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som para hoje
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Em virtude da crise de saúde global a Assembleia-Geral ordinária marcada para 2 de abril de 2020 foi alterada dado não se poder garantir a presença e deslocação dos associados dentro dos prazos de 1 a 31 de março de 2020 como é normal. Posteriormente foi marcada para julho em Belmonte mas o evento foi cancelado. Assim, nos termos do artigo 5º, n.º 2 dos Estatutos da AICL, convoco – de novo – a Assembleia-Geral Ordinária desta Associação para o dia 25 de abril de 2020, 17 horas dos Açores, via teleconferência,
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A TEORIA DIZ QUE DEVERIAM AUMENTAR , SE HÁ MENOS DENÚNCIAS É PORQUE HÁ MAIS LIMITAÇÕES E MENOS HIPÓTESES DE DENÚNCIA, CREIO EU…
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CORONAVÍRUS – A “HISTERIA” QUE MATA

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O meu ensaio sobre a Covid-19 no Think Tank Communitas do CECS – Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. Intitula-se “O passado tranquiliza, o futuro mete medo” – reflexões sobre o impacto social da pandemia da Covid-19. Tem como ponto de partida o livro ‘O Futuro tem futuro’, de Jacques Séguéla (1998).
“Há que olhar para a realidade observando que há um velho mundo a morrer, muito embora um novo mundo ainda não tenha nascido, mas que pode emergir após a ultrapassagem da atual crise”.

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O mais alto dignatário da igreja católica na Austrália e ex-número 3 no Vaticano teve sua sentença de prisão anulada.
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Os mortos a lembrarem-nos que foram infetados há 15 dias.
Corrigi a escala secudária do gráfico maior, para ser idêntica à do menor, assim é mais percetível o efeito de “zoom”.
Pela segunda semana consecutiva, o dia menor de casos relatados foi a segunda-feira (ontem) e não a terça-feira (hoje). Mais eficiência nos processos de recolha e análise ao fim-de-semana, presumo.
Desta forma, seguimos a linha prevista de casos novos: o que abrandou ontem acelerou hoje, tudo variações pequenas, a acompanhar mas sem surpresas a nível de casos. Não nos aproximámos do ritmo italiano, mas também não nos afastámos mais: mantivemos a distância, patamar expectável para dentro de uma semana, mais quinze dias depois, até ao final da primeira semana de maio, para sentirmos que tudo está a regredir. Os mortos, por outro lado, aumentaram bastante em relação à tendência sigmóide anterior. Confirma-se o que eu tinha vindo a alertar: a previsão de mortos ainda vai subir muito, porque corresponde ao aumento de infetados há três semanas (6-15 dias de incubação, mais 12 dias de agravamento). Pelo que o ritmo dos mortos continuará bem mais rápido do que o de novos contágios, tem sempre este atraso. Não veremos os óbitos em patamar senão no final de abril.
Tudo na mesma na previsão de patamar: 14000-14500 casos. Mas o de mortos continuará a subir. Como o número de camas de cuidados intensivos ocupadas é ainda muito menor do que o número de ventiladores disponíveis, é expectável que a taxa de mortalidade não suba, mas mesmo a 3% dos 14500 casos… serão 435 mortos. Mais 100 do que hoje. Encontremos estômago.
