Açores. Tribunal volta a ordenar libertação de passageiros em quarentena

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O Tribunal Judicial da Comarca dos Açores ordenou a libertação de duas cidadãs que interpuserem um ‘habeas corpus’, após lhes ter sido decretada quarentena por terem viajado em lugares próximos de um infetado com covid-19.

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Vegetarianismo: é natural que os seres humanos incluam carne em sua dieta? – BBC News Brasil

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A dieta vegana se tornou popular nos últimos anos, no entanto, evidências evolutivas mostram que uma dieta só de vegetais é “antinatural” para nossa espécie, com fortes razões fisiológicas que a desaconselham.

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RESSURGE O FASCISMO QUE ESTAVA ENCAPOTADO

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Maria Antónia Fraga

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Daniela Soares

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Ah, gente, não é nada!
28 de Janeiro – André Ventura, líder do partido de extrema direita com assento na Assembleia da República (Chega) diz que Joacine Katar Moreira, deputada negra, deve ser devolvida ao seu país de origem.
Ah, gente, não é nada!
16 de Fevereiro – Adeptos do V. Guimarães proferem vários insultos racistas dirigidos a Marega que se vê forçado a abandonar o relvado.
Ah, gente, não é nada!
7 de Maio – Partido de extrema-direita (Chega) propõe confinamento específico da comunidade cigana, sob o pretexto das medidas de mitigação do impacto da covid-19.
Ah, gente, não é nada!
12 de Junho – Escola Eça de Queiroz nos Olivais vandalizada com pinturas na parede “Fora com os pretos! Deportação de minorias já! A Europa é branca!” e “Portugal é branco!”. Escola Secundária da Portela vandalizada com pinturas na parede “Pretos de Merda Morram!” e “Voltem para África”. Centro de Acolhimento para Refugiados vandalizado com pinturas na parede “Europa aos europeus”, “morte aos refugiados” e “árabes e pretos fora!”.
Ah, gente, não é nada!
27 de Junho – Realiza-se manifestação anti-anti-racista em Lisboa organizada pelo partido de extrema-direita (Chega) sob o mote “não há racismo em Portugal”.
Ah, gente, não é nada!
25 de Julho – Ator Bruno Candé, negro, é assassinado com 4 tiros em Moscavide. Segundo testemunhas, antes de disparar suspeito do crime terá dito “Vai mas é para a senzala”.
Ah, gente, não é nada!
27 de Julho – Suspeito de homicídio de Bruno Candé diz, ao chegar à prisão, “Em Angola, matei vários como este”.
Ah, gente, não é nada!
2 de Agosto – Realiza-se nova manifestação anti-anti-racista em Lisboa organizada pelo partido de extrema-direita (Chega) sob o mote “não há racismo em Portugal”.
Ah, gente, não é nada!
8 de Agosto – Movimento de extrema-direita “Resistência Nacional” organiza uma manifestação em frente da SOS Racismo com máscaras brancas a tapar o rosto e tochas, numa referência à organização que defende a supremacia branca, Ku Klux Klan.
Ah, gente, não é nada!
12 de Agosto – Nova Ordem de Avis – Resistência Nacional (movimento de extrema-direita) envia email a várias personalidades (entre as quais o dirigente da SOS Racismo e 3 deputadas) ameaçando a sua segurança e a dos seus familiares.
Ah, gente, não é nada!

ANGOLA, FILHO DE EX-PRESIDENTE CONDENADO

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Um dos filhos do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, José Filomeno ‘Zenu’ dos Santos, foi hoje condenado a cinco anos de prisão, nomeadamente por branqueamento de capitais.
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  • O Tribunal Supremo de Angola condenou esta sexta-feira (14.08) quatro arguidos, entre os quais ‘Zenu’, ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, a penas de prisão entre 5 e oito anos por crimes de burla e defraudação, peculato e tráfico de influências.
    Segundo o acórdão, lido pelo juiz que presidiu ao julgamento, João Pitra, ‘Zenu’ dos Santos foi condenado pelo crime de burla por defraudação, na forma continuada, a quatro anos de prisão maior e pelo crime de trafico de influências na forma continuada a dois anos de prisão, num cúmulo jurídico de cinco anos. (Deutsche Welle)

UMA BOA IDEIA MAL CONCRETIZADA NA LAGOA, AÇORES

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INTERVENÇÕES NA ORLA COSTEIRA NA LAGOA
Não fui lá mas pela imagem incomoda-me o facto de não terem optado por uma via suspensa, com menos alvenarias e portanto com menor impacto no solo. A esse respeito, a opção pela gravilha é a curto prazo mais uma forma de conspurcar o calhau pois esta com o tempo vai migrar para além da via. Também questiono se será possível andar aqui com uma bicicleta (algo propagado pela autarquia). Resumindo, foi uma boa iniciativa mal resolvida.
You, André Silveira and 4 others
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  • E isto para não falar de uma cadeira de rodas…..
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    • 33 m
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    • Ao contrário de alguns radicais, acho importante a obra no entanto está mal resolvida merecendo urgente reformulação, em especial para o seu pavimento já que quanto à alvenaria já nada se pode fazer….
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      • 23 m
    • isto faz-me lembrar a solução para o Ilhéu da Vila , um desastre
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      • 21 m
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arece ser preciso sair daqui para fazer boa música Terceirense; diz Luís Bettencourt

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Luis Gil Bettencourt

is with

Luis Gil Bettencourt I

.

tSa3pomhnsohred

As sonoridades das coisas…
Viver numa ilha como a Terceira, dá para entender muita coisa, muita coisa mesmo. À muitos anos e anos atrás, chegarem cá determinadas sonoridades de géneros musicais, era como desejar chegar aos 201 anos de idade. Aos poucos as coisas foram mudando, e as guerras também ajudaram com que certas sonoridades habitassem por cá. Os ingleses e suas Big Bands, os americanos com sua rádio e televisão, Channel 8, Lajes Field, Azores , Portugal, era assim que apareciam, e aos poucos, pelo menos na Praia e alguns músicos de Angra foram educando o ouvido e prá população, tentaram repetir mil uma influências. Foram eles Big Bands, grupos de baile, e claro, uma população que se aproveitou e bem das aparelhagens e Long Plays ( LP’s ) comprados no P.X. nos americanos. Hoje tudo isto desapareceu e parece que voltámos à estaca zero em termos do ouvido público. Mesmo tendo em conta os festivais que aconteceram e acontecem cá na ilha, os grupos de rock, grupos de jazz, de música tradicional, outros géneros musicais pouco influenciam alguém. Trazer público a um auditório, ou se traz alguém das novelas, gente que supostamente escrevem determinados livros, músicos que passam muito na rádio, e fica por aí.
A verdade é que existem músicos nesta ilha que trabalham e muito, determinadas sonoridades que se na fosse uma entrega total, seriamos muito mais pobres. Mas pobres vamos continuar até a população da ilha, pelo menos dar o benefício da dúvida aos músicos desta terra. Elas, sonoridades, “ANDEM” por aí. Não as percam, mas também na verdade não as podem perder se nunca as tiverem.
Do meu cantinho, só vos posso dizer que terei os Last Minute Trio, grupo da nossa freguesia cultural à porta de minha casa. Na desperdicem uma oportunidade de apoiar, reconhecer o quanto de humano também somos, caso contrário resta-nos ir viver pra Lisboa e vir de lá pra cá pra vos convencer como muitos outros.
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https://www.jdacda.com/post/parece-ser-preciso-sair-daqui-para-fazer-boa-m%C3%BAsica-terceirense-diz-lu%C3%ADs-bettencourt
Félix Rodrigues and 65 others
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LAGOA RASA NAS FLORES

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Lagoa Rasa, na ilha das Flores.
Paisagem incrível mas a cada ano mais coberta com cana roca/conteira.
É este o cenário de uma ilha Reserva da Biosfera: em plena zona protegida não se cumpre um plano de prevenção e combate às invasoras.
📷

Filipa Medeiros
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as manigâncias ganaciosas da EDA

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tSgpont1sooredh

Quem leu o artigo que ontem saiu neste
jornal sob a introdução “Vários clientes da
EDA sentem-se lesados com contas acima
dos 100 e dos 200 euros sem se ter em conta
a prescrição de dívidas”, página 7, e a seguir
leu o “Esclarecimento da Empresa de
Eletricidade dos Açores”, na mesma página,
claramente percebe, na transição de leituras,
a incongruência que sobressai da argumentação
dada.
A insinuação de que estou em dívida para
com a EDA é não só caluniosa como revela
má-fé pela cortina de fumo que procura lançar
sobre o cerne da questão.
Sublinhemos então o fulcro da reclamação,
que é comum a tantos clientes que se
sentem legitimamente lesados: a EDA não
tem legitimidade para, passado mais de meio
ano, cobrar acertos que se acumulam em dívidas
ocultas, que os consumidores desconhecem,
e que se acumulam em montantes
que prejudicam em muito os orçamentos das
famílias. Uma empresa organizada teria certamente
fechado contas a 31 de dezembro:
não se pode onerar as famílias pelas falhas
de uma empresa, quer por falta de organização,
quer por falta de funcionários que se
desloquem aos domicílios para leitura dos
contadores.
Na verdade, esta contenda surge precisamente
por falta de leitura atempada. É
neste argumento que a EDA fundamenta o
seu esclarecimento ao problema. É um argumento
muito fraco para uma empresa tão
poderosa como é a EDA. Se as leituras são
assim tão essenciais, o leitor da EDA teria
de se deslocar com regularidade aos domicílios.
No meu caso, de janeiro até junho, só
veio duas vezes, sendo que, na primeira vez,
não me encontrou em casa, o que é natural
num agregado de pessoas que trabalham. O
argumento dos meses de confinamento não
colhe. Se não conseguiu estabelecer contacto
comigo pessoalmente ou por email a
solicitar leituras, a alternativa mais viável e
mais certa teria sido o contacto telefónico.
Nunca me chegou ao conhecimento a impreteribilidade
da leitura ao ponto de incorrer,
como a EDA refere no seu esclarecimento,
na possibilidade de me cortarem o fornecimento
de energia elétrica!
Não fazia ideia de que um cliente, como
eu, que cumpre regularmente o pagamento
das suas contas mensais – entre 60 a 80 e tal
euros de consumo por mês, chegando, num
dos últimos meses, a pagar 120 euros, o que
é muito bem pago para uma casa de família
de três pessoas! – corria ainda este risco. Na
verdade, nunca foi preocupação o fornecimento
de leituras, tão simplesmente porque
não sabíamos interpretar o contador que fornece
três leituras, mas, sobretudo, porque a
relação de confiança com a empresa nunca
foi quebrada até ao momento.
Quer então a EDA fazer passar a imagem
de que é uma empresa caridosa e com preocupações
sociais, pois sugere, no seu esclarecimento,
que só não suspendeu o fornecimento
de eletricidade devido à pandemia,
propondo ainda o pagamento da suposta dívida
em prestações. Pergunto: as preocupações
sociais da EDA estão presentes quando
apresentam às famílias açorianas faturas
mensais já de si pesadas e hipocritamente
suavizadas com planos de pagamento? A
resposta deverá ser dada pelos inúmeros
consumidores, lesados, que estão a receber
faturas com consumos do ano passado. Não
teriam eles também aberto a porta aos leitores
da EDA? O mecanismo da estimativa
de consumos não pode servir para isto. Pretende
ser facilitador, mas, na verdade, está a
servir para cavar um buraco nos orçamentos
das famílias que têm confiado na EDA. Ingenuidade
nossa.
O sentido social da EDA está bem revelado
no esclarecimento dado a este jornal.
Oculta a lei da prescrição da dívida destes
valores igualmente ocultos que, com mais
de seis meses, reaparecem em parcelas que
somam um rombo nas contas das famílias
açorianas.
Eis a consciência social da EDA capciosamente
iluminada.
Por: Paula Cabral in Correio dos Açores
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  • Há uns anos o AC Cymbrom que era o meu fornecedor de gaz canalizado fez me algo do género por uma fatura de 21€ até o contador queriam tirar. Resultado, comprei fogão elétrico e um termoacomulador e acabou o gaz. A eda vai no mesmo caminho…
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    • 40 m
    • Pedro Silva

      Não tenhas dúvidas que a aposta na sua propria produção de energia livrava muitos Açorianos do problema EDA.

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      • 23 m

Visão | Catarina de Bragança, a ‘influencer’ maldita

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A vida da infanta nascida em Vila Viçosa que foi rainha de Inglaterra. Diz-se que introduziu o chá, o tabaco e os talheres de mesa nos hábitos dos britânicos, mas também foi vítima de calúnias e de bullying.Deu o nome ao bairro de Queens, em Nova Iorque – onde não tem estátua, por causa da sua ligação ao comércio de escravos

Source: Visão | Catarina de Bragança, a ‘influencer’ maldita

olavo bilac e chega

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tS1pohnssoihred

A propósito da tolice do cantor Olavo Bilac deixar-se seduzir por alguns trocos para cantar num jantar do partido protofascista Chega há muito por dizer. E qualquer lugar é bom para ser dito. A primeira coisa em que penso, e lamento profundamente, é que o cantor arruinou toda a sua carreira talvez por ignorância, por estupidez, por ganância; não creio que tenha sido por convicção ideológica.
O Chega veio despertar fantasmas adormecidos e vampiros sedentos. E foi activá-los ao cói onde estavam acantonados há várias gerações: às fileiras do PSD e do CDS. É disso bom exemplo a pequena marionete que dá pelo nome de André Ventura, militante de confiança, até há pouco tempo, do PSD. E se não fosse da confiança da direcção do partido fundado por Sá-Carneiro não teria liderado a lista laranja que se candidatou à Câmara Municipal de Loures.
Com a Revolução dos Cravos, o fascismo português deixara muitos órfãos e sobretudo desempregados da familiar máquina corrupta que sustentava o regime então liderado por Marcelo Caetano. Era necessário contrapor ao protagonismo político da resistência antifascista do PCP, liderado por Álvaro Cunhal, e do PS, liderado por Mário Soares, um partido político que saísses das hostes liberais da sinistra União Nacional, partido único do antigo regime. Funda-se, assim, o PPD de Sá-Carneiro, que vai naturalmente acantonar os amigos do anterior regime, garantindo, desde logo, a sobrevivência política a facínoras e criminosos. Este movimento completa-se com a fundação do CDS, então liderado por Freitas do Amaral, que sob a bandeira da democracia cristã e colocando-se à direita do espectro político nacional, vem dar uma ajudinha como alpendre de muitos que tinham sido colaboracionistas e bufos do regime ditatorial. E foram sobrevivendo sob a capa democrática desses partidos até hoje. Com alguns receios, talvez envergonhados, tímidos, mas sempre com a esperança da vingança. Ora essa esperança ganha alguma dimensão com a eleição de Cavaco Silva – que fora acantonado por Sá-Carneiro no seu partido – que segundo a vox populi teria sido um bufo da PIDE. Não sei se foi ou não, mas a verdade é que o homem se recusou sempre, quer como primeiro-ministro quer como presidente da República, usar o símbolo da revolução que instituiu a democracia em Portugal nas suas celebrações: o cravo vermelho. Cavaco Silva representa o que de pior foi fomentado pela democracia. E foi eleito por quem? Pelo povo e por um sector popular flagelado pela ignorância, pelo analfabetismo e pela ingenuidade à mão de sinistros manipuladores: o tristemente célebre Cavaquistão. E o resultado foi o que se viu.
Com os tremendos erros do PS, a sua deriva à direita e o delírio destruidor de Sócrates, a versão proto-histórica do Chega assume o poder com o encapotado neo-liberal Passos Coelho e a sua clique de oportunistas, que se deixariam transformar em marionetas no areópago europeu então chefiado por Angel Merkel e pelo sinistro Shauble e que lançou Portugal para as ruas lamacentas da amargura e da miséria com todas as vigarices inerentes e cujos resultados estão descansadinhos nos famigerados offshores. Quando tudo isto descamba e o governo vai parar às mãos do PS de António Costa, depois dos acordos estabelecidos com o PCP e o Bloco de Esquerda, a direita entra em pânico e começa a desmoronar-se com a liderança ruinosa de Cristas e, mais tarde, com a tentativa de recuperação do comando da oposição por Montenegro. Rio apenar quer transmitir credibilidade e seriedade a um partido que na sua génese foi alimentado por indivíduos altamente comprometidos com o antigo regime. Apresenta-se como um verdadeiro social-democrata. Creio que é o que ele pensa de si mesmo. Nestas circunstâncias, os cozinheiros do caldo sanguinário e racista viram a oportunidade única de perderem o medo e a vergonha e organizarem-se num partido que realmente os representa: o Chega. Ora a base de apoio do Chega não será muito diferente do Cavaquistão. O CDS desmorona-se e dificilmente recuperará com esta liderança saída do parque infantil da política nacional. O PSD está à deriva com Rui Rio a querer segurar as pontas e tentando evitar a sangria que se avizinha à sua direita. Não havia melhor cenário para que um partido protofascista se instalasse na paisagem política portuguesa, acenando com todos os estandartes que simbolizam o que de mais vil há na condição humana: a superioridade biológica de uma estirpe e a condenação à escravatura, à miséria e ao silêncio da imensa maioria do povo. E aqui reside o grande perigo que nos deve alertar e disponibilizar para combates futuros.
À volta do Chega organizam-se estrategicamente todos os grupelhos neofascistas, neonazis, racistas, xenófobos, machistas, homofóbicos, etc. O recente episódio, em que uma apalhaçada ordem de Avis ameaça a integridade física de três deputadas e de alguns activistas políticos, vem confirmar que o patético André Ventura está capturado por indivíduos sinistros. E surgirão novos movimentos e novas ordens, com uma certa aura esotérica, cuja origem pode estar no seio de maçonarias de contrafacção da extrema-direita, e que instigarão com todos os meios que têm, que serão seguramente muitos, os seus apaniguados para actos de violência que poderão deixar em pânico a branda sociedade portuguesa. Já começaram. Estejamos atentos e preparados para o pior porque estes tipos são perigosos.
Nota final: não admito insultos nem ameaças e os seus autores serão imediatamente bloqueados; a todos aqueles que são adeptos do Chega não se inibam e desamiguem-me. Muito lhes agradeço.
Luís Filipe Sarmento
Foto: Isabel Nolasco
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You, Aníbal C. Pires, Isabel Nolasco and 114 others
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guitarra galega e óbito

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https://www.facebook.com/isabel.reisamartim/videos/10221806402285690
10 m

Hoje é um dia triste para o mundo da guitarra clássica. O grande mestre inglês, pai d@s guitarristas atuais, Julian Bream, faleceu nesta madrugada. Que esta peça de Fernando Corrêa de Oliveira sirva como homenagem póstuma. Aqui aparece explícita a referência medieval na figura da galega Inês de Castro, esposa do rei Dom Pedro de Portugal e a relação da sua morte com a cidade de Coimbra, que preside toda a obra. A identificação de Inês com Maria Feliciana é quase imediata na quadra que ilustra a música:
Eu quero ver-te viva, além fronteira
Beijar a tua mão rosada e quente.
Eu quero ver-te grácil, altaneira,
No meio próprio, Inês, com tua gente!
0:38 / 1:18
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arte rupestre na Terceira

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tSpon1slohmresd

Peça de arte rupestre da ilha Terceira.
Há inscrições nítidas realizadas por abrasão e outras realizadas com utensílio duro cortante (tanto poderá ser rocha dura como metal) que permitem realizar traços finos e precisos.
Há quem não goste dessas coisas, mas elas existem. Escusam de tentar explicar -me que são fósseis se não souberem identificar a espécie de planta ou animal que aí se encontra.
Quanto à mensagem, essa parte não é fácil, mas há paralelismos com outros lugares.
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You, Gustaaf Robert van Manen and 19 others
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  • Seria muito interessante encontrar os utensílios.
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    • Claro que sim, mas não é fácil associar um utensílio específico e a uma rocha específica, a não ser que esteja enterrada ali perto. Todavia, se for metálica a probabilidade de ter sido desfeita é enorme.
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      • 24 m