quem ou o que se esconde detrás da destruição e fogo das catedrais (parem e pensem)

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CATEDRAIS EM CHAMAS

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Germán Junqueras Montalvá

• Nantes Cathedral
• Notre Dame Cathedral
• Our Lady of Paris
• Saint-Sulpice
• Alain lavaur Cathedral
• James Grenoble
• Sacred Heart (Enangulema)
• St. Teresa Rennes
• San Pablo Caraquet…

They are destroying the symbols of France…

… for nothing random, everything is deliberate.

Se a decisão fosse minha, os aeroportos fechavam durante três ou quatro meses

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Desde o início da pandemia já foram confirmados 97 casos positivos de covid-19 em voos chegados ao aeroporto de Lisboa. Ouvida pelo Diário de Notícias, Maria João Martins, responsável pela equipa de sanidade internacional do Aeroporto Humberto Delgado, diz que um dos casos tornou-se suspeito a bordo do avião – e veio a ser confirmado.

O primeiro passo é identificar o lugar onde o passageiro seguia, quem era a tripulação e os viajantes à volta, podendo obrigar a seguir o rasto de mais de 15 pessoas. “Na pior das hipóteses podemos ter 15 a 17 contactos relacionados com um doente dentro de um avião”, diz a médica.

Dos passageiros que voaram para Lisboa infetados com covid-19, 40% deles foram nas últimas duas semanas.

“Nós não conseguimos impedir a importação de casos. Só se parássemos os voos, mas depois também não importávamos comida ou turistas. A única coisa que podemos fazer é garantir que o nosso sistema de vigilância consegue gerir estes casos por forma a minimizar o risco de cada um deles criar uma cadeia de transmissão”, explica Maria João Martins ao DN.

—– Se a decisão fosse minha, os aeroportos fechavam durante três ou quatro meses, até os números de infecções importadas serem drasticamento reduzidos.

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INACREDITÁVEL INADMISSÍVEL berardo

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🤨🤑😬😵🧐🤓😕😱😩😤

O projeto é financiado pelo FEDER com uma verba de 2,587 milhões de euros e é uma parceria com a Câmara Municipal de Estremoz

PATRIMÓNIO DOS AÇORES

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Mario Jorge Costa

Esta velhinha estrutura devia estar sempre a Bandeira da Monarquia pois foi o ultimo reduto de Portugal.
A história medieval de São Roque que em 1582 o que aconteceu no poço Velho, com o desaparecimento em Marrocos de Dom Sebastião, Rei de Portugal o seu tio Prior de Crato lutou em nas cortes porque 70% dos fidalgos portugueses eram a favor de Espanha. D. António achava que podia na linha genética ser seu sucessor como Rei de Portugal. Vivia no Poço Velho um grande Açoriano chamado Jorge Nunes Botelho fidalgo da Ordem de Cristo (já tinha feito campanha como cruzado) foi ele que criou as milícias, tinha uma bandeira de 1250 homens de guerra e era um grande guerreiro. Chegou a armada Francesa comandada pelo general Filipe Strousse com 2.000 homens numa terça feira 17 de Julho de 1582 veio D. António foi pousar na casa do Grande Fidalgo que era onde hoje é a escola do Centenário no Poço Velho numa Sesta Feira 20 de Julho mandou um cavaleiro com uma carta ao Castelo de São Brás.entregar ao D.João de Castilho que era o comandante para ele se render, o que respondeu que “ele”representava Filipe de Espanha,e que não se rendia, durante 3 dias andaram a fazer valas de volta do Castelo de São Brás e também na entrada de São Roque, nisto chegou a Grande Armada de Espanha comandada pelo Marquês de Santa Cruz, com a tal ” Armada Invencível de Espanha” ainda houve luta entre São Roque e Vila Franca, ganhando os de Espanha. Anos mais tarde viemos a saber que um barco francês escapou ao cerco e D António, Cipriano Figueredo e foram para Inglaterra. O castelo de São Francisco Xavier sabemos que durante séculos foi uma grande proteção a esta pequena praia do Poço Velho, para não deixar entrar os piratas o mesmo aconteceu no castelo de São Caetano que infelizmente está em ruínas. Observação ao Castelo de São Francisco, que com as obras da Avenida do Mar enterrou o dito até ao pescoço,agora era fazer umas rampas desde o passeio bastava um metro de altura mais para dar mais altura e mais dignidade à História.

IRÃO 25 MILHÕES DE INFETADOS???

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1tSopohinsoared

Iran’s President Hassan Rouhani has said 25 million Iranians have already been infected by coronavirus and another 35 million are at risk.
Basing his statistics on a health ministry report, he warned the country would need twice as many beds. Until now, the official number of infections was 269,440. (BBC)
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  • Isto está mesmo a ultrapassar tudo o que se poderia imaginar em Janeiro ou Fevereiro.
    Mas muita gente parece que ainda o não compreendeu.

repor a verdade sobre as Cruzadas

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Helder Fafiaes

4 MITOS SOBRE AS CRUZADAS !!!

Paul Crawford desmente mitos anti-católicos

O perito historiador Dr. Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos), desmente quatro mitos anti-católicos sobre as Cruzadas, como por exemplo que os participantes teriam se fartado de riquezas quando na verdade aconteceu é que muitos terminaram na ruína financeira.

O investigador das Cruzadas assinala em um artigo publicado em abril deste ano que com freqüência “as cruzadas são mostradas como um episódio deploravelmente violento no qual libertinos ocidentais, que não tinham sido provocados, assassinavam e roubavam muçulmanos sofisticados e amantes da paz, deixando padrões de opressão escandalosa que se repetiriam na história subseqüente”.

“Em muitos lugares da civilização ocidental atual, esta perspectiva é muito comum e demasiado óbvia para ser rebatida”, prossegue.

Entretanto, precisa o perito autor do livro “The Templar of Tyre”, a “unanimidade não é garantia de precisão. O que todo mundo ‘sabe’ sobre as cruzadas poderia, de fato, não ser certo”.

Seguidamente rebate, um por um, quatro mitos que terminam por mostrar algo que, em realidade, não foram as Cruzadas.

1. Primeiro mito: “as cruzadas representaram um ataque não provocado de cristãos ocidentais contra o mundo muçulmano”

Crawford assinala que “nada poderia estar mais longe da verdade, e inclusive uma revisão cronológica esclareceria isso. No ano 632, Egito, Palestina, Síria, Ásia Menor, o norte da África, Espanha, França, Itália e as ilhas da Sicilia, Sardenha e Córsega eram todos territórios cristãos. Dentro dos limites do Império Romano, que ainda era completamente funcional no Mediterrâneo oriental, o cristianismo ortodoxo era a religião oficial e claramente majoritária”.

Por volta do ano 732, um século depois, os cristãos tinham perdido a maioria desses territórios e “as comunidades cristãs da Arábia foram destruídas completamente em ou pouco tempo depois do ano 633, quando os judeus e os cristãos de igual maneira foram expulsos da península. Aqueles na Pérsia estiveram sob severa pressão. Dois terços do território que tinha sido do mundo cristão eram agora regidos por muçulmanos”.

O que aconteceu, explica o perito, a maioria das pessoas sabem mas só lembra quando “recebem um pouco de precisão”: “A resposta é o avanço do Islã. Cada uma das regiões mencionadas foi tomada, no transcurso de cem anos, do controle cristão por meio da violência, através de campanhas militares deliberadamente desenhadas para expandir o território muçulmano a custa de seus vizinhos. Mas isto não deu por concluído o programa de conquistas do Islã”.

Os ataques muçulmanos contra os cristãos seguiram já não só nessa região mas contra a Europa, especialmente Itália e França, durante os séculos IX, X e XI, o que fez que os bizantinos, os cristãos do Império Romano do Oriente, solicitassem ajuda aos Papas. Foi Urbano II quem enviou as primeiras cruzadas no século XI, depois de muitos anos de ter recebido o primeiro pedido.

Para o Dr. Crawford, “longe de não terem sido provocadas, então, as cruzadas realmente representam o primeiro grande contra-ataque do Ocidente cristão contra os ataques muçulmanos que se deram continuamente desde o início do Islã até o século XI, e que seguiram logo quase sem cessar”.

Quanto a este primeiro mito, o perito faz uma singela afirmação para entender um pouco melhor o assunto: “basta perguntar-se quantas vezes forças cristãs atacaram Meca. A resposta é obvia: nunca”.

2. Segundo mito: “os cristãos ocidentais foram às cruzadas porque sua avareza os motivou a saquear os muçulmanos para ficarem ricos”

“Novamente –explica– não é verdade”. Alguns historiadores como Fred Cazel explicam que “poucos cruzados tinham suficiente dinheiro para pagar suas obrigações em casa e manter-se decentemente nas cruzadas”.

Desde o começo mesmo, recorda o Dr. Paul F. Crawford, “as considerações financeiras foram importantes no planejamento da cruzada. Os primeiros cruzados venderam muitas de suas posses para financiar suas expedições que geraram uma estendida inflação”.

“Embora os seguintes cruzados levaram esta consideração em conta e começaram a economizar muito antes de embarcar nesta empresa, o gasto seguia estando muito perto do proibitivo”, acrescenta.

Depois de recordar que o que alguns estimavam que as Cruzadas iam custar era “uma meta impossível de ser alcançada”, o historiador assinala que “muito poucos se enriqueceram com as cruzadas, e seus números foram diminuídos sobremaneira pelos que empobreceram. Muitos na idade Média eram muito conscientes disso e não consideraram as cruzadas como uma maneira de melhorar sua situação financeira”.

3. Terceiro mito: “os cruzados foram um bloco cínico que em realidade não acreditava nem em sua própria propaganda religiosa, senão que tinham outros motivos mais materiais”

Este, assinala o perito historiador em seu artigo, “foi um argumento muito popular, ao menos desde Voltaire. Parece acreditável e inclusive obrigatório para gente moderna, dominada pela perspectiva do mundo materialista”.

Com uma taxa de mortes que chegava perto de 75 por cento dos que partiam, com uma expectativa de voltar financeiramente quebrado e não poder sobreviver, como foi que a predicação funcionou de tal forma que mais pessoas se unissem?, questiona o historiador.

Crawford responde explicando que “as cruzada eram apelantes precisamente porque era uma tarefa dura e conhecida, e porque empreender uma cruzada pelos motivos corretos era entendido como uma penitência aceitável pelo pecado. Longe de ser uma empresa materialista, a cruzada não era prática em termos mundanos, mas valiosa para a alma”.

“A cruzada era o exemplo quase supremo desse sofrimento complicado, e por isso era uma penitência ideal e muito completa”, acrescenta.

O historiador indica logo que “com o complicado que pode ser para que as pessoas na atualidade acreditem, a evidência sugere fortemente que a maioria dos cruzados estavam motivados pelo desejo de agradar a Deus, expiar seus pecados e colocar suas vidas ao serviço do ‘próximo’, entendido no sentido cristão”.

4. Quarto mito: “os cruzados ensinaram aos muçulmanos a odiar e atacar a cristãos”

Outra vez, esclarece Paul Crawford, que nada está mais afastado da verdade. O historiador assinala que “até muito recentemente, os muçulmanos recordavam as cruzadas como uma instância na que tinham derrotado um insignificante ataque ocidental cristão”.

A primeira história muçulmana sobre as cruzadas não apareceu senão até 1899. Por isso então, o mundo muçulmano estava redescobrindo as cruzadas, “mas o fazia com um giro aprendido dos ocidentais”.

“Ao mesmo tempo, o nacionalismo começou a enraizar-se no mundo muçulmano. Os nacionalistas árabes tomaram emprestada a idéia de uma longa campanha européia contra eles da escola européia antiga de pensamento, sem considerar o fato de que constituía realmente uma má representação das cruzadas, e usando este entendimento distorcido como uma forma para gerar apoio para suas próprias agendas”.

Então, precisa o Dr. Crawford, “não foram as cruzadas as que ensinaram o Islã a atacar e odiar os cristãos. Os fatos estão muito longe disso. Essas atividades tinham precedido as cruzadas por muito tempo, e nos conduzem até à origem do Islã. Em vez disso, foi Ocidente quem ensinou o Islã a odiar as Cruzadas. A ironia é grande”

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