SOS LIVRARIA BARATA

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“A livraria Barata está em risco de fechar. A situação parece ser mesmo dramática e este mês vai ser determinante para saberem se podem manter as portas abertas. Se puderem ajudar, pensem em livros que queiram e deem lá um salto. E passem a palavra. É das poucas livrarias de Lisboa assim. É um espaço especial, com exposições, café, as pessoas podem sentar-se e ler o que querem. É o nosso bairro.” Pediram-me para divulgar…

livro tibetano impresso 40 anos antes de guttenberg

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OPENCULTURE.COM
The Gutenberg Bible went to press in the year 1454. We now see it as the first piece of mass media, printed as it was with the then-cutting-edge technology of metal movable type. But in the history of aesthetic achievements in book-printing, the Gutenberg Bible wasn’t without its precedents.
The Gutenberg Bible went to press in the year 1454. We now see it as the first piece of mass media, printed as it was with the then-cutting-edge technology of metal movable type. But in the history of aesthetic achievements in book-printing, the Gutenberg Bible wasn’t without its precedents.

Coronavírus: ‘Estamos diante de ameaça de extinção e as pessoas nem mesmo sabem disso’, afirma sociólogo Jeremy Rifkin – BBC News Brasil

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‘Devemos assumir que estamos em uma nova era. Caso contrário, haverá mais pandemias e desastres naturais’, diz autor de mais de 20 livros dedicados a propor fórmulas que garantam nossa sobrevivência no planeta.

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ensandeceram???? Posso ir à praia? Sim, mas é melhor ler este texto primeiro – TSF

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Desde semáforos para saber a ocupação até às regras de distanciamento físico na areia. Eis as regras de acesso às praias a partir de 6 de junho.

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eslovénia declara fim da epidemia

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Carlos Fino
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RFI

SEM PERIGO DE RETROCESSO?

O governo esloveno anunciou o fim da epidemia de Covid-19 em seu território nesta quinta-feira (14) e reabriu suas fronteiras. Algumas medidas preventivas continuam em vigor no país da Europa Central…

RFI.FR|BY RFI BRASIL
O governo esloveno anunciou o fim da epidemia de Covid-19 em seu território nesta quinta-feira (14) e reabriu suas fronteiras. Algumas medidas preventivas continuam em vigor no país da Europa Central…

Estrategizando | A abertura de escolas e a Federação sindical, Fenprof

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A Federação Nacional dos Professores, Fenprof, veio demonstrar o seu fraco sentimento de responsabilidade social e perante o inicio das aulas limitou-se a ale

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FÉLIX RODRIGUES E OS DADOS 14.5 A SUÉCIA DISPARA…

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Existem hoje mais 269 infetados por SARS-CoV-2 em Portugal. Trata-se do valor mais elevado dos últimos seis dias, representando um aumento em relação a ontem de 43,9% do número de casos. Relativamente ao acumulado, o aumento representa apenas 0,94%, o que não é manifestamente preocupante se a taxa de crescimento oscilar em torno de 1%, como tem acontecido na última semana.
Relativamente ao número de óbitos, houve uma drástica diminuição nos valores diários de ontem para hoje, sendo o valor real registado (6 óbitos) muito inferior ao valor previsto (18 óbitos).
Os Açores continuam-se a manter sem novos casos de infeção e sem óbitos.
Hoje atingir-se-á no mundo o número de cerca de 4,5 milhões de pessoas infetadas, sendo que 1,4 milhões delas se localizam nos Estados Unidos da América, significando isso que é nesse país que se encontra cerca de um terço da população mundial infetada.
Hoje a Suécia, considerada um país modelo ou de referência, por ter um baixo número de casos e mortes sem grandes confinamentos, passa à frente de Portugal em número de infetados e com o triplo do número de mortes. Também o Qatar passará hoje à frente de Portugal em número de infetados (país com cerca de 2,8 milhões de habitantes) mas com um número de mortes extremamente reduzido.
Dados publicados ontem na Science revelam que o confinamento em França reduziu 77% a infeção, o que significa que se tal não tivesse acontecido a situação teria sido catastrófica.
Em França, 3,6% dos infetados foram hospitalizados e 0.7% morreram. Tal como em Espanha, também não existe nesse país um número suficientemente elevado de infetados para que haja uma imunidade de grupo. A população infetada em França rondará, na estimativa apresentada, os 4,4%, valor próximo do estimado para Espanha (5%).

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Mal-Amanhados – Os Novos Corsários das Ilhas Episódio 5 – de 14 Mai

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Mal-Amanhados – Os Novos Corsários das Ilhas Episódio 5 – de 14 Mai 2020 – RTP Play – RTP

Mal-amanhados – Novos Corsários das ilhas: Flores – Os nossos anfitriões palmilham os mais de 140 majestosos km quadrados das Flores reivindicando o s

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140 líderes mundias pedem gratuitidade da vacina

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Prémio Nobel da Paz e ex Presidente de Timor-Leste J. Ramos-Horta entre mais de 140 líderes mundiais que pedem vacina gratuita para todos.

A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.

Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.

Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.

Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.

“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.

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José Ramos-Horta

Prémio Nobel da Paz e ex Presidente de Timor-Leste J. Ramos-Horta entre mais de 140 líderes mundiais que pedem vacina gratuita para todos.

A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.

Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.

Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.

Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.

“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.

A carta, coordenada pelas organizações não governamentais UNAIDS e Oxfam, alerta que o mundo não pode permitir monopólios ou concorrência que atrapalhem a necessidade universal de salvar vidas.

“Esta é uma crise sem precedentes e requer uma resposta sem precedentes”, considerou, por sua vez, a ex-Presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf.

“Depois das lições aprendidas na luta contra o Ébola, é óbvio que os governos devem remover todas as barreiras ao desenvolvimento e implantar rapidamente vacinas e tratamentos. Nenhum interesse é mais importante do que a necessidade universal de salvar vidas”, disse.

Os líderes que assinam a carta querem, no entanto, que haja, de imediato, um compromisso concreto que garanta que a vacina fique acessível e disponível para todos o mais rapidamente possível.

“As soluções de mercado não são ideais para combater uma pandemia”, reiterou o ex-ministro das Finanças do Brasil Nelson Barbosa.

“Um sistema público de saúde, incluindo vacinação e tratamento gratuitos quando disponíveis, é essencial para lidar com o problema, como mostra a experiência brasileira com o licenciamento obrigatório de medicamentos antirretrovirais no caso do HIV”, concluiu.

Genebra, 14 mai 2020 (Lusa) — Mais de 140 líderes e especialistas mundiais, incluindo Durão Barroso, Fernando Henrique Cardoso e Joaquim Chissano, assinaram uma carta aberta na qual pedem a todos os governos que se unam para encontrar uma vacina gratuita contra a covid-19.

A carta surge poucos dias antes de os ministros da Saúde dos 194 Estados-membros da Organização Mundial de Saúde se reunirem em teleconferência para a Assembleia Mundial da Saúde, agendada para 18 de maio.

A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.

Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.

Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.

A carta foi também assinada pelos antigos primeiros-ministros espanhol Felipe González e italiano Mario Monti, além do Presidente da África do Sul e presidente da União Africana, Cyril Ramaphosa, do Presidente do Senegal, Macky Sal, e do Presidente do Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo.

Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.

A estes nomes juntam-se ainda economistas notáveis, advogados da área da saúde e de outros campos pertencente à organização os Anciões, a ex-Presidente da Irlanda Mary Robinson, o Prémio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, o diretor do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, John Nkengasong, e o relator especial das Nações Unidas para o direito de todos usufruírem dos melhores tratamentos em saúde física e mental, Dainius Puras.

“Milhões de pessoas aguardam uma vacina, a nossa maior esperança para acabar com a pandemia”, disse Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul.

“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.

“Temos de trabalhar juntos para vencer este vírus. Temos de reunir todo o conhecimento, experiência e recursos à nossa disposição para o bem de toda a humanidade”, afirmou Imran Khan, primeiro-ministro do Paquistão.

“Nenhum líder pode ficar tranquilo até todas as pessoas de todas as nações poderem ter acesso rápido e gratuito a uma vacina”, acrescentou.

A carta, coordenada pelas organizações não governamentais UNAIDS e Oxfam, alerta que o mundo não pode permitir monopólios ou concorrência que atrapalhem a necessidade universal de salvar vidas.

“Esta é uma crise sem precedentes e requer uma resposta sem precedentes”, considerou, por sua vez, a ex-Presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf.

“Depois das lições aprendidas na luta contra o Ébola, é óbvio que os governos devem remover todas as barreiras ao desenvolvimento e implantar rapidamente vacinas e tratamentos. Nenhum interesse é mais importante do que a necessidade universal de salvar vidas”, disse.

Os líderes que assinam a carta querem, no entanto, que haja, de imediato, um compromisso concreto que garanta que a vacina fique acessível e disponível para todos o mais rapidamente possível.

“As soluções de mercado não são ideais para combater uma pandemia”, reiterou o ex-ministro das Finanças do Brasil Nelson Barbosa.

“Um sistema público de saúde, incluindo vacinação e tratamento gratuitos quando disponíveis, é essencial para lidar com o problema, como mostra a experiência brasileira com o licenciamento obrigatório de medicamentos antirretrovirais no caso do HIV”, concluiu.

Lusa/Fim