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Source: Origens: Descoberta e povoamento da ilha do Pico Açores que já foi ilha de São Dinis
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O Milho entrou na ilha de São Miguel Açores em 1846?
Esta pedra tem uma história desde a plantação do Milho.
Grande ideia de micaelenses que esfregando a maçaroca nestas pinhas logo o grão caiei no vasilhame (geralmente num caixote).Encontrei esta pedra na Costa Norte da ilha. Curiosidades Os bicos da pedra já estão arredondados de tanto uso.

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Titã, satélite de Saturno, vai ser explorado por engenhos enviados do planeta Terra. Há que encontrar algures, por esse Cosmos fora, outras formas de vida, para além das que aqui conhecemos.

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Este foi o discurso que nunca cheguei a ouvir, mas imaginei:
Portugueses, portuguesas
É mentira que o Governo esteja a preparar novos impostos, subidas de preços e cortes nos benefícios de empregados e desempregados, reformados ou no ativo.
Nunca foi intenção do Governo aumentar a pobreza, o desemprego, a fome no país, mas herdámos a pesada herança do Governo anterior que vai demorar várias gerações a pagar e temos que satisfazer os compromissos bancários internacionais assumidos por anteriores governos.
Nunca foi nossa intenção dar dinheiro à Banca que causou esta crise, mas somos obrigados por contratos anteriormente firmados e que bloqueiam qualquer hipótese de renegociação, motivo pelo qual fomos cancelando benefícios aos funcionários, que infelizmente terão de suportar as reformas estruturais que pretendemos implementar no país e que resultam obviamente do que foi negociado no passado por anteriores governos e que nos impõe esta necessidade de trazer sanidade às contas públicas.
Teremos de vender os anéis para que sobrem os dedos e mesmo assim não temos garantia de que seja suficiente. Destarte vendemos a energia da EDP, a distribuição da REN, negociamos as águas, a TAP, os aeroportos e outras infraestruturas, muito mais rentáveis se forem os estrangeiros a geri-las porque francamente o Estado não tem capacidade para gerir tão variados bens. Ficam ainda Torre de Belém, as Pontes sobre o Tejo, os Jerónimos e o Castelo de São Jorge que são atrações turísticas que temos de preservar.
As portagens introduzidas nas estradas SCUT visam aumentar a utilização pelos turistas que aqui vêm deixar divisas e reduzir o tráfego e viaturas portuguesas, o que permitirá aos turistas andar mais livre e desafogadamente a fim de que regressem aos seus países com melhor impressão de Portugal.
Ao enviarmos os jovens licenciados e desempregados para outros países estamos a exportar os conhecimentos que fizeram dos portugueses um povo de navegantes e descobridores, e estamos convictos de que também virão a descobrir novos mundos e formas de vida, permitindo aumentar a importância dos portugueses nessas sociedades de acolhimento e obterem posições de relevo tão importantes para o orgulho nacional.
Temos tomado inúmeras outras medidas como o encerramento de hospitais, maternidades, centros de saúde, tribunais e outros serviços cuja produtividade era baixa e custavam imenso a manter, pois estudos recentes provam que algumas das medidas tomadas pelo Governo antes de 1974 eram bem mais económicas que as atuais e conduziram o país a uma riqueza em barras de ouro de que só resta a memória hoje. Estamos convencidos de que com todas estas alterações estruturais estaremos a criar sólidas bases para a riqueza futura de Portugal.
Pretendemos – em breve – expropriar os terrenos agrícolas não cultivados e entregá-los aos estrangeiros para que estes com as suas técnicas mais evoluídas possam ali obter uma produção agrícola que nos permita voltar aos tempos dos celeiros da nação. Sabendo-se como é exígua a oportunidade de emprego nas terras do interior, estaremos a contribuir para uma redução do desemprego local.
Além das reduções dos elementos autárquicos base, as freguesias, criaremos uma nova divisão do país que não fora tentada desde Mouzinho e que permitirá reduzir os bairrismos que tanto têm servido para dividir o país em pequenas parcelas em vez de o aglutinar. Estamos cientes de que a situação geral do país irá melhorar com todas estas medidas e em breve nos orgulharemos de ser um país que todos invejam.
Infelizmente nunca ouviremos aquele discurso e sabemos que mal um hospital ou uma urgência fecham, logo aparece um grupo privado a querer construir outro. Claro que quem vive no Bronx não pode ter a mesma qualidade de vida dos que vivem em Manhattan (não sei se me entendem). Isto é, em termos indianos há uma zona de sudras e vaixias onde poucos se deslocam.
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Acredito que muitos de nós já pensaram nisto mas assim escrito pelo Lobo Antunes ganha uma clareza genial:
“A sociedade necessita de medíocres que não ponham em questão os princípios fundamentais e eles aí estão: dirigem os países, as grandes empresas, os ministérios, etc. Eu oiço-os falar e pasmo não haver praticamente um único líder que não seja pateta, um único discurso que não seja um rol de lugares comuns. Mas os que giram em torno deles não são melhores. Desconhecemos até os nossos grandes homens: quem leu Camões por exemplo? Quase ninguém. Quem sabe alguma coisa sobre Afonso de Albuquerque? Mas todos os dias há paleios cretinos acerca de futebol em quase todos os canais. Porque não é perigoso. Porque tranquiliza.
Os programas de televisão são quase sempre miseráveis mas é vital que sejam miseráveis. E queremos que as nossas crianças se tornem adultos miseráveis também, o que para as pessoas em geral significa responsáveis. Reparem, por exemplo, em Churchill. Quando tudo estava normal, pacífico, calmo, não o queriam como governante. Nas situações extremas, quando era necessário um homem corajoso, lúcido, clarividente, imaginativo, iam a correr buscá-lo. Os homens excepcionais servem apenas para situações excepcionais, pois são os únicos capazes de as resolverem. Desaparece a situação excepcional e prescindimos deles.
Gostamos dos idiotas porque não nos colocam em causa. Quanto às pessoas de alto nível a sociedade descobriu uma forma espantosa de as neutralizar: adoptou-as. Fez de Garrett e Camilo viscondes, como a Inglaterra adoptou Dickens. E pronto, ei-los na ordem, com alguns desvios que a gente perdoa porque são assim meio esquisitos, sabes como ele é, coitado, mas, apesar disso, tem qualidades. Temos medo do novo, do diferente, do que incomoda o sossego.
A criatividade foi sempre uma ameaça tremenda: e então entronizamos meios-artistas, meios-cientistas, meios-escritores. Claro que há aqueles malucos como Picasso ou Miró e necessitamos de os ter no Zoológico do nosso espírito embora entreguemos o nosso dinheiro a imbecis oportunistas a que chamamos gestores. E, claro, os gestores gastam mais do que gerem, com o seu português horrível e a sua habilidade de vendedores ambulantes: Porquê? Porque nos sossegam. Salazar sossegava. De Gaulle, goste-se dele ou não, inquietava. Eu faria um único teste aos políticos, aos administradores, a essa gentinha. Um teste ao seu sentido de humor. Apontem-me um que o tenha. Um só. Uma criatura sem humor é um ser horrível. Os judeus dizem: os homens falam, Deus ri. E, lendo o que as pessoas dizem, ri-se de certeza às gargalhadas. E daí não sei. Voltando à pergunta de Dumas
– Porque é que há tantas crianças inteligentes e tantos adultos estúpidos?
não tenho a certeza de ser um problema de educação que mais não seja porque os educadores, coitados, não sabem distinguir entre ensino, aprendizagem e educação. A minha resposta a esta questão é outra. Há muitas crianças inteligentes e muitos adultos estúpidos, porque perdemos muitas crianças quando elas começaram a crescer. Por inveja, claro. Mas, sobretudo, por medo.”
ANTÓNIO LOBO ANTUNES

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Uma das Salas para momentos especiais, dos Paços dos Duques de Bragança, Guimarães
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Nem alarmismo nem negacionismo
Uma ótima e oportuna entrevista com um dos mais conceituados virulogistas alemães que analisa e esclarece a pandemia do Covid-19.
Para ler atentamente . Citações da entrevista :
«a letalidade é mais elevada do que a da gripe sazonal.
Nosso próprio grupo de pesquisadores em Heinsberg constatou que o vírus é pelo menos quatro vezes mais perigoso do que o da gripe sazonal. É claro que sempre tem algo a ver com a população que é testada. É um vírus que se deve levar a sério, mas obviamente não dramatizar em excesso.»
……
«ao ar livre, onde a probabilidade de contágio é menor do que em locais fechados.»
…….
«Sabemos que as medidas aconselhadas – manter o distanciamento, usar máscara protetora e atentar para as regras gerais de higiene – têm efeito, e que possibilitam evitar infecções.
Além disso, essas medidas provavelmente resultam em que, se alguém se contagia, é com uma quantidade menor de vírus. Então, talvez fique infectado, mas com muito menos sintomas. Conhecemos isso de outros vírus, quem absorve muitos deles desenvolve um quadro mais grave, e vice-versa: a dose é que faz o veneno.
Mantendo a distância e seguindo as demais regras, conseguimos justamente isso, diminuir a carga viral, e todos contribuímos para doenças com sintomas provavelmente bem mais brandos.»
https://www.dw.com/…/virologista-rebate-mitos-so…/a-54969593

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A propósito da actualidade…
HÁ MUITO TEMPO NÃO LIA UM CONCEITO TÃO BEM DEFINIDO. Congresso Nacional:
Se gradear vira zoológico.
Se murar vira presídio.
Se colocar uma lona em cima vira circo.
Se colocar lanternas vermelhas vira prostíbulo

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On 15th August 1954, 47 Goan Satyagrahis enter Goa from Banda, Terekhol and Karwar. 15 Satyagrahis capture Terekhol fort for one day, Portuguese recapture it next day while killing one and wounding 12 Satyagrahis. All Satyagrahis (adeptos da não violência) arrested.
