HOMENAGEM ÁLAMO

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Boa tarde. Aqui vai o painel em homenagem a José Henrique Alamo Oliveira, desta vez sobre a sua ficção desde o início até hoje.
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Diniz Borges

Foi muito bom ver este painel sobre a ficção narrativa do José Henrique Alamo Oliveira. Gostei! Abraços para todos!

Boa tarde. Aqui vai o painel em homenagem a José Henrique Alamo Oliveira, desta vez sobre a sua ficção desde o início até hoje.
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Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro

Transmitimos o Painel “A ficção narrativa de Álamo Oliveira”,
Com a participação de Onésimo Teotónio Almeida, Vamberto Freitas, Joel Neto, Carlos Bessa e moderação de Nuno Costa Santos.

#bparlsr #alamooliveira #aficcaonarrativadealamooliveira #poesia #ficção #teatro #omeucoracaoeassim

Portugal recebeu um ciclone extremamente invulgar. Agora os furacões são letras do alfabeto grego

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Esta temporada de circulações ciclónicas no Atlântico Norte tem sido intensa e em número elevado. Já se esgotaram os nomes a atribuir neste ano com a Wilfred. A partir daqui segue-se a ordem das letras do alfabeto grego. Já estamos com Alpha e Beta a circular. Neste momento Paulette está a sul do Arquipélago dos Açores

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crianças em cativeiro

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Investigador da Faculdade de Motricidade Humana alerta para os perigos de dizer sempre não às crianças por medo de que se magoem. E avisa que cortar-lhes a liberdade impede-as de serem adultos empreendedores.

Três detidos por cultivarem cannabis na cidade de Bragança

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Justiça Três detidos por cultivarem cannabis na cidade de Bragança Publicado por Glória Lopes em Qui, 2020-09-17 15:52 A PSP anunciou a detenção de três homens, com idades compreendidas entre os 28 e 31 anos, na cidade de Bragança, por posse de 14 pés de plantas de cannabis, 39 gramas de pr…

Justiça Três detidos por cultivarem cannabis na cidade de Bragança Publicado por Glória Lopes em Qui, 2020-09-17 15:52 A PSP anunciou a detenção de três homens, com idades compreendidas entre os 28 e 31 anos, na cidade de Bragança, por posse de 14 pés de plantas de cannabis, 39 gramas de pr…

nota do editor deste blogue

todos sabem que precisam de licença, peçam aos antigos ministros e secretários de estado que já estão no negócio..

a literatura e o seu contexto

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A LITERATURA E O SEU CONTEXTO
Walter Porto – Folha de São Paulo
O forte impacto das mobilizações antirracistas e a pressão implacável das redes sociais tornaram mais visível para autores brancos e de classe média alta o fato de que eles ocupam uma posição de privilégio. Ou melhor, tornaram mais difícil se desviar desse assunto.

Essa discussão tem sido incorporada aos poucos pela literatura, que observa com mais atenção as vantagens estruturais de raça e classe da caneta que está escrevendo. Abordar diretamente o assunto, contudo, pode ser como andar por um campo minado.

A professora Lia Vainer Schucman se especializou no estudo da branquitude, uma raça que não costuma se enxergar como raça —seu livro “Entre o Encardido, o Branco e o Branquíssimo” acaba de ganhar uma nova edição. E é frequente que ela tenha contato com autores brancos escrevendo, com tintas críticas, sobre ser branco.

É preciso cuidado, diz ela, para que essa “narrativa do privilégio” não caia na armadilha do puro narcisismo, de achar que seu interlocutor sempre ocupa o mesmo lugar social que você. “O que para o branco pode ser uma descoberta pode ser de uma violência atroz para os negros e indígenas. Porque eles já vivem isso desde sempre.”

“Há uma linha tênue entre o reconhecimento do privilégio e recolocar o branco no centro novamente”, afirma.

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Desigualdade racial no trabalho pelas ruas de SP

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A escritora Giovana Madalosso acaba de lançar “Suíte Tóquio”, um livro que não quer abordar conflitos raciais, mas de classe.

A obra conta a revolta de Maju, babá responsável pela filha de Fernanda, que mora no bairro de Higienópolis, reduto da elite paulistana. A história alterna o ponto de vista, em primeira pessoa, da patroa e da empregada —que nunca tem a sua cor explicitada.

“Embora o meu ponto de vista muito mais cômodo seja o da Fernanda, porque eu sou uma mãe de classe média”, diz a autora, “eu quis manter a isonomia entre as personagens”.

“A Fernanda foi uma voz que encontrei automaticamente, mas fiquei muito tempo trabalhando a Maju antes de começar a escrever”, conta. “À medida que ela foi se tornando uma pessoa única, não mais uma babá, a linguagem foi se trabalhando de maneira menos lugar-comum e mais pessoal.”

“Não sei se diria que os autores estão problematizando esse tipo de consciência autoral, mas a questão é que o debate está posto hoje”, diz a pesquisadora Fernanda Miranda, doutora em letras pela Universidade de São Paulo. “As pessoas podem até escolher fingir que não estão vendo, mas isso é uma escolha.”

O que há, segundo o escritor Paulo Scott, é a “expansão de um debate público que antes era confortavelmente negligenciado”.

Ficou mais evidente que a eleição de o que ler ou não —por parte de editoras, da imprensa, da academia— sofria de parcialidade. “Isso acaba impactando escritores e escritoras brancos que, na condição de leitores, percebem que não estão atentos a uma pluralidade maior, a realidades que não são imediatas a eles”, afirma o autor de “Marrom e Amarelo”, saudado pela crítica como um dos romances mais sofisticados sobre o racismo brasileiro.

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Marcha em Washington relembra momento histórico de Martin Luther King em 1963

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No campo da não ficção, surgiram na esteira do movimento Black Lives Matter livros que buscam ensinar a branquitude a não ser racista.

Publicado há dois anos pela autora branca Robin DiAngelo, que assumiu status de consultora de diversidade racial, “White Fragility” voltou às listas de livros mais vendidos e foi lançado no Brasil há pouco com o título “Não Basta Não Ser Racista: Sejamos Antirracistas”.

A obra sofreu críticas por tratar os negros com condescendência. “Não preciso que a sociedade se submeta a aulas sobre como ser extraordinariamente sensível aos meus sentimentos”, escreveu John McWhorter, professor negro da Universidade Columbia, em crítica na revista The Atlantic. “Poucos livros sobre raça infantilizaram mais as pessoas negras que esse tomo pretensamente autoritário.”

Boa intenção, como se vê, não é tudo. Mas Miranda, a pesquisadora, afirma que, no Brasil, todo debate sobre um assunto de tamanha relevância é bem-vindo.

“Quanto mais se falar sobre isso, melhor. A literatura é um lugar de construção de mundos e de pessoas, e essas construções, no Brasil, são muito restritas à experiência histórica branca”, afirma a autora de “Silêncios Prescritos”, obra sobre a autoria de mulheres negras.

“A branquitude sustenta todo o sistema literário brasileiro, inclusive no instante em que não se vê e não se nomeia enquanto literatura branca”, diz Miranda. “É um sistema que sempre ocultou isso para se realizar enquanto uma universalidade, que agora está em xeque, porque existe no país hoje uma comunidade negra leitora assegurada.”

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Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura

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Mesmo ressaltando essa visão crítica, a pesquisadora pondera que “literatura é sempre liberdade”, ou seja, qualquer um pode escrever sobre qualquer ponto de vista. É uma ideia com que Scott concorda. “Na literatura, tudo é possível. Não há restrições.”

Mas, segundo ele, uma tomada de consciência quanto aos próprios privilégios faz com que “considerações vindas do próprio umbigo, que eram mais normalizadas, hoje sejam reconhecidas como apenas mais uma possibilidade num universo muito maior”.

Giovana Madalosso quis pôr a babá Maju em primeiro plano em “Suíte Tóquio” devido ao seu incômodo em perceber que tantas famílias do país são carregadas por profissionais como ela, sem o devido crédito. Buscou acolher narrativas invisíveis, afirma.

“O lugar de fala é superimportante, eu sou feminista, antirracista. Existe na minha vida um trabalho de militância política. Mas existe uma outra coisa, que é literatura. E, dentro da literatura, não tem lugar de fala. O pressuposto básico é que a gente tem de se colocar em qualquer lugar. Esse poder de alteridade é extremamente libertador e não pode ser cassado.”

PARA ACOMPANHAR O DEBATE
Entre o Encardido, o Branco e o Branquíssimo
Lia Vainer Schucman. Veneta. R$ 44,90 (216 págs.)

Marrom e Amarelo
Paulo Scott. Companhia das Letras. R$ 49,90 (160 págs.); R$ 34,90 (ebook)

Não Basta Não Ser Racista: Sejamos Antirracistas
Robin DiAngelo. Faro Editorial. R$ 39,90 (192 págs.)

Silêncios Prescritos: Estudo de Romances de Autoras Negras Brasileiras
Fernanda Miranda. Malê. R$ 48 (364 págs.)

Suíte Tóquio
Giovana Madalosso. Todavia. R$ 59,90 (208 págs.); R$ 39,90 (ebook)

Debate sobre vantagens de raça e classe da caneta que está escrevendo tem se incorporado aos próprios textos

Debate sobre vantagens de raça e classe da caneta que está escrevendo tem se incorporado aos próprios textos

Bill Gates Explica Como Acabar com a Pandemia e Preparar-nos Para a Próxima | National Geographic

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A COVID-19 criou uma série de efeitos negativos na saúde e no bem-estar humanos. Numa entrevista conduzida por Susan Goldberg, da National Geographic, Bill Gates descreve como o mundo pode virar as coisas ao contrário.

Source: Bill Gates Explica Como Acabar com a Pandemia e Preparar-nos Para a Próxima | National Geographic

covid, mortes, manipulaçao estatística

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Maria Paiva

COVID E AS COMPARAÇÕES TRAMPOLINEIRAS… COMO É QUE EM PORTUGAL O COVIDEIRO NÃO QUESTIONA? NÃO LUTA? O SNS ESTÁ A SER DESTRUIDO O PAÍS ESTÁ A SER DESTRUIDO… E O POVO ACEITA E AJUDA?
🔵Evidentemente, não comparamos integralmente o PIB português com o chinês – porque nós somos 10 milhões, e eles 1.395 milhões. Não comparamos cabalmente o número de hospitais disponíveis, o número de engenheiros, o nr de mortos. Mas os nossos media não fazem assim: os telejornais comparam repetidamente, em números absolutos, o número de “casos Covid” entre a Índia (1 bilião e 353 milhões de habitantes) com o Reino Unido (67 milhões)…!!
Mesmo os óbitos, foram divulgados assim!! Para aterrorizar, vale tudo – até comparar o incomparável. Mas não é preciso ir longe para encontramos o intrujão, o ludibriador. Em bom português, o patranheiro, o trampolineiro. Porque o que nunca dizem, das televisões à DGSaúde, é que a enormíssima maioria dos mortos por COVID 19 (atribuídos, porque nem isso é “líquido”, pelo contrário…) ultrapassou a idade média da longevidade conseguida pelo esforço do SNS, a maior conquista de Abril. Serviço Nacional de Saúde que está a ser implacavelmente destruído pela centração obsessiva no novo corona – a qual implica um enorme prejuízo assistencial para pessoas de facto gravemente doentes, com AVC´s, neoplasias, doenças coronárias, diabetes, doenças mentais muito sérias.

Compare-se, pois, a gravidade absoluta e íntegra de cada um dos cenários. O estrondoso e dramático aumento da mortalidade em Portugal em 2020 – que nem a própria DGSaúde se atreve a atribuir à COVID – está aí para mostrar a tremenda crueldade e insensibilidade do que se passa: há mortos “de primeira”, os COVID, com direito a notícia de abertura no telejornal ainda que não informando do seu perfil etário e síntese do histórico patológico, já que não convém: é tudo igual, como se fosse semelhante o caso de um indivíduo com 40 anos e neoplasia do pâncreas e o de um velhinho com 95 anos, acamado há 10, com insuficiência cardíaca e duas neoplasias terminais; e mortos de “segunda”, ignoradas vítimas da brutal degradação da prestação dos cuidados. Sim, apesar da natureza universal do inexorável facto da morte, trata-se sempre de uma tragédia – em particular para quem ama os que partem. Mas não é igual, evidentemente – ainda que TODOS devam ser, obviamente, objecto do mais rigoroso e sábio esforço de saúde minimizador do sofrimento. No primeiro caso, o anúncio brada “mais 4 mortos por COVID nas últimas 24 horas !”, salientado pelos olhos arregalados do apresentador. Já o outro é silenciado: não interessa dizer, a plebe não deve saber, que a média de óbitos em Portugal é de 300 (TREZENTOS) por dia, sendo tal considerado como “normal” pelas autoridades de saúde. Constituindo, pois, as ditas mortes por Covid uma ínfima minoria, epidemiologicamente irrelevante. Com a agravante de outras causas de morte estarem a crescer exponencialmente, devido a não tratamento adequado, pela bizarra paranóia obsessiva que centra numa única afecção todo o sistema de Saúde, esta não sendo, de (muito) longe), a mais preocupante.

Onde estão aqueles sempre prontos a bradar os slogans apelando à protecção e reforço / promoção do Serviço Nacional de Saúde ? Não sabem ver e interpretar estatísticas básicas ? E não sentem a emoção da revolta ao saberem das filas cruéis ao sol inclemente de doentes com gravíssimas patologias, sofrendo pelo acesso ao seu tratamento negligenciado ? De velhos demenciados, humilhados, desorientados, a serem obrigados a entrar sozinhos em espaços desconhecidos, conduzidos por estranhos pela interdição da tranquilidade trazida pelos familiares ?

Sim, eu sei: muitos anos de prática e de estudo, e depois de muitos doentes tratados com sucesso, atestaram desde há muito os paradigmas do tratamento do pânico: é a promoção do assumir de uma matriz de pensar reflexiva e balanceadamente enquadradora que permite a descatastrofização. É isso que alguns não querem que aconteça.

Em última análise, tudo isto é uma questão de literacia em saber ler números. E de saúde mental, também – e muito.
Drº Paulo Figueiredo
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🔵É tudo Manipulado! MAS O POVINHO NÃO SABE FAZER CONTAS.
A única coisa que aumentou, e muito, foi a quantidade de testes, daí, dar a impressão de que há mais casos, quando é COMPLETAMENTE FALSO!
Dantes a média de testes rondava os 7000/dia e encontravam 200/300 positivos.
Agora, fazem 30.000 e 40.000 em 24 horas para encontrar 300/400. e como a grande maioria das pessoas não percebe que quanto mais testes fazem, mais sobe o número absoluto, acreditam no que ouvem na TV que apenas refere o número absoluto e não a percentagem de infectados, ou seja, actualmente a percentagem de Negativos para 30.000 testes são 29.700 e 300 Positivos.
A grande maioria das pessoas não tem nada e os Positivos são assintomáticos o que quer dizer que debelaram o viris, não têm infecção e não contagiam ninguém!
É a corrida aos Fundos Europeus pelos Governos pois parece que quem mais testes positivos encontrar, mais dinheiro vai receber…e os políticos e a clientela partidária adoram dinheiro grátis! Morram muitos portugueses e o país que vá ao fundo, o imortante foi receber 45 mil milhões de euros, para ajudar os amigos do PS E O PS, e continuar a receber apoios, isso sim é o importante… ENQUANTO ISSO, O MEDROSOS IRRACIONAIS COVIDEIROS CONTINUAM A AJUDAR O COSTA A MATAR PORTUGUESES, DESDE AS MEDIDAS DE QUARENTENAS JÁ MORRERAM 6 MIL PESSOAS A MAIS, SEM SER DE COVID. NUNCA SE MORREU TANTO EM PORTUGAL, NÃO ACORDEM QUE NÃO É PRECISO
Pedro Ladeira

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OS EFEITOS NOCIVOS DA MÁSCARA

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Apenas para comprar comida…

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Ana Martins

ESTUDO CIENTIFICO SOBRE A PERIGOSIDADE DO USO DE MÁSCARAS!
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Palavras da Cientista Investigadora Catherine Besson da Faculdade de Ciências de Lisboa:

“No que diz respeito ao uso da máscara, além de ter uma eficiência quase nula no controlo da dispersão de vírus [3 -14 ] o uso prolongado do mesmo (mais de uma hora) apresenta riscos bem superiores aos benefícios para os adultos e as crianças. Dentro dos riscos mais sérios identificados pelos artigos científicos, podemos resumir os seguintes efeitos adversos:
1. Eficiência nula ou fraca das máscaras contra vírus [3-14]
2. Aumenta o ritmo cardíaco em comparação com os valores sem máscaras [15 , 20 , 21 ]
3. Reduz oxigenação no sangue, e mais ainda em cirurgiões com mais de 35 anos [15]
4. Reduz a passagem de ar pela acumulação de humidade nas fibras pela expiração [16 ]
5. Provoca a recaptura do CO2 expirado que conduz à excesso de CO2 no sangue (Hipercapnia) [16-19 ]
6. Provoca Hipercapnia que suprime a imunidade adquirida e as defesas do corpo [19]
7. Provoca Hipercapnia que prejudica a reparação dos tecidos alveolares pulmonares [19]
8. Provoca sensação de dispneia e prejudica o desempenho cognitivo e psicomotor [17 ]
9. Prejudica os processos cognitivos (perceção, atenção, memória) [17, 18 ]
10. Aumenta o stress e hormona cortisol envolvida na resposta “Luta ou Fuga”, que favorece ansiedade e ataques de pânico [22 ]
11. O excesso de stress e hormona cortisol enfraquece o sistema imunitário [24 ]
12. Aumenta o risco de autoinfeção pela acumulação de bactérias e fungos na máscara [24, 27 ]
13. Provoca Dores de cabeça, Fadiga, Tonturas, Fraqueza muscular, Erupções cutâneas, Acne, Lesões cutâneas. [18, 28 , 29 ]
14. Provoca reações instintivas de medo e desconfiança [30 , 31 ]
15. Aumenta a irritabilidade [30] e impede a leitura das emoções tanto para adultos como crianças [31, 32 ].”

Fontes do estudo:

Eficiência nula ou fraca das Máscaras
[4] https://doi.org/10.1016/0195-6701(91)90148-2
[5] https://www.cidrap.umn.edu/…/commentary-masks-all-covid-19-…
[6] https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmc2009324
[7] https://bmjopen.bmj.com/content/5/4/e006577
[8] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4480558/
[9] https://www.researchgate.net/publication/341045223
[10] https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acsnano.0c03976
[11] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5705692/
[12] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19797474/
[13] https://www.cmaj.ca/content/188/8/567
[14] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32237672/

Efeitos sobre ritmo cardíaco, Hipóxia (falta de oxigénio), Hipercapnia (excesso de CO2)

[15] Máscaras induzem Hipóxia e aumentam o ritmo cardíaco, Jornal de Neurociencia (2008) http://scielo.isciii.es/pdf/neuro/v19n2/3.pdf
[16] Consequências respiratórias para mulheres grávidas https://aricjournal.biomedcentral.com/…/1…/s13756-015-0086-z
[17] Hipercapnia, perda de desempenho cognitivo e motricidade psicomotora https://doi.org/10.1111/j.1365-2044.2006.04767.x
[18] Hipercapnia acentuada com conversas com máscara https://www.tandfonline.com/…/…/10.1080/00140139.2013.777128
[19] Efeitos da hipercapnia nos pulmões: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5390878/
[20] Efeitos da máscara no ritmo cardíaco, no stress térmico e no desconforto https://www.researchgate.net

o fim do humor

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13.13. O FIM DO HUMOR E O POLITICAMENTE CORRETO

Ter humor é possuir a capacidade de perceber a discrepância entre duas realidades: os factos (brutos) e o sonho, as limitações do sistema e o poder da fantasia criadora. No humor ocorre um sentimento de alívio face às limitações da existência e das próprias tragédias. O humor é sinal da transcendência do ser humano para além de qualquer situação. O humor é libertador. Por isso sorrir e ter humor sobre o que nos rodeia, sobre a violência com a qual a sociedade e as suas regras nos pretendem submeter, é uma forma de nos opormos a ela. Somente aquele que é capaz de relativizar as coisas mais sérias, embora as assuma, pode ter bom humor. O maior inimigo do humor é o fundamentalista e o dogmático. Ninguém viu um terrorista sorrir ou um severo conservador esboçar um sorriso. Geralmente são tão tristes como se fossem ao seu enterro. Basta ver os rostos crispados. Como afirmava Nietzsche, “festejar é poder dizer: sejam bem-vindas todas as coisas”. Pela festa o ser humano rompe a monotonia do quotidiano. Façamos uma festa…!

 

Vivo num mundo diferente e não me espanto de blogues que se limitam a recordar o politicamente correto e tudo o mais que é objecionável. Sem questionar o feminismo ou outros ismos: antissionismo, antilourismo (das loiras) todas as piadas são objecionáveis por se basearem em estereótipos, sejam humanos, animais ou políticos, que não são uma nem outra coisa. Assim, depois dos defensores desses “ismos” terem colocado as suas objeções, a favor deste ou daquele, por se basearem em clichés de mulher, louras e louros, alentejanos, políticos e políticas (destas ainda há poucas), de judeus (e outras religiões, cristãos ou islâmicos), de nacionalidades ou continentes (como os africanos), os pobres, os ricos, os estudantes e os professores, os animais (mesmo os que estão nas malas dos carros junto com a esposa ou esposo), verão o que fica: NADA. Acabava-se o humor.

 

É verdade que me sinto mais incomodado com a violência gratuita, as imagens cheias de “innuendo” (insinuações) da TV, desde os telejornais às séries, pois são armas de estupidificação globalizante que a todos corroem. O humor usa a linguagem dos estereótipos que hão de ser substituídos com o tempo, ciclicamente, tal como a frase “bota-de-elástico” foi substituída por “cota”. Desde a década de 1980 vi surgir a censura dissimulada em fundamentos razoáveis e aceitáveis, pretendendo sanitizar as mentes. Já o vi na Austrália quando o politicamente correto foi introduzido na linguagem em meados daquela década. Como tradutor profissional tive de o seguir, mas como ser humano, inteligente (no sentido de pensante) recuso-o tanto hoje como ontem. Com o politicamente correto acaba-se o humor. Esse é o cerne da questão que ninguém quer ver.

Deve lutar-se contra a discriminação, sob todas as formas, contra o assédio sexual, político e outros, contra as propostas novas normas europeias, contra o salário mínimo de miséria e de exploração (reminiscente do início da Revolução Industrial), contra as quotas ou falta delas nos elencos femininos do governo, contra a falta de acesso a pessoas com deficiências de qualquer tipo. Lute-se contra isso tudo mas deixem o humor de lado, a menos que seja difamatório (mas sem ser pelas normas norte-americanas), grosseiro, imoral, amoral. Quando se definiu o politicamente incorreto, o politicamente correto era a forma mais fascista de sanitizar a língua, o pensamento e a vida em geral, criando uma sociedade assética e inócua. Todos iguais e cinzentos de acordo com a norma.

 

Não era só aqui que a situação se tornava preocupante. Havia novos canudos, por encomenda, a passagem de iletrados de qualquer nível do ensino, a massificação da ignorância nacional, o entorpecimento da mente através de programação subliminar, previamente preparada em gabinetes de psicologia de guerra. O alvo era a destruição dos pilares tradicionais da sociedade contemporânea portuguesa, incluindo a família, professores, juízes, médicos, militares e outras instituições tradicionais rumo à criação de um Homo Novus. Visava um plano sabiamente arquitetado por maçonarias, Clube Bilderberg e outros, usando como cabeças-de-turco divindades humana que acumulam funções de Presidente ou de primeiro-ministro. Do livro de Daniel Estulin, “A Verdadeira História do Clube Bilderberg[1] cito passagens:

 

A história do Clube Bilderberg é a narração da subjugação impiedosa da população por parte dos governantes. Um Estado Policial Global, que ultrapassa o pior pesadelo de Orwell, com um governo invisível, omnipresente, que manipula desde a sombra, que controla o governo dos EUA, a União Europeia, a Organização Mundial de Saúde, as Nações Unidas, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e instituições similares. E formula os projetos futuros da Nova Ordem Mundial. A técnica do Clube consiste em submeter a população e a sociedade a uma situação de insegurança, angústia e terror, de maneira que as pessoas cheguem a sentir-se tão exaltadas que peçam uma solução, qualquer que seja. Essa técnica tem sido aplicada aos gangues de rua, às crises financeiras, às drogas e ao sistema educacional e prisional.

Em relação ao sistema educacional é necessário dar a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram diminuir o coeficiente intelectual médio da população, para isso não só manipulam as escolas e as empresas, mas também se têm apoiado na arma mais letal: a televisão e programas de baixo nível, para afastar a população de situações estimulantes e conseguir entorpecê-la. O objetivo final desse pesadelo é um futuro que transformará a Terra num planeta-prisão num Mercado Globalizado Único, vigiado por um Exército Mundial Único, regulado economicamente por um Banco Mundial. Um mundo habitado por uma população controlada por microchips cujas necessidades vitais terão sido reduzidas ao materialismo e à sobrevivência: trabalhar, comprar, procriar, dormir, tudo conectado a um computador global que supervisionará cada um dos nossos movimentos.

Os membros do Bilderberg “possuem” os bancos centrais e, portanto, estão em condições de determinar os tipos de interesses, a disponibilidade de dinheiro, o preço do ouro e quais os países que devem receber quais empréstimos. Ao movimentar divisas, os membros do Bilderberg ganham milhares de dólares. A ideia é criar uma sociedade dócil, massificada na sua ignorância através das “Novas Oportunidades” e de outros diplomas a “martelo”, incapaz de pensar, de argumentar, de discursar ou filosofar. Como os professores mais novos já pertenciam a essa “colheita”, em breve, toda a nação portuguesa se regeria por esse protocolo entorpecente. Seria depois muito mais fácil, manipulá-los, enganá-los e explorá-los. Por outro lado, toda a sociedade iria depender economicamente do Estado para desenvolver os seus projetos e as suas atividades. Cada vez mais, a teia se enrolava em volta do pescoço de Portugal, como uma cascavel, sugando toda a vida e liberdade. Nem Salazar nem Orwell conseguiram conceber um plano tão maquiavélico, nem teriam meios de o implementar.

 

Perguntar-se-á, ninguém dá conta? Alguns darão, mas como não podem escrever livremente, nem os jornais ou telejornais aceitariam um discurso crítico, o povo fica sem acesso a essas opiniões divergentes. Incapaz sequer as equacionar. Dentro de uma ou duas gerações, Portugal terá a população mais dócil e manipulável da Europa Ocidental. Todos diplomados, licenciados, mestrados, com diplomas de literacia, mas poucos saberão ler e escrever e menos terão a capacidade de discernir ou pensar livre e criticamente. A nova ditadura, instaurada sub-repticiamente como um vírus informático, esconder-se-á sob o manto diáfano da democracia.

 

[1] Durante os últimos 50 anos, um grupo de políticos, empresários, banqueiros e poderosos tem-se reunido secretamente para planear as grandes decisões que movem o mundo e que, depois, simplesmente acontecem. O livro do jornalista e especialista em comunicação Daniel Estulin, que há 13 anos investiga as atividades secretas do Clube e ganhou três prémios de pesquisa nos EUA e Canadá, aponta quem aciona os controlos por detrás da fachada das organizações internacionais conhecidas. O livro foi editado em 28 países em 21 idiomas

santa maria e a casa dos fósseis

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Joana Pombo Tavares
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A Casa dos Fósseis está de parabéns! 4 anitos de muitos visitantes e muitas aprendizagens. Santa Maria tem tanto para oferecer, e a riqueza fóssil é uma das nossas identidades. Sabia que Santa Maria já foi uma ilha tropical? Venha conhecer a ilha que nasceu duas vezes 😊🏝
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Parques Naturais Açores
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Parque Natural de Santa Maria – A Casa dos Fósseis está de parabéns pelo seu 4.º aniversário!

A Casa dos Fósseis, localizada no centro histórico da Vila do Porto, como parte integrante do Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo, disponibiliza aos residentes e visitantes da ilha de Santa Maria, as suas singularidades geológicas e paleontológicas que a distinguem das restantes ilhas dos Açores.
De traços arquitetónicos modernos e simples, a Casa dos Fósseis alia a tecnologia à paleontologia, para contar a história da formação da ilha de Santa Maria e dos organismos que nela viveram.
Desde espécies marinhas fósseis que aqui viveram quando esta era uma ilha de clima tropical, a dentes de tubarões ou ossos de baleias de espécies já extintas e rastos de animais que perpetuaram até aos nossos dias, a Casa dos Fósseis oferece aos seus visitantes uma viagem no tempo, nesta ilha que nasceu duas vezes.

Para mais informações visite http://parquesnaturais.azores.gov.pt/…/o…/centros-ambientais

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