univ: talvez umas aulitas às Quartas e Quintas apenas, para não cansar os cérebros jovens

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For my Portuguese friends: Caro Heitor, talvez umas aulitas às Quartas e Quintas apenas, para não cansar os cérebros jovens e não estragar os fins de semana prolongados? Assim, quando alguns chegarem a um governo futuro, talvez consigam ler meia dúzia de linhas seguidas sem se cansarem demasiado?

Manuel Heitor entende que cidadãos não devem “tirar apenas um curso longo, mas tirarem vários cursos, uns mais curtos do que outros”.

SICNOTICIAS.PT
Manuel Heitor entende que cidadãos não devem “tirar apenas um curso longo, mas tirarem vários cursos, uns mais curtos do que outros”.

o outro FERNÃO LOPES

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O OUTRO FERNÃO LOPES
UM PORTUGUÊS PERDIDO NO ATLÂNTICO SUL
“O escudeiro Fernão Lopes, nascido em Lisboa na virada do século 15 para o século 16, era uma pessoa comum à sua época. Um homem do povo. Viveu num período glorioso de Portugal. O período da abertura do caminho marítimo para as Índias. O comércio, a partir de então exclusivo, tornou Portugal a nação mais rica da época.

Como tantos de seus conterrâneos, Fernão Lopes buscava fortuna e tornar-se mais que um simples escudeiro. Para tanto, a única opção era ir para a Índia. “Ele esperava regressar a Lisboa e obter uma nomeação para uma posição de comando que lhe possibilitasse dar um salto na carreira.” Assim era naqueles tempos. E foi por isso que Fernão Lopes passou mais de 30 anos em solidão na Ilha de Santa Helena.”

A história do luso Fernão Lopes. No século 16, embarca para a Índia para tentar a sorte. Mal sabia que passaria mais de 30 anos só, na ilha de Santa Helena.
MARSEMFIM.COM.BR|BY JOAO LARA MESQUITA
A história do luso Fernão Lopes. No século 16, embarca para a Índia para tentar a sorte. Mal sabia que passaria mais de 30 anos só, na ilha…

cultura, parente pobre açoriano

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Manuel Leal to DIÁSPORA DE IDENTIDADE AÇORIANA
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José António Martins Goulart to AMIGOS DO CANAL

Enquanto aguardamos a resposta da Direção Regional da Cultura à contraproposta por nós apresentada, há cerca de quatro meses, respeitante ao protocolo a celebrar entre a entidade proprietária da “Espalamaca” e a nossa Associação, eis o ponto da situação do projeto “Espalamaca a navegar”, elaborado pela pena Dr. José Lourenço, nosso ilustre associado, publicado na edição de hoje do “Diário Insular”.