o maior inimigo da liberdade é a falta de sentido crítico

Views: 0

André Silveira
tSp2oonsomruedu

A ler com toda a atenção!

António José Teixeira, director-adjunto da RTP, escreve sobre a importância do jornalismo credível face à desinformação e as ameaças à democracia.
About This Website

FRONTEIRASXXI.PT
António José Teixeira, director-adjunto da RTP, escreve sobre a importância do jornalismo credível face à desinformação e as ameaças à democracia.

o que o telejornal não disse 4 covid 100 mortos do coração

Views: 0

Fundação Portuguesa de Cardiologia diz que pandemia fez o país recuar ″alguns anos″ no combate às mortalidades por este tipo de doenças.

TSF.PT
Fundação Portuguesa de Cardiologia diz que pandemia fez o país recuar ″alguns anos″ no combate às mortalidades por este tipo de doenças.

furacão paulette chegará como tempestade aos açores?

Views: 1

Existem neste momento várias depressões, tempestades tropicais e furacões no Atlântico Norte. O furacão Paulette neste momento com a categoria 2, vai fortalecer-se e chegar ainda hoje à categoria 3. Prevê-se que comece a perder energia e que na próxima quinta-feira altere a sua trajetória e…

 

JDACDA.COM
Existem neste momento várias depressões, tempestades tropicais e furacões no Atlântico Norte. O furacão Paulette neste momento com a categoria 2, vai fortalecer-se e chegar ainda hoje à categoria 3. Prevê-se que comece a perder energia e que na próxima quinta-feira altere a sua trajetória e…

os portugueses não são brancos, dizem os amercanos

Views: 0

NUMA INVESTIGAÇÃO, PUBLICADA NO NYT, SOBRE A RAÇA DAS 922 PESSOAS MAIS PODEROSAS DOS EUA, AQUELES QUE TÊM APELIDOS IBÉRICOS NÃO SÃO CONSIDERADOS BRANCOS

COVID INEXPLICAVELMENTE SELETIVO

Views: 0

Image may contain: text that says "COVID-19 Informação atualizada"
Joel Costa

Covid 19

O VÍRUS MAIS SELETIVO DE SEMPRE

1. Não ataca nos shoppings, apesar da grande concentração de pessoas, mas se fores à loja da esquina, tens de esperar à porta porque só pode entrar um cliente de cada vez, com máscara e mãos desinfetadas;

2. O vírus observa a tua relação com o álcool: se comprares vinho, cerveja ou bebidas brancas depois das 20 horas, vais ficar muito susceptível ao contágio. Mas se passares a tarde numa explanada, a emborcar imperiais com 9 amigos, até ficares incontinente, ele não ataca;

3. É incrível como ele prolifera em pesos, aparelhos de ginástica, bolas de basquete e futebol, mas não sobrevive em cestos e carrinhos do supermercado, nem nas moedas dos trocos de quem te cobra as compras e os impostos;

4. Se fores à praia, não corras o risco de te passar por agua doce no final do banho. A torneira está minada de vírus. Já os parquímetros são totalmente imunes;

5. O vírus é tão seletivo, que só ataca nos serviços públicos, obrigando-nos a marcar com antecedência, cada vez que necessitamos de resolver um assunto. E ainda assim, o atendimento tem que ser à porta fechada. Já os hipermercados estão excluídos do público alvo do vírus;

6. Começou por ir à escola mas é tão inteligente que se graduou em seis meses. Com o curso terminado, as crianças podem ir à vontade que o vírus já não aparece por lá;

7. A profissão mais segura em Portugal é a de político. O vírus contaminou, até agora, médicos, enfermeiros, bombeiros, canalizadores, pedreiros, camionistas, contabilistas, funcionários das finanças, reformados, desempregados e nem as prostitutas escaparam à sua fúria. Políticos, nem um;

8. Se viajares no teu carro, leva máscara e desinfeta bem as mãos porque lá dentro o vírus é muito perigoso. Nos transportes públicos não há problema. O vírus não atua lá;

9. A sua virulência aumenta depois das 23 horas, por isso os restaurantes e cafés têm que fechar cedo para evitar bombardeamentos noturnos;

10. O vírus desaparece quando há grandes grupos de pessoas com panfletos e bandeirolas, mas se fores ao cinema, a uma romaria na aldeia ou a um evento desportivo, ele atacará com toda a sua fúria;

11. É muito bom em matemática. Se houver um grupo de até dez pessoas, ele fica inativo. Se forem 11 pessoas, morrem todos (exceto se levarem panfletos e bandeirolas);

12. É especialmente contagioso nos serviços de finanças e da segurança social. Já os gabinetes de contabilidade estão esterilizados.

Este vírus é, sem dúvida, o grande mistério do século XXI que nem a física quântica consegue explicar…

VISITAS ESCOLARES? ESTAMOS AVARIADFOS

Views: 0

Quando há 30 anos, num país com menos capacidade de produção e conhecimento, estudei na escola pública fiz, com a escola, dezenas de visitas de estudo. Tiveram um grande papel no meu gosto pela escola. Era um dia de brincadeira, conversa alegre, cantorias ao motorista e muitos “Adeus” aparvalhados aos automobilistas que nos seguiam. Era também, para mim, um dia de comida má com direito – rissois e batatas fritas. Para os adolescentes era o espaço de namoro, conhecer a turma, fazer amigos, fazer asneiras e erros, construir relações de confiança. Eram espaços onde aprendemos a gostar cada vez mais dos professores, que, fora da sala, olhávamos agora de outra forma. Conheci o país com os meus colegas, saído da Linha do Estoril, no tempo em que ainda havia na nossa turma quem habitasse, lado a lado, em vivendas com piscina e barracas: Templários, Mosteiro de Alcobaça, Palácio Nacional da Ajuda, Sintra, Batalha, Conimbriga, Santuário de Fátima! (e eu não tinha Religião e Moral), Almourol…muitos outros lugares “clássicos”. A ideia era levar-nos a todo o lado, para conhecermos o país onde vivemos.

Acompanhei estes últimos 20 anos a escola pública de vários adolescentes da família, que, até ao 12º ano, nunca tinham ido a um único lugar com a escola. Um. Quanto muito vai um teatro – e é pedido aos pais que paguem – à escola. Para colmatar este grau de exclusão tenho eu assumido as vezes da escola e levo-os a vários passeios. Não faço contas ao que significa fazer turismo com a família cá dentro, porque à partida 80% da população está excluída. Mas contas simples, de ir ali, aos monumentos ao lado de casa.

O último foi ao Jardim Tropical – a cair aos pedaços e metade fechado “em manutenção”, cobram 4 euros por pessoa à entrada; liguei para a Torre de Belém e Jerónimos, não há visita guiada, nada preparado, cuidado, e a livre paga-se, com desconto apenas para estudantes. Idém para o Museu de História Natural, paga-se. Penso que no périplo o único gratuito foi o do Aljube. Ainda este verão fomos ao Palácio de Sintra e a coisa ficou com almoço normal perto de 1/5 do salário mínimo nacional, sendo que de facto o acesso aos jardins foi privatizado. Hoje liguei para o Planetário e a resposta foi, cito ipsis verbis, “estamos avariados, sem previsão de abertura”. Pensei, não foi um lapso – estamos avariados.
Deixo um desafio – um estudo nacional sobre acesso à cultura dos alunos deste país. Quantos deles alguma vez visitaram as principais cidades, museus e monumentos. E depois façamos conjuntamente uma reflexão sobre o que isto significa em termos de expropriação do direito à cultura e do aumento substancial das desigualdades.

Quando há 30 anos, num país com menos capacidade de produção e conhecimento, estudei na escola pública fiz, com a escola, dezenas de visitas de estudo. Tiveram um grande papel no meu gosto pela esc…
RAQUELCARDEIRAVARELA.WORDPRESS.COM
Quando há 30 anos, num país com menos capacidade de produção e conhecimento, estudei na escola pública fiz, com a escola, dezenas de visitas de estudo. Tiveram um grande papel no meu gosto pela esc…
Quando há 30 anos, num país com menos capacidade de produção e conhecimento, estudei na escola pública fiz, com a escola, dezenas de visitas de estudo. Tiveram um grande papel no meu gosto pela esc…

MUSEU CARLOS MACHADO

Views: 1

Maria Daniel shared a post.

-10:40

2,320 Views
Açores Hoje

O Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado tem patente a exposição “Vida, Modos de Usar – Ensaio sobre as doações dos últimos 10 anos”.
Museu Carlos Machado

MUSEU CARLOS MACHADO

Views: 1

Maria Daniel shared a post.

-10:45

2,320 Views
Açores Hoje

O Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado tem patente a exposição “Vida, Modos de Usar – Ensaio sobre as doações dos últimos 10 anos”.
Museu Carlos Machado

Ex-presidente da agência espacial lusa aponta falta de “massa crítica”

Views: 0

A ex-presidente da agência espacial portuguesa considera que Portugal é reconhecido como local para desenvolver projetos no setor do espaço, com empresas estrangeiras a quererem instalar-se no país, mas apontou à indústria nacional falta de “massa crítica”.

Source: Ex-presidente da agência espacial lusa aponta falta de “massa crítica”