SEM OBAMACARE OS AMERICANOS MORREM

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Partilho este este texto de Luís Osório, pela sua oportunidade e rigor.
Por favor leiam!

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POSTAL DO DIA

A história de uma tragédia anunciada
(o senhor da barbárie)

1.
As imagens em Nova Iorque são catastróficas. Mas a morte começa a espalhar-se pelos vários estados americanos. Como antes se espalhara por Espanha, Itália, França ou Inglaterra, Só que em maior número, nas últimas 48 horas perderam a vida mais de quatro mil pessoas nos Estados Unidos e a tendência será para continuar ou piorar. Uma inominável tragédia.

2.
O sistema de saúde americano é caro. A classe média não tem problemas, mas as hipóteses de um pobre ser bem tratado num hospital são reduzidas. Um sistema liberal, darwiniano, implacável. Obama tentou mudar as regras do jogo, introduziu o Obamacare, mas Trump fez finca-pé no regresso à barbárie. O regresso a um sistema onde não há complexos: existem apenas os ricos e os pobres, os fracos e os fortes, os brancos e os outros.

3.
Na presidência americana está um monstro egocêntrico. Alguém que até há uns dias desvalorizou por completo a pandemia porque a América não foi feita para estar parada. Como o mundo lhe começou a cair em cima procurou culpados, primeiro a China e agora a Organização Mundial de Saúde. Depois, numa inacreditável conferência de imprensa confessou aos americanos que será um grande sucesso da sua administração se baixarem a fasquia dos 200 mil mortos. Não duvidemos que irá tudo a eito. O homem não terá escrúpulos em encontrar os culpados que forem necessários para assegurar a reeleição.

4.
Este tempo talvez nos ofereça, enquanto civilização, uma oportunidade para separar o trigo do joio. Será que as pessoas não percebem a diferença entre políticos responsáveis e loucos? Será que se sentem seguros em ser governados por gente como Trump ou Bolsonaro? Será que os portugueses, vendo agora André Ventura a dizer coisas, não serão capazes de concluir o quanto é ridículo? O quanto é absurda e aviltante a hipótese de multiplicar deputados?

5.
Talvez nos ofereça por fim a hipótese de perceber bem o que significa ser liberal num tempo histórico com tantos milhões de desprotegidos que, sem amparo, morrem por ter nascido na margem errada. Sei que é uma grande chatice pagar impostos, que é uma chatice todos os meses o Estado ir-me ao bolso, mas prefiro isso ao salve-se quem puder, à selva onde cada um está por si. Uma selva onde os mais fracos, como na natureza, são devorados ou morrem abandonados numa valeta onde serão ridicularizados por serem fracos. Por serem lúmpen. Por estarem a mais.

LO

EDA GENEROSA OFERECE 3% NOS AÇORES

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André Silveira to Info Açores
29 mins

3%

A EDA, empresa semiprivatizada por razões que a própria razão não alcança, ofereceu aos seus clientes pela Páscoa descontos na sua fatura que são em média perto de 3%. Com este gesto de grande bondade e magnanimidade, a elétrica regional quer ajudar as famílias açorianas a superarem os efeitos do combate à pandemia de Covid-19. Com estes 3 euros em cada 100 certamente que a grande generalidade dos Açorianos vai se sentir bastante mais reconfortado e confiante para enfrentar a profunda crise que já estamos a atravessar. Podem comprar imensas coisas que lhe irão proporcionar um nível de vida digno para si e para os seus. A bem da verdade, este desconto nem é opção da EDA, é sim uma orientação da ERSE que a EDA acatou. Obrigado ERSE.
A privatização da EDA foi um processo que nunca se percebeu por completo, nem se percebe como beneficiou os Açores e os Açorianos. São águas passadas, mas que a história irá com toda a certeza um dia “desconstruir”, como se diz agora. Talvez estejamos demasiado perto em termos temporais para perceber, na sua total plenitude, tal acontecimento, que necessitou, estou certo, de uma grande coragem política e liderança visionária do governo da altura. As vantagens para a Região, essas ninguém as entendeu. Já as vantagens para o acionista privado qualquer um as entende. Foi grande negócio. Lá chegaremos.
Poucos sabem como é definida a tarifa de energia. É mais uma daquelas fórmulas muito complicadas que os senhores da ERSE usam para que ninguém as perceba, não vá algum contribuinte descobrir que, na prática, é impossível uma elétrica ter prejuízo, já que a tarifa é calculada tendo em conta todos os custos, e ainda se deixa lá uma percentagem para o lucro dos senhores acionistas. No caso da EDA ainda há um valor, que serve para manter os preços em valores em linha com o resto do país, que a empresa recebe anualmente. Em 2018 o valor recebido da ERSE para a convergência do tarifário regional foi de 62 milhões de euros, ou seja cerca de 30% das vendas da EDA. Sim 30%. 30% seria o aumento necessário nas tarifas para que a empresa tivesse os mesmos resultados, mais coisa menos coisa.
Em 2018 a EDA apresentou resultados líquidos de pouco menos de 20 milhões de euros. Seria de esperar que boa parte desse valor fosse aplicado nas famílias e nas empresas dos Açores. Não é. Em 2018, 13 milhões foram para os acionistas, sendo o maior o estado. À boa maneira da informação e transparência do governo regional, ainda não existem contas de 2019, mas o cenário não será muito diferente. Não deveria o governo aplicar esses resultados em apoios direcionados à redução de custos de energia das famílias e das PME’s?
Sou pelo livre mercado, mas até o liberal mais radical sabe que existem sectores, que em regiões como a dos Açores onde o monopólio é a única maneira de operar, não devem ser privatizados. A privatização da EDA foi um erro estratégico imenso e que nem tem racional económico para os Açores. Agora pagaremos como sempre os desmandos e os negócios do regime.
Os tempos são de sacrifícios. Pede-se às famílias contenção, pede-se aos empresários resiliência e pede-se ao estado responsabilidade. Esperemos que, desta vez, o esforço não recaia em cima dos mesmos do costume. O exemplo de 2008 deverá servir de aprendizagem, e neste caso em concreto cabe ao estado dar o exemplo através dos instrumentos ao seu alcance, para que esta seja a crise mais justa de sempre. Sempre mostrávamos que como Povo somos capazes de evoluir e de aprender. Tenho pouca esperança porém.
A bem da verdade, este desconto nem é opção da EDA, é sim uma orientação da ERSE que a EDA acatou. Obrigado ERSE.

AS 3 MUTAÇÕES: Coronavirus ‘mutates’ into three types – experts share which one UK may have – World News – Mirror Online

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Researchers from Cambridge University have mapped out the spread of coronavirus Covid-19 from its first known origin in Wuhan, China, and found three different variants, Type A, B and C

Source: Coronavirus ‘mutates’ into three types – experts share which one UK may have – World News – Mirror Online

Marcelo propõe renovação do estado de emergência até 1 de maio. “Não podemos brincar em serviço” – Renascença

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“Temos de estar muito focados num combate que ainda não está totalmente ganho”, disse o Chefe do Estado.

Source: Marcelo propõe renovação do estado de emergência até 1 de maio. “Não podemos brincar em serviço” – Renascença

Hospitais da Suécia suspendem uso de cloroquina em pacientes com coronavírus devido a efeitos colaterais

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Hospitais de ponta da Suécia interromperam o uso do medicamento cloroquina em pacientes infectados com o coronavírus, em consequência de relatos de graves efeitos colaterais – como arritmias cardíaca…

Source: Hospitais da Suécia suspendem uso de cloroquina em pacientes com coronavírus devido a efeitos colaterais

FÉLIX RODRIGUES CRITICA EUFORIAS PREMATURAS

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-Nas últimas semanas Portugal tem vindo a decrescer na taxa de infeção de COVID-19.

-Portugal é usado como exemplo de controlo da infeção, por outros Países.

-Portugal começa a planear o regresso às aulas

Portugueses: isso são noticias demasiado boas e secalhar podemos voltar para a rua. A pensar bem até dizem que já passou o tal do pico.

-Hoje registou-se a segunda maior taxa de infeção, em Portugal, desde o início da epidemia.

É assim tão dificil ficar em casa ou evitar contacto social?

É assim tão dificil perceber que o pico (que não se sabe se já se atingiu) é a pior altura e a que exige mais cuidados?

Depois vem o Presidente da República dizer ” ganhamos a primeira fase da luta e estamos agora a meio da segunda”. Este homem está a falar de quê?

Vamos deitar tudo a perder porque existem pessoas que não lhes apetece ficar em casa?

A que horas é o jantar na Galiza? MESMA HORA DO JANTAR NOS AÇORES

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Para estes dias mais caseiros, começo hoje uma série de viagens pelas línguas do mundo, desta vez usando a voz. A primeira viagem tem de ser à Galiza… Os nomes das refeições, a norte do Minho, são muito familiares — e bem capazes de baralhar um português.

Source: A que horas é o jantar na Galiza?

TOMÁS QUENTAL PROJETOS INQUINADOS

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É muito projecto inquinado junto!

A “Casa da Autonomia” é um projecto inquinado desde o início. Era discutível a sua necessidade. Um investimento de milhões, que está parado e não se sabe se chegará ao fim, face às circunstâncias presentes. O Governo Regional dos Açores lá saberá.
O terreno cedido ao Ministério da Justiça para a construção no novo Estabelecimento Prisional de São Miguel – uma necessidade e uma urgência – é outro processo inquinado desde o início. O Governo Regional disponibilizou parece que o pior terreno que possuía. Seriam necessários três anos para o limpar de bagacina, o que custaria milhões. Os trabalhos ainda começaram, mas tudo voltou à estaca “zero”, por intervenção do BE na Assembleia da República.Terá que ser arranjado outro terreno, pronto para a construção.
Os navios para transporte de mercadorias, viaturas e passageiros entre as ilhas é outro processo inquinado há vários anos, com equipamentos encomendados e depois rejeitados, contratação de navios e vários concursos.
O processo para a construção de uma incineradora para resíduos domésticos na ilha de São Miguel também está inquinado desde o início, com concursos anulados pelos tribunais administrativos, por ilegalidades e irregularidades, apesar de todo o acompanhamento por consultadoria jurídica especializada, que já deve ter custado muito dinheiro à Associação de Municípios. Agora foi aberto novo concurso, mas para uma incineradora com menos 30 por cento de capacidade, o que demonstra como esse projecto é muito questionável: antes era preciso mais e agora é preciso menos. O que mudou? Existem especialistas que defendem outra solução, até mais barata, para o tratamento dos resíduos domésticos. Falta aqui alguma ponderação!
O que se passa no Museu Carlos Machado é outro processo inquinado. Esteve encerrado dez anos, depois abriu uma parte com uma requalificação muito discutível e agora arrasaram o belo jardim para construir um edifício subterrâneo alegadamente para aumentar a capacidade expositiva, outro projecto muito criticado, mas que prossegue a toda a velocidade, mesmo nesta fase de crise de saúde pública, por decisão do Governo Regional.
A requalificação da Calheta de Pêro de Teive é outro processo inquinado. Há cerca de 12 anos que se aguarda a demolição de uns mamarrachos inacabados. A solução já foi apresentada várias vezes pelo Governo Regional e pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, anunciada sempre como para breve, mas até hoje nunca concretizada, pelo que a cidade possui um vergonhoso “cemitério” de betão, ferro, lixo e ervas, com prodridão humana à mistura…
Existem nas ilhas vários casos de piscinas públicas construídas por Câmaras Municipais que custaram milhões e que depois foram abandonadas. São outros projectos inquinados, que minam o erário público, com prejuízo para todos nós.
Certamente que existem outros processos inquinados no arquipélago, mas lembrei-me agora destes. A minha pergunta é: não acham que é muito projecto inquinado num arquipélago tão pequeno? O que tem falhado, afinal? Nada disso valoriza, honra e dignifica as instituições regionais, particularmente o Governo Regional e as Câmaras Municipais. Depois da pandemia, talvez seja necessário parar, reflectir e encontrar formas mais adequadas de gerir a nossa terra.

FÉLIX RODRIGUES NÃO HÁ BOAS NOTÍCIAS HOJE

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Hoje não há muito boas notícias.
De ontem para hoje aumentaram os números de doentes com Covid-19 em Portugal, de mais 1516 pessoas. Significa isso que quem andava a atirar foguetes afirmando que tínhamos chegado ao pico da epidemia, não sabe o que é um pico nem tão pouco o que isso significa. São agora 15 472 os infetados em Portugal, mais 9,7% do que ontem, ou ainda, mais 789 do que o máximo previsto para este dia. Se antes andámos a reduzir a infeção com o confinamento social, agora vê-se claramente que noutros dias alguém andou a fazer o contrário, talvez por excesso de confiança ou muita ignorância. Os comportamentos de um dia aparecem bastante mais adiante traduzidos em infecção.
Ainda ontem nos gabamos de sermos um modelo de controlo. Será que vamos continuar a sê-lo?
São mais 26 mortes por Covid-19 no país, tendo-se atingido o total de 431 mortos.
Na mortalidade os dados são mais animadores do que na infecção, pois tivemos menos 17 mortos do que o máximo previsto para este dia. Não nos devemos esquecer que um aumento de infeção se vai traduzir daqui a dias num aumento de mortalidade e não são só “velhinhos”. Há cerca de trinta crianças em Portugal em estado crítico.
Hoje há a lamentar mais uma morte nos Açores (já anunciada ontem à tarde) mas não existem novos casos de infecção.
Sendo assim, temos no Arquipélago açoriano um comportamento “quântico”, ou seja, um crescimento descontínuo no tempo, talvez resultado de se controlarem grupos ou cadeias de transmissão porque a circulação aparenta ainda não ser comunitária.
E nesta pandemia, os sinais que nos chegam dos Estados Unidos com valas comuns em Nova Iorque, pouco diferentes, tirando os plásticos que embrulham os corpos, daquelas atabalhoadas do Irão, são muito perturbadores, até porque, num país sem sistema universal de saúde, frequentemente “ficar doente” é sinónimo de “falência económica”. Aí, os efeitos da epidemia começam a ser devastadores.
As análises filogenéticas de SARS-CoV-2 sequenciadas em pacientes humanos por uma equipa internacional já encontrou até agora três variantes distintas: A, B e C. As variantes A e C são encontradas em proporções significativas fora do Leste Asiático, nomeadamente na Europa e América, enquanto a variante B é o tipo mais comum no Leste Asiático. A variante B parece ter encontrado maior resistência imunológica ou ambiental fora da Ásia.
A imagem está publicada em Peter Forster et al. Phylogenetic network analysis of SARS-CoV-2 genomes. PNAS, published online April 8, 2020; doi: 10.1073/pnas.200499911.

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O COVID19 E A PNEUMÓNICA DE 1918 SÉRGIO REZENDES

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Deixo ao vosso critério, as conclusões sobre este paralelismo de hoje e a Pneumónica de 1918. Sobre o que se poderia ter evitado, e o que se espera ainda poder controlar.
“[…] A este propósito, escreveria Mont’Alverne de Sequeira, em 3 de Junho de 1919:
“Há trinta anos pelo menos (…) que a população deste concelho (Ponta Delgada) não foi tão desbastada por uma epidemia como em 1918. À brutalidade da invasão, quase explosiva, tem de se ajuntar a surpresa dolorosa, que depressa descambou em verdadeiro pânico, dificultando grandemente o serviço dos profissionais. (…) Na gripe infecciosa a difusão foi brusca e rápida, atingindo o acmé em novembro, atacando de preferência as classes pobres, o sexo masculino, os indivíduos entre os 20 a 40 anos, os trabalhadores do campo e operários, ceifando tuberculosos, cardiopatas, diabéticos, albuminúricos, nefríticos, depauperados por doenças orgânicas e grávidas. (…) É digno de registo o facto de terem ficado ilesos os inválidos do hospital civil. E de terem sido poupados, na sua maior parte, os indigentes, os pedintes e as toleradas. Os tifosos não foram tocados (…) assim como os paludosos. (…) Computo aproximadamente em 17.000 o número de atacados de gripe neste concelho, tendo sido 727 as defunções […]” in Monteiro, A., APUT Rezendes, S.,”A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Imagem: enfermaria feminina do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada – Maria Júlia Carreiro, ferida no bombardeamento à cidade a 04JUL1917 – Ponta Delgada Antigamente (Facebook).

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nova zelandia e o coelhinho da páscoa

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Tereza Reed

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-0:23

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The Telegraph

New Zealand’s prime minister has said the Easter Bunny 🐰 and the Tooth Fairy 🧚 are “essential workers” after some children were worried they would be affected by the lockdown.

For more positive news: https://www.telegraph.co.uk/…/coronavirus-positive-good-ne…/

covid novos mapas do dia

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COVID-19 PORTUGAL
ATUALIZAÇÃO
10 de abril de 2020

15472 casos confirmados:
+ 1516 casos positivos (+ 10,86%)
+ 26 mortes (no total de 435)
+ 28 recuperados (no total de 233)
14804 casos ativos positivos

A taxa de crescimento dos últimos 5 dias é de 6,55%. A taxa de recuperação é de 1,51% (subiu) e a taxa de letalidade é de 2,81% (diminuiu).

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Açores registam 17 casos positivos em profissionais de saúde – Açoriano Oriental

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Os Açores têm 17 profissionais de saúde infetados com o novo coronavírus, a maioria na ilha de São Miguel, tendo já sido testados 244, revelou esta quinta feira o responsável da Autoridade de Saúde Regional, Tiago Lopes.

Source: Açores registam 17 casos positivos em profissionais de saúde – Açoriano Oriental

Ilha de Páscoa, autodestruição, parábola de nossa época – Mar Sem Fim

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O cientista Jared Diamond, prova que a autodestruição da sociedade na ilha de Páscoa aconteceu porque ela ignorou sinais do meio ambiente.

Source: Ilha de Páscoa, autodestruição, parábola de nossa época – Mar Sem Fim