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O VALOR DA ÉTICA
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Incêndio em armazém em Díli mostra carências dos bombeiros timorenses – Governo
FOTOS: Manuel Pestana (Dreedee Idish)
Díli, 14 set 2020 (Lusa) – Os bombeiros timorenses necessitam de um reforço urgente de meios materiais para poder responder a incêndios, como o ocorrido no domingo, num armazém em Díli, disse hoje o secretário de Estado da Proteção Civil (SEPC).
“Os nossos recursos dos bombeiros não estão adequados para combater este tipo de incêndio. Não podemos responder com material como este, químicos, borrachas, plásticos e 20 e tal bidons de óleo”, afirmou Joaquim Gusmão Martins, em declarações à Lusa.
O relatório da Proteção Civil, a que a Lusa teve acesso, mostrou as carências atuais, com autotanques de “pequenas dimensões” e “mangueiras em mau estado, com buracos e grandes fugas”, bem como a “falta de equipamentos de proteção adequados a um incêndio destas dimensões”, o que tornou o combate às chamas “particularmente difícil”.
“Isso dificultou muito a nossa intervenção. O nosso corpo de bombeiros tem falta de equipamento de proteção pessoal. Em casos destes, temos de combater com espuma. Temos 200 litros de reserva que usámos, mas não é suficiente”, explicou Martins.
“Tivemos apoio de empresas e da Aviação Civil que ajudaram com espuma. Também tivemos problemas de água e de tanques. É muito difícil combater fogos assim”, acrescentou.
O responsável indicou ter sido feita uma proposta para o Governo incluir, no Orçamento para 2021, fundos para carros de combate, equipamento de proteção pessoal, mangueiras e outro material.
O incêndio causou um ferido ligeiro, civil, e ferimentos ligeiros a vários bombeiros, incluindo alguns picados por seringas que estavam armazenadas num armazém contíguo de material médico.
O ferido ligeiro, que foi retirado inanimado da zona contígua ao armazém, teve de ser transportado para o hospital nas traseiras de uma pequena camioneta de caixa aberta, por falta de ambulância de bombeiros.
A Proteção Civil indicou que os danos materiais são “da ordem dos 10 milhões de dólares”, segundo dados preliminares.
O incêndio, que começou ao início da tarde de domingo, só foi controlado à noite, com um fumo espesso a ser visível ainda esta manhã no local, onde permanecem equipas de bombeiros e da Proteção Civil.
Na zona, onde o fogo foi dado hoje e quase 20 horas depois, estiveram Joaquim Martins e o secretário de Estado do Ambiente, Demétrio Carvalho.
Uma das preocupações é agora com as lamas de água misturadas com óleo que foram canalizadas para a vizinha ribeira de Comoro, onde equipamento pesado começou já o processo de contenção, descontaminação e limpeza, para evitar que sigam para o mar.
Martins sublinhou ainda a necessidade de um reforço da coordenação, algo previsto na nova lei da Proteção Civil, que foi vetada pelo Presidente timorense por elementos relativos a eventuais restrições a direitos no caso de declarações de “calamidade pública”.
A lei, que está agora a ser revista no Parlamento, prevê que se “possa atuar de forma mais coordenada em matéria de proteção civil, com um centro de operações e socorro”, explicou o secretário de Estado.
Martins sublinhou ainda a necessidade de regulamentar a questão do armazenamento destes materiais perigosos, especialmente em zonas urbanas, notando que as empresas necessitam de licenciamento ambiental, algo que não tinham neste caso.
“A lei da Proteção Civil permitirá regulamentar a necessidade de que todos os armazéns têm que cumprir critérios de segurança. Se não o fizerem serão encerrados”, disse.
Com as causas ainda em investigação, o relatório preliminar adiantou que o incêndio começou num armazém onde estavam produtos altamente inflamáveis, incluindo pneus, tintas e diluentes, óleos, viaturas e diesel.
As chamas, que se alastraram depois para outro armazém vizinho onde estava equipamento e material médico, foram combatidas por elementos do Corpo de Bombeiros de Díli, apoiados por elementos da Proteção Civil e, durante a madrugada, por reforços do Corpo de Bombeiros de Aileu, a sul de Díli, que se deslocaram para a capital.
As equipas estiveram no terreno, até esta manhã, primeiro para o combate e posteriormente para rescaldo, vigilância e prevenção, processo que vai continuar hoje.
Essencial ao combate foi o apoio de várias empresas privadas, que cederam camiões, água e até espuma.
A petrolífera indonésia Pertamina e a empresa PAX forneceram meios humanos e quatro autotanques e um carro de combate a incêndios de grande débito de água, o que se tornou, segundo a Proteção Civil, “uma mais-valia decisiva na diminuição das proporções do incêndio”.
Várias empresas privadas, nomeadamente a ETO, a Hidayat, a RMS e a Elemloi, “contribuíram decisivamente para o combate às chamas com várias cisternas de água que foram usadas pelos carros de combate ao incêndio”.
O fornecimento de água foi ainda garantido pela empresa privada NNR e pelo Serviço de Águas e Saneamento (SAS).
ASP // EJ
Lusa/Fim





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Já alguém fez a sopa de agrião à moda das Flores, ou conhece quem a faça ou já tenha feito? A minha avó paterna costumava fazê-la para a família, mais tarde a sua filha, minha tia também a fazia e a minha mãe (que não é Portuguesa) aprendeu a fazê-la para o meu pai. Podem ver em especial os que são ou moram nas Flores. Isso é importante para completar um texto que estou a preparar sobre a receita, e adorava saber. Abraços Kathie
On 31/12/1969 23:00, wrote:Querido Chrys, could you please translate my plea into Portuguese, then post it on your blog in both languages? Obrigada!Olá! Did you ever make this Flores-style watercress soup, or know anyone who did/does? My grandmother (avó paterna) made it for her family, later her daughter (my aunt) made it, and my (non-Portuguese) mother learned to fix it for my father. Could you please also check with others you know on Flores? In the interests of completeness for a piece I’m writing about the soup recipe, it would help me to know. Abraços, Kathie.
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ONDE ESTÃO OS MILHÕES DE TIMOR-LESTE?
INDONÉSIA APAGA GRANDE INCÊNDIO
Com muitos anos de independência Timor-Leste tem recebido milhares de milhões de dólares americanos dos mais variados países e organismos internacionais e da exploração do petróleo e gás natural na sua orla marítima. Hoje, Díli assistiu a um dos maiores incêndios da sua história localizado num armazém repleto de produtos tóxicos como pneus, combustível e material incendiário. Os bombeiros timorenses deslocaram-se para o local das chamas que passavam para outro armazém e colocavam em perigo depósitos de combustível da companhia indonésia Petramina. Os bombeiros chegaram com uns autotanques obsoletos de dimensão reduzida e com as mangueiras podres e cheias de buracos por onde a água saía. Valeu aos bombeiros timorenses a ajuda de várias empresas de construção que enviaram os seus autotanques e especialmente os autotanques especiais de espuma pertencentes à indonésia Petramina.
Que vergonha, que escândalo, que tristeza, que incompetência ou desvio de dinheiros, que até hoje ainda não existe em Díli um quartel de bombeiros com toda a dignidade e eficiência, bem equipado, com autotanques de grande dimensão que inclusivamente possam dirigir-se ao aeroporto para um caso de emergência de uma aeronave, com equipamento do último grito e com pessoal bem treinado. Díli já tem grandes e altos edifícios. A capital está repleta de armazéns, centro comervial, edifícios estatais de grande área, muitos hotéis e resorts e os bombeiros têm mangueiras cheias de buracos? É de bradar aos céus. É inacreditável. É inadmissível. Que o governo de Timor-Leste construa urgentemente um quartel de bombeiros de nível internacional. Impõe-se, já!

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Mesmo com a maior liberdade de circulação e com o aliviar das medidas por parte do Governo e das autoridades de saúde, muitas pessoas continuam a sair de casa só em último recurso. Esse isolamento pode dar aso ao surgimento, ou desenvolvimento, de outras patologias
Source: Covid-19: os sete problemas de saúde que podem surgir por ficar fechado em casa | TVI24
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Acho que se chama Maria João Nunes e lê um relambório de testemunhos “à bolsonaro” contra o que se chama “ideologia do género” no video clip de mui
Source: Estrategizando | Sexo, sexo, sexo, as taradices sexuais da opusdei
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https://youtu.be/n4TB9EgMSFE
Um ferido em incêndio de grandes proporções em armazém em Díli (C/FOTOS de Manuel Pestana
Díli, 13 set 2020 (Lusa) – Pelo menos uma pessoa ficou ferida na sequência de um incêndio de grandes proporções que ocorreu durante a tarde de hoje num armazém de maquinaria, pneus e outro material, na zona oeste da capital timorense, Díli.
O incêndio na zona de Bebonuk, que lançou uma espessa nuvem tóxica de fumo preto visível de toda a cidade, começou, segundo informações preliminares, por um problema elétrico.
Material inflamável, incluindo pneus, tinta e diesel intensificaram as chamas que chegaram à altura dos fios elétricos e que se alastraram depois para outro armazém vizinho onde estava equipamento e material médico.
O incêndio, que afetou as linhas elétricas, levou a cortes de eletricidade que se vão prolongar ainda durante várias horas, naquela zona da cidade.
Apesar dos esforços dos bombeiros timorenses, o fogo demorou várias horas a ser contido.
As carências no setor da proteção civil, incluindo os bombeiros, são patentes em casos de desastres como estes, onde os meios humanos e técnicos são insuficientes.
Autotanques de pequenas dimensões, mangueiras em mau estado – com buracos e grandes fugas – e falta de equipamento de proteção tornou o combate às chamas particularmente difícil.
O combate ao fogo só melhorou depois da chegada ao local de um autotanque com espuma da petrolífera indonésia Pertamina que tem perto da zona os seus depósitos de combustível.
Claudio Silva, comandante dos bombeiros timorenses, lamentou em declarações à Lusa a falta de condições da instituição, explicando que o combate ao incêndio só foi possível porque muitas empresas emprestaram os seus autotanques.
“Necessitamos urgentemente de equipamento e viaturas apropriadas. Este incêndio é de grande dimensão e só conseguimos controlar porque empresas de água, de construção vieram ajudar com os seus autotanques”, explicou.
Segundo referiu, mais de 10 viaturas de várias empresas juntaram-se aos bombeiros no combate ao incêndio que só ficou controlado várias horas depois.
“Estamos agora a trabalhar para controlar e evitar reacendimentos e para que não passe para outras estruturas”, referiu.
Com o crescimento populacional e perante a falta de qualquer planeamento urbano, a malha da cidade de Díli vive hoje elevados riscos de incêndios deste tipo, com armazéns, incluindo com material perigoso e inflamável, no meio de bairros habitacionais.
Maus sistemas elétricos e outros problemas de armazenamento agravam os riscos numa cidade onde muita da habitação é ainda precária.
Igualmente patente no combate ao incêndio esteve a falta de uma estrutura integrada de resposta a desastres, demorando várias horas até que chegassem ao local polícias e uma ambulância.
O ferido, que foi tirado inanimado do local, teve de ser transportado para o hospital nas traseiras de uma pequena camioneta de caixa aberta.
ASP // VM
Lusa/Fim










Antonio Sampaio is with Dreedee Idish.
Um ferido em incêndio de grandes proporções em armazém em Díli (C/FOTOS de Manuel Pestana
Díli, 13 set 2020 (Lusa) – Pelo menos uma pessoa ficou ferida na sequência de um incêndio de grandes proporções que ocorreu durante a tarde de hoje num armazém de maquinaria, pneus e outro material, na zona oeste da capital timorense, Díli.
O incêndio na zona de Bebonuk, que lançou uma espessa nuvem tóxica de fumo preto visível de toda a cidade, começou, segundo informações preliminares, por um problema elétrico.
Material inflamável, incluindo pneus, tinta e diesel intensificaram as chamas que chegaram à altura dos fios elétricos e que se alastraram depois para outro armazém vizinho onde estava equipamento e material médico.
O incêndio, que afetou as linhas elétricas, levou a cortes de eletricidade que se vão prolongar ainda durante várias horas, naquela zona da cidade.
Apesar dos esforços dos bombeiros timorenses, o fogo demorou várias horas a ser contido.
As carências no setor da proteção civil, incluindo os bombeiros, são patentes em casos de desastres como estes, onde os meios humanos e técnicos são insuficientes.
Autotanques de pequenas dimensões, mangueiras em mau estado – com buracos e grandes fugas – e falta de equipamento de proteção tornou o combate às chamas particularmente difícil.
O combate ao fogo só melhorou depois da chegada ao local de um autotanque com espuma da petrolífera indonésia Pertamina que tem perto da zona os seus depósitos de combustível.
Claudio Silva, comandante dos bombeiros timorenses, lamentou em declarações à Lusa a falta de condições da instituição, explicando que o combate ao incêndio só foi possível porque muitas empresas emprestaram os seus autotanques.
“Necessitamos urgentemente de equipamento e viaturas apropriadas. Este incêndio é de grande dimensão e só conseguimos controlar porque empresas de água, de construção vieram ajudar com os seus autotanques”, explicou.
Segundo referiu, mais de 10 viaturas de várias empresas juntaram-se aos bombeiros no combate ao incêndio que só ficou controlado várias horas depois.
“Estamos agora a trabalhar para controlar e evitar reacendimentos e para que não passe para outras estruturas”, referiu.
Com o crescimento populacional e perante a falta de qualquer planeamento urbano, a malha da cidade de Díli vive hoje elevados riscos de incêndios deste tipo, com armazéns, incluindo com material perigoso e inflamável, no meio de bairros habitacionais.
Maus sistemas elétricos e outros problemas de armazenamento agravam os riscos numa cidade onde muita da habitação é ainda precária.
Igualmente patente no combate ao incêndio esteve a falta de uma estrutura integrada de resposta a desastres, demorando várias horas até que chegassem ao local polícias e uma ambulância.
O ferido, que foi tirado inanimado do local, teve de ser transportado para o hospital nas traseiras de uma pequena camioneta de caixa aberta.
ASP // VM
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SATA: ponto de não retorno
A SATA atingiu o ponto de não retorno tal é a gravidade da sua situação económica e financeira. A empresa deposita agora todas as fichas na “bondade” da Comissão Europeia cuja decisão será decisiva para o futuro da companhia.
É certo que a Comissão Europeia aprovou o auxílio de Estado da Região à SATA, mas não é menos certa e relevante a importância do inquérito que mandou instaurar para apurar da legalidade dos aumentos de capital por parte do governo dos Açores à transportadora aérea regional.
A carta que Margrethe Vestager, vice-presidente executiva da Comissão Europeia, enviou ao Governo da República é muito clara no que exige do lado português depois de analisada a situação financeira da SATA que entre 2014 e 2019 encaixou prejuízos consecutivos que se agudizaram a partir de 2017. Nesse documento, a CE mostra dúvidas, à luz das regras da UE, sobre a legalidade de tais aumentos de capital e da ausência de um concomitante plano de reestruturação. No ponto 46 da carta de Bruxelas pode ler-se “o acionista do beneficiário não poderia esperar um retorno (…) dos aumentos de capital de 2017, a menos que baseado em assunções irrealistas ou pouco razoáveis”. Ao longo do texto de 24 páginas são várias as referências à eventual ilegalidade dos aumentos de capital por parte do governo regional que se defende com o argumento de que sendo a Região acionista única da SATA, agiu da mesma forma que um investidor privado agiria perante as regras do mercado. Um argumento que não parece ter convencido a Comissão Europeia que ainda assim deixa a porta aberta para mais explicações. Explicações que tem como prazo limite o dia 18 de setembro, ou seja, a próxima sexta-feira.
Chegados aqui não existirão grandes dúvidas sobre a gravidade do assunto nem da importância que a resposta do Governo terá para desbloquear o travão europeu.
Que resposta pode e deve a República dar? Essa só pode ser suportada no que de facto é absolutamente indesmentível: o papel insubstituível que a SATA desempenha na ligação das ilhas entre si e com o exterior. Sem a SATA os Açores ficariam ainda mais isolados e em absurda e inaceitável descontinuidade com o continente português.
O futuro da SATA será um de dois: a insolvência ou uma profunda e necessária reestruturação numa empresa que fatura 240 milhões por ano e tem uma massa salarial de 70 milhões (1400 trabalhadores, dos quais 1150 nos Açores). Dá que pensar.
(Paulo Simões in Açoriano Oriental de 13/09/2020)

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Depois de um dia de mar, entrámos num restaurante para consolar o estomago até à hora do jantar.
– Boa tarde! Há alguma coisa para comer?
– Sim! Temos sandes, mas não as posso fazer, senão fico sem pão para o jantar.
O que propõe, então, para petiscarmos?
A funcionária depois de muito pensar, exclama com sabedoria.
– Para petiscar?! Temos sobremesas!
Surge a cozinheira e adianta.
– A esta hora só vos posso fazer umas batatas! É o que há!
Ainda pensei em mandar vir uns petiscos, mas os meus amigos estão de dieta!🤣