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Month: Setembro 2020
o maior inimigo da liberdade é a falta de sentido crítico
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A ler com toda a atenção!

nova dificuldade no golfe por causa do covid
eua e isis, uma só identidade
o que o telejornal não disse 4 covid 100 mortos do coração
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Ou o governo está a mentir, ou o #ficaremcasa matou 4 mil pessoas
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furacão paulette chegará como tempestade aos açores?
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que giros no regresso à escola
os portugueses não são brancos, dizem os amercanos
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PDL CAOS NO REGRESSO ÀS AULAS
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Situação completamente indesejavel e a merecer análise e intervenção imediata pelos responsáveis da escola, que já a deviam ter previsto!
COVID INEXPLICAVELMENTE SELETIVO
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Covid 19
O VÍRUS MAIS SELETIVO DE SEMPRE
1. Não ataca nos shoppings, apesar da grande concentração de pessoas, mas se fores à loja da esquina, tens de esperar à porta porque só pode entrar um cliente de cada vez, com máscara e mãos desinfetadas;
2. O vírus observa a tua relação com o álcool: se comprares vinho, cerveja ou bebidas brancas depois das 20 horas, vais ficar muito susceptível ao contágio. Mas se passares a tarde numa explanada, a emborcar imperiais com 9 amigos, até ficares incontinente, ele não ataca;
3. É incrível como ele prolifera em pesos, aparelhos de ginástica, bolas de basquete e futebol, mas não sobrevive em cestos e carrinhos do supermercado, nem nas moedas dos trocos de quem te cobra as compras e os impostos;
4. Se fores à praia, não corras o risco de te passar por agua doce no final do banho. A torneira está minada de vírus. Já os parquímetros são totalmente imunes;
5. O vírus é tão seletivo, que só ataca nos serviços públicos, obrigando-nos a marcar com antecedência, cada vez que necessitamos de resolver um assunto. E ainda assim, o atendimento tem que ser à porta fechada. Já os hipermercados estão excluídos do público alvo do vírus;
6. Começou por ir à escola mas é tão inteligente que se graduou em seis meses. Com o curso terminado, as crianças podem ir à vontade que o vírus já não aparece por lá;
7. A profissão mais segura em Portugal é a de político. O vírus contaminou, até agora, médicos, enfermeiros, bombeiros, canalizadores, pedreiros, camionistas, contabilistas, funcionários das finanças, reformados, desempregados e nem as prostitutas escaparam à sua fúria. Políticos, nem um;
8. Se viajares no teu carro, leva máscara e desinfeta bem as mãos porque lá dentro o vírus é muito perigoso. Nos transportes públicos não há problema. O vírus não atua lá;
9. A sua virulência aumenta depois das 23 horas, por isso os restaurantes e cafés têm que fechar cedo para evitar bombardeamentos noturnos;
10. O vírus desaparece quando há grandes grupos de pessoas com panfletos e bandeirolas, mas se fores ao cinema, a uma romaria na aldeia ou a um evento desportivo, ele atacará com toda a sua fúria;
11. É muito bom em matemática. Se houver um grupo de até dez pessoas, ele fica inativo. Se forem 11 pessoas, morrem todos (exceto se levarem panfletos e bandeirolas);
12. É especialmente contagioso nos serviços de finanças e da segurança social. Já os gabinetes de contabilidade estão esterilizados.
Este vírus é, sem dúvida, o grande mistério do século XXI que nem a física quântica consegue explicar…
VISITAS ESCOLARES? ESTAMOS AVARIADFOS
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Quando há 30 anos, num país com menos capacidade de produção e conhecimento, estudei na escola pública fiz, com a escola, dezenas de visitas de estudo. Tiveram um grande papel no meu gosto pela escola. Era um dia de brincadeira, conversa alegre, cantorias ao motorista e muitos “Adeus” aparvalhados aos automobilistas que nos seguiam. Era também, para mim, um dia de comida má com direito – rissois e batatas fritas. Para os adolescentes era o espaço de namoro, conhecer a turma, fazer amigos, fazer asneiras e erros, construir relações de confiança. Eram espaços onde aprendemos a gostar cada vez mais dos professores, que, fora da sala, olhávamos agora de outra forma. Conheci o país com os meus colegas, saído da Linha do Estoril, no tempo em que ainda havia na nossa turma quem habitasse, lado a lado, em vivendas com piscina e barracas: Templários, Mosteiro de Alcobaça, Palácio Nacional da Ajuda, Sintra, Batalha, Conimbriga, Santuário de Fátima! (e eu não tinha Religião e Moral), Almourol…muitos outros lugares “clássicos”. A ideia era levar-nos a todo o lado, para conhecermos o país onde vivemos.
Acompanhei estes últimos 20 anos a escola pública de vários adolescentes da família, que, até ao 12º ano, nunca tinham ido a um único lugar com a escola. Um. Quanto muito vai um teatro – e é pedido aos pais que paguem – à escola. Para colmatar este grau de exclusão tenho eu assumido as vezes da escola e levo-os a vários passeios. Não faço contas ao que significa fazer turismo com a família cá dentro, porque à partida 80% da população está excluída. Mas contas simples, de ir ali, aos monumentos ao lado de casa.
O último foi ao Jardim Tropical – a cair aos pedaços e metade fechado “em manutenção”, cobram 4 euros por pessoa à entrada; liguei para a Torre de Belém e Jerónimos, não há visita guiada, nada preparado, cuidado, e a livre paga-se, com desconto apenas para estudantes. Idém para o Museu de História Natural, paga-se. Penso que no périplo o único gratuito foi o do Aljube. Ainda este verão fomos ao Palácio de Sintra e a coisa ficou com almoço normal perto de 1/5 do salário mínimo nacional, sendo que de facto o acesso aos jardins foi privatizado. Hoje liguei para o Planetário e a resposta foi, cito ipsis verbis, “estamos avariados, sem previsão de abertura”. Pensei, não foi um lapso – estamos avariados.
Deixo um desafio – um estudo nacional sobre acesso à cultura dos alunos deste país. Quantos deles alguma vez visitaram as principais cidades, museus e monumentos. E depois façamos conjuntamente uma reflexão sobre o que isto significa em termos de expropriação do direito à cultura e do aumento substancial das desigualdades.

MUSEU CARLOS MACHADO
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O Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado tem patente a exposição “Vida, Modos de Usar – Ensaio sobre as doações dos últimos 10 anos”.
Museu Carlos Machado
MUSEU CARLOS MACHADO
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O Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado tem patente a exposição “Vida, Modos de Usar – Ensaio sobre as doações dos últimos 10 anos”.
Museu Carlos Machado
Ex-presidente da agência espacial lusa aponta falta de “massa crítica”
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A ex-presidente da agência espacial portuguesa considera que Portugal é reconhecido como local para desenvolver projetos no setor do espaço, com empresas estrangeiras a quererem instalar-se no país, mas apontou à indústria nacional falta de “massa crítica”.
Source: Ex-presidente da agência espacial lusa aponta falta de “massa crítica”




