Já não há muitos tradutores da minha geração neste dia mundial

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um tradutor e intérprete 24 horas ao seu serviço desde 1965. Acreditação NAATI 1984-2022,

CPN0ZG40Z Certified Translator Portuguese into English 1179-199626-4 Certificate

CPN0ZG40Z Certified Translator English into Portuguese 1180-199626-4 Certificate

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J. CHRYS CHRYSTELLO

(MA Applied Social &Communication Studies, BSc Econ, C Mktg, C PR, C OHS)

NAATI Certified Translator CPN0ZG40Z

Portuguese< > English, Accredited 1984 until Oct 2019

Official Translator of the Embassy of Australia in Lisbon and in Madrid since 1996

Official Translator of the Embassy of the United Kingdom in Lisbon since 2014

Official Translator of the Commonwealth of Australia

  • Scholar (Correspondent) Member of AGLP – Academia Galega da Língua Portuguesa) since 2012
  • Member PEN International (PT)
  • Vice-President for Oceania of PPdM (Poets of the world)
  • Honorary Member of AJA/MEEA (Australian Journalists’ Association, affiliated with IFJ/ FIJ 1983- lifetime member
  • Member AIETI (Asociación Ibérica de Estudios de Traducción e Interpretación) since 2003
  • Official Translator of the State Governments of NSW, Victoria, ACT 1983-1996
  • Assessor, Portuguese Literature, Australia Council, UTS, University of Technology Sydney Australia 1998-2005
  • Chair NAATI’s Portuguese Panel 1985-1990 and Past NAATI Portuguese Panel Member (nominated 1991-2003)
  • Member DILGEA/DIMEA/DIMA/DIAC/Dept. of Immigration & Border Protection, Translation & Interpreting Panels NSW, Victoria & ACT 1984-2000
  • Member CATS/ACT (Canadian Association for Translation Studies/Association Canadienne de Traductologie) http://act-cats.ca/ since 1999
  • ACL Mentor, University of Brighton, UK (Ass Comput. Linguistics, Information Technology Research Institute). 2000-2012
  • Reviewer Helsinki University, Finland (Translation Studies Dept. Publications) 2006-2012
  • AUSIT Member (affiliated w/FIT) http://www.ausit.org/eng/showpage.php3?id=646 1984-2010

Director of PNN-LUSA (Portuguese News Network), Sydney, reg’d 202 Garden St Warriewood NSW 2102 Australia since 1983

detalhes em https://www.lusofonias.net/mais/chrys-cv.html

SATA Air Açores e Azores Airlines fecham primeiro semestre com prejuízo de 27,9 ME – Jornal Açores 9

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As duas companhias aéreas da SATA registaram no primeiro semestre de 2019 um prejuízo de 27,9 milhões de euros, cabendo

Source: SATA Air Açores e Azores Airlines fecham primeiro semestre com prejuízo de 27,9 ME – Jornal Açores 9

NASA Says Earth Is Greener Today Than 20 Years Ago

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FORBES.COM
NASA has some good news, the world is a greener place today than it was 20 years ago. What prompted the change? Well, it appears China and India can take the majority of the credit.

SOMOS OMNÍVOROS

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Somos omnívoros há muito e os chimpanzés caçam para compensar com proteína animal a sua dieta vegetal. Ser vegan não é saudável. Também não muda nada ao planeta. O que é preciso é diminuir a carne e comer de origens locais. Deveria ser obrigatório informar a pegada ecológica e a origem da carne. Não é a mesma coisa comer vaca do Brasil ou do Barroso. Não é a mesma coisa comer porco do oeste ou pata negra. E taxar consoante o tipo de produção e a distância do produtor ao consumidor. São apenas algumas medidas do que se pode fazer para diminuir o nosso impacto e fomentar ao mesmo tempo a economia local, em vez de entrar nos extremismos dos vegans (que usam essencialmente produtos com elevada pegada, como a soja, o arroz, o milho ou hortícolas), ou do reitor de Coimbra, que se arrisca ao prémio Ignóbil do ano!

as outras gretas

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Maria Jose Vitorino and Joao Paulo Esperanca shared a link.

 

“Outras Gretas” ativas e cheias de energia. Sobre ciência preferia que o mundo ouvisse o que os cientistas dizem. Estes fenómenos de popularidade mediática repentina costumam ser muito efémeros.

VASCO CALLIXTO O ÚLTIMO ARTIGO

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Nunca pensei ter que colocar este post aqui na página! É com alguma tristeza que vejo o amigo Vasco Callixto escrever o seu último artigo. Mas ao mesmo tempo uma enorme alegria e sentimento de nostalgia por ter tido o privilégio de conhecer o escritor mas acima de tudo a pessoa e o amigo. A idade não perdoa, mas o melhor prémio é ter vivido uma longa vida e brindar -nos aos 94 anos com a sua memória indescritível e “fresca”. Não é o fim mas um até já! E vamos celebrar em breve os 95 anos duma vida tão preenchida! Obrigado e um bem haja por ter aprendido tanto a ler os seus artigos mas principalmente a ouvir histórias ricas e bem vividas! 👏

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CONVERSAS DO ALÉM

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290. CONVERSAS DO ALÉM

O CEMITÉRIO DA LOMBINHA DA MAIA É ESTRANHO. Já em 2011 o observei conforme dei conta no meu livro ChrónicAçores: uma circum-navegação vol. 2, como adiante se transcreve. Hoje, assisti de novo à cena, desta vez um jovem agarrado às grades, do lado de fora, e a falar ao telemóvel…falaria com alguém lá de dentro..leiam…

100.3. CONVERSAS DO ALÉM JULHO 2011

Há tempos fiquei menente[1] quando me disseram que um falecido, na vizinha Lombinha da Maia, pedira para ser enterrado com o seu inseparável telemóvel.

O homem sem pitafe[2] algum viera da Amerca[3], ali da antiga Calafona[4], e queria estar contactável mesmo para lá do grande túnel luminoso.

Qual não foi o meu espanto, num alpardusco[5] de camarça[6], ao transitar pelo cemitério já encerrado a visitas, e ver três pessoas do lado de fora das grades do cemitério falando com alguém e usando os seus telemóveis ou celulares bem encostados ao ouvido. Uma delas, tinha uma mão nas grades e na outra segurava o aparelho. Não tinha tarelo[7] nenhum. Não querendo ser lambeta[8], interroguei-me “Estaria a falar com o falecido, que nascera empelicado[9]?” Será que o finado atendeu do lado de lá dentro do seu caixão de mogno envolto na “Stars and Stripes” à prova de leiva[10] ou continuaria na sua eterna Madorna[11]? Teria acendido um palhito[12]para ver quem lhe ligava?

De que falariam? Que mexericos trocavam? Lamentar-se-iam da falta que lhes fazia ou estariam a queixar-se da carestia de vida? Que palavras trocariam que não tivessem já comunicado? Que faltara dizer?

Estariam a queixar-se da sorte caipora[13] dos herdeiros ou a culpá-los pela caltraçada[14] criada pelo inexistente testamento? Teriam sido vizinhos de ao pé da porta[15]? Falariam do gado alfeiro[16] sem touro de cobrição?

Talvez dum derriço duma filha numa constante arredouça[17], às fiúzes[18] do namorado da cidade? Eu ia ficar a nove[19] mas tratando-se de gente rural podia augurar que os vaqueiros se preocupassem mais com subsídios e vacas.

Não devem escalar grandes cumes culturais ou espirituais. Pressuponho ser esse o jaez da conversação. Não creio que pedissem aconselhamento para as eleições legislativas dali a seis semanas nem tampouco lamentassem a falta delas.

Quem sabe que lastimavam? Falariam, talvez, de mordomos, impérios e festas que isso, sim, seria assunto da maior relevância local, que o melhor da festa é esperar por ela, mas mais apropriado para se discutir à mesa, sem ninguém a atramoçar[20], com uns calzins[21] de abafado[22] até se ficar meio piteiro[23]. Uma pessoa interroga-se sobre a possibilidade de duração infinita das baterias do aparelho no esquife. Seria a solução para tantos escritores e outros que se separam dos leitores sem tempo de dizerem um último adeus, escreverem a última frase de um livro, acenarem com um novo projeto ou retificarem qualquer coisinha. Seria a forma inédita de poderem continuar a comunicar com aqueles que ficam facilmente órfãos de autores que os acompanharam nesta digressão terrena. Admiro-me que as companhias de telecomunicação não tenham inventado uma bateria de longa duração que não precise de ser carregada debaixo de terra e permita acesso ilimitado, a troco de uma conveniente taxa vitalícia, aos que os deixaram já no meio duma amizade, dum amor, duma relação, duma paixão. Seria, decerto, um êxito comercial se viesse com a possibilidade de personalização do aparelho. Quem sabe o que se evitaria de dores incompletas, de saudades por mitigar, de conversas inacabadas? Novos planos poderiam surgir em operadoras de telemóveis. Um tema a merecer estudos futuros…[24]

Para o Diário dos Açores (desde 2018) Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) e Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 / AU 3804 [Australian Journalists’ Association] MEEA/AJA]

[1] Menente, espantado, estupefacto (São Miguel)

[2] Pitafe, defeito, atribuído quer a pessoas, quer a objetos. Nódoa na reputação.

[3] Amerca, corruptela de América, ou Nova Inglaterra por oposição ao outro grande polo de emigração, a Califórnia

[4] Calafona, Califórnia, na estropiação dos emigrantes de antigamente

[5] Alpardusco, o mesmo que alpardo, crepúsculo, lusco-fusco (São Miguel)

[6] Camarça, tempo húmido (São Miguel)

[7] Tarelo, juízo, tino (São Miguel)

[8] Lambeta, intrometido (São Jorge)

[9] Empelicado diz-se de pessoa afortunada, usado na frase nascer empelicado (Terceira)

[10] Leiva, designação dada a formações de musgo de várias espécies Sphagnum, abundante na parte alta das ilhas. No Corvo é o musgo, nas Flores musgão, no Faial tufos. Nome da urze, Calluna vulgaris, usada em S. Miguel na preparação do solo das estufas dos ananases.

[11] Madorna, sono leve, sonolência, torpor

[12] Palhito, o mesmo que fósforo (Terceira)

[13] Caipora, de qualidade inferior, reles. Sorte caipora: que pouca sorte, sorte maldita (São Miguel)

[14] Caltraçada, confusão, mixórdia, trapalhada

[15] Vizinho do pé da porta, o mesmo que vizinho do portal da porta, que mora nas redondezas de uma casa (vizinho de ao pé da porta em São Miguel)

[16] Alfeiro, gado bovino que não dá leite, por exemplo de uma vaca que não apanhou boi, e que, por isso, não dá leite. Gado alfeiro sem touro de cobrição (in Cristóvão de Aguiar)

[17] Arredouça, confusão, desordem

[18] Fiúzes (São Miguel) ou às fiúzas de, à custa de, viver à custa de outrem (Terceira)

[19] Ficar a nove, não entender nada do que ouviu.

[20] Atramoçar, aborrecer, interferir com, maçar (in Cristóvão de Aguiar) (São Miguel)

[21] Calzins, pequeno copo, geralmente destinado a beber aguardente ou bebidas finas

[22] Abafado, O vinho abafado é um vinho tradicional dos Açores, constituindo uma tradição na costa norte de São Miguel, onde a abundância de pomares e a produção frutícola excedentária é frequentemente aproveitada para a feitura de licores, vinhos abafados e compotas. No caso dos vinhos abafados, trata-se de um género vinícola com elevado teor alcoólico cuja fermentação é interrompida através da adição de aguardente ou álcool, permanecendo mais ou menos doce (uma vez que o açúcar natural da uva não se transformou em álcool). Transformação licorosa do típico vinho de cheiro micaelense. O abafado é considerado o vinho do Porto dos Açores, em resultado de um processo de laboração que dispensa o recurso a corantes ou conservantes. (São Miguel)

[23] Piteiro, aquele que bebe muito (Terceira, Flores)

[24] (texto revisto por e dedicado ao Dr. J. M. Soares de Barcelos, autor de Dicionário dos Falares dos Açores (ed. Almedina 2008), por me fazer sentir menos estrangeiro

VULTOS DA CULTURA AÇORIANA – ALBERTO TELLES

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VULTOS DA CULTURA AÇORIANA – ALBERTO TELLES
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Alberto Teles de Utra Machado nasceu em São Pedro, Angra do Heroísmo, a 24 de Janeiro de 1840 e faleceu em Oeiras, São Julião da Barr…