Pedro Almeida Maia Ilhamérica

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edro Almeida Maia
António Ferra

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Pedro Almeida Maia

.

10 m
O meu amigo Pedro Almeida Maia, publicou o romance Ilhamérica nas edições Letras Lavadas (Ponta Delgada). Chegou-me ontem pelo correio. Eu, que sou um leitor lento, li-o de um fôlego, o que só me acontece quando me sinto envolvido nos lugares e nas personagens.
O livro aborda o tema mítico da «fuga da ilha» e centra-se na tentativa de um adolescente de dezasseis anos fugir de Vila do Porto, na Ilha de Santa Maria. Enfiou-se no trem de aterragem de um Locked Super Constelation dos anos 60, com o fito na América, para onde foram tantos açorianos, nomeadamente muitos dos marienses que se fixaram em Boston, entre outros lugares. Depois é um mundo de peripécias ficcionadas, mas baseadas numa situação real.
Houve várias experiências deste género e Pedro Almeida Maia, escolheu esta, que lhe valeu um belíssima narrativa a par de uma investigação cuidadosa de temas ligados à aviação e ao clima social insular nos anos 60, gloriosos com o aeroporto americano da ilha. Além disso, passe a imodéstia, sinto-me muito gratificado por ele ter escolhido um poema meu como epígrafe, poema que faz parte do meu livro de poemas «Cantigas de Santa Maria». Obrigado Pedro.
Fernando Martinho Guimarães and 3 others
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O meu amigo Pedro Almeida Maia, publicou o romance Ilhamérica nas edições Letras Lavadas (Ponta Delgada). Chegou-me ontem pelo correio. Eu, que sou um leitor lento, li-o de um fôlego, o que só me acontece quando me sinto envolvido nos lugares e nas personagens.
O livro aborda o tema mítico da «fuga da ilha» e centra-se na tentativa de um adolescente de dezasseis anos fugir de Vila do Porto, na Ilha de Santa Maria. Enfiou-se no trem de aterragem de um Locked Super Constelation dos anos 60, com o fito na América, para onde foram tantos açorianos, nomeadamente muitos dos marienses que se fixaram em Boston, entre outros lugares. Depois é um mundo de peripécias ficcionadas, mas baseadas numa situação real.
Houve várias experiências deste género e Pedro Almeida Maia, escolheu esta, que lhe valeu um belíssima narrativa a par de uma investigação cuidadosa de temas ligados à aviação e ao clima social insular nos anos 60, gloriosos com o aeroporto americano da ilha. Além disso, passe a imodéstia, sinto-me muito gratificado por ele ter escolhido um poema meu como epígrafe, poema que faz parte do meu livro de poemas «Cantigas de Santa Maria». Obrigado Pedro.

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O meu amigo Pedro Almeida Maia, publicou o romance Ilhamérica nas edições Letras Lavadas (Ponta Delgada). Chegou-me ontem pelo correio. Eu, que sou um leitor lento, li-o de um fôlego, o que só me acontece quando me sinto envolvido nos lugares e nas personagens.
O livro aborda o tema mítico da «fuga da ilha» e centra-se na tentativa de um adolescente de dezasseis anos fugir de Vila do Porto, na Ilha de Santa Maria. Enfiou-se no trem de aterragem de um Locked Super Constelation dos anos 60, com o fito na América, para onde foram tantos açorianos, nomeadamente muitos dos marienses que se fixaram em Boston, entre outros lugares. Depois é um mundo de peripécias ficcionadas, mas baseadas numa situação real.
Houve várias experiências deste género e Pedro Almeida Maia, escolheu esta, que lhe valeu um belíssima narrativa a par de uma investigação cuidadosa de temas ligados à aviação e ao clima social insular nos anos 60, gloriosos com o aeroporto americano da ilha. Além disso, passe a imodéstia, sinto-me muito gratificado por ele ter escolhido um poema meu como epígrafe, poema que faz parte do meu livro de poemas «Cantigas de Santa Maria». Obrigado Pedro.

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antº bulcão eleições nos açores

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Sobre as eleições
Era uma vez um arquipélago no meio do Atlântico. Composto por nove ilhas, cada uma delas com belezas raras, unia-as o mar. Naturalmente, já que os arquipélagos têm destas coisas…
Quem via as lagoas, as fajãs, as cascatas, os montes, não conseguia imaginar o drama que se passava no mar. Mas a verdade é que este mar era completamente dominado por um tubarão enorme, que espalhava o terror há mais de duas décadas entre as outras espécies.
Comprando simpatias e distribuindo favores, com a promessa de não comer os que lhe lambiam as barbatanas, ao longo de vinte e quatro anos o tubarão governara aquelas águas, vinte deles com poder absoluto.
Muitos dos outros peixes, alguns de grande porte, outros simples ruama, não gostavam do predador, e tinham tentado ao longo de duas décadas destroná-lo. Mas os seus esforços haviam sido inúteis. O número de espécies marinhas dependentes do tubarão e seus servos declarados era infinitamente maior. Ao ponto de se dizer que se tratava de um polvo, o que muito irritava o tubarão, que diabo, era um tubarão, não podia ser comparado com um molusco rastejante dos fundos e dos buracos.
Mas um dia o tubarão teve pouca sorte. Perseguindo uma garoupa que se andava a armar aos cucos, calculou mal a distância e a velocidade. Resultado: trancou o lombo numa pedra enorme crivada de ouriços.
Debilitado, começou a perder simpatizantes, à superfície, a meia água e no fundo. Mas ainda tinha a maioria.
Um mero, que antes de o tubarão fixar residência, tinha mandado naquele mar, viu a sua oportunidade para voltar ao poder. Sozinho, no entanto, nada podia, pois tinha menos espécies piscícolas do seu lado que o tubarão. Pensou então em fazer uma coligação com os peixes suficientes para governar e mandar o tubarão para casa.
A solução não era inédita. Num oceano bem maior e em tudo menos pacífico, um tubarão que até tinha a maioria já tinha sido impedido de governar por uma geringonça (união de peixe mais pequeno mas bastante empenhado).
O mero ficou num dilema. Ou se movia no sentido de captar a simpatia dos peixes suficientes para tirar o tubarão do poder. Ou deixava-o continuar a governar, na esperança de que, com o tempo a passar, outros peixes se afastassem do tubarão e ele viesse a cair de podre.
A primeira possibilidade não agradava muito ao mero. Afinal, o tubarão continuava a ter maioria, embora relativa. A democracia, que também existe nas águas, mesmo que turvas, impunha respeito por tal maioria.
Mas qual tinha sido o resultado de tal respeito, vinte e quatro anos antes? O tubarão ganhara força, conseguira maioria absoluta e era dono imperial de tudo.
Deviam agora os outros peixes oprimidos voltar a cometer o mesmo erro? Deixar o tubarão recompor-se das feridas provocadas pelos ouriços? Quatro anos dão para uma boa cura…
Ou, pelo contrário, formar uma geringonça arquipelágica e destruir o império do predador, de modo a que ele dificilmente se viesse a recompor?
Uma coisa parecia certa: se deixassem o tubarão reganhar força, voltar a reunir o seu exército de servidores, daí a quatro anos dominando absolutamente, faltar-lhes-ia legitimidade para vociferar. Ninguém lhes ligaria nenhuma no futuro. Todas as críticas feitas ao longo de 24 anos perderiam sentido, se, tendo oportunidade para fazer diferente, a perdessem. A bem dos mares.
Além de que seria o oceano inteiro a continuar a ser prejudicado pelas políticas do tubarão, não fosse este rebocado pela rampa do estaleiro.
Não sabemos o que irá decidir o mero. Não conseguimos entrar no cérebro dos peixes, que têm processos de raciocínio completamente diferentes dos humanos. Aguardamos, então, serenamente. Para ver se as águas ficam calmas ou se, pelo contrário, se agitam. Não temos feito outra coisa senão atirar pedras para o charco…
António Bulcão
(publicada hoje, no Diário Insular)
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AÇORES COM O PS À PORTA DO PALÁCIO

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Deixar o PS à “porta” do Palácio Jácome Correia
O Partido Socialista, para formar um novo Governo Regional nos Açores com garantias de estabilidade, tem que tomar três posições.
Primeira: assumir perante si próprio e perante o povo açoriano que já não possui maioria absoluta, porque o que se verifica é que os dirigentes socialistas não dão mostras verdadeiras de verificar que o eleitorado deu a vitória ao PS mas não o quer a mandar sozinho. Segunda: o PS tem que descer do “altar” político e dirigir-se aos restantes partidos parlamentares numa atitude de humildade democrática e, no respeito pela vontade popular, negociar a sério com eles, porque precisa deles ou de alguns deles para continuar a governar. Todos os outros partidos reconheceram a vitória socialista, embora mais reduzida. Cabe também ao PS reconhecer, sem tibiezas nem malabarismos de linguagem, que os outros partidos receberam nas urnas um protagonismo e uma influência muito maiores.
Terceira: o PS não condicione nem pressione o seu líder, Vasco Cordeiro. Deixem-no agir livremente, deixem-no negociar livremente e deixem-no encontrar livremente uma solução democrática, no respeito pela vontade popular.
Vasco Cordeiro sobressai na cena política açoriana como a única personalidade capaz de, serenamente, abrir caminho para um novo futuro, para corrigir erros do passado e encontrar novas soluções, em cooperação e concertação com as outras ou outras forças políticas com representação na Assembleia Legislativa Regional. Agora, se se deixar “aprisionar” pelo “pai” ou pelo “filho”, ou pelos dois, obedecendo às estratégias do costume, que deram os resultados que estão à vista de todos, então não vai longe.
Vasco Cordeiro não pode ter receio de mandar o “pai” e o “filho” para outro lado, porque eles são muito responsáveis pela perda da maioria absoluta socialista. O que Vasco Cordeiro tem a fazer – e quero crer que o fará! – é, neste momento histórico, dizer “presente!” e “estou aqui para servir o povo açoriano!”.
Já não se pede a Vasco Cordeiro que coloque o socialismo na “gaveta”, porque há muito o PS nos Açores o fez. Pede-se apenas que deixe o PS à “porta” do vetusto e belo Palácio Jácome Correia, para servir todos os açorianos e resolver os muitos problemas existentes, em ambiente de grande diálogo democrático. Estou certo de que a História não perdoaria a Vasco Cordeiro outra atitude política e cívica!
Maria João Ruivo, Urbano Bettencourt and 8 others
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  • Concordo contigo Tomás. Fizeste uma análise objetiva da situação. Se o que importa é o bem da região, terá de haver um entendimento entre todas as forças que nos representam. Se o que importa apenas é o poder, então..

NÃO ACREDITES EM NADA ATÉ QUE SEJA OFICIALMENTE DESMENTIDO

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NÃO ACREDITES EM NADA
ATÉ QUE SEJA OFICIALMENTE DESMENTIDO
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AQUI NÃO ACONTECEU NADA
“Aconteceu em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.
Foi a mais grave catástrofe nuclear padecida pelo mundo até aquele momento, mas os pássaros que fugiram e as minhocas que afundaram debaixo da terra foram os únicos que informaram a tragédia desde o primeiro instante.
O governo soviético ditou ordem de silêncio.
A chuva radioativa invadiu boa parte da Europa e o governo continuava negando ou silenciando.
Um quarto de século depois, em Fukushima, explodiram vários reatores nucleares e o governo japonês também calou ou negou as versões alarmistas.
Razão, tinha o veterano jornalista inglês Claude Cockburn, quando aconselhava:
— Não acredites em nada até que seja oficialmente desmentido.”
Eduardo Galeano, Os Filhos dos Dias
Artur Arêde, Amadeu Pinto da Silva and 8 others
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a saúde e o medo

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O advento da sociedade bio-securitária

Agamben reflete e analisa o MEDO e o TERROR que se apoderou das pessoas em geral por efeito da vaga mediática sobre a pandemia do coronavírus

Apoiados pelos números anunciados de casos positivos, a razão sanitária impõe desde setembro novas medidas que restringem ainda mais as liberdades e comprometem os laços humanos. Se as manifestações estão aumentando, especialmente na Europa, para protestar contra decisões consideradas desproporcionais, ou mesmo completamente inadequadas, é surpreendente que as pesquisas, na França como na Itália, refletem uma aceitação bastante ampla de um governo por coerção sem precedentes. Comentando os desenvolvimentos 30 e 40 de Ser e Tempo de Heidegger, Giorgio Agamben remonta à raiz psíquica e política do estado de sideração atualmente observado, que parece permitir o advento de uma sociedade de bio-securitária. O homem está emocionalmente acordado: a angústia fundamental que surge nele, o abre e o entrega ao mundo, pode acabar em cristalização sobre um objeto que então faz vibrar a corda do medo. Já agindo no estado de emergência justificado pela ameaça terrorista, o medo não será, mais do que nunca, a força que nos governa, a própria base do poder?

O que é medo?
por Giorgio Agamben

para ler em italiano https://www.quodlibet.it/giorgio-agamben-che-cos-u2019-a-pa…

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óbitos covid e outros

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José Tomaz Mello BreynerFollow

Uma morte é sempre uma morte. Onde uma família fica em luto por perder o seu ente querido.

Mas “notícias”diárias alarmistas sobre as mortes causadas por Covid-19 não fazem sentido!! A “gripe sazonal” em invernos passados matou mais pessoas e não foi dado tanta cobertura mediática!!

Diariamente é notícia os “novos recordes” de novos casos e de mortes por Covid-19… “Notícias” que massacram com números e com opiniões que não informam, só desinformam a população… que metem medo… será que faz sentido?

Ainda não chegamos ao inverno 2020/2021 e já existem teorias sobre quantas vão ser as mortes diárias por Covid-19… será que faz sentido?

Vamos analisar:

Por Covid-19:

Entre 16 de Março e 31 de Março- existiram 187 mortes por Covid-19, em média 6 mortes diárias.

Entre 1 de Abril e 30 de Abril- existiram 820 mortes por Covid-19, em média 27 mortes diárias.

Entre 1 de Maio e 31 de Maio- existiram 417 mortes por Covid-19, em média 13 mortes diárias.

Entre 1 de Junho e 30 de Junho- existiram 155 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Julho e 31 de Julho- existiram 158 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Agosto e 31 de Agosto- existiram 87 mortes por Covid-19, em média 3 mortes diárias.

Entre 1 de Setembro e 30 de Setembro- existiram 153 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Outubro e 23 de Outubro- existiram 320 mortes por Covid-19, em média 14 mortes diárias.

Desde 16 Março- existiram 2297 mortes por Covid-19, nestes 221 dias, em média existiram 10 mortes diárias.

(Dados retirados dos relatórios da Direção-Geral da Saúde (DGS))

Por “gripe sazonal” no inverno:

No inverno 2018/2019 a “epidemia de gripe sazonal” «teve um efeito significativo na mortalidade em Portugal» (isto foi escrito em Outubro de 2019). Nesses 90 dias de inverno, houve 3331 mortes devido à gripe. Em média 37 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2017/2018, houve 3714 mortes. Em média 41 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2016/2017, houve 4467 mortes. Em média 50 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2014/2015, houve 5591 mortes. Em média 62 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

O inverno 1998/1999, dizem que foi o que teve mais mortalidade. Onde nesses 90 dias de inverno, houve 8514 mortes. Em média 95 mortes diárias.

(Dados retirados do Programa Nacional de Vigilância da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (Insa))

Ao analisar estes dados é possível verificar que a mortalidade por “gripe sazonal” é maior do que por Covid-19 (até agora). Será que faz mesmo sentido tanto alarmismo sobre as mortes causadas por Covid-19??

Angelo Ferreira

tsS1ponnso2rheedo

Image may contain: text that says "Óbitos por infecções respiratórias e covid entre Março e Outubro 500 250 000 3. 750 3.500 3.250 3.000 2.750 500 2.250 000 1.750 500 1.250 1000 750 500 250 0 3.479 3.721 2276 4.168 68 2017 1,477 2018 2019 Obitos por infecções respiratorias 2020 Óbitos por covid Nota: Mortalidade de 2017 e 2018 com valores reais) entre Março e Outubro. Mortalidade por infecções respiratórias estimadas em função da taxa de letalidade de 2017 e 2018 (1,65%). Periado de analise em 2020: de Março a 22 de Outubro. Fante: SNS DGS."

Hugo Correia

Gráfico de Pedro Almeida Viera.

Adelino Maltez destaca pluralismo que obrigará PS a negociações permanentes – Açoriano Oriental

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O politólogo e professor Adelino Maltez considerou os resultados das eleições nos Açores uma “festa do pluralismo” que vai obrigar o PS a uma engenharia pós-eleitoral e a negociações permanentes ao longo do mandato.

Source: Adelino Maltez destaca pluralismo que obrigará PS a negociações permanentes – Açoriano Oriental

Opinião: A Liberdade chegou aos Açores: o Bloco de Direita tem o dever de despedir Vasco Cordeiro!

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É uma notícia pela qual o fantástico povo açoriano há muito ansiava: o PS, de Carlos César e Vasco Cordeiro, perdeu a maioria absoluta. É uma viragem de página na política açoriana: um novo ciclo tem que começar.

Source: Opinião: A Liberdade chegou aos Açores: o Bloco de Direita tem o dever de despedir Vasco Cordeiro!

ABL lança projeto sobre curiosidades da língua portuguesa | Agência Brasil

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Projeto da ABL mostrará um pouco da história das novas palavras e orientará meios de comunicação e escolas sobre a pronúncia correta e o significado de cada uma delas.

Source: ABL lança projeto sobre curiosidades da língua portuguesa | Agência Brasil