados no OE para 2021, a somar aos €1,2 mil milhões a gastar em 2020, podem ser insuficientes
A mensagem foi clara — os €1,2 mil milhões que Bruxelas autorizou que fossem usados como auxílios de Estado à TAP serão totalmente gastos em 2020, e em 2021 vai ser preciso mais. Face a um cenário desastroso, o Governo acomodou na proposta de Orçamento do Estado para 2021 €500 milhões para a TAP, que poderão ser usados como garantia num empréstimo que a companhia poderá vir a fazer no mercado privado. E não é certo que este montante chegue, como admitiu aliás, em conferência de imprensa, o próprio ministro das Finanças.
O sector está sob grande pressão, a TAP está a voar a 30% da sua capacidade. 2021 será, tudo indica, ainda um ano de fraca procura. O cenário é de incerteza, como reconhece o Governo, e assim irá manter-se devido à forte crise de procura, mas também em resultado das opções que poderão vir a ser tomadas na sequência da rees­truturação da companhia. O Expresso sabe que a mensagem que tem sido passada é que não há dinheiro para avançar com pré-reformas.
“É um valor ainda indicativo e referencial”, reconheceu o ministro. “Não é o pior cenário, é o cenário base. Pressupõe sempre a possibilidade de haver cenários mais negativos e menos negativos”, admitiu João Leão. A visibilidade sobre o futuro é inexistente. O secretário de Estado, Miguel Cruz, lembrou que as últimas projeções apontam para uma recuperação dos níveis que se viviam pré-pandemia entre 2024 e 2025.
O Governo confirmou que a TAP prevê entregar o plano de reestruturação em novembro. Para já, nada se sabe sobre ele, e os sindicatos dos trabalhadores — bastante angustiados com a situação que vivem vários associados — ainda não foram chamados para fazer qualquer tipo de negociação. Temem vir a ser confrontados com um facto consumado. Entretanto, o ministro das Infraestruturas avançou esta semana em comissão parlamentar que até ao final do ano a companhia não irá renovar o contrato com 1600 pessoas. Até agora saíram 1200. Os sindicatos dizem que a rees­truturação já está a ser feita.
(Anabela Campos – Expresso de 17/10/2020)
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Palavras, leva-as o vento!Osvaldo Cabral

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Palavras, leva-as o vento!
As centenas de milhões da proposta de Orçamento de Estado para os Açores no próximo ano, mais os milhares de milhões das transferências da União Europeia são boas notícias para todos nós, mas também representam uma cada vez maior dependência da solidariedade do exterior, sem a qual não sobreviveríamos.
Fazer uma festa com o anúncio destes milhões não é muito ajuizado, especialmente se não soubermos aplicar estas ajudas na criação de riqueza e na economia reprodutiva, para ficarmos menos dependentes.
Se as verbas que vamos recebendo continuarem a ser maioritariamente “engolidas”, como até aqui, pelo sector público, esfumando-se nos buracos ruinosos que criamos ao longo destes anos, então é cada vez mais certo que vamos ser sempre pobres e nunca iremos convergir nem com o país, nem com a Europa.
Outra coisa é a execução das verbas para o fim a que se destinam.
Há, no próximo Orçamento de Estado, muitas promessas que já vinham de orçamentos anteriores e que nunca foram executadas.
Já na proposta orçamental do ano passado era garantido que o governo iria proceder, “em 2019, à instalação e à operacionalização do Observatório do Atlântico na ilha do Faial”.
Estamos em 2020 e a história repete-se.
Também era lá assumido que “o Governo assegura a execução do Plano de Revitalização Económica da ilha Terceira, incluindo a efectiva descontaminação dos solos e aquíferos no concelho da Praia da Vitória, tendo em conta a sua consideração como interesse nacional e garantindo o financiamento das respectivas medidas através do Orçamento do Estado”.
Estamos em 2020 e a descontaminação é o que todos sabemos.
Aliás, em 2015, na sequência do anúncio da redução militar norte-americana na Base das Lajes, o Governo Regional apresentou o Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira (PREIT), em que reivindicava uma compensação dos Estados Unidos, na ordem dos 167 milhões de euros anuais, durante 15 anos, dos quais 100 milhões se destinavam à “reconversão e limpeza ambiental”.
Estamos em 2020 e nem um cêntimo se enxerga dos 167 milhões.
Ainda no Orçamento de Estado do ano passado o governo prometeu que iria promover “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional, de acordo com as normas da Agência Europeia para a Segurança da Aviação”.
Estamos em 2020 e a proposta do OE volta a repetir a promessa.
No Orçamento de Estado do ano passado era garantido que o governo iria concretizar, “nos termos do procedimento pré-contratual em curso, a instalação da rede de radares meteorológicos na Região Autónoma dos Açores”, tendo por base a resolução da Assembleia da República e a resolução da Assembleia Legislativa desta região autónoma.
Estamos em 2020 e só um radar foi instalado.
E havia ainda, na proposta do OE para 2019, a garantia de que “o Governo dá continuidade aos trabalhos relacionados com a construção de um novo estabelecimento prisional no concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel”.
Estamos em 2020 e ainda estão a retirar bagacina.
Isto para não falar da promessa de António Costa, faz agora exactamente um ano, de que iria alterar a fórmula do subsídio social de mobilidade, porque, segundo ele, “é um esquema completamente absurdo, ruinoso para as finanças públicas, uma despesa que subiu de 14 milhões de euros para 70 milhões de euros, que não beneficia nenhum residente nas regiões autónomas”.
Estamos em 2020 e a fórmula do subsídio “absurdo” e “ruinoso” é exactamente a mesma.
Não vale a pena alongar mais a lista de exemplos.
Isto de Orçamentos de Estado é como o provérbio popular: “palavras, leva-os o vento!”.
E não é que não esteja escrito, porque o provérbio também avisa que, “o que se diz e não é escrito esquece facilmente”.
Estaremos cá para lembrar.
Abuso de poder
A deliberação da Comissão Nacional de Eleições sobre a polémica carta do Vice-Presidente do Governo Regional, distribuída pela Autoridade Tributária, é, somente, mais uma prova do abuso de poder que se apoderou de algumas instituições políticas, desta vez com a cumplicidade do Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais, o que agrava o escândalo.
Infelizmente, no país político em que vivemos, tudo é permitido e nunca ninguém é responsável por nada.
Ao “puxar as orelhas” ao Governo Regional dos Açores e ao dito Secretário de Estado, sem mais nenhuma consequência, ficamos com a sensação, mais uma vez, de que a CNE é um organismo inútil.
Qualquer departamento público faria o mesmo trabalho.
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 18/10/2020) — with

Osvaldo José Vieira Cabral

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  • Povo de memória curta não chega aprender a lição a arte de saber mentir todos os políticos são formados na mentira

há morte além do covid

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3o3mdtiSponlsorted

O que se está a passar em Portugal é VERGONHOSO!😡🤢🤬
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Continua a “matança não covid”. Cada mês que passar as vítimas ‘não covid’ continuarão a crescer e crescer, perante os olhos impávidos da DGS, do Governo e de todos aqueles que apoiam este ‘Novo Regime’. Estamos a falar de 7474 mortes EM EXCESSO este ano (desde março), quando o covid-19 só explica um quarto desses óbitos.
É a prova inequívoca que se está a ‘matar’ muito mais que ‘salvar. E é natural isto acontecer quando uma DGS permite que milhões de consultas, exames, rastreios, etc sejam adiados, sabe-se para lá quando.
Quando chegarmos a 31 de dezembro, por este andar teremos muito mais vítimas ‘colaterais’ desta nova governação, para não falar dos milhões de desempregados e gente arruinada.
Privam-nos de tudo, até de direitos universais para isto? E se a próxima vítima ‘não covid’ for a tua mãe, o teu avô ou o teu filho?
Quantos cúmplices destas mortes todas em excesso ‘não covid’ tem Portugal?
2

teorias da conspiração e narrativas dissonantes

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Vou-vos contar uma história. Verídica, apesar de já saber o que os programados covídicos, tanto clínicos como leigos, vão dizer…
Nos idos de 1989, até ao Outono de 1990, trabalhei como consultor informático (análise de sistemas, dados e programação) para a JNICT, em colaboração com dois médicos, um de Medicina Interna e outro de Genética, que estavam a estudar as implicações do Projecto Genoma (sequenciamento informático do genoma humano, então em curso, internacionalmente).
Uma das aplicações que partilharam comigo, no âmbito da colaboração, era a ideia que certos investigadores estavam a desenvolver de utilizarem vírus – especialmente de gripe comum – como vectores de vacinação para outras doenças. A ideia geral era a de alterarem geneticamente esses vírus, incluindo-lhes sequências genéticas dos vírus das doenças para as quais queriam fazer a vacina, e de os espalharem na população, que depois de passada a gripe, estariam teoricamente “vacinados” contra a doença em causa… Ou seja, uma espécie de vacinação geral não consentida.
Um dos vírus selecionados foi da família Coronavirae, mais propriamente os Coronavírus gripais humanamente transmissíveis, que já eram bem conhecidos desde a década de 1930, e que eram responsáveis por cerca de 20% das gripes sazonais de gravidade reduzida. Assim, em laboratórios dos EUA, Holanda e de um terceiro país que, pelos vistos, não é de “bom tom” mencionar, foram criadas por alteração genética três estirpes diferentes do Coronavírus, introduzindo-lhes sequências genéticas do vírus HIV do SIDA, que na época estava a disseminar-se com relativa rapidez.
Como a teorética “pandemia” do HIV não se realizou como os catastrofistas previam, a questão foi deixada “no frio” (literalmente), tanto mais que o Genoma Humano ainda não estava sequenciado na totalidade (apenas uma parte relativamente pequena) e não se previam quais as consequências de uma dispersão desse vector viral usado como “vacina”…
Contudo, tudo leva a crer que houve disseminação em populações de “teste”, e que essas estirpes se tenham disseminado um pouco por todo o Mundo. Mas, como a Natureza é sábia, os vírus mais agressivos provocam picos epidémicos restritos no tempo, por rápida mutação, ao contrário dos menos agressivos. Ainda mais no que se refere aos vírus alterados em laboratório. Os Coronas assim alterados mutaram para estirpes menos agressivas, e a coisa “caiu”…
Por DUAS vezes, pelo menos, segundo me disse recentemente um desses médicos (que não vou aqui nomear por motivos óbvios), houve tentativas de “reavivar” o programa, com os conhecimentos derivados do sequenciamento completo do Genoma humano. A primeira vez, foi em 2007-2008, que provocou uma epidemia de gripe muito forte e algo “estranha”, que causou muitas mortes, mas que quase ninguém atribuiu ao Corona, muito menos nas versões “recauchutadas”. Mais tarde, em 2011, desencadeou-se outra epidemia, porventura por introdução de outra estirpe “recauchutada”, que, conjugada com outras gripes sazonais ainda mais graves e as condições de habitação precárias de muitas pessoas, causou em Portugal, na PRIMEIRA QUINZENA de Janeiro, quase 7.000 mortos (em 15 dias!). No resto do Mundo, os números ainda foram mais aterradores. Mas ninguém decretou “estado de emergência” ou “calamidade pública” por causa de uma gripe com uma mortalidade mesmo assim muito inferior à das grandes epidemias do início do Século XX…
No início de 2018, voltou – de permeio com as gripes sazonais – outra gripe “estranha” que, desencadeando muitas vezes pneumonias atípicas, matou em Portugal mais de 3.700 pessoas. Muitos dos afectados ficaram temporariamente com perda parcial do olfato (aposmia) e do paladar (anosmia), tosse persistente e dores nos brônquios e pulmões. Alguns desenvolveram pneumonias, muitas delas provocadas por bactérias oportunistas, como os Streptococcus pneumoniae, e tratadas com azitromicina ou claritromicina… Curiosamente, tanto os sintomas como o tratamento de muitas das pneumonias resultantes coincidem com os do actualmente apregoado “covid-19”… Conheço pessoalmente casos destes, em que a tosse e as dores duraram meses, apesar do tratamento…
Mas, como disse acima, a Natureza é sábia, e os sistemas imunitários das pessoas que não os tinham deficitários, desencadeou-lhes uma imunidade dita “de grupo”, melhor do que todas as das supostas “vacinas”…
Depois, veio o “grande golpe” globalista: aquele que designaram como do “NOVO Coronavírus” (para dar a impressão de que era um vírus novo e desconhecido), depois “mutado” para uma sigla-mantra, repetida até à náusea pelos media, numa campanha de intoxicação psicológica (uma Psy-Op) das populações nunca vista na História: o “COVID-19” que, segundo me comunicaram, seria uma sigla: “Covert Operations in Viral Infectious Diseases – 2019”…
A decisão de lançarem no Mundo as três estirpes laboratoriais de 1990-95 do Coronavírus, possivelmente “melhoradas” geneticamente para facilitarem o contágio e a sua disseminação, autor anónimo
Seen by Ceicinha Delcourt at Friday 14:31
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