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Pedro Simas – virologista líder da equipa de estudo do covid-19 no Instituto de Medicina Molecular – YouTube
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“A livraria Barata está em risco de fechar. A situação parece ser mesmo dramática e este mês vai ser determinante para saberem se podem manter as portas abertas. Se puderem ajudar, pensem em livros que queiram e deem lá um salto. E passem a palavra. É das poucas livrarias de Lisboa assim. É um espaço especial, com exposições, café, as pessoas podem sentar-se e ler o que querem. É o nosso bairro.” Pediram-me para divulgar…
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Desde semáforos para saber a ocupação até às regras de distanciamento físico na areia. Eis as regras de acesso às praias a partir de 6 de junho.
Source: Posso ir à praia? Sim, mas é melhor ler este texto primeiro – TSF
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SEM PERIGO DE RETROCESSO?
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A Federação Nacional dos Professores, Fenprof, veio demonstrar o seu fraco sentimento de responsabilidade social e perante o inicio das aulas limitou-se a ale
Source: Estrategizando | A abertura de escolas e a Federação sindical, Fenprof
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Existem hoje mais 269 infetados por SARS-CoV-2 em Portugal. Trata-se do valor mais elevado dos últimos seis dias, representando um aumento em relação a ontem de 43,9% do número de casos. Relativamente ao acumulado, o aumento representa apenas 0,94%, o que não é manifestamente preocupante se a taxa de crescimento oscilar em torno de 1%, como tem acontecido na última semana.
Relativamente ao número de óbitos, houve uma drástica diminuição nos valores diários de ontem para hoje, sendo o valor real registado (6 óbitos) muito inferior ao valor previsto (18 óbitos).
Os Açores continuam-se a manter sem novos casos de infeção e sem óbitos.
Hoje atingir-se-á no mundo o número de cerca de 4,5 milhões de pessoas infetadas, sendo que 1,4 milhões delas se localizam nos Estados Unidos da América, significando isso que é nesse país que se encontra cerca de um terço da população mundial infetada.
Hoje a Suécia, considerada um país modelo ou de referência, por ter um baixo número de casos e mortes sem grandes confinamentos, passa à frente de Portugal em número de infetados e com o triplo do número de mortes. Também o Qatar passará hoje à frente de Portugal em número de infetados (país com cerca de 2,8 milhões de habitantes) mas com um número de mortes extremamente reduzido.
Dados publicados ontem na Science revelam que o confinamento em França reduziu 77% a infeção, o que significa que se tal não tivesse acontecido a situação teria sido catastrófica.
Em França, 3,6% dos infetados foram hospitalizados e 0.7% morreram. Tal como em Espanha, também não existe nesse país um número suficientemente elevado de infetados para que haja uma imunidade de grupo. A população infetada em França rondará, na estimativa apresentada, os 4,4%, valor próximo do estimado para Espanha (5%).

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https://www.rtp.pt/play/p7120/e472613/malamanhados
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Mal-Amanhados – Os Novos Corsários das Ilhas Episódio 5 – de 14 Mai 2020 – RTP Play – RTP Mal-amanhados – Novos Corsários das ilhas: Flores – Os nossos anfitriões palmilham os mais de 140 majestosos km quadrados das Flores reivindicando o s www.rtp.pt |
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Prémio Nobel da Paz e ex Presidente de Timor-Leste J. Ramos-Horta entre mais de 140 líderes mundiais que pedem vacina gratuita para todos.
A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.
Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.
Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.
Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.
“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.

Prémio Nobel da Paz e ex Presidente de Timor-Leste J. Ramos-Horta entre mais de 140 líderes mundiais que pedem vacina gratuita para todos.
A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.
Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.
Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.
Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.
“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.
A carta, coordenada pelas organizações não governamentais UNAIDS e Oxfam, alerta que o mundo não pode permitir monopólios ou concorrência que atrapalhem a necessidade universal de salvar vidas.
“Esta é uma crise sem precedentes e requer uma resposta sem precedentes”, considerou, por sua vez, a ex-Presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf.
“Depois das lições aprendidas na luta contra o Ébola, é óbvio que os governos devem remover todas as barreiras ao desenvolvimento e implantar rapidamente vacinas e tratamentos. Nenhum interesse é mais importante do que a necessidade universal de salvar vidas”, disse.
Os líderes que assinam a carta querem, no entanto, que haja, de imediato, um compromisso concreto que garanta que a vacina fique acessível e disponível para todos o mais rapidamente possível.
“As soluções de mercado não são ideais para combater uma pandemia”, reiterou o ex-ministro das Finanças do Brasil Nelson Barbosa.
“Um sistema público de saúde, incluindo vacinação e tratamento gratuitos quando disponíveis, é essencial para lidar com o problema, como mostra a experiência brasileira com o licenciamento obrigatório de medicamentos antirretrovirais no caso do HIV”, concluiu.
Genebra, 14 mai 2020 (Lusa) — Mais de 140 líderes e especialistas mundiais, incluindo Durão Barroso, Fernando Henrique Cardoso e Joaquim Chissano, assinaram uma carta aberta na qual pedem a todos os governos que se unam para encontrar uma vacina gratuita contra a covid-19.
A carta surge poucos dias antes de os ministros da Saúde dos 194 Estados-membros da Organização Mundial de Saúde se reunirem em teleconferência para a Assembleia Mundial da Saúde, agendada para 18 de maio.
A carta, que marca a posição mais ambiciosa de líderes mundiais sobre uma vacina para a covid-19, exige que todas as vacinas, tratamentos e testes sejam isentos de patentes, produzidos em massa, distribuídos de forma justa e disponibilizados a todas as pessoas de todos os países de forma gratuita.
Entre os signatários constam o ex-presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal José Manuel Barroso, o antigo Presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, o ex-Presidente de Moçambique Joaquim Chissano, além do antigo Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Manuel Ramos-Horta.
Entre os signatários constam ainda a ex-diretora da Unesco Irina Bokova, a antiga presidente da Assemblei-Geral das Nações Unidas Maria Fernanda Espinosa, a criadora da Fundação Graça Machel, o fundador da organização Médicos Sem Fronteiras, Bernard Kouchner, e o ex-Presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz, Juan Manuel Santos.
A carta foi também assinada pelos antigos primeiros-ministros espanhol Felipe González e italiano Mario Monti, além do Presidente da África do Sul e presidente da União Africana, Cyril Ramaphosa, do Presidente do Senegal, Macky Sal, e do Presidente do Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo.
Constam ainda o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-Presidente do México Ernesto Zedillo, o ex-administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark.
A estes nomes juntam-se ainda economistas notáveis, advogados da área da saúde e de outros campos pertencente à organização os Anciões, a ex-Presidente da Irlanda Mary Robinson, o Prémio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, o diretor do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, John Nkengasong, e o relator especial das Nações Unidas para o direito de todos usufruírem dos melhores tratamentos em saúde física e mental, Dainius Puras.
“Milhões de pessoas aguardam uma vacina, a nossa maior esperança para acabar com a pandemia”, disse Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul.
“Como todos países de África, exigimos que a vacina para a covid-19 seja livre de patentes, fabricada e distribuída rapidamente e gratuita para todos. Toda a ciência deve ser partilhada entre governos. Ninguém deve ser empurrado para o final da fila das vacinas devido ao sítio onde mora ou ao rendimento que consegue ter”, defendeu.
“Temos de trabalhar juntos para vencer este vírus. Temos de reunir todo o conhecimento, experiência e recursos à nossa disposição para o bem de toda a humanidade”, afirmou Imran Khan, primeiro-ministro do Paquistão.
“Nenhum líder pode ficar tranquilo até todas as pessoas de todas as nações poderem ter acesso rápido e gratuito a uma vacina”, acrescentou.
A carta, coordenada pelas organizações não governamentais UNAIDS e Oxfam, alerta que o mundo não pode permitir monopólios ou concorrência que atrapalhem a necessidade universal de salvar vidas.
“Esta é uma crise sem precedentes e requer uma resposta sem precedentes”, considerou, por sua vez, a ex-Presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf.
“Depois das lições aprendidas na luta contra o Ébola, é óbvio que os governos devem remover todas as barreiras ao desenvolvimento e implantar rapidamente vacinas e tratamentos. Nenhum interesse é mais importante do que a necessidade universal de salvar vidas”, disse.
Os líderes que assinam a carta querem, no entanto, que haja, de imediato, um compromisso concreto que garanta que a vacina fique acessível e disponível para todos o mais rapidamente possível.
“As soluções de mercado não são ideais para combater uma pandemia”, reiterou o ex-ministro das Finanças do Brasil Nelson Barbosa.
“Um sistema público de saúde, incluindo vacinação e tratamento gratuitos quando disponíveis, é essencial para lidar com o problema, como mostra a experiência brasileira com o licenciamento obrigatório de medicamentos antirretrovirais no caso do HIV”, concluiu.
Lusa/Fim