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https://www.rtp.pt/acores/cultura/flores-grupo-de-estrangeiros-lanca-projeto-musical-video_66848
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Luis Crespo
tc2Shgp nohnsrforesdd ·
Bem, como já estão habituados a arrastar-se de joelhos… 🙄
O anúncio foi feito pelo cardeal Andrew Yeom, arcebispo de Seul, numa cerimónia em que se recordou o início da guerra da Coreia, há 70 anos, no dia 25 de junho. – Vida , Sábado.
SABADO.PT
Coreia do Norte anuncia consagração de Pyongyang a Nossa Senhora de Fátima
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Da Exame: Julho já começou com uma boa notícia e a vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela gigante farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech demonstrou bons resultados em testes com humanos. A vacina estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, mas também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas. O estudo foi randômico […]
Source: URGENTE: Vacina contra covid-19 funciona e laboratório vai produzir 1 bilhão de doses
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Inauguração da exposição de Fotografia e apresentação do Livro “Latitudes da Semelhança” no Auditório (antigo cinema São Mateus) e Sala de Exposições Temporárias do Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro, em Elvas.
Apresentação do livro por Luís Filipe Sarmento (@luisfilipesarmento), escritor.
Foto de José Lorvão (@joselorvao), fotógrafo.

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o nosso associado nº 155-2018 TERRY COSTA, Dinâmico diretor artístico da Miratecarts faz hoje anos e em meu nome e no dos restantes associados enviamos os nossos abraços de parabéns até ao nosso amado Pico
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Gente que se julga II
Imagine o leitor que constrói uma casa de raiz e, mal-avisado sobre o bicho ruim que por aí anda, decide meter madeira que é feio na habitação.
Ele é tectos à vista de criptoméria, ele é sobrado de roseira, ele é janelas de eucalipto. Anos passados, numa noite está a ver televisão, tentando descobrir quem quer casar com um agricultor, e cai-lhe uma pisca de farelo no ombro. O leitor não liga nenhuma. Coisas da natureza, pensa, pois um caruncho aqui outro ali é coisa normal, que o parasita também tem direito à vida…
Semanas passadas começam as queixas da mulher. Que não tem mãos a medir nas limpezas, vassoura de manhã, aspirador à tarde, é farelo por tudo o que é canto. O leitor assusta-se e decide investigar. Chama de urgência um técnico da especialidade desparazitadora que cheira, espreita e lambe, no fim produzindo um relatório aterrorizador: isto está tudo tomado pelas térmitas.
Tratamentos para cima das maceradas madeiras. Coisa para matar, verniz para conservar, uma fortuna em químicos mal cheirosos, tudo indica que a casa se vai aguentar mais uns tempos grandes. Mas um olho em cada farelo, que o bicho ruim por vezes toma os tratamentos por maionese e ketchup, até parece que ganha mais apetite para roer, Nosso Senhor seja louvado…
Não se imagina o zeloso leitor a dizer “deixa andar” para a mulher, ou “quando cair o tecto logo se vê”, para si mesmo, pois não? Se não cuidarmos daquilo que é nosso, quem vai cuidar por nós?
Só que tenho uma má notícia para si, caro leitor: a casa que é de todos, a Casa da Autonomia, está a ficar cheia de térmitas. Analisemos algumas espécies.
Há a praga denominada “Parasitus Sellulariis Quaestibus”. Traduzido do latim, é o parasita sedentário, classe formada por aqueles que já andam há mais de vinte anos na política e que se preparam para continuar até à reforma das profissões que abandonaram e para as quais não querem voltar de maneira nenhuma.
Mas há outra espécie, muito mais perigosa e agressiva, denominada “Chicus Subtiliter”, em tradução livre “Praga dos Chicos Espertos”. Não quer dizer que não haja chicos espertos entre a praga sedentária. Só aqui na ilha conheci dois, um retirado, outro no activo. Mas a espécie pura é formada por rapazes que nunca exerceram uma profissão e que ingressaram directamente na vida política.
Bicharoco tremendamente atrevido e invasivo, tem uma predileção por tectos. Por outras palavras, querem chegar ao cume o mais depressa possível. E muitos já o conseguiram. São secretários regionais, líderes de grupo parlamentar, o que vier à rede é peixe.
Suspenderam os cursos superiores que estavam tirando para responder à necessidade imperiosa de tratar da vida de todos nós. O problema é que não se mostram preparados para zelar pelo colectivo, uma vez que nunca deram provas de serem capazes de cuidar das suas vidas pessoais.
O conhecimento e a preparação para fazer leis ou governar só podem vir de duas fontes: de saberes académicos ou da experiência da vida. O ideal é vir das duas, simultaneamente.
O problema é que, no caso dos chicos espertos, não vêm de nenhuma delas. Rapazins bem- falantes (alguns), vestidinhos como quem acabou de sair da comunhão solene, metem-se no partido do poder que lhes pode resolver a vidinha e vão trepando pela árvore acima, tomando a casca, roendo o miolo.
As razões pelas quais preferem a política a acabar os seus estudos e abraçarem uma profissão, são por demais evidentes, embora as possamos analisar futuramente. Mas uma coisa é certa: na cabeça destes chicos espertos, a política é o melhor para eles.
A chatice é que não é o melhor para nós…
Como começar a desparasitação, erradicar as térmitas de uma vez por todas e manter a Casa da Autonomia livre de espertismos, é tarefa colectiva. A não ser que queiramos tratar a casa comum pior do que tratamos das nossas…
António Bulcão
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Moisés Ferreira desfaz hipocrisia de André Ventura
🔥 Deputado do Chega faltou a reuniões sobre COVID 19 na Comissão de Saúde
🔥 André Ventura tem mais faltas do que presenças em reuniões de Comissão
🔥 André Ventura privilegia hobbie de youtuber em vez do trabalho parlamentar
🔥 Falta às reuniões para fazer pareceres na consultora financeira em que trabalha?
🔥 André Ventura tem 20 mil contas falsas nas redes sociais
🔥 André Ventura defende privatização do Serviço Nacional de Saúde e despedimentos de profissionais de saíde. Como é que o CHEGA responderia à crise da COVID 19?
🔥 André Ventura é fã do clã Bolsonaro. Em Portugal não queremos valas comuns, queremos um Serviço Nacional de Saúde forte.
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Apontamentos sobre a peste bubónica em Vila Franca do Campo
A peste negra ou peste bubónica é uma doença causada pelo bactéria Yersinia pestis, que desencadeou uma pandemia, na segunda metade do século XIV, matando um terço da população europeia.
Com origem na Ásia central, a infeção é transmitida pelas pulgas de roedores que com a morte destes, os seus hospedeiros naturais, procuram outros entre os quais os humanos, originando assim as epidemias.
Alguns autores, põem a hipótese de fatores climáticos estarem associados ao aumento das populações de roedores e de pulgas numa dada região, em épocas determinadas.
Em Portugal Continental o último surto de peste bubónica ocorreu em 1899, o arquipélago da Madeira foi atingido pela doença em 1905 e os Açores em 1908, tendo persistido neste arquipélago durante cinco décadas.
Sobre os primeiros anos da peste bubónica nos Açores, recomenda-se a leitura da «Terceira Parte “Peste nos Açores – A campanha da Ilha Terceira (1908-1909) e a desratização do Arquipélago Açoriano”», do livro “Peste Bubónica”, da autoria de Carlos Maciel Ribeiro Fortes.
No estudo e no combate à doença, na Ilha Terceira, notabilizou-se António de Sousa Júnior, Doutor em Medicina e futuro Ministro da Instrução, que para tal voltou à sua terra natal, tendo estado em São Miguel onde realizou algumas conferências sobre o assunto.
De acordo com J.A. David de Morais, nos Açores, os anos mais castigados foram o de 1931, onde se registaram 151 óbitos e o de 1932, em que ocorreram 102 óbitos. Ainda segundo o autor referido, entre 1930 e 1949, ocorreram 732 mortes por peste bubónica, o que corresponde a uma média de 37 óbitos por ano.
O jornal “Correio dos Açores”, de 3 de janeiro de1923, noticia o que terão sido os primeiros casos de peste bubónica, pelo menos naquele ano, no concelho de Vila Franca do Campo. Com efeito, a nota referida menciona que os três primeiros casos ocorreram na freguesia de Água d’Alto e que as autoridades administrativas e sanitárias se reuniram para tomar “as mais rigorosas providências para que a horrível doença não se alastre ao resto do Concelho”.
Com a leitura da mesma notícia fica-se a saber “que antes do aparecimento d’estes 3 casos foram encontrados bastantes ratos e alguns gatos mortos, o que denota que a epizootia da peste está ali bastante adiantada”.
A 28 de março de 1923, o Correio dos Açores publica um texto do seu correspondente em Vila Franca do Campo, onde este refere o aparecimento de um presumível caso de peste bubónica na Rua Direita.
Para além de dar conta do aparecimento de “mais ratos pestosos”, a notícia refere que a Câmara Municipal fornece “desinfetantes para uso de todas as Repartições Públicas, escolas, Igrejas e casas de pessoas reconhecidamente pobres”.
Em 1932, no dia 9 de janeiro, o Correio dos Açores publica um texto do seu correspondente em Vila Franca do Campo, onde este dá a conhecer vários casos de peste bubónica no concelho. Assim, segundo ele, foi detetado um caso na freguesia de São Pedro e 11 casos na freguesia de Água d’Alto, tendo nesta morrido 2 pessoas.
Para o combate à doença a Câmara Municipal tinha marcado uma reunião aberta às autoridades de saúde do concelho com vista a tomar medidas, como a aquisição de desinfetantes para desinfeções tanto públicas como particulares, soro e vacina ati-pestosa”.
A Igreja, outrora um dos meios mais importantes para divulgação de informações, também não ficou alheia. Com efeito, os párocos das duas freguesias referidas durante as missas fizeram “a leitura das prescrições médicas aconselhadas pela autoridade sanitária, acompanhando essa leitura de avisos salutares para que todos se compenetrem da gravidade da doença”.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32 169, 1 de julho de 2020, p.13)

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