cadeia de PDL Justiça ignora decisão da Assembelia da República

Views: 0

 

 

Image may contain: outdoor
Carmen Ventura

Antena 1 Açores – Ministério da Justiça contraria medida aprovada na Assembleia da República.
O projecto de construção da nova cadeia de São Miguel vai ser retomado na Mata das Feiticeiras, concelho da Lagoa.
O contrato para a retirada da bagacina é assinado ainda este mês.

“Agora é tudo uma questão de dias. O consórcio Tecnovia- Marques deverá assinar este mês o contrato da obra para retirada da bagacina da Mata das Feiticeiras, onde irá ser construída a nova cadeia de São Miguel.
As empresas estão na fase de envio de garantias bancárias e alvarás ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça.
A obra de retirada da bagacina tem um custo próximo dos 3 milhões de euros, mas a Antena 1 Açores sabe que haverá revisão de preços. O concurso público foi lançado em Novembro de 2018, com um prazo de execução de dois anos.
O processo de construção da nova cadeia de São Miguel
tem-se arrastado no tempo e nos tribunais…. a última decisão da Justiça é do Tribunal Central Administrativo do Sul.
Em Fevereiro último, na Assembleia da República, foi aprovada uma proposta do Bloco de Esquerda de alteração ao Orçamento de Estado para 2020, propondo a procura de uma outra localização que permitisse uma execução mais rápida da obra.
O Ministério da Justiça assim não entendeu. O secretário de Estado Adjunto da Justiça diz mesmo que “a escolha de um outro terreno atrasaria ainda mais todo este processo”.
Em documentos a que a Antena 1 Açores teve acesso pode ler-se que a decisão de adjudicar agora a obra à Tecnovia- Marques é o acto definitivo que encerra o procedimenhto pré-contratual.
O terreno Mata das Feiticeiras pertencia à Região, na sequência da sua entrega pela empresa Marques para pagamento de dívidas ao Instituto de Segurança Social dos Açores”. (CV)

Expresso | Ricardo Conde é o novo presidente da agência espacial portuguesa

Views: 3

Assembleia-geral da PTSpace nomeia presidente interino para substituir a cientista italiana Chiara Manfletti, que regressou à Agência Espacial Europeia para chefiar o Departamento de Políticas e Programas

Source: Expresso | Ricardo Conde é o novo presidente da agência espacial portuguesa

Chineses fogem de apartamentos após plantas invadirem sacadas

Views: 0

Carlos Fino
ttSpon1soretmdh

NEM TANTO AO MAR, NEM TANTO À TERRA…

Descrito como ‘uma floresta vertical’, complexo experimental foi construído em 2018

INTERNACIONAL.ESTADAO.COM.BR
Descrito como ‘uma floresta vertical’, complexo experimental foi construído em 2018

a ficção narrativa de ÁLAMO OLIVEIRA

Views: 0

Image may contain: text that says "f GOVERNO DOS AÇORES A ficção narrativa de Álamo Oliveira Nuno Costa Santos .Onésimo Teotónio Almeida Vamberto Freitas Joel Neto .Carlos Bessa Exposição comemorativa dos 75 anos de Álamo Oliveira neu coração é affim 18 de setembro 21h00 Biblioteca Pública Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro BIBLUOTECAPUBUICA 热E 00"
Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro
Library
Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro

São convidados do painel “A Ficção Narrativa de Álamo Oliveira” Nuno Costa Santos, Onésimo Teotónio de Almeida, Vamberto Freitas, Joel Neto e Carlos Bessa.
Não perca!
Saiba mais em https://bparlsr.azores.gov.pt/…/painel-a-ficcao-narrativa-…/
#bparlsr #omeucoracaoeassim #alamooliveira #ficcaonarrativa

Portugal, país euro-africano

Views: 0

Portugal, país euro-africano

Posted: 15 Sep 2020 11:29 AM PDT

João Melo | Diário de Notícias | opinião

Portugal é há muito um país euro-africano não assumido. Vozes como a da historiadora e professora Isabel de Castro Henriques, que estudam as marcas africanas na sociedade portuguesa, não são evocadas devidamente. “A presença africana é a mais importante que temos em Portugal, em termos numéricos e de perenidade, constância. Ficou sempre, marcando a sociedade”, afirmou ela há quatro anos, em entrevista a este jornal.

O livro O Património Genético Português, de autoria de Luísa Pereira (investigadora) e Filipa Ribeiro (jornalista), é elucidativo: os genes africanos (do norte e da região subsariana) estão presentes na composição da população portuguesa desde o século VII, com as inevitáveis variações e oscilações ditadas pela história. Para resumir, os berberes e os árabes do norte de África chegaram primeiro, enquanto os africanos originários da região subsariana começaram a chegar em meados do século XV.

A presença em Portugal de indivíduos da África subsariana está associada ao fenómeno da escravatura. O país do “colonialismo amigável” foi, afinal, aquele que mais “importou” escravos para a metrópole, sobretudo entre meados dos séculos XV e finais do século XVIII. No século XVI, a percentagem de escravos no sul de Portugal era de dez por cento da população. Mas os escravos negros estavam espalhados por todo o país. O etnólogo e poeta angolano Arlindo Barbeitos, na sua impressionante tese “Angola-Portugal: Entidades Coloniais Equívocas”, identifica a sua presença, por exemplo, nas vindimas do norte do país.

Acrescente-se, aqui – e como o “colorismo” parece estar na moda -, que o norte de África só pode ser chamado de “África branca” por ignorância e distração. Basta ver as imagens da época, para perceber que Elizabeth Taylor não representa os africanos do norte, em especial no período em que Cleópatra – a personagem que ela imortalizou no cinema – reinou, ou seja, antes do processo de embranquecimento histórico ocorrido na região, por força das misturas com os povos do norte do Mediterrâneo.

Sim, Portugal tem uma inegável porção negra dentro da sua população e da sua história. O discurso de extrema-direita, que acusa as vozes antirracistas de supostamente tentarem desvirtuar a história de Portugal, está, pois, equivocado: esse discurso é que pretende negar a história, ao rasurar a secular presença africana (e negra) em Portugal, cujas consequências é impossível desmentir.

O fim da colonização e a emigração para Portugal de milhares de cidadãos das suas antigas colónias, muitos deles negros, em períodos sucessivos (por força da descolonização em si ou dos conflitos e guerras que tomaram conta de alguns dos novos países independentes), geraram um novo fluxo de africanos para a ex-metrópole. Surgiu, assim, um novo grupo de cidadãos portugueses – os afrodescendentes. Por razões ao mesmo tempo diferentes e semelhantes, o mesmo começa a englobar também, nos últimos tempos, outros migrantes africanos, não originários das antigas colónias portuguesas.

Entretanto, não parece existir, pelo menos por enquanto, um consenso entre os portugueses sobre o modo de gerir o fenómeno do crescimento dos portugueses negros. Alguns, assumidamente racistas, não gostariam que eles existissem. Mas, mesmo entre os autodeclarados antirracistas, está longe, na prática, de existir unanimidade em relação ao estatuto e à visibilidade social dos negros portugueses. Isso ficou claro há dias, indiretamente, quando os partidos de direita votaram contra a nova lei da nacionalidade aprovada no Parlamento local.

Alguns factos falam por si, como o quase inexistente número de negros em cargos administrativos e políticos de destaque, quer no Estado quer nas empresas. Nesse sentido, comparar os referidos factos com o exemplo de outros países europeus, alguns deles sem a presença tão antiga e efetiva de genes africanos na sua população como sucede com Portugal, deveria ser confrangedor.

Como o poder do simbólico é conhecido, destaco, a finalizar, a ausência ou marginalização dos negros no sistema mediático-cultural português. O fenómeno abrange também as eventuais referências a África, por razões que parecem óbvias. Mais uma vez, comparar isso com o que se passa em países (e nos seus principais meios de comunicação) como a Inglaterra, França ou mesmo Espanha, cuja experiência colonial africana é diminuta, deveria envergonhar os responsáveis portugueses.

*Jornalista e escritor angolano. Diretor da revista África 21

9/11 HOLOGRAMAS?

Views: 0

É bem possível !!! 🤔

https://www.facebook.com/armando.alonso.520/videos/10158468249959178/?t=1

https://www.facebook.com/armando.alonso.520/videos/10158468254694178/?t=1

https://www.facebook.com/armando.alonso.520/videos/10158468257364178/?t=1

Armando Galvan

The way planes penetrated through concrete and steel is practically IMPOSSIBLE, the wings and nose of the ALUMINIUM Boeing should have been destroyed when impacting steel columns from 12 to 7 centimeters thick I love you. Much less could have collapsed them.

Clearly these weren’t planes, they were HOLOGRAMS. It wasn’t fuel on fire that melted the large steel structures either. It was implosions caused by controlled detonations that collapsed the Towers.

However, many make fun of the Blue Beam project, but the idea of having used holographic technology for this event is not far from reality, in fact, movies like ′′ Spiderman Far From Home ′′ among others, give a clear idea and projection of how they could recreate illusions so real that they could convince anyone… this through drones and laser technologies via satellite, to achieve some assembly.

Anyway, everything is ready and 9/11 was just a nationwide event that marked the beginning of a new era… the deception that comes is global and will be to finish it.

#bluebean #Hologramas #verdadaldescubierto #Sep11

MUSEUS E MAMAS

Views: 0

PARIS
“Mamas não são obscenas”: mulheres protestam em topless no Museu d’Orsay

Protesto aconteceu depois de uma jovem ter sido impedida de entrar por causa do decote do vestido. Por toda a França, jovens estudantes vestiram-se com roupas curtas para lutar contra os códigos de vestuário impostos às mulheres.

Subscribe to our channel! rupt.ly/subscribe A group of Femen activists held a flash demonstration at a museum in Paris’ city centre, on Sunday, after a woman…

YOUTUBE.COM
Subscribe to our channel! rupt.ly/subscribe A group of Femen activists held a flash demonstration at a museum in Paris’ city centre, on Sunday, after a woman…

COVID, CONSPIRAÇÃO, COMPRAS TESTES ANTES CONVID

Views: 0

Se ainda tem dúvidas desta fraude internacional… e da TRAIÇÃO À PÁTRIA.

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT102871

Em breve o meu trabalho completo será disponibilizado.

See more

Image may contain: 1 person
Comments
View 4 more comments
  • Jose Reis Da Silva O Facebook veio a terreiro ameacar-me com cenSura, k andava a espalhar falsas noticias, k foi um engano do BM, nunca penssei viver dias assim a estupidez humana e………….
  • Kosmikdi Dra Façamos o que podemos e Deus trata do Resto, acção e fé. Obrig.
  • Amaral Antunes João CoronaGates crimes contra a humanidade e OMS Genocídio
    Ditadura Sanitária
    Pseudo Pandemia
    BAIN&COMPANY A ORQUESTRAR A PSEUDO PANDEMIA INTERNATIONAL
    Vacinação Genocídio
    OPERAÇÃO DE terrorismo Intelectual nas TVS e Comunicação social
Write a comment…

COVID E SUÉCIA

Views: 0

Pois!

A média de novos casos em 14 dias é de 22,2 por cem mil habitantes, um número muito abaixo da maioria dos países europeus. Portugal tem 64,1 de média. As mortes estão agora perto do nível zero e o governo sueco anunciou nesta terça-feira o levantamento, no final do mês, das restrições nos…
About This Website

DN.PT
A média de novos casos em 14 dias é de 22,2 por cem mil habitantes, um número muito abaixo da maioria dos países europeus. Portugal tem 64,1 de média. As mortes estão agora perto do nível zero e o governo sueco anunciou nesta terça-feira o levantamento, no final do mês, das restrições nos…

MÁRIO FORTUNA OU HÁ MAIS MEDIDAS OU

Views: 0

Mário Fortuna: “Ou há mais medidas ou vai haver mais desemprego e mais falências”

Praticamente a terminar o Verão, os empresários fazem contas à vida e o balanço não é nada favorável. O líder dos patrões açorianos, Mário Fortuna, traça nesta entrevista o retrato da situação em que muitos empresários estão a viver, o cenário para o futuro nos próximos tempos e deixa uma série de recados aos políticos.

Praticamente a terminar o Verão, que balanço é que faz da actividade empresarial, especialmente no sector do turismo?

Este Verão foi de enorme sofrimento para o sector do turismo, na generalidade das actividades.

Particularmente afectados foram os rent-a-car, os hotéis, as agências de viagens e a animação. São todas fortemente dependentes dos turistas externos que escassearam.

Menos afectados, mas mesmo assim com valores muito fracos, foram as actividades de restauração. É o que na gíria se diz ser “um ano para esquecer”.

Por meses, para muitas actividades, Maio e Junho foram de encerramento total, Julho abriu temeroso e Agosto deverá ficar-se por um terço ou menos do que era.

O Verão foi pior do que o pior dos Invernos. E é nesta época que as empresas fazem o negócio que suporta o resto do ano.

Por ilhas, as que mais dependiam do mercado externo foram as que mais sofreram – S. Miguel e Terceira (mais de 90% das dormidas). As mais pequenas sempre recuperaram alguma coisa com a procura interna, mas ficaram muito aquém do ano anterior.

O que correu bem e o que correu menos bem?

Do que correu bem: O tempo esteve bom, a vontade de retoma dos empresários foi enorme e a esperança era muita. As ilhas pequenas animaram-se um pouco.

Do que correu mal: O medo continuou a condicionar as viagens; várias declarações de “habeas corpus” mancharam a imagem dos Açores; a mensagem para os potenciais visitantes foi ambígua e incompleta afastando muitos; a procura ficou muito aquém de valores animadores; os cenários de controlo e de testagem no aeroporto de Ponta Delgada foram calamitosos.

Ao nível dos apoios oficiais, houve correcções no decorrer destes últimos meses. Foi o que esperavam ou esperavam mais?

As correcções já esperávamos porque o nosso diagnóstico apontava para que fossem inevitavelmente necessárias.

Ficaram foi muito aquém do que se pretendia. São demasiadas medidas, demasiado complexas e com intensidades que consideramos demasiado desadequadas das reais necessidades das empresas que se chegaram à frente para salvaguardar postos de trabalho e agora estão confrontadas com reaberturas quase compulsivas, mas sem clientes que as justifiquem.

Quando chegarmos ao final do ano e quando terminarem alguns dos apoios, nomeadamente ao nível do lay-off e das moratórias, o que é que vai acontecer?

Para alguns sectores ou vai haver mais medidas ou vai haver mais desemprego e muitas mais falências. Os indicadores já evidenciam que há menos empresas novas a serem constituídas e mais empresas a declarar insolvência.

Os bancos deverão estar disponíveis para prorrogar, mais uma vez, as moratórias, mas esta não é solução de fundo.

Carregar o endividamento quando os limites prudenciais já foram ultrapassados é como alimentar um abcesso que vai crescendo e minando o funcionamento do corpo.

As verbas para os Açores, decididas por Lisboa, se bem aplicadas, deveriam produzir um alívio.

Como é que é possível que a estatística oficial continue a dizer que baixou o desemprego nos meses da pandemia?

É uma questão de definição do que é um desempregado. Para se estar nesta categoria tem de se estar desempregado e a procurar emprego activamente nos 15 dias anteriores ao inquérito.

Se as pessoas estiveram confinadas e não puderam procurar emprego estão, tecnicamente, excluídas do mercado de trabalho e não contam como desempregadas.

Por esta razão, os activos do mercado de trabalho caíram em cerca de 7000 pessoas. Para além disso, de facto, o segundo trimestre apresenta menos 2400 pessoas empregadas quando comparado com igual período do ano anterior. Por esta razão a habitual taxa de desemprego aparece baixa. Mas há mesmo menos gente a trabalhar, claro!

Ao nível dos transportes, como interpreta as últimas medidas, nomeadamente a atribuição de milhões à Ryanair para continuar a operar em S. Miguel e Terceira?

O apoio que foi atribuído pela Turismo de Portugal é a continuidade do acordo inicial quando esta companhia iniciou a operação para a Terceira.

Não foram criadas as condições de procura para que se dispensasse este apoio que é, invariavelmente, para a criação de mercado, trefa que esta empresa faz muito mais eficientemente do que os demais programas que as autoridades regionais têm implementado.

O contrato programa para as ligações com Londres são mais uma iniciativa para a criação de mercado naquela origem. A Ryanair tem uma capacidade extraordinária de mobilizar passageiros para destinos e Londres é uma das suas bases principais. Faz sentido numa perspetiva de criação de mercado. Ter os Açores nas plataformas de informação e reservas da Ryanair vale muito. Poucas outras empresas poderiam oferecer um desempenho equivalente

E o papel da SATA, depois desta pandemia e das exigências da Comissão Europeia, qual será?

Sendo a posição final da Comissão uma incógnita, neste momento, importa saber qual deve ser a nossa posição sobre o assunto – queremos continuar a alimentar défices de exploração da ordem dos 50 milhões de euros por ano ou queremos uma empresa equilibrada e competitiva a servir-nos?

Acho que a resposta é óbvia.

A empresa tem de ser reestruturada para poder servir os Açores nas ligações internas e nas externas.

Se o custo for demasiado elevado em face de outras alternativas a empresa deve ser reduzida ao que é sustentável.

Penso que o que a Comissão Europeia vai exigir é a manifestação concreta desta sustentabilidade na empresa no seu todo e/ou nas suas partes componentes.

Estamos a poucos meses das eleições regionais. O que espera das propostas dos partidos na área empresarial e económica?

Temos um envelope grande para afectar a várias estratégias e actividades: 198 milhões para os danos do Lorenzo (verba que já nos tinha sido prometida pelo Governo da República); 835 milhões para mitigar o impacto da Covid-19; Cerca de 1359 milhões nos fundos da coesão; verbas adicionais do POSEI e; verbas adicionais de outros programas de aplicação directa.

Alguns partidos já manifestaram receptividade para a mudança de paradigmas que, de facto, possam mudar o nosso futuro num sentido de maior sustentabilidade. Outros mantêm-se apegados a ideias ultrapassadas que não produziram o desenvolvimento desejado no passado.

Esta é uma nova oportunidade que não podemos perder, outra vez.

Os cidadãos terão a palavra sobre o futuro.

Foi um dos principais dinamizadores da plataforma de cidadania que propôs alterações ao sistema eleitoral. Como vê a atitude do parlamento em suspender qualquer proposta legislativa no âmbito da reforma da autonomia, depois de três anos de CEVERA?

O progresso das sociedades depende muito da qualidade das suas instituições reflectido, em muito, no empenho dos cidadãos nos seus processos.

O Parlamento dos Açores e todo o edifício de organização política, baseada exclusivamente em partidos, está a revelar-se uma instituição má, a julgar pelo alheamento que criam na maioria dos cidadãos.

O desfecho dos trabalhos da CEVERA é a evidência completa de uma instituição doente e que serve mal a população.

É um exemplo que vem do parlamento, mas haverá outros que se evidenciam na desvalorização desta instituição nos processos políticos.

As disputas partidárias assumiram-se como um fim em si mesmas e não como processo para a melhoria da qualidade de vida económica, social e política da generalidade dos cidadãos ou mesmo para a melhoria da autonomia, nas suas várias valências.

O trabalho dessa Comissão acabou por alimentar apenas as clientelas que fingiram trabalhar para produzir alguma coisa para, no final, deixar tudo na mesma.

jornal@diariodosacores.pt

http://www.diariodosacores.pt/index.php…

Image may contain: 1 person
Comments
View 4 more comments
Write a comment…

recrutamento e seleção em tempo de pandemia

Views: 0

“Os candidatos com experiências negativas nos processos de seleção tendem a divulgar a sua insatisfação com amigos e familiares, prejudicando o valor de mercado da empresa e dos seus produtos e serviços.” — dia de crónica no Açoriano Oriental. #psicologiadotrabalho

👉 https://www.linkedin.com/…/recrutamento-e-seleção-na-era-d…/

ACORIANOORIENTAL.PT
Inclui acesso à totalidade das edições impressas, em formato digital, dos…