a miséria no fascismo …nunca esqueçam

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Herminio Cerqueira

A miséria durante o fascismo de Salazar, até à Revolução do 25 de Abril de 1974. Esta foto foi tirada nesse ano, na Amadora, por Alfredo Cunha que a dedicou aos ‘jovens’ que têm saudades daquilo que não viveram. Aos direitolas nacional-populistas, saudosistas da pobreza do povo👇

SANTANA CASTILHO TRIBALISMO E CIDADANIA

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O tribalismo e a cidadania

Quando tudo parece ter sido dito, é difícil voltar ao tema. Mas ficar calado poderia dar a ideia de que sou neutro. E não sou. Já vivi o suficiente para ver que o futuro das gerações jovens é manipulado por visões de grupos influentes, que actuam movidos por interesses minoritários. Por isso, acredito que viver supõe tomar partido e não ficar indiferente, em situações como aquela que agora se analisa. Não me proponho contraditar um ex-presidente da República, um ex-primeiro-ministro, o patriarca de Lisboa, bispos, imãs e políticos de renome. Proponho-me contraditar uma espécie de Inquisição nova, que ressuscita tribalismos antigos.
Olhemos para três dos argumentos mais usados:
– As políticas públicas de educação devem considerar o que os pais entendem que está certo ou errado para educar os seus filhos.
O unanimismo não é marca caracterizadora do currículo nacional. São inúmeras as vertentes em que as opiniões divergem. Assim sendo, segundo os defensores de tal ponto de vista, nenhuma disciplina devia ser obrigatória. Poder-se-ia organizar assim um sistema nacional de ensino?
Embora os pais tenham a tutela dos filhos até à sua emancipação, os filhos não são propriedade do Estado nem dos pais. Pais e filhos têm almas distintas e direito a formas de pensar e sentir diferentes.
Na escola laica da República há um currículo nacional que obriga a todos, meninos ou meninas em idade escolar, diferentes mas iguais. Naturalmente que poderemos discutir que autores são de leitura obrigatória num programa de Literatura ou discutir as narrativas oficiais do programa de História. Coisa diferente é aceitarmos que todos aqueles que não vejam os seus pontos de vista acolhidos tenham o direito a ver os filhos dispensados de frequentar determinadas disciplinas. Uma mãe que negue a existência do Holocausto não pode retirar o filho da frequência das aulas de História. Um pai criacionista não pode subtrair o filho ao estudo da teoria da evolução das espécies.
– Os pais têm direito de objecção de consciência relativamente à Cidadania e Desenvolvimento, porque abarca a educação sexual, competência exclusiva dos pais.
A objeção de consciência é um instituto jurídico de sociedades democráticas, invocável desde que não viole direitos de terceiros; invocável apenas pelo próprio e não por outros, em seu nome; invocável para matérias de complexidade extrema, que não para dirimir opiniões diferentes sobre conteúdos disciplinares.
A questão nuclear do dissenso é a educação sexual. Uns entendem-na como assunto a ser tratado na esfera familiar e outros como tema que deve ser abordado nas escolas. Não é fácil, nesta área, separar conteúdos ideológicos de matérias factuais. Mas importa registar que a objecção a que a educação sexual seja obrigatória é tardia, já que a lei que assim dispôs é de 2009.
– Cidadania e Desenvolvimento é uma disciplina de natureza ideológica.
A educação não pode, nem deve, ser absolutamente neutra. Como não pode, nem deve, ser doutrinária, senão naquilo que sejam as verdades cientificamente demonstradas. Mas não confundam os campos de análise para pedir que a axiologia seja substituída pelo álcool-gel da moda, asséptico e gelatinoso. Admito, até porque conheço casos, que houve abordagens inadequadas à idade e ao desenvolvimento psicológico dos alunos. Mas não os usem para corromper os propósitos formativos da disciplina. Não deve a escola abordar a violência doméstica, a sustentabilidade do planeta, a convivência democrática e o respeito por culturas diferentes da nossa? Ignoram os exorcistas da ideologia que toda a nossa vida em sociedade está obviamente marcada por escolhas ideológicas, a começar pela Constituição que nos rege?
Não deixa de ser curioso que os autores do manifesto com que se iniciou a polémica não se tenham distinguido anteriormente como críticos da evidente influência ideológica exercida pela igreja católica sobre o ensino, ao longo dos tempos.
A cidadania é a alma colectiva que uma geração passa para a geração seguinte. Não visa impor o pensamento único mas tão-só conseguir que qualquer cidadão, concordando ou discordando, perceba e respeite o que o outro diz.
Se António Costa e Fernando Medina tivessem tido na escola a disciplina Cidadania e Desenvolvimento, talvez não se enlameassem hoje na comissão de honra de Luís Filipe Vieira.

In “Público” de 16.9.20

porque falhamos OSVALDO CABRAL

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Porque falhamos

Se a radiografia do futuro económico dos Açores já era desanimadora, a crise da pandemia, sobretudo a que ainda está para vir, acaba com qualquer visão optimista em relação ao que nos espera.
O que se vai seguir é minimizar os estragos, não dispensando, mesmo assim, um plano agressivo de recuperação que tenha uma visão estratégica muito diferente do modelo que até agora se arrastava em sucessivas legislaturas falhadas.
O foco político da próxima década é só um: evitar o colapso, ainda maior, da fraca estrutura produtiva e económica da nossa região, já de si bastante débil, mas que se vai agravar com as consequências de todo o tecido a partir de 31 de Dezembro.
Acreditar na viabilidade de um plano maçudo com 250 medidas, numa região da nossa dimensão e com 240 mil almas, quando a “visão estratégica” do consultor Costa Silva para todo o país, adoptada pelo governo da república, é de apenas 120 páginas, é fugir do foco essencial, que se deve resumir a uma empreitada muito mais pequena, mas muito mais agressiva no espaço temporal.
A criação de emprego, o combate à pobreza, mais investimento na saúde e a requalificação das pessoas são os eixos mobilizadores dos próximos tempos, o que implica trazer mais parceiros e cidadãos para o centro da recuperação e menos intervenção do estado regional, que tem sido um péssimo gestor do investimento público.
Os projectos estratégicos para a recuperação regional passam pelas pessoas e não pelas clientelas e grupos desqualificados, como tem acontecido nos últimos anos, empurrando-nos para um caminho de profundas desigualdades, de estagnação e de fraqueza do tecido produtivo.
A nossa encruzilhada é tão mais difícil quanto mais complicada se tornar a estratégia a adoptar nos próximos tempos.
O que fizemos até aqui foi um falhanço notório na coesão regional, devido à qualidade das políticas públicas, à qualidade das instituições e à qualidade da classe dirigente.
O declínio não foi maior porque o sector do turismo, mesmo com toda a sua precariedade laboral, trouxe um alento que foi transversal a outros sectores.
Só com gente talentosa, decorrente de boas políticas públicas e a consequente qualidade na formação de competências, é que se consegue dar o salto.
A geração da Autonomia já enfrentou três crises económicas, mas a pior de todas foi o falhanço da convergência e a consolidação de uma política de coesão interna ao longo destes últimos anos.
Criamos enormes dependências, uma cultura de pedinchice, ilhas a desertificar, famílias a empobrecer, um batalhão de precários e de salários mínimos, uma empresa de aviação falida, uma educação com os piores índices europeus e um sector da saúde onde se morre à espera de uma consulta.
Desbaratamos muitas oportunidades nos últimos anos com políticas erradas, canalizando conhecimento e investimento em áreas sem valor acrescentado e gerindo recursos públicos da forma mais desastrosa e teimosa, como é exemplo todo o absurdo sector empresarial público, com destaque para a SATA, porventura o desastre mais histórico cometido por um governo em décadas de Autonomia.
Precisamos de investimento produtivo para responder à procura de emprego da imensa camada de jovens açorianos que “vai e não volta”, despovoando as ilhas mais frágeis e reduzindo a nossa dimensão demográfica a uma vasta geração grisalha.
O desemprego jovem nos Açores é dos mais altos de todas as regiões, muito acima da média da União Europeia e da Zona Euro, factor que ajuda a travar qualquer aspiração a uma economia dinâmica e moderna.
Ao invés, criamos uma máquina monstruosa na administração pública regional, pesada, desgastada e anquilosada, profundamente dependente e que retira espaço a outros investimentos produtivos geradores de riqueza e empregos qualificados.
Sustentamos, nestas últimas legislaturas, empresas públicas medíocres, gestores sem mérito e uma vasta classe política que nem ficará no rodapé da nossa História contemporânea.
Só nestes últimos quatro anos contabilizamos 12 mil açorianos à espera de uma cirurgia, cerca de 15 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção, a maior comunidade de Portugal a viver em pobreza severa, um terço da população abaixo do limiar da pobreza, a pior região nas desigualdades da distribuição de rendimentos, o dobro da mortalidade numa série de doenças, o maior número de analfabetos, os maiores consumidores de álcool e droga, a taxa mais elevada de suicídios entre os jovens, os mais elevados índices de violência doméstica, abuso sexual e gravidez precoce, uma população escolar com os piores índices académicos do país, a mais alta taxa de abandono escolar e uma taxa de alunos com apoio da Acção Social Escolar acima dos 60%, qualquer coisa como mais de 25 mil alunos (S. Miguel atinge os 70%): como é que estes alunos vão para escola motivados e preparados para competir no mundo real?
No meio desta ansiedade colectiva, os jovens deste arquipélago são os grandes sacrificados desta fase desastrosa da nossa Autonomia.
E o pior é que este falhanço endémico só vai provocar mais danos nos vindouros. É a próxima geração que vai pagar os dislates que cometemos nestes últimos anos. São eles que nos vão perguntar o que fizemos aos mais de 1,5 mil milhões que recebemos no último quadro comunitário da Europa, para onde era suposto convergirmos.
Não temos políticas transgeracionais e com ideias inovadoras.
Como diz Augusto Mateus, somos bons a gastar dinheiro, mas péssimos a arranjar boas ideias.
E o mais desolador disto tudo é que olhamos para os protagonistas do futuro e vem-nos à pele um enorme arrepio.
Basta olhar para as listas dos candidatos à próxima legislatura e facilmente avaliamos o que vamos ter pela frente, com muitos políticos insuflados e cidadãos modestamente submissos.
Somos uma região que se habituou a viver à sombra da administração pública. Tudo depende do governo omnipresente, que decide como entende, sem explicações e escrutínio.
Num mandato de quatro anos tivemos um parlamento que nos custou quase 50 milhões de euros e que, vergonhosamente, não conseguiu produzir uma única linha de propostas legislativas para a “Reforma da Autonomia”.
Não temos a tradição de definir prioridades, de planear, de preparar, de mobilizar. É tudo ao molhe e fé em Deus.
Como diz o consultor António Costa Silva, temos uma grande tradição de planos na gaveta.
Criamos uma cultura de subsídio-dependência que se tornou na principal indústria extractiva regional e uma rede de dependências assistencialistas pesadíssima e dispendiosa.
É devastadora a enorme falha em competências institucionais na nossa região. De um lado temos uma classe dirigente muito dependente do cartão partidário e do outro um batalhão de famílias dependente das boas graças dessa classe dirigente.
Falha-nos uma visão estratégica que mobilize os cidadãos de todas as ilhas e não apenas os de uma, duas ou três, como os ex-distritos de antigamente.
Há uma incapacidade de planeamento estratégico para longos anos. Um dia é a agricultura, no outro é o turismo, a seguir será o mar e há ainda quem sonhe numa era espacial…
A poucos meses do arranque do novo quadro comunitário, já sabemos que vão jorrar mais 3 mil milhões de euros, mas não sabemos em que ciclo vamos mergulhar e em que sectores vamos apostar. É de recear que utilizem os fundos para os mesmos de sempre e para tapar os buracos ruinosos das últimas governações.
Não há planeamento nem visão integrada das nossas competências.
Como diz o professor Luís Aguiar-Conraria, noutro contexto, “a principal preocupação da elite portuguesa não é crescer, mas sim consumir os recursos dos outros. Portugal é isto, foi isto e, enquanto não enfrentarmos de frente este problema, será isto”.
Os recursos que têm sido consumidos davam para dourar cada uma das nossas ilhas ou, no mínimo, retirar todas as famílias do maior índice de pobreza.
É por isso que os jovens talentos emigram.
Sem fixar talentos, a nossa região não vai a lado nenhum.
Basta olhar para o saldo migratório de 2017, em que 1.421 açorianos (e)migraram para outras paragens, um número assustador e nunca visto nos nossos anos de Autonomia.
Muitos deles são, certamente, jovens desiludidos com as respostas desta Autonomia.
Entre 2009 e 2017 passamos de 18,6% para 16% de população jovem na nossa região, com um preocupante crescimento de 12,7% para 14% de habitantes com mais de 64 anos.
Estamos a envelhecer nas ilhas, sem nenhuma política virada para o rejuvenescimento.
Uma região com mais de 50 mil pensionistas, que aumenta de ano para ano, em vez de apostar nas suas crianças e jovens, que são o futuro das nossas ilhas, prefere enterrar os nossos recursos nas empresas públicas falidas e no sustento de uma classe de gestores e políticos de duvidosa competência.
Na hora do balanço, o cenário é desolador.
Não foi para isso que se fez a Autonomia.

Osvaldo Cabral
Setembro 2020
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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SOBRE O “VÍRUS PANDÉMICO” QUE ANDA POR AÍ …”

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João Pedro Quintino

“SOBRE O “VÍRUS PANDÉMICO” QUE ANDA POR AÍ …”

Porque muitos me têm questionado, aqui deixo a minha opinião sucinta.

Se todos os anos se fizesse com a gripe sazonal o mesmo relatório de contagem diária alarmista como o que está a acontecer este ano com este coronavírus, a sociedade humana já teria paralisado.

Todas as gripes são provocadas por vírus, e muito mutantes. Daí haver necessidade, todos os anos, de novas vacinas.

Por outro lado, existe uma enorme confusão em relação aos testes. O facto de haver anticorpos no organismo não quer dizer que a pessoa esteja doente, apenas que esteve em contacto com o vírus e desenvolveu a sua própria defesa imunitária. Para haver doença é preciso que haja sintomas.

As pessoas idosas e com doenças que fragilizam as suas defesas imunitárias devem ser alvo de especial cuidado? Sim, devem.
Devem-se tomar medidas preventivas? Sim, devem. Deve-se reforçar a etiqueta respiratória e higiene das mãos? Sim, deve.
Devemos retomar uma vida normal? Sim, devemos!!!

Não podemos permitir, de maneira nenhuma, é que volte a acontecer o que aconteceu com a gripe das aves e o famoso Tamiflu. O preço a pagar seria neste caso muito elevado. O medo leva a comportamentos irracionais, paralisa a capacidade de pensar e questionar. Pode-nos tornar reféns de interesses pouco claros.

Em quarenta anos já morreram dezenas de milhões de pessoas com o HIV e ainda não se conseguiu vacina. Uma vacina necessita de anos de pesquisa, em particular quando estamos perante vírus mutantes.

Os efeitos colaterais que esta Pandemia provocou já estão aí e vão agravar-se nos próximos meses. Que ninguém duvide. Desemprego, pobreza, fome e uma crise social gravíssima está em curso. Isso sim, preocupa-me e muito.

As doenças não se combatem com o medo, mas sim com prevenção e medidas coerentes e pensadas por uma comunidade científica, bem informada e sem conflitos de interesse que limitem a sua ética.

Correndo o risco de por vezes ser mal interpretado, não deixarei, como sempre o fiz, de expressar a minha opinião e de lutar pelo que sempre guiou a minha vida. A Humanidade, a Liberdade, a Ética, os Direitos Humanos e a Democracia.

* Fernando de la Vieter, Médico Humanitário, presidente da AMI – Assistência Médica Internacional.

Museu da Terra de Miranda sofre ampliação após aquisição de edifício contíguo

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Diário de Trás-os-Montes
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A Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e o município de Miranda do Douro adquiriram hoje um edifício contíguo ao Museu da Terra de Miranda (MTM) por 82 mil euros destinado à ampliação da unidade museológica.
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é preciso restabelecer o equilíbrio entre o yin e o yang

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Leonardo Boff, Teólogo escrevia em setembro de 2009 matéria para refletirmos:

A tradição do Tao vê a história como um jogo dialético e complementar de dois princípios: yin e yang, subjacentes aos fenómenos humanos e cósmicos. A referência para representar estes dois princípios é a montanha. O lado norte, coberto pela sombra, é o yin, corresponde à dimensão Terra. Expressa-se pelas qualidades da anima, do feminino nos homens e nas mulheres: o cuidado, a ternura, a acolhida, a cooperação, a intuição e a sensibilidade pelos mistérios da vida. O yang significa a luminosidade do lado sul e corresponde à dimensão Céu. Ganham corpo no animus, as qualidades masculinas no homem e na mulher como trabalho, competição, a força, objetivação do mundo, análise e a racionalidade discursiva e técnica. A sabedoria milenar do Taoismo ensina que as duas forças devem ser equilibradas para que o caminhar se faça dinâmica e harmonicamente. O yin e o yang remetem a uma energia originária, um círculo com ambos: o Shi. Os cristãos falam do Spiritus Creator, ou do Sopro cósmico, que enche e dinamiza toda a criação. Os cosmólogos citam a Energia que produziu um minúsculo ponto que depois explodiu – big bang – dando origem ao universo. Após esta incomensurável explosão, a Energia desdobrou-se nas quatro forças fundamentais que atuam sempre juntas e que subjazem a todos os eventos – a energia gravitacional, eletromagnética, nuclear fraca e forte – para as quais não existe, na verdade, nenhuma teoria explicativa.

A cultura ocidental, globalizada, rompeu com a visão integradora. Enfatizou tanto o yang que tornou anémico o yin. Permitiu que o racional recalcasse o emocional, que a ciência se inimizasse com a espiritualidade, que o poder negasse o carisma, que a concorrência prevalecesse sobre a cooperação e a exploração da natureza descurasse o cuidado e o respeito devidos. Este desequilíbrio originou o antropocentrismo, a pobreza espiritual, a cultura materialista e predadora e a atual crise ecológica global. Só com a integração da força do yin, da anima, da logique du coeur (Pascal), corrigindo a exacerbação do yang, do animus, do espírito de dominação, podemos proceder às correções necessárias e novo rumo ao projeto planetário. Se não encontrarmos equilíbrio tudo pode acontecer, até um flagelo antropológico. Precisamos de uma loucura sábia que faculte nova síntese entre os dois polos para reinventar um caminho que nos garanta o futuro.

vamos vencer o covid (está nos genes)

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Já a Santa Inquisição fizera um bom trabalho na perpetuação desse temor, a que acrescentaram a delação como caraterística a preservar pelos bons cristãos. São estes traços o que distinguem os portugueses dos restantes europeus: a mediocridade, a delação e o medo, não por esta ordem hierárquica, mas como alicerces da sociedade.

 

agora com o covid e pandemia do medo a vida fica muito mais facilitada aos que nos comandam

RAMOS HORTA REI DE SCUBA DIVING

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José Ramos-Horta
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The Last Coral Kingdom
I am the King

#HauNiaTimorLeste

In a global conclave of hundreds of of live corals, whales, dugons, dolphins, sharks, thousands of fish delegates, I was unanimously elected King and Guardian of the last Coral Kingdom with capital in Atauro. I was sworn in by a Battalion of Blue Whales and killer Orcas. I immediately signed a mutual defense treaty with the Kingdom of Avatar.

Ships polluting our waters and predatory fishing vessels will be sunk on the spot by the combined forces of our Kingdoms, Atauro and Avatar.

sudão vacina causa poliomielite

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Olha só a merda q esta dando na Africa hoje depois da vacinação coletiva q a OMS e essa indústria dessas novas vacinas do KILL GATES fizeram por lá pra tratar da Pólio

” O vírus ativo da pólio na vacina oral pode sofrer mutação para uma forma capaz de desencadear novos surtos. ”

” A organização da ONU encontra-se sobre pressão após ter pulado etapas e ter admitido ensaios curtos e com poucos voluntários para aprovação da vacina bOPV

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Uma enfermeira administra vacina oral contra a poliomielite a crianças no Sudão. Foto: © Albert González Farran/UNAMID

Uma enfermeira administra vacina oral contra a poliomielite a crianças no Sudão. Foto: © Albert González Farran/UNAMID
Comments
  • Ragnvald Thue Desde o início da plandemia que falo disso mas dizem me sempre que sou da conspiração. …lol