BALI, KUTA VAZIA

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Antonio Sampaio
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Kuta ontem. Bali vazio. Tentaram reabrir ao turismo doméstico e os casos aumentaram significativamente. O maior impacto da covid-19 tem sido claramente na economia, no turismo e, claro, na vida da população que depende desses setores.

-1:19

Mark Stahly to Bali expats

Kuta yesterday(14/9/2020) lunchtime. If it wasn’t for every shop being closed and many with “For Rent” or “For Sale” signs on them the emptiness and levels of dilapidation would let you expect the walking dead. At least then it wouldn’t be so empty.

a tortura da PIDE PDVE não era pouca

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Para os que acham que na ditadura de Salazar não havia tortura, ou que “era pouca”. (!!)

“É com base nesse documento que Valdemar Cruz descreve as violentíssimas sessões de tortura que visavam adequar, com recurso à pancada, a realidade à estupidez da autoridade policial, inebriada pela sua força e pelo seu poder, desesperada por ver confirmada a sua fantasia, independentemente das consequências para um grupo de inocentes.

Como se sabe, veio a comprovar-se que Baleizão do Passo tinha razão e que tinham sido presas pessoas sem qualquer relação com o atentado. (…) é indubitável que o inquérito em questão deixa claro que para a PVDE não havia qualquer problema em torturar e manter prisioneiros indivíduos inocentes, preferindo, aliás, descredibilizar aqueles que punham em causa essa versão em vez de assumir o erro (p. 125). O facto de o inquérito em questão ter sido arrumado (para só voltar a ser encontrado em 1996) sem que dele tivesse saído qualquer consequência para os investigadores da PVDE que prenderam, torturaram e acusaram inocentes (cf. Pp. 173-5), é revelador da inimputabilidade absoluta da autoridade e da sua violência num regime fascista. Parte do valor desta obra está na forma como o demonstra – algo assinalável, pois, como nos recorda Manuel Loff no prefácio, mantêm-se vivos os esforços por desvalorizar a violência salazarista com o propósito de construir uma imagem branda do período do Estado Novo, como se os episódios de violência, tortura e perseguição tivessem sido a excepção mais do que a regra.”

Em Histórias Secretas do Atentado a Salazar (reedição do livro originalmente publicado em 1999, ao qual se juntam notas explicativas do autor e um útil prefácio do historiador Manuel Loff), Valdema…
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Em Histórias Secretas do Atentado a Salazar (reedição do livro originalmente publicado em 1999, ao qual se juntam notas explicativas do autor e um útil prefácio do historiador Manuel Loff), Valdema…
Em Histórias Secretas do Atentado a Salazar (reedição do livro originalmente publicado em 1999, ao qual se juntam notas explicativas do autor e um útil prefácio do historiador Manuel Loff), Valdema…

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  • Carlos Leitão Carreira Havia pois. À semelhança do que se fazia nas percursoras e atuais CIA, MI5, DGSE, etc. Os métodos são todos idênticos. Nos anos 50, 60, 70, a tortura era metodologia científica, aceite, ensinada e partilhada através de cooperação entre estas polícias. See more
    • Shusan Liurai A PIDE foi uma ótima polícia política (na perseguição aos subversores) e um péssimo serviço de informações pois não conseguiu antecipar os perigos e neutralizá-los. O regime caiu e essa é a prova máxima da sua incompetência extrema, conclusão válida tanto para fascistas como comunistas. Trata-se de uma prova histórica e não de posicionamentos ideológicos. A raison d’État não o permite.
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alunos em quarentena

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“No 5.º ano, uma vez que as alunas já usam máscara, as indicações dadas pela delegada de saúde foram diferentes. “Aqui entrou o conceito de alunas contactantes e ficaram de quarentena 11 amigas da estudante. O que isto quer dizer é que vão para casa apenas as crianças que estiveram mais próximas da aluna que teve teste positivo no refeitório e à hora do lanche, que é a única altura em que não usam máscara”, explica Margarida Garcia dos Santos, frisando que até nos recreios as jovens têm de andar sempre com a proteção individual posta.”

Era bom que as autoridades se coordenassem. Esta política já parece bem mais razoável do que mandar tudo para casa.

Dos três irmãos, dois testaram positivo. Indicação da delegada de saúde foi para colocar alunos em quarentena, sem fazer testes. Saint Julian’s, em Ca…

Regresso às aulas. A DGS e o SNS não estão preparados

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Ontem quando falei no disparate que foi mandar as 70 crianças para casa e que era óbvio que o ano lectivo não tinha sido bem preparado, confesso que não imaginava que tivesse tanta razão.
Caramba, que parvoíce. Como é possível este nível de desorganização e descoordenação ao fim de tantos meses?

Entre contradições e uma tremenda ineficácia, a DGS e o SNS provaram no caso do 1.º aluno infetado que é difícil cumprir a meta do Governo: manter as …

formação para o turismo(devia ser obrigatória para todos

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Nova medida de apoio ao sector do turismo

O Governo Regional dos Açores anunciou ontem a criação de uma nova medida, denominada TURIS-FORM, destinada a promover uma melhoria da qualificação na área da restauração, hotelaria e afins, possibilitando, assim, uma valorização profissional dos trabalhadores num período de menor actividade.

Este medida extraordinária visa apoiar a manutenção dos postos de trabalho e assegurar condições adicionais à normalização da actividade desenvolvida pelas entidades no sector do Turismo, lê-se numa nota governamental.

Trata-se de um incentivo financeiro direccionado especificamente para as empresas deste sector que tenham candidaturas aprovadas ao abrigo do Incentivo Regional à Normalização da Atividade Empresarial (IRNAE) e registem acentuada quebra de facturação, igual ou superior a 40%.

O apoio financeiro previsto será atribuído mensalmente à entidade e corresponde a 40% do salário mínimo regional, por cada trabalhador abrangido num plano de formação profissional, sendo que 25% deste valor é destinado à entidade empregadora e 15% ao trabalhador em formação.

De acordo com a Resolução do Conselho do Governo publicada em Jornal Oficial, a formação deverá realizar-se no período entre 1 de Outubro de 2020 e 31 de Março de 2021, em horário laboral.

Os trabalhadores abrangidos no âmbito da TURIS-FORM também podem ser integrados em processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) sempre que tal se mostrar adequado, contribuindo, desde modo, para a obtenção de uma qualificação profissional.

As candidaturas a esta medida extraordinária devem ser submetidas através do email turis-form@azores.gov.pt.

http://www.diariodosacores.pt/index.php…

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  • Chrys Chrystello a formação devia ser obrigatória para todos…a falta de formação no setor é assustadora

5 furacões agora no Atlântico

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Viva a fartura que a miséria ninguém atura 🙄

Desde 1971 que não se registava um fenómeno igual: 5 ciclones activos no Atlântico: um deles já faz estragos no Golfo do México e dois podem tornar-se…

Expresso | Grande Prémio de Romance e Novela é entregue a Mário Cláudio em sessão na Gulbenkian

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Esta é a terceira vez que Mário Cláudio – que inicia esta segunda-feira a publicação de uma série de crónicas no Expresso – conquista o Grande Prémio APE

Source: Expresso | Grande Prémio de Romance e Novela é entregue a Mário Cláudio em sessão na Gulbenkian

a língua de Afonso Henriques

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A língua de D. Afonso Henriques

Há uns meses, fez-me um amigo uma pergunta que parece muito simples: afinal, que língua falava D. Afonso Henriques? Não é simples. Pelo contrário, podia ser tema de dissertação de Mestrado ou mesmo tese de Doutoramento que se prolongasse por uma carrada de anos.
A minha hipótese, que teria de argumentar após decifração atenta de mil pergaminhos quase ilegíveis, seria que a sua primeira língua foi o galego então em uso na margem sul do Douro, entre Lamego e Resende, nos lugarejos de Cresconha e Bretiande, para onde, ao que consta, o terá levado o seu preceptor Egas Moniz, na tenra idade de 3 anos. Galego, por ser este o idioma falado por esse célebre Aio, e ser também o que usava o pessoal com quem o infante lidava diariamente: escudeiros, cozinheiras e caçadores, jardineiros e ferreiros, lavradores e tangedores de sinos, sacristães e cereeiros, tecedeiras e fiandeiras, carroceiros, arreeiros, armeiros, zagais e pegureiros, lavadeiras e brunidoras, sapateiros e alfaiates, multidões de servos da gleba e vassalos, peleiros, oleiros, lenhadores, falcoeiros, palafreneiros e tratadores de cães. Além desses, os menos numerosos abades, alveitares, escrivães, valetes pessoais e damas de companhia (bordadeiras de alfaias e intrigas), muitos deles arribados da cidade com modos e maneiras mais pretensiosas, o influenciariam nos dizeres. E tendo em conta que sua mãe era leonesa, e ele, já mais grandito, teria certamente de visitar, de vez em quando, por querelas de sucessão e questões de carreira nobiliárquica, as cidades de León, Astorga, Alcañices e Zamora, algo arranharia de leonês – não de castelhano, que ainda vinha longe o seu império na península – tal como se falava nas marcas de Miranda do Douro. E aos paços onde vivia, haviam de chegar, com bastante raridade (que agrestes por demais eram os caminhos e as acomodações em albergarias), alguns moçárabes tocando e cantando suas jarchas, amorosas umas, brejeiras outras, mas todas a aguçarem-lhe o apetite de entendimento e de riso bem acompanhado. E tinha, além de tudo isso, de aprender a decifrar o que os escrivães assentavam em latinório na sua chancelaria e nas cartas que seguiam para o Papa e que dele eram recebidas, de modo a que ninguém lhe pudesse pregar rasteiras em tratados, testamentos e negócios.
Tinha pois (defenderia eu se fosse com a tese por diante) o nosso rei, em pleno séc. XII, a mesma aptidão que nós, portugueses, hoje temos para entender sem dificuldade as línguas mais próximas (e para julgar que até as falamos sem sotaque), com uma diferença: enquanto hoje a língua universal, praticamente obrigatória, é o inglês, a desse tempo, ali no norte, ainda era o latim. Mas a preferida do nosso primeiro rei seria sempre o galego, a que ele chamaria “a nossa lingoagem”, aliás sem a menor consciência de que era galega, ele, que detestava, dizem, os galegos que tanto encantavam sua mãe Dona Tareija.
Eis aqui um breve excerto de conversa surpreendida de manhãzinha em Cresconha, antes de sair Afonsinho de casa para ir à vinha verter o seu xixi:
– Ó tia Briolanja, hoije habemos tchuiba e bento, tal arengaba ónte frei Joane, ou haberá sol que bonde para um bailho em o eido?
– Nem tchuiba nem sol, olh’ó dianho do moço, raios e coriscos! que solo pensa an folias an beç de se achegar ò cabalhico qu’anda alhá a toçar nas bouças do bezino, sen freno nem peias!
(É que, se ele falava um galego puríssimo, a tia Briolanja ainda mantinha resquícios de leonês no seu linguajar).

os ignorantes norte-americanos entendem que os lusos não são brancos????

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According to the New York Times, some European-Americans, including Portuguese Americans, are to be designated as non-white.

According to The New York Times, some European-Americans, including Portuguese Americans, are to be designated

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According to The New York Times, some European-Americans, including Portuguese Americans, are to be designated
According to The New York Times, some European-Americans, including Portuguese Americans, are to be designated

amor islâmico

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Não percam este texto tão belo de Carlos Esperança!

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Amar e ser amado

Sabem lá os trogloditas o que é amar, o que é a sedução mútua entre iguais, o que é um barco que navega o mar, sem a quilha magoar as águas que se abrem para o acariciar!

Eles sabem lá o que é o amor entre pessoas livres! Ignoram a beleza da rosa, o perfume que exala, o deleite de descobrir, pétala a pétala, o androceu e o gineceu dos corpos que se fundem na dádiva recíproca do amor que só a liberdade consente!

Eles não sabem o que é explodir em êxtase no Paraíso do amor, só sabem explodir em ódio, desfeitos com o cinto de bombas, em busca do Paraíso que lhes inventaram.

Ah, se soubessem o que é o amor, se sonhassem que só desperta para o sortilégio quem é livre, que amar implica receber e dar, em igualdade, não haveria casamentos forçados, amor sem amar, afetos sustidos onde sobram caprichos de um profeta devasso e valem mais os preconceitos e a repressão do que os sentidos e sentimentos.

Eles odeiam a cor, os sons e as formas, repudiam a música, a pintura e a escultura, e não se conformam com a beleza que a poesia encerra e só a liberdade permite fruir.

Ninguém é livre entre escravos. Ninguém ama, se o desejo não for recíproco e mútua a paixão. Há civilizações mortas que deixaram sonâmbulos a cultivar o ressentimento.

Não me peçam respeito para a opressão ou benevolência para quem exige a submissão.

vai começar a destruição nas igrejas

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Lucio Martinez Pereda

6h

And to conclude how things are going about rights and freedoms in Spain: we encourage the Association of Christian Lawyers to follow the example of the Popular Party, denounce in court the medieval quarry guild authors of this work violating religious feelings, and urge the National Audiencia to proceed to order the demolition of the 267 churches containing these kinds of images.