analisando a Europa contracorrente

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Não sou muçulmano mas quero uma “fatwa”: na jurisprudência islâmica, um parecer ou interpretação formal sobre uma questão da lei islâmica emitida por um jurista qualificado (conhecido como mufti). As fatwas são normalmente emitidas em resposta a questões colocadas por particulares ou por tribunais islâmicos sobre assuntos práticos da vida, como alimentação, finanças ou questões familiares. Embora consideradas autoritárias, as fatwas não são, em geral, tratadas como decisões vinculativas, servindo mais frequentemente como pareceres consultivos; um requerente (mustaftī) que considere uma fatwa pouco convincente tem permissão para solicitar o parecer de outro mufti.

Claro que achei insuficiente e pedi antes uma “Jiha’d”, palavra árabe que significa «esforçar-se», «lutar» ou «enfrentar dificuldades», nomeadamente com um objetivo louvável. Num contexto islâmico, abrange também a luta para defender o islão. Devido à sua tradução literal de «luta», o termo é frequentemente associado à guerra. Uma jihad exterior («menor»), que se subdivide, ainda, em jihad da língua (debate ou persuasão) e jihad da espada (guerra).

A palavra aparece frequentemente no Alcorão, referindo-se tanto à luta religiosa e espiritual como à guerra e à luta física, muitas vezes na expressão idiomática «al-jihad fi sabil Allah» («esforçar-se no caminho de Deus»). Nos hadiths (Um hadith , aportuguesado como hádice ou hadiz, é o registo escrito de comunicações orais (literalmente, ‘relatos’) do profeta), jihad refere-se predominantemente à guerra. A «grande jihad» refere-se à luta espiritual e moral e tem sido tradicionalmente enfatizada nos círculos sufistas e ahmadiyya.

Os versículos da espada têm sido historicamente interpretados de modo a revogar outros e justificar a guerra ofensiva contra os incrédulos, convertendo à força pagãos politeístas durante as primeiras conquistas muçulmanas. Foi desenvolvido um conjunto de regras relativas à jihad, incluindo proibições de causar danos a quem não estivesse envolvido no combate, de matar animais, como cavalos, e de destruir desnecessariamente bens do inimigo.

No século XX, a noção de jihad perdeu a relevância jurisprudencial. Alguns islamistas têm defendido interpretações agressivas que vão além dos textos clássicos. O termo ganhou atenção adicional nas últimas décadas devido à sua utilização por diversos indivíduos e organizações, como insurgentes, extremistas islâmicos, militantes, islamistas e terroristas. Hoje em dia, a palavra jihad é frequentemente utilizada sem conotações religiosas, assim como a palavra inglesa crusade, cruzada.

A diferença para um ateu, como eu, é que esta guerra santa, esta jihad, não visa a defesa do Islão nem a guerra contra os incrédulos ou infiéis, mas sim contra os islamitas que enchem o Reino Unido, a Irlanda, a Alemanha, a França, a Bélgica e tantos outros países, com vista à sua tomada de poder político e religioso. Estou nesta jihad contra os “woke”, os governos ditos de esquerda (traidores da verdade histórica) e todos aqueles que engendraram as Agendas 2030 e outras, para lutarmos pela sobrevivência da civilização dita ocidental. Este é o maior perigo que enfrentamos desde a época das cruzadas, seria pois oportuno começar uma nova, antes que os Califados e o Império Otomano (entre 1299 e 1922) renovem a sua supremacia, que atingia três continentes, governando territórios que hoje constituem Turquia, Bulgária, o Egito, a Grécia, a Hungria, a Jordânia, o Líbano, Israel, os territórios palestinos, a Macedónia, a Roménia, a Síria, partes da Arábia Saudita e a costa norte de África. Muitos outros países como Albânia, Chipre, Iraque, Sérvia, Catar e Iémen também eram parcial ou totalmente otomanos.

As notícias que tenho recolhido não são todas, mas apenas uma amostra do que encontro diariamente. Algumas serão de pessoas de direita, de conservadores, mas outras não. Seria hipócrita afirmar que todas eram provenientes de racistas, mas penso que uma coisa está a suceder: a repetição destes milhares de casos decerto causará um incremento de pensamentos racistas e, com razão. Até eu, que toda a vida estive contra toda e qualquer forma de violência, me sinto violentado pelas notícias, pelos julgamentos, pela reincidência, pelo tom deliberado dos crimes, pela impunidade que os perpetradores sabem aproveitar e pela apatia da maioria da população nativa.

Não será uma guerra santa entre as religiões, mas entre duas visões: a de influência judaico-cristã no mundo ocidental e a ditadura islâmica.

Como devem ter constatado, nas últimas semanas tenho reportado o que se passa no mundo nessa guerra, não formalmente declarada, mas sentida pelos habitantes do RU, Irlanda, Alemanha, etc., com a lavagem de crimes pelo setor judicial, que chega ao ponto de castigar as vítimas e liberar os perpetradores, para não ser acusado de racismo.

Se não reagirmos agora, já vai tarde; podemos não chegar a tempo de evitar o colapso total da civilização ocidental permissiva, que permite e defende os seus opositores à custa da defesa dos seus valores tradicionais, como se viu agora com o rei Carlos III, que abdicou da sua posição de chefia religiosa para passar a ser o defensor das fés universais.

Dir-me-ão que esta guerra é pretendida pelos mesmos de sempre que com ela irão lucrar. Tenho dúvidas. Muitos dizem que eu estou a ficar ao lado dos políticos de direita e de extrema-direita, e de todos os que atacam a esquerda. Eu continuo a ser de esquerda embora não me reveja nas politicas migratórias da esquerda europeia. De facto alguns dos que já subscreveram a petição na EU «Lei para Salvar a Europa (“Save Europe Act”)», pretendem pertencer a esse quadrante. A Comissão Europeia advertiu os organizadores da «Save Europe Act» de que poderá recusar o registo da Iniciativa de Cidadãos Europeus proposta, argumentando que as suas propostas de moratória à migração e de remigração poderiam constituir «discriminação racial e étnica». Esta avaliação preliminar, invulgarmente firme, foi enviada em privado aos organizadores e divulgada apenas por e-mail aos apoiantes e voluntários da campanha, acompanhada de um vídeo não listado da ativista holandesa e cofundadora Eva Vlaardingerbroek. Não se trata de uma rejeição definitiva, mas a linguagem indica que os responsáveis pela Comissão já formaram uma opinião fortemente desfavorável em relação à iniciativa. A carta refere-se ao pedido de registo da campanha, datado de 8 de junho, e opõe-se, em particular, à moratória proposta sobre a imigração «não ocidental», enquadrada na «continuidade étnica e cultural» dos «povos nativos» da Europa e na oposição à «substituição demográfica». (A campanha conta com o apoio de figuras e movimentos de direita, incluindo: Eva Vlaardingerbroek: a principal promotora da petição. Viktor Orbán: ex-primeiro-ministro da Hungria, que apoiou a iniciativa. Rupert Lowe: político britânico e fundador da Restore Britain, que figura entre os primeiros signatários. Martin Sellner: ativista de extrema-direita e figura do movimento identitário, que tem promovido ativamente a petição. Sywert van Lienden: personalidade pública holandesa que manifestou publicamente o seu apoio). A UE opõe-se veementemente a esta petição.

Sei que muitos entenderão que estou a exagerar, a exorbitar, e que os meus escritos são apelos raciais e à violência. Enganam-se, pois o que eu quero é que esta violência islâmica importada do Afeganistão, da Síria, do Irão e do Iraque, entre outros, não seja acolhida na Europa, mas devolvida à origem. Não quero que se acolham mais refugiados ou imigrantes ilegais, mas que acabem as guerras que o mundo ocidental ou outros países impuseram nos países deles. Não quero cá mesquitas enquanto não houver igrejas nos países deles, nem os quero cá enquanto do credo deles constar a morte dos infiéis e dos que se convertem a outras fés.

Como dizia o treinador de futebol, Jorge Jesus, quando vai treinar para as Arábias, tem um contrato que tem de cumprir escrupulosamente, relativamente à religião deles e às normas que não pode quebrar. É isso que temos de fazer a todos os que emigram para a Europa. Não é racismo recusar a aceitação de imigrantes ilegais; não é racismo recusar a aceitação de imigrantes que não se integram nem cumprem as normas e, como tal, devem ser deportados.

Quando vivi na Austrália, todo e qualquer imigrante ilegal era deportado; depois, muitos passaram anos e anos noutros países e em campos de refugiados (que mais pareciam campos de concentração), sem poderem entrar na Austrália, e agora assistimos a esta invasão??? Desde os anos 50 ou 60 até à década de 90, era extremamente difícil mudar de país; agora é assim. Que o digam os milhares de portugueses que emigraram “a salto” para a França, a Alemanha, o Luxemburgo, a Suíça, etc.

 

as páginas que seguem cobrem as últimas duas semanas de visão do estertor europeu, mas ninguém vê isto nas notícias ou telejornais…

 

 

 

Um requerente de asilo acusado de «violar seis animais», tendo causado a morte de um deles, afirma ser uma «pessoa normal». Conhecido apenas como Massoud S, o jovem de 19 anos compareceu em tribunal na segunda-feira, 22 de junho, sendo acusado de ter abusado sexualmente de cinco cabras e de um cordeiro de seis meses, num santuário de animais e quinta pedagógica em Pennes-Mirabeau, perto de Marselha, em França. A polícia apanhou Massoud S, nascido no Afeganistão, em flagrante, atrás de uma cabra, com as calças baixadas e luvas de látex calçadas. Apesar disso, negou todas as acusações durante o julgamento no tribunal de Aix-en-Provence. Requerente de asilo que violou 5 cabras diz: «Sou uma pessoa normal». Abusou dos animais no santuário «Le Refuge d’un Moment» entre fevereiro e abril deste ano. E é isso que é preocupante quando acham que a violação de animais e de raparigas é normal. No seu julgamento no tribunal de Aix-en-Provence, ele afirmou: «Sou uma pessoa normal.» Alegou que perdera o comboio de regresso ao seu centro de acolhimento em Marselha e que ficou no santuário porque não tinha para onde ir. Durante uma avaliação psiquiátrica, terá dito a um médico: «Fazem um grande alarido por causa disto, quando, na verdade são apenas animais.» Massoud S alegou que a sua saúde mental ficou gravemente afetada depois de ter perdido a família num bombardeamento no Afeganistão, antes de chegar a França em 2025. Para além da pena de 30 meses, foi-lhe proibida a permanência em França e foi inscrito no registo de agressores sexuais e violentos. A proprietária do santuário, Cassandra Sortino, ainda tem dificuldade em aceitar esta provação. «Não conseguimos explicar isto do ponto de vista moral», afirmou. «Sentimos que falhámos.»

Claro que não devemos nos esquecer de que, para as cabras, a teoria da gravidade é apenas uma teoria. .

 

Também, depois das descrições de canibalismo na ilha do pedófilo Epstein, isto na Hungria até pode parecer de uma pessoa normal: levava restos mortais de cemitérios e comia-os (cozinhados). Um homem de 30 anos, que trabalhava num hospital em Budapeste, na Hungria, roubou restos mortais do local de trabalho e de cemitérios abandonados para alimentar a sua “paixão”. Confessou ser fascinado por partes do corpo e até revelou que as cozinhava e as ingeria. O homem partilhava mesmo o seu gosto com amigos e familiares – chegando a tirar fotografias. Durante as buscas, foram encontrados um rosto humano, pele facial, ossos guardados numa mala, uma perna inteira, um cérebro e uma mão. Havia ainda crânios e um coração em frascos. Animais eram também dissecados.

 

Ali ao lado, na Polónia, foram encontrados 34 fetos enterrados no jardim de uma médica. A mulher, agora detida, não se declarou culpada, mas admitiu ter trazidos os restos mortais do hospital para casa. A patologista de 57 anos, agora detida, aguarda julgamento, acusada de profanação de cadáveres, manuseio inadequado de resíduos e abandono de materiais perigosos em locais não autorizados.

 

Acabam de me ligar do HDES para confirmar que na quinta-feira, na Cardiologia, tenho de fazer um ECG…

24 junho

Acabo de ler um artigo interessante sobre o luto: “A esmagadora maioria das pessoas atravessa o luto sem precisar de apoio específico, dado que é um processo normal; todos passamos por ele”. Contudo, “uma em cada dez pessoas que perdem alguém próximo pode desenvolver o que chamamos luto prolongado”, associado a casos de depressão e ansiedade. Esta situação pode agravar-se em pessoas que lidam com o luto após os 60 anos. “Como a morte é mais comum nestas idades, assumimos que a pessoa ‘já está preparada’ e lida melhor. E é precisamente por causa dessa falta de atenção que as consequências acabam, muitas vezes, por ser mais sérias. “Nas pessoas mais velhas, à dor da perda juntam-se, muitas vezes, a solidão, a redução da rede social, problemas de saúde e maior dependência no dia a dia. Quando se perde um cônjuge, perde-se, às vezes, a principal fonte de apoio emocional e prático — e isso agrava tudo o resto”.

Solidão e a perceção da morte ali tão perto

A solidão é, um dos fatores centrais do luto. “As pessoas mais velhas vivem, muitas vezes, uma redução das redes sociais — pela saída do contexto profissional, pela perda de pessoas da mesma geração e pela menor participação em atividades. E o luto agrava esse afastamento”, lembrando que muitas vezes, nestas idades, “perde-se alguém que era o principal elo ao mundo”. “Por isso é que uma resposta comunitária, que vá ao encontro das pessoas, nos seus bairros e nas suas rotinas, faz tanto sentido”, explica David Neto, acrescentando que “não é a idade em si que torna o luto pior; é o contexto que rodeia essa perda nesta fase da vida”. Outra questão pode estar relacionada com a perceção de que a morte, para quem vive o luto, também pode estar perto. “Essa dimensão existe, e cada perda traz consigo essa espécie de ensaio da nossa própria finitude”, porém, salienta, o objetivo do projeto é perceber a resposta da comunidade ao luto e não tanto o foco no confronto interior.

Há quem viva décadas em luto

Paula Brito Monteiro e Teresa Lima Matos são duas das participantes do projeto que partilharam um pouco do seu processo de luto. A primeira perdeu o marido e a segunda a mãe. Ambas sentiram a necessidade de seguir em frente e de cuidar de quem estava à volta, até ao dia em que o corpo as obrigou a parar. Paula recorda a falta de choro nos primeiros meses após a morte do companheiro. De repente, ficou com dois filhos menores a cargo, e a sua prioridade foi seguir em frente. Em pouco tempo, o corpo ressentiu-se, e um estado de depressão levou-a a uma anorexia grave. Hoje, reconhece: “devíamos ter parado, devíamos ter chorado” e defende: “É tão legítimo sermos infelizes quanto sermos alegres” e é preciso parar “para vivermos aquilo”. Já Teresa perdeu a mãe aos 18 anos. Depois disso, “esteve 40 anos de luto” por uma situação com a qual não consegue lidar. No dia em que a mãe morreu, Teresa não foi visitá-la. Foi o primeiro dia de todo o internamento em que faltara a uma visita. Durante anos, Teresa preferiu focar-se neste pormenor, em vez de lembrar todos os outros dias em que nunca falhara à sua progenitora. É a pensar em casos destes que o GrieffDiff se quer focar. “A fronteira entre o luto normal e o luto prolongado não é uma linha nítida — é uma diferença contínua, de grau. Isso torna o desafio mais exigente”, comenta David Neto, referindo-se ao facto de que “a ideia de partida [do projeto] é simples: nem todas as pessoas precisam do mesmo tipo de apoio, na mesma intensidade, no mesmo momento”.

O sofrimento não deve ser encarado como algo natural.

Embora a experiência emocional do luto, seja transversal a todas as idades, o projeto GrieffDiff pretende entender “a forma como esse sofrimento se entrelaça com outras dimensões da vida”. “Nestas idades, o luto manifesta-se com frequência também no corpo e na saúde, no aumento do isolamento e numa certa retração da vida social. E há um risco acrescido: o de o sofrimento ser interpretado, pela própria pessoa e por quem a rodeia, como uma parte ‘natural’ de envelhecer. Quando isso acontece, a dor é normalizada, não é falada, e a pessoa não procura ajuda. É esse silêncio que nos preocupa”, concretiza. David Neto e a sua equipa querem, assim, “caminhar para respostas menos hospitalocêntricas, mais centradas na prevenção, na intervenção precoce e na proximidade” e, “acima de tudo, afirmar uma ideia simples: o direito ao luto também existe depois dos 60, e esse luto merece a mesma atenção devida em qualquer idade”. O projeto quer dar uma resposta feita à medida de cada pessoa. “Há quem precise apenas de informação e de orientação; há quem beneficie de um espaço de partilha com outros que passam pelo mesmo; e há quem necessite de um acompanhamento mais próximo e individualizado. Reconhecer essa diferença é, provavelmente, a forma mais respeitosa — e mais eficaz — de apoiar quem vive uma perda”, atira.

Eu gostaria de entrar no projeto. Ainda há tanta coisa para entender e explicar, mas só se aplica a quem sofreu uma perda há 12 meses ou menos… Dois anos e meio depois de ficar viúvo, lembro-me todos os dias e, inconscientemente, estou sempre à espera do regresso da Nini a casa. Não consigo explicar como o cérebro me engana numa coisa que sei não irá acontecer, que a inteligência me diz não poder acontecer, que a física comprova ser impossível. E quanto mais revivo os momentos de vida em comum, mais me apetece revisitá-los a dois e não sozinho. Evoco frases, alertas e avisos que ela proferia a propósito disto ou daquilo e – muitas vezes – chego mesmo a enganar-me, pensando que os ouvi nas profundezas do cérebro, e não pelos ouvidos.

25 junho

Não entendo como é que as autoridades portuguesas ainda não meteram portagem nesta autoestrada. Teriam uma entrada constante de fundos. Também, se venderem o produto no mercado, como fazem os talibãs e outros, poderiam ter um excedente orçamental. Em janeiro, foram apreendidas quase 9 toneladas de cocaína ao largo dos Açores – é a maior apreensão de sempre em Portugal. A droga seguia num semissubmersível intercetado numa megaoperação da Polícia Judiciária, Marinha e Força Aérea – devido às adversas condições meteorológicas, a embarcação acabou por afundar, ainda com três dezenas de fardos de droga no interior. Foram detidos três sul-americanos. Em março, uma operação conjunta da Marinha, da Polícia Judiciária e da Força Aérea resulta na apreensão de cocaína ao largo dos Açores, com 1,8 toneladas intercetadas. Em maio a ação coordenada pela Europol na chamada “autoestrada da cocaína”, entre os Açores e as Canárias, resultou na apreensão de quase 20 toneladas de droga (11 toneladas de cocaína, 8,5 toneladas de haxixe e oito embarcações). 54 pessoas foram detidas. Em junho, as autoridades apreenderam, nas últimas duas semanas, meia tonelada de droga na “autoestrada da cocaína”, entre os Açores e as Canárias, anunciou a Polícia Judiciária (PJ), que liderou a operação internacional.

Bem, comecei o dia logo com mais uma anedota do FMI. Confessamos que já tínhamos saudades daquela instituição que falha previsões económicas com uma regularidade impressionante, mas continua a publicar relatórios e recomendações como se o resto do mundo lhe devesse eterna gratidão pelos conselhos. Desta vez, o relatório é dedicado a Portugal e apresenta uma conclusão interessante: as pensões portuguesas são demasiado generosas. Não apenas recomenda rever, em baixa, a fórmula de cálculo das futuras reformas, como considera que as pensões mais baixas beneficiam de majorações excessivamente generosas e que as pensões de sobrevivência são excessivamente permissivas. Pelo meio, sugere-se o fim dos apoios aos jovens para a compra da primeira habitação. A palavra que fica na cabeça é “generosas”. É um conceito curioso quando aplicado a um país em que milhares de pensionistas vivem com reformas que mal cobrem os custos de medicamentos, de renda, de alimentação e de contas da casa. Afinal, não é falta de dinheiro.

É excesso de generosidade. Naturalmente, aparecerá alguém que explique que o FMI não está a falar do valor das pensões, mas da forma como são calculadas e da sustentabilidade do sistema. Essa parte do relatório existe e merece ser discutida. O problema é que todas estas discussões acabam sempre da mesma maneira: alguém receberá menos do que sob as regras atuais. O mais curioso é que a Segurança Social tem apresentado excedentes de milhares de milhões de euros. Se isto fosse uma empresa privada, ouviríamos falar de boa gestão, contas sólidas e resultados positivos. Como é a Segurança Social, o excedente transforma-se num argumento para pagar menos no futuro. Talvez seja por isso que a palavra “generosidade” cause tanta confusão. Há décadas que se pede contenção a quem vive de uma pensão, enquanto nunca falta vocabulário elegante para justificar rendimentos muito mais generosos noutros lados da economia. Mas, pelos vistos, o problema continua a ser quem recebe 600 ou 700 euros por mês. É aí que o FMI encontrou o grande excesso de generosidade da economia portuguesa.

 

Há coisas que me confundem: estive em Sevilha na Expo 1992, com 49 ºC de dia e 43 à noite, na casa, com o ar condicionado sempre ligado, e ao ar livre na Expo. Não havia alertas vermelhos nem telejornais especiais a avisar, como agora sucede sempre que vem um pouco mais de calor e surgem logo notícias de mortos em milhares. Há dias vi um mapa dos anos 80 ou 90, todo em amarelo, com as mesmas temperaturas de hoje no Reino Unido, e outro com a data de 2026, com as mesmíssimas temperaturas, mas em encarnado. Na Austrália, em 1981, creio, apanhei de novo 49 ºC num dia em Fremantle (Perth, Austrália Ocidental), num parque de estacionamento duma grande superfície. O MGB GT da minha cunhada recusou-se a aceitar a temperatura e parou a meio da subida do parque impedindo as outras viaturas de subirem. Ao fim de x tempo ligou e prosseguimos. Não havia alerta vermelho na TV, como há aqui na Europa.

 

Já começaram os incêndios em Portugal, como é costume quando as coisas aquecem. Como dizia o outro, no tempo do Salazar não havia disto; então, ainda se dispunha de guardas florestais que alertavam para os fogos, o combate aéreo era feito com aviões da FAP (Força Aérea), e os incêndios não beneficiavam os madeireiros nem a indústria do papel. Não havia a corrupção que ora existe na contratação de meios aéreos, caros, ineficazes, sempre a avariar e que custam milhões. Havia menos pirómanos e não eram libertados, para irem acender mais fogos.

 

Depois dos horrores dos ficheiros Epstein, que rapidamente caíram no esquecimento e não provocaram a convulsão dos ativistas dos direitos humanos perante as elites, sai um relatório britânico que dá conta de milhares de violações a crianças, jovens e mulheres, com informações sobre a ocultação maciça destes crimes por receio de se mencionarem questões étnicas. De uma sociedade que, na histeria de não correr o risco de ser acusado de racismo, prefere esconder atos bárbaros que não contribuem para uma agenda já delineada, intencional e com propósitos populistas. Os mesmos ativistas que não reagiram aos crimes das elites também não vão reagir a estes. Depois de o primeiro-ministro inglês se ter demitido ao ser revelado um inquérito que dá como provado que 250 mil crianças entre 11 e 13 anos foram abusadas e violadas por emigrantes islâmicos, não pararam de surgir revelações em toda a Europa, da França à Itália, à Bélgica e aos Países Baixos, à Dinamarca, à Suécia e à Finlândia. Os muçulmanos cresceram em duas décadas de 500 mil para 50 milhões e tomam conta de cidades e subúrbios em toda a Europa. A situação tem sido escamoteada pela maioria “woke” quanto a crimes mais horrorosos e numerosos do que se suspeitava até então.

 

Fiquei horrorizado ao ver o que se passa no Reino Unido e na Irlanda. Um documento de 219 páginas, publicado a 17 de junho de 2026 pelo deputado Rupert Lowe (do partido Restore Britain), está a abalar o Reino Unido. Os números do relatório:

— Pelo menos 250 000 raparigas britânicas vítimas desde 1955 até hoje

— Gangues a operar em pelo menos 149 distritos em todo o território do Reino Unido

— Mais de 87% dos condenados têm nomes de origem muçulmana

Quem são os responsáveis? O relatório aponta para redes compostas predominantemente por homens muçulmanos paquistaneses. As vítimas — raparigas britânicas brancas em situação de vulnerabilidade — eram violadas, tratadas como mercadoria e, em alguns casos, submetidas a conversão forçada ao islamismo. O escândalo dentro do escândalo: as instituições sabiam. A polícia, os serviços sociais, as escolas e o governo ignoraram sistematicamente, abafaram e, nalguns casos, criminalizaram as próprias vítimas — durante anos, durante décadas — por medo de serem acusados de racismo. Por que razão existe este relatório privado? O governo de Keir Starmer recusou-se a iniciar uma investigação oficial. Lowe angariou fundos de mais de 20 000 cidadãos e conduziu a investigação de forma independente. O fenómeno das «grooming gangs» está, no entanto, comprovado há anos por inquéritos oficiais: Relatório Jay (2014), Relatório Crowther (2022), Auditoria Casey (2025).

Já o disse, pouco me choca, mas isto abanou-me; lembrei-me do medo que senti em 31 julho 1991, dois dias antes de Saddam invadir o Kuwait, quando estive em Kuwait City. Os muçulmanos e islamistas fazem-me voltar à infância, quando queria fazer parte das Cruzadas; agora, velho, já não terei forças para tanto, mas a vontade é redobrada, embora um ateu, como eu, não seja propriamente um infiel.

Não os chamem refugiados. São homens em idade de serviço militar que vieram para o Ocidente, inspirados por sua religião e cheios de ódio. Representam um risco significativo para a segurança nacional de qualquer país. Não chamem isto de islamofobia; o Islão não é étnico, mas uma religião, e tenho o direito de gostar ou não de qualquer religião, e até mesmo de retomar as Cruzadas contra os infiéis, mas tenho dúvidas se os ateus podem fazer o mesmo. A islamofobia é um termo inventado pelos islamistas como um escudo para desviar críticas e escrutínio, especialmente após atos criminosos ou comportamentos controversos, e para dissuadir críticas legítimas ao Islão.

 

Enquanto os políticos do Reino Unido permanecem em SILÊNCIO, Elon Musk continua a manifestar-se, exigindo JUSTIÇA pelo escândalo das gangues de aliciamento. Mais uma vez, pronunciou-se com veemência sobre um dos escândalos mais sombrios da Grã-Bretanha. Referindo-se aos inquéritos e relatórios sobre as gangues de aliciamento, Musk afirmou: «Os políticos que fecharam os olhos à violação da Grã-Bretanha têm de ir para a prisão.» Durante anos, relatórios oficiais documentaram a aliciamento e violação sistemáticos de dezenas de milhares de raparigas britânicas, na sua maioria brancas e da classe trabalhadora, por redes organizadas — predominantemente compostas por homens muçulmanos paquistaneses —, enquanto as autoridades e os políticos faziam vista grossa por receio de acusações de «racismo». A dimensão deste fenómeno tem sido descrita como industrial. Enquanto muitos políticos britânicos e feministas, tanto na Grã-Bretanha quanto fora dela, se mantiveram, em grande parte, em silêncio ou na defensiva, Elon Musk usa sua plataforma para exigir responsabilização e justiça para as vítimas.

 

Sylvie Yasmina casou-se em 2003 e viveu na Austrália até 2014, quando se mudou para o Paquistão com o marido e os dois filhos mais velhos. Desde então, a cidadã francesa terá permanecido sem qualquer contacto com o exterior, alegadamente mantida em cativeiro pelo marido durante cerca de 12 anos, a polícia local anunciou o resgate de Sylvie e dos seus agora cinco filhos, bem como a detenção do homem, que foi acusado de violência doméstica e tortura.

 

Um grupo de jovens imigrantes espancou até à morte Louis, um jovem francês de 17 anos, na cidade de Narbonne — e filmou todo o terrível assassinato. Até ao momento, foram divulgados dois vídeos que mostram os momentos finais em que Louis ainda estava consciente. O Remix News não pode publicar estes vídeos no Facebook, uma vez que são demasiado explícitos. Os agressores filmaram a agressão brutal, que ocorreu na noite de 19 para 20 de junho num estaleiro de construção, de acordo com o meio de comunicação francês L’Indépendant. O vídeo mostra-os a pisar repetidamente a cabeça de Louis com toda a força. Num segundo vídeo, um dos jovens deita-se ao lado de Louis, enquanto este está inconsciente e a lutar para respirar, e o suspeito sorri para a câmara de forma zombeteira.

O áudio do vídeo também revela os jovens a gritarem insultos a Louis e a gozarem dele enquanto o espancavam até à morte. Louis foi encontrado inconsciente, com ferimentos graves no rosto e na cabeça, além de contusões em todo o corpo. Foi colocado em coma induzido e faleceu três dias depois. Os investigadores continuam a tentar determinar qual foi o motivo do ataque, mas os relatórios iniciais apontam para uma emboscada planeada em vingança. Louis vivia num lar de acolhimento, para onde tinha sido encaminhado pelos Serviços de Proteção à Criança. Cinco jovens suspeitos foram detidos e acusados de tentativa de homicídio, embora essa acusação provavelmente seja agravada. Três dos suspeitos são menores, o que significa que receberão pouca ou nenhuma punição pelas suas ações, caso sejam condenados. Foi na França: Louis, adolescente de 17 anos, “enriquecido culturalmente” por cinco “indivíduos” ao ser espancado até a morte em Narbonne. Verifiquei a “grande imprensa” que se recusa a dizer que os indivíduos são imigrantes, provavelmente ilegais (os famosos “requerentes de asilo”). O gangue de “futuros engenheiros” filmou sua façanha. No vídeo ouve-se um deles dizer: “Alá, eu nocauteei-o.” O mais preocupante nisso tudo é que a “justiça” francesa irá soltar os “oprimidos delinquentes” na rua na primeira oportunidade.

 

Tolerância zero: O imã Ali Kashif, nascido no Paquistão, vivia na região de Brescia, na Itália, de maioria muçulmana, e estava ligado a um centro islâmico. Em janeiro de 2026, um repórter do popular programa de televisão italiano «Fuori dal Coro» questionou o imã Ali Kashif sobre o casamento infantil. O imã afirmou perante as câmaras: De acordo com o Alcorão, as raparigas podem ser consideradas adultas após a sua primeira menstruação. Por conseguinte, as raparigas podem casar-se a partir dos 9 anos. Afirmou ainda que mesmo um homem de 30 ou 40 anos pode casar-se com uma rapariga de 9 anos. Após a transmissão destes comentários, as pessoas começaram a considerar isto uma violação dos direitos da criança. O comissário da polícia de Brescia tomou medidas imediatas após ver as imagens na televisão. Considerou o imã uma ameaça social e emitiu uma ordem para a sua expulsão imediata ao abrigo do artigo 4.º, n.º 3, da lei de imigração italiana. Também não possuía autorização de residência válida, o que facilitou a expulsão. A polícia deteve-o, levou-o ao aeroporto de Malpensa, em Milão, e colocou-o num voo direto para o Paquistão. A ação foi concluída no prazo de 24 horas após a transmissão da declaração controversa. O governo da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, tem adotado uma postura firme em questões como o separatismo islâmico, o casamento forçado e o casamento infantil. Esta é a política de tolerância zero do seu governo! Verifiquei os factos e confirmei tratar-se de informação verdadeira.

 

Em Almería, Espanha, um imigrante ilegal de 21 anos entrou numa autocaravana, despiu-se completamente e agrediu sexualmente brutalmente uma mulher alemã que estava a descansar no interior. Espancou-a com tanta violência que lhe desfigurou o rosto. Quando a polícia o localizou, ele fugiu para o mar agitado. Cinco agentes lançaram-se às águas perigosas para o resgatar quando ele começou a afogar-se. Retiraram-no da água e prestaram-lhe os primeiros socorros na praia, apesar de ele ter colaborado mal. Os próprios agentes precisaram de cuidados médicos devido aos ferimentos sofridos durante o resgate. Apesar da natureza horrível do ataque, apenas um jornal local noticiou o caso. A história foi amplamente silenciada porque contradiz a narrativa pró-imigração em massa do governo socialista.

 

Fui à consulta de cardiologia para afinação do pacemaker e dos cardioversores-desfibriladores implantáveis (ICDs/CDIs). Fiz antes um ECG, eletrocardiograma. Resultados de 100% em tudo, sem uma única arritmia em seis meses e com valores estáveis; foi a constância desses valores. Próxima consulta daqui a seis meses, e a bateria tem duração para mais 8 anos e meio. A consulta começou com 30 minutos de atraso, mas, raridade, a médica pediu desculpa. Se fosse o Trump, poderia dizer que nunca um doente daquela médica teve resultados tão bons: 100% em todos os indicadores.

 

E termino com mais uma incongruência da justiça: 1. Acabo de ler no “Público” de hoje que uma cidadã portuguesa vai a julgamento, acusada pelo Ministério Público do crime de injúrias agravadas contra dois agentes da PSP. 2. Segundo o jornal, o MP tornou claro que só esse crime se encontra em causa e não (como sustentavam os agentes) outros de resistência e de coação sobre funcionário. 3. Que disse então a cidadã aos polícias, injuriando-os de forma agravada, segundo o MP? Quando presenciou a detenção, por eles, de um vendedor de rua, terá dito: “são uns parvos”. Ela diz que não. 4. Deixemos de lado outro aspeto deste caso e concentremo-nos neste facto simples: o nosso MP considera que dizer a dois polícias “são uns parvos” (naquele contexto preciso) é crime. 5. Dá para acreditar?

26 junho

NOTA DO AUTOR: Se notaram uma avalanche de notícias anti-islâmicas, isso deve-se ao meu conhecimento da violação de 250 mil jovens no Reino Unido por muçulmanos, refugiados, candidatos a asilo e outros. Toda a Europa foi apanhada de surpresa pela forma como isto foi silenciado, pior que o caso Epstein, pelo que chegou a altura de nos manifestarmos e alertarmos os que acreditam na fada do dente, no pai natal e no coelho da páscoa, e reagirmos enquanto ainda é tempo, se é que já não é demasiado tarde para a Inglaterra, a França e a Alemanha!

Atenção: antes de me chamarem nomes, continuo a ser de esquerda (social-democrata à moda de Olof Palme, costumava eu dizer) e a acreditar num multiculturalismo de inserção e integração (como aquele que ajudei a construir na Austrália durante os vários anos em que estive integrado nas estruturas do governo que o definiram), mas os partidos de esquerda europeus subverteram tudo e fizeram isto com a entrada indiscriminada de pessoas (quase todas de idade militar) sem documentação nem razão. Em 2022, quase 3,7 milhões de novas autorizações de residência terão sido emitidas nos Estados-membros da União Europeia (UE), excluindo o afluxo da Ucrânia, em comparação com 2,9 milhões em 2021 e 3 milhões em 2019. De acordo com o Eurostat, houve 875.000 novos pedidos de asilo, ainda sem requerentes ucranianos, um aumento de 52% em relação a 2021 e de 38% em relação a 2019. Se incluirmos as pessoas que adquiriram a cidadania europeia, há atualmente 38 milhões de pessoas nascidas fora da UE a viver na Europa, o que representa 8,5% da população. Depois, não se admirem da ascensão da direita.

 

A revisão em alta da população residente em Portugal pelo INE, de cerca de 10,7 milhões para 11,4 milhões de habitantes, teve um impacto significativo num dos indicadores mais utilizados para comparar o nível de desenvolvimento económico entre países: o PIB per capita. Como este indicador resulta da divisão da riqueza produzida pelo número de habitantes, uma população maior implica automaticamente um valor per capita mais baixo, caso a produção económica permaneça inalterada.

Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão demográfica, essa percentagem era de 81%. Esta alteração faz com que Portugal desça da 18.ª para a 22.ª posição entre os 27 Estados-membros da União Europeia, sendo ultrapassado pela Polónia, Estónia, Croácia e Roménia.

Apesar de a economia portuguesa ter crescido acima da média da UE em termos agregados nos últimos anos, uma parte muito significativa desse crescimento resultou da forte expansão da população residente, impulsionada sobretudo pela imigração, e não de ganhos de produtividade. O crescimento repartido entre os residentes é bem mais modesto. Os dados ilustram a importância de distinguir entre o crescimento económico e o crescimento económico por habitante. Um país pode produzir mais riqueza em termos absolutos e, ainda assim, não convergir para os níveis de prosperidade dos seus parceiros se a população crescer a um ritmo semelhante ou superior ao da economia.

Durante vários anos, o país debateu e avaliou políticas públicas com base em estimativas populacionais que se revelaram significativamente subestimadas. Indicadores fundamentais, como o PIB per capita, a produtividade por trabalhador, o rendimento disponível por habitante ou a pressão sobre os serviços públicos, foram calculados com base numa população inferior à real, o que condiciona inevitavelmente o diagnóstico da realidade. Revisões desta magnitude devem suscitar a reflexão sobre a qualidade da informação estatística disponível e sobre a necessidade de garantir que erros desta dimensão não se repitam. Mas tenham esperança, ainda há cinco países abaixo de nós que queremos ultrapassar.

Este é o resultado da política que não combate a pobreza, e sim combate os pobres; o resultado da política que ataca os trabalhadores; o resultado da política que protege os ricos e destrói os serviços públicos. A esta política chamamos, há décadas, de política de direita! Ora, da discussão sobre imigração, a grande maioria ainda não percebeu a verdadeira gravidade deste descalabro estatístico do INE. É Gravíssimo.

TODOS, mas TODOS os indicadores que usam a população residente como base estão errados. Errados há anos! O PIB per capita? Errado. Os indicadores de emprego, saúde, educação, justiça, pobreza? Todos distorcidos. A “fotografia” que vendiam do país era uma fraude estatística. Uma ilusão inflacionada por uma subcontagem colossal da população real. O INE acaba de admitir, na revisão pré-censos, que Portugal tem 11,4 milhões de residentes e não os 10,7 milhões que andavam a proclamar. Uma correção brutal, impulsionada sobretudo pela integração de dados da AIMA sobre a imigração regularizada (ainda há a irregular). Milhares de indicadores oficiais serão reescritos para trás até 2021. Não. Isto é a confissão pública de que vivíamos num delírio estatístico. Portugal não ficou de repente mais rico ou mais dinâmico: simplesmente descobriu que era mais pobre por habitante do que fingia ser. O PIB per capita desaba na comparação europeia, o país cai posições no ranking da UE. Isto não é uma mera atualização técnica. É uma vergonha nacional disfarçada de comunicado do INE.

 

Li hoje no Açoriano Oriental que os Açores lideram. Fiquei tão contente. Finalmente, as nossas preces foram ouvidas e saímos do buraco e da região mais atrasada da Europa, ou quase. A região lidera em incidência de doenças como depressão, hipertensão arterial e diabetes. Quase dois terços dos adultos açorianos sofrem de pré-obesidade ou obesidade. Há açorianos a consumir bebidas alcoólicas e drogas como se não houvesse amanhã. E por aí adiante, em vários outros indicadores, estamos em primeiro lugar. E, mais ainda, no capítulo de abandono escolar, é uma desgraça; mas, pior ainda, é a taxa de abandono de animais: ultrapassamos os dados de Portugal continental e estamos isolados.

Justiça para os que nos governam? O advogado Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto da anterior ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, no último Governo de António Costa está acusado de quase oito mil crimes. A 12 de junho, o Ministério Público deduziu acusação contra o advogado, que está em prisão preventiva desde dezembro de 2025, por suspeitas de pornografia de menores e de abusos sexuais contra crianças. O que não entendo (ou, por outro lado, até entendo bem demais) é como chegou a adjunto da ministra da Justiça! Mas como a justiça em Portugal é cega, surda e muda, leva com uma pena suspensa se prometer não reincidir.

 

Carolina Freitas Nunes é uma cara conhecida na TV: convidada regular do ‘Casa Feliz’ na SIC, mas também do Now e da TVI/CNN. transportava na sua mochila 50 munições de calibre 22 LR, muito usadas no tiro desportivo. A viajante, praticante federada de tiro e membro da equipa do Ginásio Clube Português, de 47 anos, foi detida na madrugada de domingo, dia 23, no Aeroporto Internacional I Gusti Ngurah Rai, em Bali, na Indonésia, depois de as autoridades terem detetado que transportava, na sua mochila, 50 munições. A viajante, que é praticante federada de tiro e faz parte da equipa do Ginásio Clube Português, garantiu às autoridades que não sabia que transportava esse material e explicou que as mesmas deverão ter ficado esquecidas na mochila após uma prova em Portugal. As munições estavam embrulhadas em papel branco.

Durante o interrogatório inicial, admitiu que eram suas. A psicóloga envolvida neste episódio kafkiano em Bali é uma figura conhecida dos telespetadores, muitas vezes convidada por João Baião e por Diana Chaves para dar a sua visão técnica sobre assuntos do foro psicológico no ‘Casa Feliz’, mas também surge em emissões do canal Now e em blocos informativos da TVI/CNN. A situação de Carolina Freitas Nunes continua a gerar preocupação. Depois de ter sido detida no aeroporto de Bali com 50 munições na bagagem, a psicóloga portuguesa poderá enfrentar uma das legislações mais severas do mundo. A psicóloga clínica, poderá responder pelo crime de posse ilegal de munições, uma infração que, ao abrigo da legislação indonésia, prevê penas extremamente pesadas, que podem variar entre 20 anos de prisão, perpétua ou, nos cenários mais graves previstos na lei, até a pena de morte. Neste momento, Carolina Freitas Nunes está detida e a ser investigada pelas autoridades locais, que procuram apurar a origem das munições e confirmar se a portuguesa possuía alguma licença que justificasse a sua posse.

 

UMA MÉDIUM COM 23 MILHÕES DE SEGUIDORES ESTÁ A EXORTAR AS PESSOAS A NÃO ASSISTIREM AO JOGO DO MUNDIAL DE DIA 27 EM MIAMI, AFIRMANDO QUE OS EXTRATERRESTRES ESTÃO A CHEGAR. Ela recebeu uma segunda premonição de que o Mundial de Futebol será interrompido por uma terrível invasão alienígena… «Vi tantos gritos, tanto choro, tantas lágrimas, tanto sofrimento. Estou muito aterrorizada porque é a segunda vez.» Ler mais: https://trib.al/BACVKaw. Ela não se vai sentir ridícula quando isso não acontecer? Este Mundial está prestes a tornar-se intergaláctico. Será que vão querer uma pausa para se hidratarem depois de viajarem tanto? Acalma-te, querida. Não são extraterrestres… são da Escócia. A primeira premonição, com a abdução de 700 espetadores, não aconteceu… Isto é um perigo, pois quem estiver no estádio pode passar o tempo a olhar para o céu em vez de ver o que se passa no relvado.

A médium brasileira Vó Bahiana tornou-se viral ao afirmar que uma enorme nave-mãe OVNI deverá aparecer sobre o Hard Rock Stadium, em Miami, durante o confronto entre Brasil e Escócia no Mundial, no dia 25 de junho. Ela não publicou isto apenas uma vez. Diz que sonhou com isso duas vezes. Nos seus vídeos, ela afirma que uma nave menor chega primeiro para retirar os jogadores do campo, seguida por uma nave-mãe gigante que desce e leva milhares de pessoas da multidão. Ela descreve cenas de pânico, medo e sofrimento. A sua mensagem aos seus milhões de seguidores é urgente e direta: não vão ao estádio de Miami e mantenham-se atentos. A Internet está a enlouquecer.

Memes, troça e verdadeiros crentes surgiram. Os apoiantes citam previsões passadas que acreditam ter-se concretizado. Os críticos salientam que ela alertou para um tsunami no Brasil em 2024, que nunca ocorreu. O jogo esta noite terá o estádio lotado. A previsão tinha ganho destaque nas redes sociais antes do pontapé de saída, com muitas pessoas à espera de ver se algo invulgar aconteceria de facto durante o jogo. Assim que o jogo terminou sem qualquer sinal de caos extraterrestre, as reações rapidamente se transformaram em memes, troça e descrença.

Tornou-se mais um lembrete de quão rapidamente as alegações descabidas podem espalhar-se online, especialmente quando associadas a grandes eventos globais como o Campeonato do Mundo da FIFA, em que milhões de pessoas já estão a assistir e a aguardar algo inesquecível.

 

Uma controvérsia no Japão chamou a atenção após surgirem notícias sobre um projeto de mesquita em Kawagoe, na câmara municipal de Saitama, alegadamente construída sem ter obtido todas as autorizações exigidas pela regulamentação local. Conforme as notícias, as autoridades locais afirmaram que a estrutura foi construída numa área de controlo de desenvolvimento urbano, onde a construção é geralmente restrita, a menos que sejam concedidas aprovações específicas. À medida que a questão ganhava a atenção do público, a Embaixada do Paquistão em Tóquio esclareceu que não teve qualquer envolvimento no projeto e salientou que os membros da comunidade paquistanesa devem respeitar e cumprir integralmente as leis japonesas. A embaixada afirmou ainda que não apoia projetos que violem os regulamentos locais e referiu que os seus representantes tinham participado na inauguração após terem sido informados de que todos os requisitos legais tinham sido cumpridos. O assunto suscitou um debate sobre o cumprimento da lei, a liberdade religiosa, as relações comunitárias e a importância de respeitar as leis locais, independentemente da natureza do projeto. A Suécia continua a tomar medidas para corrigir os erros do passado. O parlamento sueco aprovou a abolição da residência permanente para futuros refugiados e para certas outras categorias de imigrantes. A partir de 12 de julho, os requerentes de asilo a quem for concedida proteção na Suécia terão direito apenas a autorizações de residência temporárias. Esta decisão surge na sequência de anos de pressão sobre o sistema de migração sueco, num contexto em que o país também enfrenta um aumento da violência de gangues, de tiroteios e de crimes organizados. Pode-se tirar o homem da sua terra selvagem, mas não se pode tirar o selvagem do homem

sigam este exemplo!

o Reino Unido capital das violações mundial

 

Um migrante congolês de 14 anos esfaqueou duas vezes uma mulher francesa quando esta se recusou a despir-se durante uma tentativa de violação. Inicialmente, foi noticiado que tinha apenas 10 anos. No entanto, um exame de morfologia óssea revelou que é significativamente mais velho. A mulher corria em Saint-Brieuc quando ele lhe ordenou que se despisse e ela recusou. Ele esfaqueou-a duas vezes e fugiu. O migrante foi, entretanto, detido e confessou o crime. Foi acusado de tentativa de violação e de tentativa de homicídio. Se for julgado como menor de 14 anos, poderá ficar em prisão preventiva e enfrentar acusações penais atenuadas. O suspeito está em França há apenas um ano.

a anedota do ano: «O leite branco é racista», segundo a deputada Maxine Dexter. Ela acusou RFK Jr. de lançar uma «mensagem subliminar de supremacia branca» ao defender o leite gordo nas escolas, argumentando que a intolerância à lactose afeta de forma desproporcional as pessoas de cor e que muitas famílias não têm meios para comprar alternativas ao leite.

A proibição de cobrir o rosto na Suíça regista um dos seus primeiros casos de aplicação: o que começou por ser um passeio normal pela cidade tornou-se agora parte de um debate mais alargado sobre a lei, a identidade e a liberdade pessoal. De acordo com relatos, uma mulher tornou-se uma das primeiras pessoas a receber uma multa ao abrigo da nova proibição de cobrir o rosto na Suíça, após ter usado uma burca em público. Lei aprovada pelos eleitores suíços impõe restrições à cobertura do rosto em nível nacional e as multas podem chegar a 1 000 francos suíços. A legislação proíbe a cobertura do rosto em espaços públicos, incluindo burcas, niqabs e certas máscaras frequentemente associadas a protestos. As notícias indicam que a mulher, residente na Suíça e não turista, recusou-se a pagar a multa. O caso terá agora sido remetido ao gabinete do governador regional para que sejam adotadas medidas adicionais. A lei gerou debate tanto na Suíça como a nível internacional. Os defensores argumentam que a medida promove a interação social, a segurança pública e uma identidade cívica partilhada. Os críticos defendem que as restrições às escolhas de vestuário suscitam questões importantes sobre a liberdade pessoal, a expressão religiosa e os direitos individuais. Segurança vs. Liberdade, Integração vs. escolha pessoal, Lei vs. expressão individual: o incidente destaca como um único caso de aplicação da lei pode rapidamente tornar-se parte de um debate muito mais amplo sobre o equilíbrio entre as políticas públicas e a liberdade pessoal. Uma lei. Uma multa. E um debate que se estende muito para além das fronteiras da Suíça.

Depois de ter proibido o niqab e a burca, a Dinamarca prepara-se para proibir o adhan, a chamada à oração, tendo um ministro afirmado que algumas zonas do país correm o risco de parecerem «um subúrbio de Islamabad». Esta medida marca a terceira tentativa de impor uma proibição legal, na sequência de esforços frustrados em 2020 e 2025. Reflete a postura intransigente do país em matéria de imigração e integração sob o governo da primeira-ministra Mette Frederiksen. A tradicional chamada muçulmana à oração, transmitida cinco vezes por dia a partir das mesquitas, não tem lugar na Dinamarca, afirmou Morten Bodskov, alto responsável social-democrata que declarou à agência noticiosa Ritzau: «A chamada à oração não deve ser ouvida por cima dos telhados dinamarqueses, e ninguém deve ter dúvidas de que acabou num subúrbio de Islamabad quando anda pela Dinamarca.» Bodskov refere-se à «islamização» progressiva como uma preocupação crescente, argumentando que a prática ocupa demasiado espaço público numa sociedade secular. Algumas regiões da Dinamarca restringem as transmissões.

A Dinamarca, com uma população de cerca de seis milhões de habitantes, acolhe 270 000 muçulmanos e 100 mesquitas. O país tem vindo a aplicar políticas de imigração mais rigorosas da Europa. Durante a crise migratória de 2015, aceitou muito menos requerentes de asilo do que os seus vizinhos. Regras rigorosas relativas ao ruído em Copenhaga silenciam efetivamente os altifalantes nos minaretes, enquanto a Grande Mesquita de Copenhaga se abstém voluntariamente de fazer chamadas ao ar livre, em conformidade com um acordo local. As autoridades irão agora analisar se é possível introduzir uma proibição total a nível nacional sem violar as garantias constitucionais de liberdade religiosa.

 

Já aqui se disse como foram os cortes na cultura nos Açores este ano. Mas os cortes de vencimento são outra loiça. Há uma pequena obra-prima de marketing chamada SNS24. O nome sugere um serviço público. O atendimento é gerido pela Altice. Pelo caminho foram aparecendo denúncias de pressão constante para cumprir indicadores impossíveis de atingir, corte nas remunerações variáveis, más condições de trabalho, precariedade e, agora, dizem perder salário quando vão à casa de banho. É uma visão curiosa da saúde: o serviço existe para aconselhar os portugueses a cuidarem do corpo, desde que quem lá trabalha faça de conta que não tem um. Pense em levar a sua casa de banho de casa para o emprego e em comer enquanto trabalha. Era o que faltava, receberem enquanto aliviam a tripa da feijoada da noite anterior. Meus amigos, a produtividade e o aumento da riqueza pedem arroz, salada, banana, pouca água e nenhum café. Ou fraldas. Podem sempre usá-las e acabar com essas pausas. Depois admiram-se do Luís querer flexibilizar as leis do trabalho. Quem é que se orienta com base no PIB com esta bandalheira? Recorte do jornal roubado ao camarada Vieira Resurrected.

27 junho

Ontem, na Assembleia da República, comemoraram-se os 50 anos das Autonomias dos Açores e da Madeira. Todos os Partidos Políticos lá representados, bem como os Presidentes das Assembleias Regionais dos Açores e da Madeira ou dos Governos Regionais, rejubilaram com as Autonomias e alguns solicitaram a revisão urgente da Lei, por já estar demasiado ultrapassada. Os discursos eram quase todos iguais, mas nada acrescentaram num país em que a autonomia é um verbo de encher, o constante desrespeito da República pela nossa autonomia sofre tratos de polé, quase diariamente, com burocracias, vinganças e outra maldades. Já agora, não ficaria nada mal, que suas excelências, o Senhor Presidente da República e o Senhor Primeiro-Ministro e respetivo Governo, estivessem presentes. A revisão da Lei de Finanças regionais, o antigo subsídio de mobilidade, o mar dos Açores e a cadeia de PDL são alguns dos temas que há mais de uma década se ouvem, mas que não atam nem desatam. Autonomia tão linda no papel, mas sem valor na atualidade.

 

Infelizmente, a tragédia que afetou os venezuelanos evidencia fragilidades que nos sensibilizam e chocam a todos. Recordando o salário do selecionador nacional, num ano (4 milhões de euros), verificamos que é 80.000 vezes o salário anual de um professor na Venezuela (4 dólares por mês)… Não entendo a pobreza da Venezuela, já foi um país muito rico. Durante o século XX, a riqueza da Venezuela sofreu uma transformação radical, impulsionada pela transição de uma economia agrícola para uma economia petrolífera, atingindo o seu apogeu entre as décadas de 1950 e 1980. Este terramoto duplo desta semana não podia ter acontecido numa pior altura. Desde os 10 anos de ditadura militar, entre 1948 e 1958, até ao julgamento de Carlos Andrés Pérez por corrupção, em 1993, a política venezuelana tem sido marcada por dificuldades.

Mas, apesar destes desafios ao longo da sua história, ninguém negou o potencial económico da Venezuela. Após a descoberta do petróleo no início do século XX, o país construiu rapidamente a sua economia com base no «ouro negro» — e, ainda hoje, a Venezuela lidera o mundo em reservas comprovadas de petróleo, com 300 000 milhões de barris. Desde o início, o petróleo da Venezuela foi um fator decisivo. Em 1950, enquanto o resto do mundo lutava para recuperar da Segunda Guerra Mundial, a Venezuela tinha o quarto PIB per capita mais elevado do mundo. O país era duas vezes mais rico do que o Chile, quatro vezes mais rico do que o Japão e 12 vezes mais rico do que a China. Infelizmente para a Venezuela, esta riqueza não duraria — e a dependência excessiva do petróleo acabaria por devastar a economia de formas inesperadas. De 1950 até ao início dos anos 80, a economia registou um crescimento sustentado. Em 1982, a Venezuela continuava a ser a economia mais rica da América Latina. O país utilizou a sua vasta riqueza petrolífera para financiar programas sociais, incluindo serviços de saúde, educação, transportes e subsídios alimentares. Os trabalhadores na Venezuela estavam entre os mais bem remunerados da região.

No entanto, a partir daí as coisas deterioraram-se rapidamente. Em meados dos anos 80, o excesso de petróleo e a queda do seu preço acabaram por devastar a economia venezuelana, que não soube diversificar-se. Atualmente, a Venezuela tem uma das economias mais pobres da América Latina e, à medida que a crise atual se agrava, o FMI prevê que a situação vai piorar. Para 2022, o PIB per capita (PPC) da Venezuela será de apenas 12 210 dólares, o que representaria um enorme revés económico — a economia venezuelana ficaria ainda mais pobre. Embora as receitas do petróleo sejam tentadoras para se confiar na manutenção da ordem social, apresentam um elevado grau de imprevisibilidade.

Segundo a OPEP, o petróleo ainda representa 95% das suas exportações, o que significa que qualquer flutuação nos preços pode gerar uma grande diferença entre a imensa riqueza e a quase pobreza. Os pormenores da crise atual e da intensa hiperinflação são de todos conhecidos.

O país enfrenta uma escassez generalizada de alimentos, eletricidade e outros bens essenciais, e a violência está a aumentar em Caracas. Mais recentemente, o governo tem procurado reforçar o seu controlo sobre o poder, e a má gestão da economia provocou epidemias de fome nas ruas; uma situação desanimadora para aquele que foi um dos países mais ricos do planeta. Agora que os EUA raptaram Nicolás Maduro e dominam a sua economia (o seu petróleo).

A economia da Venezuela em 2026 apresenta uma recuperação significativa, impulsionada pela flexibilização das sanções internacionais, pelo restabelecimento das relações com os EUA e pela entrada de investimentos privados e estrangeiros, especialmente no setor petrolífero.

As projeções de crescimento variam consoante a fonte, mas todas apontam para uma expansão positiva:

CEPAL projeta um crescimento de 6,5%, colocando a Venezuela na vanguarda da América Latina.

O PNUD estima um crescimento de 7,4%, com inflação prevista de 271,6%.

Síntese Financeira e outros economistas projetam um crescimento de 10,4%, impulsionado por um aumento de 17,9% no PIB petrolífero.

O FMI apresenta uma estimativa mais conservadora de 4%.

O Banco Central da Venezuela (BCV) registou um crescimento de 2,51% no primeiro trimestre de 2026.

O setor petrolífero é o principal motor, com expectativas de produzir até 1 211 milhões de barris por dia, enquanto as finanças e o comércio também registam aumentos notáveis. No entanto, persistem desafios estruturais, como a inflação elevada, a pobreza e a necessidade de democratizar a economia e de melhorar os rendimentos salariais. Este terramoto terá um efeito desastroso na recuperação da economia.

A ONU estima os prejuízos causados por estes sismos em 6,7 mil milhões de dólares. Há ainda 50 mil desaparecidos, 1.430 mortos e mais de 3.200 feridos. O evento, em 24 de junho de 2026, envolveu dois terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5, sendo a região de La Guaira a mais devastada.

28 junho

Hoje é domingo, o dia mais esperado pela maioria dos habitantes para ir à missa ou à praia, passear ou fazer piqueniques nas orlas das estradas, onde há mesas e grelhadores. Já ontem sábado, os afortunados que já não trabalham aos sábados tiveram a mesma deceção de hoje.

O dia amanheceu fresco (15 ⁰C), enevoado ou chuvoso. É esta a sina dos trabalhadores que labutam toda a hebdómada (forma mais fina de evitar dizer “semana” duas vezes na mesma frase) e ficam fechados nos fins de semana do verão açoriano.

 

Se ontem decidiu deitar-se mais tarde na esperança de ver Portugal ganhar à Colômbia e ficar em 1º lugar do grupo no Mundial de Futebol, deve ter-se arrependido tanto quanto eu, que ainda dei graças ao guarda-redes do FCP por não termos perdido, como merecíamos. Uma sombra da equipa de ouro lusitana: só os colombianos tentaram (e mereciam) ganhar, mas o guarda-redes luso negou-lhes esse prazer e viu um golo ser-lhes anulado por milímetros, o que me deixou com dúvidas sobre favorecimento a Portugal. Claro está que a estátua do Ronaldo jogou a partida inteira, tal como nas duas anteriores, evitando que outro jogador fizesse a diferença. O episódio burlesco tem sido noticiado e ridicularizado em todo o mundo e ameaça lançar uma mácula sobre um percurso desportivo singular. Pena que ele não aceita a biologia e que saia em beleza enquanto pode, em vez de buscar mais recordes para juntar às centenas que já tem… Tempo de dizer basta. e já vai tarde para ele, para a seleção e para os colegas a quem está a impedir de brilharem, o que não desmerece a sua longa carreira cheia de sucessos.

Uma equipa cansada e sem ideias, sem fio de jogo, sem soluções, sem ataques, sem jogadas de perigo, e um treinador que parece perceber menos de futebol do que eu, que mal sei as regras. Não entendo que, com a quantidade e qualidade dos jogadores da seleção, esta pareça mais um grupo de “casados” num jogo contra solteiros. Enfim, as alegrias da seleção ao longo da vida foram poucas, em comparação com as do meu clube de simpatia. Na Colômbia, havia vários jogadores que começaram no meu clube: James Rodríguez, Luis Díaz, Quintero …

 

Numa mais ligeira, vou tentar explicar como a Inglaterra reage ao pouco sol e ao calor que lá chega. O Reino Unido deve ser o único país do planeta Terra em que o sol aparece durante três dias malditos, e todo o mundo começa a agir como se a civilização tivesse entrado oficialmente em colapso. Trinta graus. É só isso. Não são cinquenta. Não é como as pessoas fritarem ovos no pavimento no interior da Austrália. Não é o Dubai ao meio-dia. Não é uma aldeia no deserto onde as cabras usam protetor solar com fator 50. É apenas uma tarde quente britânica e, de repente, o país inteiro começa a balançar como um reformado numa boia. Os comboios param de funcionar porque, aparentemente, os carris de metal, num país que tem caminhos-de-ferro há quase duzentos anos, ainda ficam chocados com o conceito de calor. As estradas começam a derreter como se tivéssemos construído o sistema de transportes com cera de Babybel. As escolas começam a enviar mensagens dramáticas, como se as crianças estivessem em Fallujah, em vez de atravessarem um recreio com um frasco de sumo e um chapéu de sol. Os escritórios agem como se abrir uma janela fosse um procedimento de emergência. E as notícias divulgam «dicas de sobrevivência à onda de calor» como se estivéssemos a ser devorados pelo sol. É absolutamente patético.

Este país passa onze meses do ano a chorar porque está cinzento, húmido, gelado, ventoso, miserável e cheira vagamente a cão molhado. Toda a gente está deprimida. Os níveis de vitamina D estão abaixo do zero. Todos dizem: «Só preciso de um pouco de sol, meu.» Depois, o sol finalmente aparece e, em meio dia, as mesmas pessoas estão ali a dizer: «Isto é perigoso. Isto é demais. Acho que o corpo humano não foi feito para passar por isto.» Porra, Susan, estão 29 graus e tu estás num café dum centro comercial a comer batatas fritas. A comunicação social tradicional adora isto e qualquer desculpa para transformar a vida normal num aviso de perigo.

O tempo já não pode ser apenas o tempo. O verão já não pode ser apenas o verão. Tem de ser um «evento de calor extremo». Uma «preocupação de saúde pública». Um «risco de perturbação das viagens em todo o país». Uma situação do tipo «não saia de casa a menos que seja absolutamente necessário». Dizem-no com a voz de um locutor de notícias, de olhar vazio, que usaram durante a Covid, como se estivessem desesperados por pôr a máquina do medo a funcionar. Quase se consegue vê-los nos bastidores, esfregando as mãozinhas. «Ótimo, a temperatura subiu. Peguem nos gráficos vermelhos. Coloquem o mapa assustador. Façam a Grã-Bretanha parecer que está a ser cremada. Chamem um especialista com um blazer mal ajustado para dizer às pessoas que não passeiem o cão ao meio-dia.»

Perguntem se isto é o novo normal. Digam «novo normal» quatro vezes. Mencionem as pessoas vulneráveis e a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde. Mencionem a ansiedade climática. «Missão cumprida.» É sempre a mesma porcaria de sempre. Medo. Controlo. Alerta. Obediência. Repetir. E as pessoas caem porque este país foi treinado como um labrador. Assim que a televisão diz «pânico», toda a gente entra em pânico. Assim que há um alerta amarelo, as pessoas agem como se precisassem de autorização do governo para irem ao supermercado. Ficam sentadas em casa, com as cortinas fechadas, a suar num sofá, à espera de que a «BBC» diga se é seguro ir da sala de estar para a cozinha.

Entretanto, o resto do mundo continua simplesmente com a sua vida. As pessoas em Espanha levam os filhos à escola, constroem casas, jantam ao ar livre às 22h e passeiam num calor de rachar sem que o país entre em colapso. Os italianos estão lindamente vestidos a 35 graus, a beber café expresso, tudo sob controlo. Os australianos estão lá fora a fazer churrascos em temperaturas que levariam um município britânico a declarar a lei marcial. Mas a Grã-Bretanha? Vê um pouco de sol e comporta-se como se o país inteiro tivesse sido embrulhado em película aderente e deixado dentro de um Ford Fiesta. E nem me façam falar das pessoas.

Os britânicos em tempo quente são uma porra de uma experiência social. Assim que o tempo aquece, metade do país perde o sentido de dignidade. Homens que não têm absolutamente nada a ver com andar sem camisa decidem, de repente, que o público precisa ver a barriga queimada pelo sol e a tatuagem desbotada da Inglaterra. As ruas transformam-se numa aula ambulante de anatomia. Temos tipos com o corpo a parecer velas derretidas sem camisa, a segurar uma lata de Monster, com ar de quem foi pessoalmente traído pela camada de ozono.

Depois, temos o outro grupo que encara o calor como uma perseguição religiosa. «Não consigo aguentar. Não consigo dormir. Não consigo respirar. É demais.» Meu, vives num país onde o verão dura cerca de 9 minutos. Deixa de agir como se tivesses sido forçado a extrair cobalto no Congo. Bebe um pouco de água, não uses calças justas em julho e, não te sentes na marquise às 14h a perguntar porque te sentes como um frango no espeto. A parte mais engraçada é o quão mal construído está tudo para, literalmente, qualquer tipo de tempo. Demasiado frio? Os canos rebentam. Demasiado vento? As cercas desaparecem. Demasiada chuva? Cidades ficam inundadas. Um pouco de neve? O país fica paralisado. Um pouco de sol? Os comboios derretem, as estradas deformam-se.

O Wi-Fi desiste e toda a gente começa a fingir que está num filme de catástrofes. Para que raio é que estamos realmente preparados? Este país não aguenta calor, frio, chuva, vento, neve, nevoeiro, folhas nos carris, gelo na estrada, sol no céu ou uma brisa ligeiramente forte vinda de leste. Aparentemente, somos uma nação construída inteiramente para condições amenas e nubladas entre os 12 e os 17 graus, sem surpresas, sem humidade, sem brilho e sem qualquer personalidade atmosférica. É isso mesmo. É esse o sistema operativo britânico. Cinzento. Húmido. Ameno. Miserável. Qualquer coisa fora disso e toda a matriz começa a dar erros. E dá para perceber que o sistema adora o facto de toda a gente ter se tornado tão fraca. Porque as pessoas fracas são fáceis de gerir. Uma nação forte enfrenta um dia quente e adapta-se. Uma nação fraca espera instruções. Bebam água. Fiquem em casa. Cancelem os planos. Evitem viajar. Não se esforcem. Não pensem. Não questionem. Não se mexam, a menos que um especialista aprovado na televisão tenha confirmado que o vosso corpo consegue tolerar o mundo exterior.

É embaraçoso. Os nossos avós enfrentaram dificuldades sérias. Dificuldades reais. Sem ar condicionado. Sem aplicações. Sem notificações que os avisassem de que o sol estava escaldante. Ninguém lhes enviava um alerta do governo porque o céu estava brilhante. Eles simplesmente lidavam com a situação. Abriam uma janela, tomavam uma chávena de chá, queixavam-se um pouco e depois continuavam. Agora temos adultos a agir como se trinta graus fossem um ataque pessoal de Satanás. E a linguagem faz parte do feitiço. Não se limitam a dizer «calor». Dizem «calor perigoso». Não dizem «clima de verão». Dizem «condições extremas». Não dizem «tomem precauções sensatas». Dizem «evitem viagens desnecessárias». Está concebido para nos fazer sentir pequenos, frágeis e dependentes. Como se fôssemos uma galinha de criação em bateria que precisa que o Estado ajuste o termóstato. E sim, antes que algum chato apareça nos comentários com um cordão de identificação e uma ficha informativa, é óbvio que os idosos, os bebés, os animais e as pessoas genuinamente vulneráveis precisam de cuidados com o calor.

A isso chama-se bom senso. A isso chama-se um ser humano decente, não é o mesmo que transformar o país inteiro numa poça aterrorizada só porque o sol finalmente se lembrou de que a Grã-Bretanha existe. O problema não é a precaução sensata. O problema é toda a encenação que a acompanha. A pornografia do medo. Os gráficos alarmistas. As manchetes dramáticas. A necessidade desesperada de fazer com que tudo pareça uma emergência. É como se já não conseguissem deixar as pessoas viverem uma vida normal sem lhes colarem um autocolante de aviso e tentarem extrair-lhes obediência. E sabemos bem que algum duende da política, algures, está a adorar isto. «Brilhante. Está calor. Esta é uma ótima oportunidade para testar as mensagens públicas. Ver quantas pessoas mudam de comportamento após um aviso. Vamos ver com que rapidez as pessoas cancelam os planos. Vamos ver quanto medo conseguimos incutir num dia de sol. Depois, chamamos-lhe segurança.»

É isso que se sente agora. Cada inconveniente transforma-se numa experiência comportamental. Cada padrão meteorológico torna-se um mecanismo de controlo. Cada estação normal é transformada numa lição. Não nos é permitido simplesmente desfrutar do sol. Temos de nos sentir culpados por isso. Preocupados com isso. Controlados por isso. Monitorizados através disso. Senta-te no jardim durante dez minutos e toda a máquina mediática age como se te tivesses juntado a um culto da morte. E depois há a clássica hipocrisia britânica.

As mesmas pessoas que voam para Tenerife e ficam deitadas numa espreguiçadeira de plástico durante oito horas, transformando-se em torresmo, de repente voltam para casa e agem como se estivessem traumatizadas quando estão 28 graus em Essex. Pagam alegremente duas mil libras para se cozerem junto à piscina de um hotel, com uma caneca de cerveja morna e uma omelete do buffet, mas, assim que o mesmo sol atinge o seu pátio, estão no Facebook a publicar: «Por favor, vão ver como estão os vossos vizinhos, este calor não é brincadeira.» Vai-te lixar, Linda. Na semana passada, estavas deitada em Lanzarote, com o ar de um presunto glaceado, e chamavas a isso «cuidar de ti».

Na maioria das vezes, nem sequer é o calor. É o facto de a Grã-Bretanha estar tão mal preparada para tudo, porque tudo é mal feito, excessivamente regulamentado, mal construído, demasiado caro e gerido por pessoas que não conseguiriam organizar a sombra numa fábrica de guarda-sóis. As casas são construídas como fornos de cartão húmido. Os transportes públicos entram em colapso se uma nuvem olhar para eles de forma estranha. As lojas ficam sem ventiladores depois de um fim de semana quente, como se o verão fosse um conceito totalmente novo que ninguém poderia ter previsto. E depois a solução é sempre a mesma. Não consertar as infraestruturas. Não construir como deve ser. Não planear como deve ser. Apenas dizer ao público que fique em casa e que tenha medo. É isso a Grã-Bretanha moderna, em poucas palavras.

Não conseguem consertar as estradas; por isso, reduzem o limite de velocidade.

Não conseguem consertar os comboios, por isso dizem às pessoas que não viajem.

Não se consegue consertar o Serviço Nacional de Saúde (NHS), por isso dizem às pessoas para não ficarem doentes.

Não se consegue consertar a economia; por isso, dizem às pessoas que gerem melhor o orçamento.

Não se consegue lidar com o verão; por isso, dizem a toda a gente que o sol é agora uma potência estrangeira hostil.

É uma farsa. E o melhor de tudo é que, quando voltar a chover, toda a gente vai começar a queixar-se de que o verão acabou. Sabem que isso vai acontecer. Três dias de sol, e é o caos nacional. Depois, uma manhã nublada e, de repente, é: «Típico do tempo britânico, para onde foi o verão?» Não há como ganhar neste lugar. A Grã-Bretanha quer sol, em teoria, mas só se ele chegar educadamente, se mantiver a temperatura entre 21 e 23 graus, se houver uma brisa leve, se não afetar as linhas ferroviárias, se não fizer ninguém suar, se não exigir protetor solar fator 30 e, educadamente, se mandar embora à hora de dormir. Não somos um país a sério. Somos uma ilha pequena e húmida com um vício em medo, uma infraestrutura a desmoronar-se, uma classe mediática que fica sexualmente excitada com mapas de alerta e uma população que foi treinada para tratar um ligeiro desconforto como um trauma nacional. E desculpem, mas isto é engraçado. É sombrio, mas é engraçado. Porque, algures no mundo, alguém está a acordar com o calor a sério, a caminhar milhas, a trabalhar ao ar livre, a alimentar a família, a viver a vida, a seguir em frente. E aqui estamos nós, a agir como se a esplanada em junho fosse as portas do inferno. O sol apareceu e o país cagou-se todo.

Essa é a manchete. Não «Grã-Bretanha enfrenta fenómeno meteorológico extremo». Não é «Reino Unido aconselhado a ficar em casa». Não é «Especialistas apelam à cautela à medida que as temperaturas disparam». Digam as coisas como elas são. A Grã-Bretanha ficou um pouco quente e enlouqueceu por completo. Fonte: Anónimo

Escândalo de plágio ministerial: Artur Arêde【A CAUSA DAS COISAS】A ARTE DO SER SEM O SER, OU O MÉRITO QUE É DEMÉRITO, GENTE “RASCA” È OUTRA COISA!!!

«Ana Paula Martins copiou e traduziu partes da estrutura do programa de um curso de uma universidade inglesa, sem mencionar tratar-se de uma transcrição desse mesmo curso, para o relatório de licença sabática da Universidade de Lisboa – entregue a 29 de dezembro de 2023.

A atual ministra da Saúde apresentou, nesse relatório, uma proposta de programa de formação avançada que o conselho científico da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, segundo as atas às quais o “Público” teve acesso, considerou ser uma “transposição de um programa pedagógico já existente numa universidade inglesa”.

Durante a licença sabática de Ana Paula Martins, entre dezembro de 2020 e dezembro de 2021, um dos objetivos a que a então professora se propôs foi a “apresentação de um plano curricular estratégico para a concretização do programa de formação avançada em Farmacoepidemiologia”, conforme se lê no relatório [da sua] licença sabática.

Ao longo de quase três páginas, detalhou sucintamente o esqueleto deste Programa de Formação Avançada em Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância, no curso com o mesmo nome que Ana Paula Martins frequentou entre 2020 e 2022 na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (Reino Unido) – e do qual copiou parte da estrutura no relatório de licença sabática. https://www.lshtm.ac.uk/…/introduction…

A frequência deste curso é mencionada na introdução ao programa, mas, quando é desenvolvida a estrutura e os objetivos do programa de formação avançada proposto, Ana Paula Martins não refere qualquer tradução, transcrição ou inspiração no curso de Londres.

A estrutura-base é igual, dividida em quatro módulos com o mesmo nome: Introdução à Farmacoepidemiologia / Farmacoepidemiologia Básica (Introduction to Pharmacoepidemiology, no curso em inglês); Introdução à Farmacovigilância (Introduction to Pharmacovigilance); Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância intermédia (Intermediate Pharmacoepidemiology and Pharmacovigilance); e Evidência em Mundo Real em Farmacoepidemiologia (Real-World Evidence in Pharmacoepidemiology). https://pharmuni.com/…/9/introduction-to-pharmacovigilance.

Os objetivos do programa de formação avançada são traduzidos a partir dos objetivos do programa da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, que Ana Paula Martins frequentou. A diferença mais saliente é que, dos quatro objetivos do curso de inglês, apenas três constam na proposta portuguesa – mas todos estão transcritos quase por completo. https://biomelbourne.org/an-introduction-to…/

Por exemplo, o objetivo inglês “be familiar with and compare fundamental statistical, economic and epidemiological concepts and methods” tornou-se o objetivo português “familiarizar-se com os conceitos e métodos fundamentais da estatística, economia e epidemiologia do medicamento”. (…) » https://www.publico.pt/…/ana-paula-martins-copiou… Para cúmulo dos cúmulos, porque nestas bandas “uma mão lava a outra”, as falcatruas e a corrupção, aliadas à falta de responsabilidade e de gente séria, são mais do que muitas, a Faculdade de Farmácia identificou “inconformidades”, mas aprovou o relatório. Gente séria é outra loiça (foi deste partido no governo mas nos outros é igual).

 

Horrível! Um homem de 34 anos, nascido na Somália, foi detido sob suspeita de tentativa de homicídio após um carro atropelar vários peões em Londres.

 

A Polícia Metropolitana descobriu 4 000 casos potenciais de gangues de aliciamento, e Sadiq Khan (Mayor of London) enfrenta novas críticas relativamente às suas declarações sobre Londres. As conclusões, reveladas pela primeira vez pelo The Telegraph, surgem depois de a Scotland Yard ter analisado cerca de 12 000 denúncias de alegada exploração sexual de menores que remontam a 2010. Aproximadamente um em cada três casos está agora assinalado para uma eventual nova investigação, depois de a polícia ou o Ministério Público ter decidido anteriormente não lhes dar seguimento. Sir Sadiq tinha insistido que não havia «nenhuma indicação» de que gangues de aliciamento operassem na capital.

 

O homem que agrediu sexualmente uma mulher numa cama de hospital em Dublin estava na Irlanda há apenas 48 horas. (Irish Daily Mirror)

 

Dois cidadãos sírios, Ahmed A., de 41 anos, e Saad A., de 34 anos, foram condenados a cinco anos de prisão cada um pelo estupro coletivo de uma mulher de 27 anos, que estava inconsciente em Düsseldorf, na Alemanha. A mulher ficou inconsciente durante uma festa e foi arrastada até um carro estacionado, onde foi agredida sexualmente no capô do veículo. Os dois homens foram acusados de a terem agredido à vez, enquanto um terceiro suspeito envolvido na agressão continua a monte. Durante o julgamento, Saad A. disse ao tribunal que tinha «vergonha» de ter uma intérprete mulher. Uma juíza condenou ambos os homens e aplicou-lhes penas de prisão de cinco anos.

 

Três requerentes de asilo do Afeganistão foram considerados culpados na sequência de uma investigação sobre o aliciamento e o abuso sexual de uma menina vulnerável em Hull. Os agentes responderam rapidamente a estas preocupações e deram início a uma investigação, identificando que Hamdadd, Naseri e Akakhail estavam envolvidos na exploração de uma rapariga de 16 anos. A vítima conheceu Hamdadd por acaso, quando ambos eram clientes numa loja em Hull. Na sequência deste encontro, Hamdadd utilizou táticas calculadas para construir uma relação baseada na confiança e no controlo. Os presentes foram utilizados para criar um forte sentimento de obrigação, permitindo-lhe isolar a vítima e visá-la para exploração sexual, bem como apresentá-la aos demais homens envolvidos. Os três homens visaram a vítima, preparando-a para ganhar a sua confiança antes de a explorarem e submeterem a abusos sexuais repetidos em vários locais de Hull. Durante o julgamento, foram apresentadas aos jurados provas exaustivas, incluindo depoimentos de testemunhas, imagens de videovigilância e dados de comunicações. Os homens foram considerados culpados por um júri unânime das acusações que lhes foram imputadas, após um julgamento de 18 dias.

 

Mãe de britânica assassinada por imigrante do Sudão diz que a polícia lhe pediu para moderar os comentários, com medo de potenciar o movimento anti-imigração. Quando é que a classe política deste sistema admita que falhou? Enquanto se preocupam em controlar as palavras de quem perdeu uma filha, continuam a recusar enfrentar as consequências de uma imigração sem controlo. A primeira obrigação de um Estado é proteger o seu povo. A Europa precisa recuperar as fronteiras, a autoridade e a segurança. Antes que todas as nossas famílias sejam destruídas

 

Entretanto em Portugal um homem foi preso por cantar o hino Português numa manifestação de islâmicos radicais.

 

Pior vai a educação…à deriva e ninguém se indigna? 350 mil exames realizados. Nenhum classificado. Os prazos a apertar. E o país em silêncio. O que se passou com os exames nacionais deveria ser um escândalo nacional. Uma plataforma digital estreada sem testes reais colapsou no primeiro dia. O Ministério ficou calado por dois dias. Quando falou, não disse nada: “dificuldades técnicas”, sem explicar quais, por quem estavam a ser resolvidas, nem quando. Entretanto, foi-se descobrindo o resto: professores convocados para escolas onde já não lecionam há anos, docentes aposentados convocados como se estivessem no ativo, professores de uma disciplina chamados a classificar exames de outra, diferente, e até uma professora que já faleceu, convocada para classificar. Uma base de dados desatualizada para gerir o futuro académico de dezenas de milhares de jovens. Onde estamos todos? A ver o mundial, ouvir fado ou à espera que nossa senhora de Fátima resolva!

O AÇORIANO ORIENTAL hoje dava conta da criminalidade nos Açores: A taxa na Região Autónoma dos Açores fixou-se em 35,7 crimes por mil habitantes em 2025, representando uma diminuição face aos 39,3 crimes por mil habitantes (‰) registados em 2024, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com base na informação fornecida pela Direção-Geral da Política de Justiça.

O maior valor anual registado na Região foi em 2008, com 45,3‰. A redução da criminalidade verificou-se em várias tipologias de crime, sobretudo nos crimes contra o património, que passaram de 16,6 para 13,6 ocorrências por mil habitantes, e nos crimes contra a integridade física, cuja taxa desceu de 9,3 para 8,6 por mil habitantes. Também os furtos e roubos por esticão e na via pública registaram uma diminuição, passando de 0,4 para 0,2 ocorrências por mil habitantes. No entanto, alguns indicadores apresentaram agravamento.

Os crimes de furto de veículo e de furto em veículo motorizado aumentaram de 2,5 para 2,6 por mil habitantes, enquanto os crimes de condução sob o efeito do álcool passaram de 2,1 para 2,3 por mil habitantes. A condução sem habilitação legal também registou uma subida, passando de 1,3 para 1,5 ocorrências por mil habitantes.

Face à média nacional, os Açores apresentam uma taxa de criminalidade 3,7‰ superior em 2025. Ainda assim, a diferença diminuiu significativamente em relação a 2024, quando se situava em 8,1‰. Seis municípios da Região registaram uma taxa de criminalidade por mil habitantes acima da média nacional: Santa Cruz das Flores (64,6‰); Ribeira Grande (47,5‰);Ponta Delgada (43,8‰); Lagoa (43,4‰); Madalena (36,8‰); e Povoação (33,9‰). Em 2024, havia sete concelhos. Ou seja, Angra do Heroísmo e Santa Cruz da Graciosa ficaram de fora do grupo de concelhos açorianos com taxa de criminalidade por mil habitantes acima da média nacional, enquanto a Povoação ingressou nesse grupo.

664. as violações que nos esconderam 28 jun. 2026

O relatório negro da imigração: um estudo que confirma o que se sabia: são numerosos os imigrantes que partilham um ódio antieuropeu e atacam ativamente os povos que os acolheram. Concluída a primeira fase do inquérito aos gangues de violadores no Reino Unido, houve diversas revelações que mostram um lado nunca visto da imigração e o que o futuro nos reserva se a Europa continuar neste caminho. O Relatório Casey de 2025 já afirmava a existência de “um número desproporcionado de homens de «origens étnicas asiáticas»” na exploração sexual de crianças em grupo. Este inquérito veio provar a existência de uma perseguição sistemática, racial e religiosa, contra raparigas brancas por parte de muçulmanos de origem paquistanesa. No mínimo 250.000 jovens britânicas foram submetidas a violações repetidas, conversão forçada ao islamismo, entre outros abusos, por parte destas gangues, e a grande maioria dos envolvidos não foi condenada.

Cerca de 87% dos condenados por exploração sexual de menores em grupo são muçulmanos de origem estrangeira, e o Dr. Taj Hargey, imã da Oxford Islamic Congregation, alega que essa proporção pode chegar a 95%. Convido-os a lerem o relatório na íntegra, disponível em português no sítio web “Nunca te Cales”, para compreenderem a verdadeira gravidade da situação.

A realidade é que este relatório, que sofreu várias tentativas de boicote por parte do poder político, veio demonstrar o que já há muito se sabia e que era frequentemente silenciado por acusações de intolerância: há inúmeros imigrantes que partilham um ódio antieuropeu e atacam ativamente os povos que os acolheram. Atendendo aos factos, a Europa precisa de reconhecer a incapacidade de coexistir com todos os tipos de identidades externas e de estabelecer critérios de migração mais rigorosos, centrados nas necessidades migratórias e na compatibilidade dos imigrantes com a civilização europeia. Além disso, não podemos ignorar que existem comunidades antieuropeias no continente, pelo que não basta uma política de imigração mais rígida; é igualmente necessária uma estratégia de remigração. Posto isto, conclui-se que o relatório confirma suspeitas há muito levantadas e constantemente silenciadas pelo poder político, que mostram a existência de uma política migratória que ameaça o bem-estar europeu, ao permitir a entrada de forças racial e religiosamente motivadas contra nós, on que exige ação urgente.

Keir Starmer ficará para a história da Grã-Bretanha não apenas como o mais impopular entre os primeiros-ministros da era pós-Brexit, mas também como o governante cúmplice de uma tragédia sem precedentes, envolvendo gangues que violam meninas espalhadas pelo território. A sua demissão surge semanas depois de o Governo ter finalmente permitido a divulgação de um inquérito nacional sob a responsabilidade da baronesa Louise Casey. A baronesa não é uma novata nestes temas, foi diretora-geral de Justiça Criminal do Ministério do Interior entre 2001 e 2003, comissária para as Vítimas em Inglaterra e País de Gales entre 2010 e 2012 e responsável por relatórios sobre comportamentos antissociais e habitação social. Ao longo de duas décadas, construiu a reputação de funcionária pública que entra onde o Estado falha.

Onde estavam os jornalistas, onde estavam as feministas do movimento #MeToo, onde estavam todos os que defendem as crianças. O assédio sexual acontece diariamente nas escolas, nas universidades, na rua, perto ou longe de casa, nos transportes e no trabalho, podendo ser extremamente perturbador na vida quotidiana das mulheres, para além de minar e ameaçar a igualdade entre mulheres e homens e na última década mais de 250 mil jovens foram violadas e sujeitas a “grooming”. A preparação (“grooming”) é o processo deliberado por meio do qual um agressor cria uma relação de confiança e uma ligação emocional com uma criança, um jovem ou um adulto vulnerável, para manipulá-los, explorá-los ou abusá-los. Trata-se de um padrão gradual de controlo coercivo, e não de um evento isolado, que muitas vezes começa com uma amizade, uma relação de mentoria ou atos de bondade e evolui para a manipulação e o isolamento.

Os principais objetivos do «grooming» são reduzir as inibições da vítima, obter acesso a ela e estabelecer sigilo para evitar a deteção. Os agressores frequentemente visam indivíduos vulneráveis, explorando desequilíbrios de poder relacionados com a idade, a autoridade ou a dependência, e podem também aliciar membros da família ou figuras da comunidade para facilitar o acesso e manter uma reputação positiva.

A sedução pode ocorrer presencialmente ou online e não se limita ao abuso sexual; também é utilizada para exploração criminosa, tráfico ou radicalização. As táticas comuns incluem oferecer presentes, dar atenção excessiva, isolar a vítima da sua rede de apoio e, gradualmente, ultrapassar os limites físicos ou emocionais até que o abuso ocorra. O «grooming» é o ato deliberado de criar uma relação de confiança com uma criança, um adolescente ou um adulto em situação de risco (como, por exemplo, um adulto com deficiência cognitiva), para explorar sexualmente essa pessoa. O «grooming» começa normalmente com uma amizade, uma relação de mentoria ou atos de bondade que, gradualmente, se transformam em manipulação, controlo e abuso ou agressão sexual. Algumas vítimas adolescentes relatam que o processo de «grooming» lhes parecia semelhante ao de se apaixonar. Abre numa nova página

O «grooming» é um processo, não um acontecimento pontual. É perpetrado ao longo de muitas semanas, meses ou anos e, normalmente, estende-se à família e à comunidade da vítima. Os agressores utilizam o «grooming» para criar as suas «condições ideais» para perpetrar o abuso sexual, conquistando, nomeadamente, a confiança de qualquer pessoa que interfira nos crimes que pretendem cometer.

A sedução é uma forma de controlo coercivo, um padrão de comportamento controlador, prevalente tanto na violência doméstica como na violência sexual. No entanto, o termo «controlo coercivo» é mais frequentemente aplicado a vítimas adultas. Talvez esteja mais familiarizado com o termo informal «bombardeamento de amor», que também pode referir-se a certos comportamentos de sedução ou de caráter coercivo.

 

Tráfico de crianças na plataforma Vinted? Anúncios de brinquedos com preços invulgarmente elevados e referências a idades, alturas ou tamanhos de criança levaram as autoridades francesas a abrir uma investigação. A Vinted afirma não ter encontrado provas de ligação ao tráfico de crianças. A França abriu uma investigação após utilizadores das redes sociais terem dado o alerta para anúncios invulgares na aplicação de revenda em segunda mão Vinted, que suspeitam poderem estar ligados ao tráfico de crianças. O Ministério Público de Nanterre, a oeste de Paris, confirmou à AFP, na noite desta sexta-feira, que foi aberta uma investigação preliminar. Utilizadores da Internet denunciaram anúncios na plataforma que consideraram suspeitos por oferecerem brinquedos ou artigos aparentemente de baixo valor a preços astronómicos, incluindo idades e tamanhos que poderiam corresponder aos de crianças pequenas. Muitos dos anúncios apresentavam preços na ordem dos milhares de euros, acompanhados de descrições que mencionavam idades, alturas ou tamanhos de roupa de crianças.

O caso ganhou força nas redes sociais, em particular no TikTok. “Vejam isto: supostamente, uma figura do Harry Potter à venda por 30 mil euros”, disse um criador de conteúdos num vídeo que soma mais de 112.000 gostos desde meados de junho. Para o autor do vídeo, “o preço levanta muitas questões, tal como os detalhes… uma altura de 1,58 metros, 13 anos”, que, na sua opinião, apontam para “um sistema de códigos ligado a uma atividade de tráfico de crianças”. A Alta Comissária para a Infância de França, Sarah El Hairy, disse na terça-feira que comunicara “a existência de contas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de crianças na Vinted”. O Ministério Público não especificou se alguma destas denúncias se revelou fundada.

 

E dos EUA vem a anedota do ano: «O leite branco é racista», segundo a deputada Maxine Dexter da Câmara dos Representantes. Ela acusou RFK Jr. de lançar uma «mensagem subliminar de supremacia branca» ao defender o leite gordo nas escolas, argumentando que a intolerância à lactose afeta de forma desproporcional as pessoas de cor e que muitas famílias não têm meios para comprar alternativas ao leite.

Supremacistas brancos tomando leite

29 junho

Acabou o fim de semana e voltaram o sol e o calor, hoje já se trabalha e não se pode ir à praia. Triste sina a dos trabalhadores da ilha

 

Passou o fim de semana para o qual o João tinha bilhete de voo e contava com ele e com a Carolina (no mês passado não havia voos por causa do nevoeiro e adiou para o fim de junho), mas, como amou por lhe ter dito para dar os parabéns à irmã, Bebé, não apareceram, nem responderam às minhas mensagens, nem agradeceram a pequena lembrança que enviei. Se vieram aqui não ficaram. Não interfiro nem insisto; tento, como sempre, o entendimento global, mas, neste caso, tão cedo não ocorrerá. Paciência é o que se precisa e com o avanço da idade já tenho pouca, cada vez menos. Não me amofino, mais tarde ou mais cedo, esteja eu vivo ou não, espera-se que ele caia em si e dê conta do erro em que está a lavrar. Já aprendi a não me chatear nem preocupar, pois o único prejudicado sou eu. Claro que me custa e me magoa, mas ele é que sabe até que ponto lhe dá gozo magoar-me, ou então cego como está (só ele é que é a vítima) só ele é que sofre e não me está a fazer nada que eu não mereça. Vou mandar desfazer a cama na falsa, em vez de ficar a roupa de cama a apanhar humidade. Adiante ainda tenho a Bebé.

 

Premonições: ainda ninguém imaginava a Covid e outras invenções controladoras dos donos do mundo. Em 14.9.2014 escrevi: “Sinto-me encurralado num mundo a que apenas pertenço de corpo, mas a alma, que estava na Austrália, agora tem coração nos Açores, e dificuldades em estabelecer-se autonomamente quando todos os edifícios em que assentei a vida ruem, como em Gaza ruíram bairros completos sob a fúria vingativa israelita. Tenho a vontade enorme de resistir a este mundo de medo que os jornais e as televisões impõem a todos, por meio de mensagens diretas ou subliminares, mas sinto que já não tenho a vitalidade, nem física, nem anímica, de outras eras para resistir. Sinto-me naufragado em doca seca, astronauta à deriva e à espera do fim do oxigénio; sinto-me condenado à morte, à espera da data da execução. Preocupa-me, pois tudo o que escrevo é sentido e intelectualmente honesto, mas ninguém liga a isso, numa era em que todos escrevem como os políticos, para o efeito momentâneo de um rápido esquecimento. Já não tenho nem um só grande livro para escrever, e os que escrevi não tiveram muitos leitores. Nada tenho de importante para inventar; inventei tudo o que pude e quase ninguém deu conta.”

Maria do Rosário largou a academia para se estrear na política e, no PSD, espera-se que a filha Inês, focada na na advocacia e com um pé no partido, tenha um papel maior no futuro. António Ramalho, o ex-CEO do Novo Banco, saiu da gestão executiva, mas está em muitos sítios. Breve retrato de uma família na roda do poder.

A bruxa que não presta: SEJAMOS CLAROS ISTO LEVAMOS AO TEMPO DO “BOTAS”. – O nome dela é Maria do Rosário Palma Ramalho. É, com uma ironia que roça o sadismo, Ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social. Mas “solidariedade” com quem…??? vamos aos factos, porque a realidade não precisa de adjetivos para ser mais do que escandalosa…! segundo a declaração entregue no Tribunal Constitucional, a mulher que decide o valor do teu salário e as horas do teu descanso acumula um património superior a 5,3 milhões de euros. leste bem.. cinco , três milhões. Ela não é apenas uma académica. Ela é elite financeira personificada..!!! A teia familiar explica a quem ela deve lealdade. O marido é António Ramalho. Soa-te familiar? É o EX-CEO do Novo Banco, o homem que geriu a instituição enquanto nós, contribuintes, injetávamos lá milhares de milhões. Onde está o marido dela agora? É o Chairman da Lusoponte. Percebem o ciclo? “O marido gere as pontes, onde tu pagas a portagem para ir trabalhar.” “A mulher gere as leis que permitem que tu sejas explorado quando chegas ao trabalho.” O dinheiro sai do teu bolso e do teu tempo. fica tudo na casa deles. não pensem que o controlo se fica pelos bancos e pelas portagens, pois a teia fecha-se sobre si mesma. enquanto a mãe dita as regras de como o teu trabalho deve ser flexível, a filha, Inês Palma Ramalho, senta-se na cúpula do PSD como vice-presidente do partido que sustenta o governo, selando o dinheiro, o governo e o partido numa santíssima trindade do poder. com um ecossistema natural de administrações bancárias e partidárias, como pode alguém que acumula mais de 5 milhões de euros legislar sobre o salário mínimo do povo trabalhador…??? Passou a vida inteira nos corredores seletos e asséticos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e nas presidências de associações de “elite”, trancada numa torre de marfim, a escrever os manuais que ensinam como a lei pode “servir o patrão.” Que saberá a ministra do que as pessoas passam com pensões e salários mínimos de miséria? Pensa nisto, ?

 

Incongruências deste país:

 

O Unicórnio no campo · A pila, a paixão e a cadeira de baloiço

 

Gabriele Vaccaro, de 25 anos, e os amigos compraram umas pizas quando um grupo de estrangeiros os cercou, alegadamente com a intenção de os roubar. Os jovens italianos reagiram e, durante o confronto, um imigrante egípcio esfaqueou Gabriele no pescoço com uma chave de fendas, o que o matou. No quarto do imigrante, pago com o dinheiro dos contribuintes italianos, a polícia encontrou facas e cocaína.

 

Timir Ahmed Mohamed, um cidadão britânico nascido na Somália, foi acusado de cinco crimes de tentativa de HOMICÍDIO depois de ter atropelado uma multidão com o seu carro, segundo o jornal The Telegraph. Por que é que deixamos pessoas destas entrarem no Reino Unido?

 

O Islão tem um problema com os homossexuais, os judeus, os sikhs, os cristãos, os budistas, os hindus, as mulheres, os não-muçulmanos, os ateus, os apóstatas, a cerveja, o vinho, o bacon e os cães, mas se eu tiver um problema com o Islão, sou eu que sou intolerante e islamófobo?

 

«O Islão não será mais implantado no mundo dos infiéis pela força das armas, mas pelo ventre das nossas mulheres.»

Uma amiga contou-me — sem eu lhe perguntar, porque não tenho o hábito de requisitar relatórios sobre a vida alheia — que um casal que conhecemos, junto há quase trinta anos, se separou. Ele, o alecrim dourado, encontrou uma paixão vinte anos mais nova. Ora, eu, fervorosa defensora do amor verdadeiro e leitora militante de romances capazes de levar uma pessoa a ponderar sobre lançar-se ao mar, pensei logo: “Que lindo. Depois de trinta anos e três filhos, encontrou finalmente o verdadeiro amor. Que Deus lhe dê uma saudinha da boa.” Mentira.

O que pensei foi: “Mais um que, após dar largas à troca de fluidos, descobrirá que a paixão tem prazo de validade e que, afinal, não era destino, nem a cachopa, a alma gémea, nem o universo a conspirar em seu favor. Era só a crise de meia-idade dele, necessidade de validação e uma pila no comando. Depois fica sozinho, a lamber as feridas, enquanto envelhece numa cadeira de baloiço, no quintal, a olhar para uma vida que trocou por uma coisa que, provavelmente, durou menos do que uma fístula anal.”

Isto foi o que pensei. Se não gostarem do que pensei, rolem a página e avancem. Há conteúdos sobre gratidão, marmitas saudáveis e frases de Paulo Coelho mais abaixo. Agora, é neste parágrafo que os homens que seguem esta página me vão apresentar exemplos de relações longas em que eram profundamente infelizes e encontraram, mais tarde, um amor luminoso, puro e definitivo: uma princesa da Disney que surgiu montada no “vai, vai, vai no cavalinho”, e dirão que rejuvenesceram décadas graças àquela relação profunda e verdadeira.

Acredito que sim. Acredito que existem histórias belíssimas e recomeços que salvam pessoas de vidas desgraçadas e que há quem passe décadas numa relação infeliz e encontre alguém com quem volta a reconhecer-se. Nunca conheci ninguém, mas admito, por generosidade intelectual, que isso aconteça. O que também acredito é que muitas destas saídas do lar não nascem da coragem de procurar o amor verdadeiro, mas do impulso de fugir à idade, à rotina, ao espelho e à consciência cada vez mais nítida da velhice. Há homens — e mulheres, já lá vamos — que não procuram propriamente outra pessoa, só a versão de si próprios que imaginam existir aos olhos dela.

Ponto. Essa versão costuma ter menos rugas, mais cabelo e uma libido de coelho. Não tenho aqui uma tabela do Instituto Nacional de Estatística, nem gráficos de barras sobre a percentagem de pessoas que confundem paixão com ressurreição pessoal, mas, segundo a estatística rigorosíssima que vi na borra do café da minha chávena de pequeno-almoço, isto rondará os 80%. Depois, claro, aparecerá alguém nos comentários a explicar-me que as mulheres também saem de casa por homens mais novos e que discrimino o género masculino.

Saem. Evidentemente saem. As mulheres não são criaturas moralmente superiores, feitas de luz, chá de camomila, gratiluz e alfazema, pois também se cansam dos maridos, desejam, também fogem e também fazem escolhas desastrosas em nome de uma sensação que parece eterna às duas da manhã, mas que perde o brilho numa terça-feira, às três e quarenta da tarde, três meses depois. Esta é, suponho, a parte em que eu deveria escrever que cada história é única, que ninguém sabe o que se passa numa relação e que o amor tem caminhos misteriosos e essas coisinhas todas maravilhosas. E é verdade.

Até certo ponto, mas não vou recitar a cartilha de frases do Instagram só para garantir que ninguém se sinta visado ou ofendido. Quando soube desta história, fiquei triste. Não surpreendida — porque o ser humano é feito de coisas muito bonitas e muito feias, reveladas devagar, fiquei triste pela incerteza, pela consciência de que nunca conhecemos verdadeiramente ninguém em pleno. Vivemos com pessoas durante décadas, dividimos camas, contas, sanitas, bidés e, nalguns casos, até o vírus do HPV, e ainda assim há partes delas que permanecem fechadas.

Quanto à senhora que ficou sem o alecrim dourado, pense que ainda tem boas décadas pela frente sem carregar um encosto. Espero que tenham gostado desta literatura dominical de serviço público. A vossa, Ana

 

Os reformados, que nunca sabem a quantas andam, dão com o nariz na porta com frequência. Afinal, o feriado de São Pedro é celebrado fora da Ribeira Grande. Fui agora aos CTT na Junta de Freguesia da Maia e constatei que estavam fechados; aliás, quer aqui na Lomba, quer na Maia, estava tudo fechado, menos o Posto de Saúde aqui da Lomba. A nossa governanta, a quem perguntei na 5.ª feira passada, dizia-me que não. Perguntei porque ela e a maioria respeita os dias santos; os outros feriados, não. Ia enviar uma encomenda para a Bé (tinha cá mais 2 toalhas como as que lhe mandei nos anos que eram para os anos do João; como não veio neste fim de semana, seguem para as netas, com o meu velho iPhone para a Leonor, que desde miúda adora iPhone).

Nesta época de crise, novos cortes são essenciais:

 

Taleb al-Abdulmohsen, um refugiado saudita de 51 anos e psiquiatra a quem foi concedido asilo na Alemanha em 2006, foi condenado a prisão perpétua por ter atropelado pessoas no mercado de natal de Magdeburgo, a 20 de dezembro de 2024. O ataque foi planeado ao longo de várias semanas e durou pouco mais de um minuto, matou seis pessoas, incluindo cinco mulheres com idades compreendidas entre os 45 e os 75 anos, um rapaz de 9 anos, e feriu mais de 300 pessoas. Durante o julgamento, admitiu ter entrado de carro no mercado, mas negou ter atropelado deliberadamente as pessoas. Os procuradores afirmaram que agiu sozinho e associaram o ataque a queixas pessoais.

 

Dezenas de raparigas britânicas foram vítimas de tráfico para o Médio Oriente e forçadas a casamentos islâmicos após terem sido sujeitas a exploração sexual organizada, revela o relatório do inquérito sobre o grupo de aliciamento. Algumas vítimas foram levadas para o estrangeiro para manter o controlo sobre elas, impedir que revelassem o que se passava e continuar os abusos. Testemunhos citados no relatório revelam que também houve tentativas de enviar algumas vítimas para o Paquistão, incluindo a Caxemira. Algumas raparigas foram pressionadas a converter-se a outra religião e a contrair casamentos utilizados para legitimar gravidezes resultantes de abusos.

 

As autoridades italianas lançaram uma caça nacional para localizar Shahadat Hossain, cidadão do Bangladeche de 43 anos, suspeito de ter assassinado uma família do mesmo país com um cutelo de carne, em Roma. As vítimas, um casal e a sua filha de 8 anos, foram mortas na zona de Casalotti, enquanto o filho de 20 anos sobreviveu, apesar de ter sofrido uma fratura no crânio e um hematoma cerebral. Foi submetido a uma neurocirurgia de emergência no Hospital Gemelli e permanece nos cuidados intensivos, consciente, porém em estado crítico. A polícia revista estações ferroviárias, aeroportos, terminais rodoviários, postos fronteiriços e edifícios abandonados, após o telemóvel de Hossain ter registado o seu último sinal de localização perto de Casalotti. O Ministério Público abriu um inquérito por homicídio e tentativa de homicídio.

Muçulmanos apelam à introdução da lei sharia na Irlanda. Atenção ao alerta de Jessica Browne: “Eh, nem pensar nisso, só por cima do meu cadáver é que isto vai acontecer; o tempo da paz acabou, não participo mais em protestos pacíficos; o que acontece diariamente ao povo irlandês é tudo menos pacífico. Os homens têm de ir embora, as igrejas convertidas em mesquitas têm de ir embora, os nossos deputados têm de ir embora; há uma verificação exaustiva para os irlandeses e para os imigrantes legais que trabalham com crianças, idosos ou pessoas com deficiência, mas os ilegais e não verificados podem trabalhar após seis meses de residência na Irlanda. Porra, pessoal, não podemos permitir isto. Tenho vindo a trabalhar numa solução de segurança para homens, mulheres, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência… Precisamos de ação e de soluções para o perigo e os desafios que enfrentamos nesta ilha, causados pelo Governo irlandês e pela União Europeia.

 

O afegão Najeebullah Arab, de 40 anos, foi condenado a 17 anos de prisão após admitir ter cometido violação, rapto, duas agressões sexuais e contacto sexual com uma criança em Wantage, Oxfordshire, no Reino Unido. Os crimes foram cometidos enquanto se encontrava em liberdade provisória por um crime sexual envolvendo menores. Arab abordou uma mulher no final da adolescência em Wantage, agrediu-a sexualmente, e violou-a. Apenas uns dias antes, seguira uma mulher na casa dos vinte e tantos anos, antes de a agredir sexualmente. A polícia descreveu Arab como um «predador sexual perigoso» que tinha como alvo mulheres e as sujeitava a crimes violentos e traumáticos.

Centenas de crianças requerentes de asilo desapareceram de centros de acolhimento de migrantes na Holanda nos últimos anos, e receia-se que muitas tenham sido vítimas de redes nigerianas de tráfico de seres humanos. De acordo com dados revelados em respostas parlamentares, 540 crianças desapareceram de centros de asilo em 2018, 778 em 2019, 489 em 2020, 250 em 2021 e 292 em 2022. A questão ganhou destaque em nível nacional por meio do caso de tráfico «Koolvis», que revelou como meninas menores de idade eram retiradas de centros de asilo holandeses, forçadas à prostituição e controladas por meio de rituais de vudu nigerianos que induziam medo. Apesar da vasta investigação, centenas de crianças requerentes de asilo continuam a desaparecer dos centros de acolhimento todos os anos, suscitando novas preocupações sobre o tráfico, a exploração e a proteção infantil na Holanda.

 

Um requerente de asilo afegão, de 21 anos, foi posto em liberdade após ter agredido sexualmente quatro raparigas, com idades compreendidas entre os 12 e os 14 anos, na piscina Bud Spencer, em Schwäbisch Gmünd, no sudoeste da Alemanha. Tocou as raparigas de forma inadequada, tentou retirar-lhes a parte de baixo do biquíni e penetrar uma delas enquanto estavam na piscina de aventuras. As raparigas conseguiram afastá-lo. A polícia acredita que possa haver mais vítimas. Embora tivesse sido emitido um mandado de detenção, foi suspenso sob condições, incluindo a proibição de entrar em piscinas, o que permitiu que permanecesse em liberdade enquanto decorria a investigação. Quem acha isto normal ou o apoia… tem uma deficiência mental grave…

 

A UE aprovou, por 480 votos contra 280, a deportação de imigrantes ilegais. A UE vota a favor da DEPORTAÇÃO de migrantes, enquanto se ouvem gritos de «Mandem-nos de volta». https://www.facebook.com/reel/1698548378132837.

30 junho

O dia terminou comigo concluindo o caderno de estudos açorianos do Carlos Enes, que há um mês me aguardava…

A coisa da foto é Shabana Mahmood, a paquistanesa islamita ministra do interior do Reino Unido. A exemplo da União Europeia, está empenhada em acabar com a imigração ilegal, tornando-a legal. O seu último ato neste sentido, inclui eliminar a participação de juízes em casos de pedidos de asilo indeferidos, criando julgadores “profissionalmente treinados e nomeados de forma independente”, provenientes de diversas origens. Como se os juízes fossem idóneos (bem alguns são). Agora, quem irá julgar os pedidos de asilo serão os compatriotas dos imigrantes ilegais. Tudo na maior legalidade. https://www.lawgazette.co.uk/…/trained…/5127199.article.

As igrejas não podem tocar os sinos aos domingos por motivos de paz, mas e a chamada muçulmana para a oração? Se isso perturba a paz numa zona, por que não na outra? Está na hora de nos levantarmos contra aqueles que impõem o seu modo de vida. #LiberdadeReligiosa #ChamadaParaaOração #DireitosdaComunidade #Levantemo-nos

Condenado por 30 crimes de violação de menores. Privado da cidadania britânica. Deverá ser libertado da prisão esta semana. O Ministério do Interior afirma que não é legalmente possível deportá-lo do Reino Unido. O líder de um grupo de aliciamento, condenado por 30 crimes de violação de menores, está prestes a sair da prisão em liberdade. Shabir Ahmed, uma figura-chave nos grupos de aliciamento de Rochdale, não pode ser deportado e deverá ser libertado da PRISÃO em poucos dias, de acordo com o Daily Mail. Ele terá cumprido APENAS 14 anos de prisão pelos seus crimes. Isto é TOTALMENTE INACEITÁVEL. Não será este mais um exemplo de justiça de duas velocidades? Precisamos de penas MUITO MAIS SEVERAS para os autores dos crimes das gangues de aliciamento. As vítimas das gangues de aliciamento merecem justiça TOTAL. Não concordam?

ÚLTIMA HORA: A polícia alemã revelou a identidade do homem responsável pelo tiroteio em massa de ontem, que tirou a vida de 6 pessoas em Stade, na Alemanha. O autor do tiroteio em massa revelou-se um homem de 45 anos, de origem turca. Ele já era conhecido pela polícia alemã antes do ataque de ontem, nomeadamente por ter proferido ameaças.

De volta ao Reino Unido após a deportação. Novos números impressionantes do Ministério do Interior revelam que centenas de migrantes deportados estão a conseguir regressar ao Reino Unido, por vezes em várias ocasiões. Mais de 4 600 migrantes deportados à força da Grã-Bretanha já conseguiram regressar ao país. Entre 2021 e 2025, os dados do Ministério do Interior revelaram 4 614 casos distintos de reentrada após a deportação. A verdadeira dimensão do problema é provavelmente muito maior, uma vez que as autoridades admitem ser impossível cruzar todos os indivíduos com verificações de identidade anteriores. Surpreendentemente, 723 migrantes foram expulsos do país em duas ou mais ocasiões, apenas para serem encontrados de volta no Reino Unido. Os números sugerem que, em média, mais de dois migrantes deportados conseguem regressar ao país todos os dias. Os contribuintes estão a arcar com uma conta avultada neste ciclo, com os regressos forçados a custar, em média, 48 800 libras cada.

Vítima de agressão sexual condenada a prisão por alertar as mulheres sobre «homens imigrantes africanos e árabes» — o agressor está em liberdade. Acha que uma vítima de crime deve ser PUNIDA pelo seu próprio governo por dizer a verdade sobre o seu agressor? Uma mulher francesa chamada Thaïs d’Escufon sobreviveu a uma agressão sexual perpetrada por um migrante tunisino em 2022. Quando apresentou queixa à polícia, foi-lhe dito que não conseguiam localizá-lo — que já havia 6 000 casos semelhantes por resolver. Em vez de obter justiça, enfrentou um processo judicial por ter relatado o próprio trauma na televisão. Em duas aparições televisivas distintas, d’Escufon expôs factos sobre padrões que tinha observado: a principal ameaça à segurança das mulheres em França provém de certos grupos de migrantes. Por falar sobre a agressão que sofreu e por apresentar a sua perspetiva, o governo francês acusou-a de «insulto público» com base na origem e na etnia. Uma organização antirracista chamada Dilcrah processou-a. Os procuradores chegaram mesmo a exigir pena de prisão, alegando que ela estava a «fazer-se de vítima para chamar a atenção nas redes sociais» — linguagem retirada diretamente dos argumentos da esquerda americana sobre o silenciamento da dissidência. O veredito foi proferido em junho: culpada. Foi multada em 1 000 € e escapou por pouco a seis meses de prisão. O seu agressor continua em liberdade. A França afirma ser uma democracia, mas castiga as vítimas por revelarem factos sobre os seus agressores, enquanto o verdadeiro criminoso anda à solta.

 

Portugal: Sociais-democratas e socialistas se unem para manter benefícios sociais para imigrantes que nunca contribuirão. ☑ A oposição defendia a exigência de um período mínimo de cinco anos de descontos antes da concessão de subsídios. ☑ Portugal segue o mesmo caminho que outros países ocidentais. Ao oferecer subsídios generosos a qualquer um que entre no país, ele atraiu cada vez mais pessoas que vêm, não para contribuir com o país, mas para se beneficiar dele. https://www.noticiasaominuto.com/…/psd-e-ps-chega

E termino hoje com 2 notas de esperança, duas gotas no oceano:

As autoridades de Singapura tomaram medidas contra o imã Nalla Mohamed Abdul Jameel devido a comentários que, segundo afirmaram, poderiam minar a confiança entre as comunidades religiosas. [Segundo a VSN India]

As autoridades salientaram que os discursos que promovem a hostilidade ou a divisão são levados a sério, com vista a proteger a harmonia social neste país multicultural. O caso suscitou um debate mais alargado sobre o equilíbrio entre a liberdade de expressão e a manutenção da paz comunitária.

A França deportou o imã tunisino Mahjoub Mahjoubi em fevereiro de 2024, depois de as autoridades o terem acusado de promover a jihad, de elogiar a lei da Sharia e de proferir declarações contrárias aos valores da República Francesa. O ministro do Interior, Gérald Darmanin, ordenou a deportação, e um tribunal administrativo francês confirmou posteriormente a decisão. O caso atraiu grande atenção e alimentou o debate sobre segurança nacional, extremismo e política de imigração em França.

1 julho

Uma família portuguesa que andava, há vários dias, em pânico pelo desaparecimento das suas duas filhas gémeas em Dubai, hoje pode finalmente respirar de alívio. Estavam incontactáveis mas Estão vivas. Foram detidas num aeroporto suíço com uma elevada quantidade de droga que trouxeram da Tailândia. Leila e Laila Lourenço, de 22 anos, foram apanhadas pelas alfândegas do aeroporto de Genebra. Tinham quilos de canábis nas bagagens. Vinham num voo proveniente de Banguecoque, capital da Tailândia. O nosso jornal sabe que ambas terão se deslocado para aquele destino do Extremo-Oriente, a mando de uma rede internacional de tráfico. A missão consistia em recolher canábis e transportá-lo até Portugal.

INACREDITÁVEL: Este homem defendeu a namorada de um somali que tentava agredi-la sexualmente.

O somali esfaqueou-o e ele tentou defender-se, acabando por ser internado no hospital. A justiça escocesa processou-o por agressão e condenou-o, manchando-lhe o registo criminal, enquanto o somali ficou em liberdade e nem sequer compareceu ao julgamento.

Os Países Baixos pagam pensões de sobrevivência financiadas pelos contribuintes (prestações de viuvez pagas após o falecimento do marido) a viúvas de casamentos polígamos em Marrocos e na Tunísia. Os dados divulgados pelo Banco de Segurança Social dos Países Baixos (SVB) revelam que, em 2025, foram pagos 45 118,71 € em dois casos em que duas viúvas do mesmo homem partilharam a prestação. Os tribunais holandeses decidiram que os pagamentos devem continuar devido a acordos de segurança

SER PRESO NA TAILÂNDIA. Se quiser ser preso na Tailândia sem ter de correr riscos com droga siga os passos seguintes: divulgue a foto ao lado e estará na cadeia durante os próximos dez anos, com a aprovação duma pequena minoria de pessoas. A divulgação destas fotografias é proibida na Tailândia, e quem as partilhar no país pode arriscar-se a 10 anos de prisão.

Embora a pessoa na fotografia pareça um bêbado qualquer, trata-se, na verdade, de Maha Vajiralongkorn, o rei da Tailândia, que entrava na sua limusina. Este rei é conhecido pelos seus vícios, como o álcool e o jogo, e não só isso: nem sequer reside na Tailândia; governa o país a partir da Alemanha. Mas, claro, todos tentam criar a imagem de um rei que nunca sai do país e está sempre impecavelmente vestido. Esta é uma das imagens mais censuradas, e por boa razão: se a população visse o seu rei a comportar-se assim, haveria um alvoroço. Felizmente, não conto voltar à Tailândia, pelo que não me coíbo de mostrar a foto.

A legenda deveria ser: “A única pessoa que cuida da própria vida sem invejar os outros”. É por esta e outras razões que, em 2025, a riqueza mediana em Portugal estava em 67.370 euros, sendo a 26ª mais alta do mundo, segundo um relatório da UBS. No ano passado foram identificados 181 mil milionários em terras lusitanas, um crescimento acima de 3% face a 2024, mais seis mil milionários. Desde o início da década até 2025, a riqueza mediana em Portugal caiu 4,4%, indica o UBS Wealth Report, apresentado esta terça-feira, 30 de junho. Em 2025, esta situava-se em território luso nos 76.978 dólares ou 67,370 euros (80.520 dólares ou 70.470 euros em 2020), sendo a 26ª mais alta em termos globais. No ano passado, foram identificados 181 mil milionários em terras lusitanas, um crescimento de 3,4% face a 2024. Apesar da quebra na riqueza mediana, a riqueza média aumentou em quase 7% entre 2020 e 2025 em Portugal, revelou o banco suíço. No ano passado, a riqueza média portuguesa encontrava-se em 195.761 dólares ou 171,330 euros (sensivelmente 182.954 dólares ou 160.120 euros há cinco anos) deixando o território português na 26ª posição global. Na riqueza mediana, em 2025, lidera o Luxemburgo com 394.005 dólares (344.840 euros), seguidos pela Bélgica e pela Austrália, com 277.166 dólares (242.580 euros) e 210.783 dólares (184.480 euros), respetivamente. Na riqueza média, em 2025, a Suíça está na frente da tabela, com 910.382 dólares ou 796.780 euros, seguida pelos Estados Unidos (696.277 dólares ou 609.400 euros) e pelo Luxemburgo (654.732 dólares ou 573.030 euros). Ora, feliz ou infelizmente, continuo a não constar daqueles 6 mil, assim como já não constava dos 181 mil anteriormente assinalados, mas, como eu e a Nini dizíamos nos últimos anos, não nos fazia falta, embora um pouco mais ajudasse à nossa sobrevivência. Olhamos em volta, na família e fora dela, e os que tinham mais, ou mesmo muito mais, ou imensamente mais, não eram minimamente felizes enquanto nós tínhamos esse modicum de felicidade que nenhum dinheiro compra.

A iraniana Ghazal Marzban, convertida ao cristianismo, foi condenada a 9 anos e 8 meses de prisão depois de as autoridades terem confiscado a sua Bíblia e literatura cristã durante uma rusga à sua casa em Teerão. Marzban, que se converteu ao catolicismo há sete anos, foi condenada por acusações que incluem «propaganda contra o Estado» e «reunião e conluio contra a segurança nacional». Durante os interrogatórios, foi pressionada a admitir que a sua Bíblia estava a ser utilizada para evangelismo, alegação que negou, insistindo que os materiais se destinavam a uso pessoal. Foi detida em janeiro e mantida em prisão preventiva durante cerca de um mês, sem contacto com o exterior. O seu marido, que sofre de Parkinson e também é cristão convertido, depende de medicação que tem-se tornado difícil de obter.

«Onde estão os muçulmanos, em todo o mundo — os chamados muçulmanos pacíficos, os muçulmanos moderados — a condenar este mal? Onde estão eles? Não ouço ninguém.» Liz Wheeler salienta que, ao contrário dos cristãos, que são frequentemente os primeiros a manifestar-se sempre que surgem escândalos no mundo eclesiástico, os muçulmanos mantêm-se em silêncio mesmo perante escândalos horríveis, como a violação e a exploração de mais de 250 000 jovens raparigas brancas na Grã-Bretanha.

A Espanha recebeu pelo menos 1,3 milhões de pedidos de migrantes em situação irregular que buscam obter estatuto legal no âmbito do maior programa de regularização da história da Europa, mais do dobro do meio milhão de pedidos que o governo esperava. Pedro Sánchez defendeu a amnistia como um ato de justiça e afirma que irá impulsionar a economia. A população de origem estrangeira em Espanha ultrapassa agora os 10 milhões, cerca de 20,3% da população do país, a percentagem mais elevada da sua história, num momento em que o país enfrenta uma onda sem precedentes de crimes violentos, ausência de lei, desordem pública, violência nas ruas e um aumento acentuado dos crimes de violação.

O REI CARLOS é um tolo pagão que zomba de Deus. É um traidor da Grã-Bretanha e um herege impenitente.

Traiu descaradamente os votos que fez perante Deus Todo-Poderoso, transmitidos a nível mundial, e mentiu sobre a sua humilde submissão ao Rei dos Reis. Este rei é ilegítimo e manchou a Coroa. Se me seguem da Grã-Bretanha, vamos levantar a nossa voz como um só e declarar: SOMOS CRISTÃOS! A GRÃ-BRETANHA NÃO SERVIRÁ A ALÁ! SÓ HÁ UM DEUS VERDADEIRO, E ELE É O REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES. TODOS OS JOELHOS SE DOBRARÃO E TODAS AS LÍNGUAS CONFESSARÃO QUE JESUS É O SENHOR! Deus salve o Rei, pois só Deus pode fazê-lo.

Um prestador de cuidados de saúde de 23 anos, originário do Líbano, acusado de matar uma mulher de 91 anos num lar de idosos em Chemnitz, na Alemanha, não será detido. Segundo o Ministério Público, Mouemen A. atacou a idosa no dia 18 de janeiro e a estrangulou com a própria roupa dela, no interior do lar de idosos Haus Steinbachhof. As autoridades alemãs afirmam que foi considerado não responsável criminalmente devido a uma doença mental grave e que, por isso, não será submetido a um julgamento penal convencional. Em vez disso, o Ministério Público solicita a sua internação por tempo indeterminado num hospital psiquiátrico, argumentando que pode representar perigo para o público. O suspeito encontra-se atualmente internado na Clínica St. Georg, em Leipzig, e terá sido diagnosticado com uma forma de esquizofrenia. Não prestou qualquer declaração relativamente às acusações.

ÚLTIMA HORA: Um soldado polaco de 25 anos foi totalmente absolvido pelo Tribunal Militar da Guarnição de Lublin, após ter sido alvo de intenso escrutínio por ter disparado tiros de aviso contra migrantes que tentavam violar a fronteira da Polónia. O tribunal determinou que o soldado agiu de forma adequada ao defender a fronteira do seu país. Sem arrependimentos. Sem posturas políticas. Apenas a defesa direta da soberania da Polónia.

ÚLTIMA HORA: Depois de ter sido assaltada à mão armada pelo migrante argelino Said Malkoun, a italiana Cinzia Dal Pino, de 65 anos, voltou ao seu Mercedes, perseguiu-o e atropelou-o várias vezes — matando-o — antes de recuperar a sua mala e afastar-se de carro. O Ministério Público pede agora prisão perpétua, argumentando que ela estava plenamente no controlo das suas ações, apesar do trauma causado pelo assalto à mão armada. Entretanto, agressores com antecedentes semelhantes que atropelam civis são frequentemente e rapidamente rotulados como «doentes mentais». Trata-se claramente de um DUALISMO DE CRITÉRIOS!

Migrantes num barco apanhados a atirar documentos para o oceano. Imagens chocantes captam o momento em que indivíduos num pequeno barco no Canal da Mancha parecem deitar intencionalmente os seus passaportes e documentos ao mar. Risos e zombarias acompanham o ato à medida que se aproximam da costa britânica, levantando sérias questões sobre a integridade dos atuais protocolos de imigração. A estratégia por trás do abandono dos documentos de identificação é clara: sem papéis, as autoridades enfrentam enormes dificuldades para determinar a idade, o país de origem ou os antecedentes criminais, o que torna a deportação praticamente impossível. Os especialistas sugerem tratar-se de uma manobra calculada para explorar um sistema falho, contornando os controlos de segurança para permanecer no país indefinidamente. É uma cena que desafia a narrativa dos refugiados desesperados, revelando, em vez disso, um desrespeito flagrante à lei e à ordem. Por quanto tempo mais poderá esta exploração do sistema continuar?

Foi um homem iraniano que foi detido por um incêndio criminoso numa mesquita em Dublin

A DINAMARCA RECUSA-SE A CEDER AO ISLÃO!

Um debate aceso está a desenrolar-se por toda a Europa, à medida que a Dinamarca pondera tornar-se o primeiro país a impor uma proibição da chamada islâmica para a oração. Os defensores da medida apresentam-na como necessária contra a «islamização» da sociedade ocidental, enquanto os críticos e os defensores dos direitos civis argumentam que tal legislação corre o risco de fomentar a discriminação e de infringir as liberdades religiosas nas democracias liberais. DINAMARCA ACABOU DE FAZER AO ISLÃO ALGO QUE TODOS OS OUTROS TÊM DEMASIADO MEDO DE FAZER. A Dinamarca pode ter-se tornado a fortaleza ocidental mais resistente da Europa contra o islamismo radical. Nem a Suécia, nem a França, nem a Alemanha. Um país com cerca de 6 milhões de habitantes, com uma população inferior à de Londres, construiu um muro à volta da sua própria civilização. Não se trata apenas de um muro fronteiriço, mas de um muro jurídico, cultural e político. A Dinamarca reforçou as suas fronteiras. Reprimiram as sociedades paralelas, aprovaram leis agressivas contra os guetos, proibiram os véus que cobrem totalmente o rosto, proibiram salas de oração nas escolas, reduziram drasticamente as aprovações de asilo para um mínimo histórico e rejeitaram abertamente o modelo multicultural que se espalha por grande parte da Europa. Em 2026, a Dinamarca já não se questiona se a integração funcionará. Está a tentar impedir a fragmentação civilizacional antes mesmo de começar. Enquanto Bruxelas ainda debate, Copenhaga já decidiu. E, na primavera de 2026, o país deu mais um passo que quase ninguém fora da Dinamarca previu. Um passo que poderá acabar por reescrever todo o debate europeu sobre o Islão, a integração e o próprio futuro da Europa Ocidental…

Quando as pessoas recebem penas mais severas por palavras, opiniões ou infrações não violentas do que outras recebem por crimes contra crianças, há algo profundamente errado. Um sistema de justiça deve, acima de tudo, proteger os inocentes. Os casos em que os autores de abusos a crianças ou de violações recebem o que muitos consideram sentenças brandas minam a confiança do público nos tribunais e levam as pessoas a questionar se está a ser feita justiça.

Scott Jennings: «Quem és tu para me dizeres que já não posso dizer “ilegais”? Posso dizer o que quiser. São estrangeiros ilegais, e é assim que a lei os designa.»

Contrastes Civilizacionais numa Grã-Bretanha em Mudança. A tomada islâmica de Britânia: Estamos a caminhar para o sono para nos tornarmos um califado?

A identidade da Grã-Bretanha foi forjada ao longo de séculos de herança judaico-cristã, de direito consuetudinário, de democracia parlamentar e de princípios do Iluminismo que defendem a liberdade individual, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei. Em nítido contraste, a doutrina islâmica ortodoxa exige a submissão à Sharia, dá prioridade à ummah em detrimento do Estado-nação e possui um longo historial de expansão através da conquista, da dhimmitude e da intolerância à crítica. Décadas de imigração em massa descontrolada, combinadas com a recusa da elite em insistir na integração, levaram estas visões de mundo incompatíveis a um conflito direto em solo britânico. A capitulação simbólica é evidente na redefinição do papel tradicional do rei Carlos III como «defensor da fé» para proteger a fé «no seio de uma nação multirreligiosa», um título que dilui o histórico establishment cristão da Grã-Bretanha sob a bandeira da tolerância e da aceitação. Isto revela uma classe dominante mais preocupada em apaziguar as minorias do que em defender os alicerces culturais e constitucionais do reino.

RÁPIDA Expansão do Islão na Grã-Bretanha

O Islão é atualmente a religião que mais cresce no Reino Unido. Os dados do recenseamento revelam que a população muçulmana na Inglaterra e no País de Gales aumentou em 44%, passando de 2,7 milhões (4,9%) em 2011 para 3,87 milhões (6,5%) em 2021, impulsionada por elevadas taxas de natalidade, uma população jovem e uma imigração persistente. As projeções apontam para um crescimento rápido e contínuo.

A presença institucional disparou:

1960: ~7 mesquitas registadas.

1970: ~30.

1980: ~149.

1990: ~443.

2000: ~614.

2024: 2 122 mesquitas.

Dados adicionais: 1985 → 500; 1995 → 1 000; 2005 → 1 500; 2010 → 1 650; 2015 → 1 750; 2020 → 1 850+; 2025 → 2 000+

(Fontes: Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, Conselho Consultivo Nacional de Mesquitas e Imames, projetos de recenseamento de mesquitas no Reino Unido e estudos académicos.) Isto não é assimilação orgânica. Representa uma profunda transformação demográfica que os políticos da corrente dominante minimizam há muito tempo ou celebram sob a bandeira da «diversidade».

Financiamento Estrangeiro, Negócios de Armas e Hipocrisia da Elite

A Arábia Saudita ilustra bem essas contradições. O Reino tem sido um dos maiores compradores de armamento da Grã-Bretanha há décadas, representando cerca de 40% das exportações de armamento do Reino Unido nos últimos dez anos — uma relação lucrativa que os sucessivos governos têm protegido com entusiasmo. Simultaneamente, o financiamento ligado à Arábia Saudita tem contribuído para a disseminação de uma interpretação rigorosa do Islão nas mesquitas e nas instituições britânicas. Os investidores sauditas, incluindo membros da família real, controlam um património imobiliário no Reino Unido estimado em 3,1 mil milhões de libras, dominando partes de Kensington Palace Gardens, da Berkeley Square, em Mayfair, e do Regent’s Park. Muitas dessas participações estão ocultas através de entidades offshore em paraísos fiscais. Observadores preocupados questionam, com razão, por que a Grã-Bretanha vende armas a um Estado wahabita, ao mesmo tempo que permite que a sua ideologia ganhe terreno no próprio país.

Transformação Política e Eleitoral

A evolução demográfica está a remodelar a política. Tem-se verificado um aumento claro do número de vereadores e deputados do Partido Verde e independentes que fizeram campanha sob a bandeira da «Palestina Livre» e que, sem qualquer pudor, respondem principalmente aos blocos eleitorais muçulmanos. Grupos como o Muslim Impact Forum têm demonstrado um poder eleitoral crescente, pressionando com sucesso as autoridades locais e os políticos nacionais. Em inúmeros distritos e círculos eleitorais, o voto muçulmano concentrado está a deslocar as prioridades políticas para a política identitária, o ativismo em matéria de política externa e a ampliação das proteções contra o discurso de ódio.

Fraqueza institucional: definições de «islamofobia» e justiça em dois níveis

Os sucessivos governos, particularmente sob as administrações trabalhistas e centristas, adotaram definições abrangentes de «islamofobia» e «ódio antimuçulmano», equiparando críticas contundentes à doutrina islâmica, à imigração em massa ou à incompatibilidade cultural ao racismo.

O resultado é um efeito inibidor sobre a liberdade de expressão e mais um exemplo óbvio de governação a duas velocidades. O incidente no Aeroporto de Manchester (2024) tornou-se um caso clássico. As imagens de vídeo mostraram que os agentes foram agredidos durante um confronto envolvendo uma família muçulmana; no entanto, a resposta oficial, a acusação, o enquadramento mediático e o desenrolar do julgamento reforçaram as suspeitas do público quanto a uma atitude de clemência para com os infratores muçulmanos, em comparação com os britânicos nativos. Tais episódios minam a confiança na polícia e nos tribunais e evidenciam os fracassos do multiculturalismo.

Educação e Erosão Cultural

As escolas e universidades britânicas estão na linha da frente. Os escândalos de Batley e Wakefield revelaram a rapidez com que os desafios às sensibilidades islâmicas geram pressão coletiva e rendição institucional. Em Oxford e não só, as exigências de espaços para oração e de programas curriculares «inclusivos» surgem frequentemente à custa de uma investigação histórica e teológica sem rodeios. Vozes sensatas alertam que a Grã-Bretanha está a sacrificar a sua própria herança cultural no altar da diversidade.

A Questão do Califado

Tendo em conta a dinâmica demográfica implacável, a proliferação de mesquitas e de comunidades paralelas, o financiamento ideológico estrangeiro, a crescente influência política e a política de apaziguamento das elites, é preciso perguntar: a Grã-Bretanha estará a caminhar sonâmbula para se tornar um califado? Não de um dia para o outro, mas por meio da cessão gradual de território, de normas e de soberania nas principais cidades. Os sinais — zonas de acesso proibido, patrulhas da Sharia, motins por blasfémia e projeções demográficas — são inconfundíveis para quem não estiver cego pela ideologia.

Um Imperativo Realista

A classe governante britânica tem dado prioridade à mão-de-obra estrangeira barata, aos acordos de venda de armas à Arábia Saudita e ao multiculturalismo de fachada, em detrimento da preservação da identidade britânica, da coesão social e do Estado de direito. Uma abordagem realista exige: controlos rigorosos da imigração, uma integração sólida com expectativas claras quanto aos valores britânicos, um debate honesto sobre a doutrina islâmica, a aplicação equitativa da justiça e uma defesa firme do caráter histórico da nação.

Sem uma correção urgente de rumo, o apelo à oração continuará a crescer sobre as torres sonhadoras de Oxford, e a Grã-Bretanha arrisca-se a perder as próprias liberdades e cultura que a tornaram digna de ser defendida.

A EU ameaça o povo. A Comissão Europeia ameaça bloquear a «Lei para Salvar a Europa», afirmando que esta é «manifestamente contrária» aos valores fundamentais da UE. A «Lei para Salvar a Europa» é uma iniciativa de cidadãos europeus que visa bloquear completamente os canais de imigração não ocidentais, dar início a deportações em massa de migrantes ilegais e criminosos e obrigar os migrantes não assimilados a partir voluntariamente. Centra-se também fortemente na proteção da identidade etnocultural da Europa e na preservação da demografia cultural das nações europeias nativas. A Comissão Europeia avaliou preventivamente a «Save Europe Act» e considerou-a manifestamente contrária aos princípios e valores fundamentais da UE, alertando, por isso, para que não possa sequer ser considerada. Apesar disso, a iniciativa já reuniu quase 500 000 assinaturas e necessita de, no mínimo, um milhão de assinaturas em 7 países da UE para avançar.

Michelle Dewberry Simply The Best · Kevin Langham · A EUROPA ENCONTRA-SE EM GRAVES DIFICULDADES

Neste momento, quase nada na política europeia suscita um debate mais aceso do que a combinação entre imigração, dificuldades económicas e identidade cultural. Vê-se isso em todo o lado — desde disputas em torno de hospitais sobrelotados até agitação nas ruas das cidades, ou mesmo programas de debate acalorados alimentados por receios de «islamização». Por baixo de tudo isto, a Europa debate-se com a rapidez com que as suas comunidades estão a mudar e com a questão de saber se os seus velhos costumes, assentes em princípios democráticos seculares, conseguem realmente adaptar-se.

Ayaan Hirsi Ali: «Algo ENORME está prestes a acontecer na Europa…» Ayaan Hirsi Ali, uma proeminente intelectual que escapou tanto do comunismo como do islamismo, alerta que a sociedade ocidental está a ser desconstruída a partir de dentro. Ela defende que, ao abandonarem as instituições centradas no indivíduo que outrora definiram o Ocidente — tais como uma polícia responsável, uma educação meritocrática e um jornalismo objetivo — em favor de ideologias coletivistas, as nações ocidentais estão perigosamente perto de recriar as mesmas sociedades opressivas e controladas pelo Estado das quais ela passou toda a sua vida a fugir.

  1. Demografia, taxas de natalidade e como se observa a mudança

A composição demográfica da Europa mudou rapidamente, especialmente desde o pós-guerra. Ondas de trabalhadores migrantes, refugiados e famílias que se juntavam a parentes alteraram a face das grandes cidades. Estatisticamente, as famílias muçulmanas na Europa costumavam ter mais filhos do que a média local, o que tornava as suas comunidades mais visíveis, especialmente em determinados bairros urbanos. Embora a diferença esteja a diminuir com o tempo, à medida que as novas gerações se estabelecem e adotam hábitos europeus, não se pode ignorar o efeito duradouro. Lojas e escolas têm agora um aspeto diferente, por vezes quase da noite para o dia. Para muitos residentes locais, isto é como ver os seus próprios bairros tornarem-se desconhecidos. Essa transformação, e a rapidez com que ocorreu, despertou ansiedade — alimentando argumentos de que o Estado simplesmente não consegue acompanhar o ritmo e de que estão a criar-se «sociedades paralelas».

  1. 2. Marginalização económica e falta de trabalho

Na sua essência, o atrito social resume-se geralmente a dinheiro e ao sentimento de pertença, não apenas a quem vive ao lado. Foi aqui que a Europa tropeçou: na integração dos imigrantes em termos económicos. Muitos muçulmanos de segunda ou terceira geração, especialmente em França, na Suécia, na Bélgica ou na Alemanha, encontram-se amontoados em subúrbios pobres e em blocos de habitação, afastados de boas escolas e de empregos decentes. Quando se tem bairros inteiros cheios de jovens que se sentem excluídos, sem esperança e menosprezados pela sociedade em geral, há problemas a fermentar. Este estatuto de marginalização transforma-se em raiva. Por vezes, explode nas ruas; outras vezes, empurra as pessoas para grupos extremistas que prometem sentido e vingança.

  1. Serviços públicos sob pressão: hospitais e polícia

A pobreza concentrada e o rápido crescimento populacional sobrecarregam os serviços locais. Isto coloca uma enorme pressão sobre hospitais, escolas e a polícia — especialmente nos bairros mais afetados da cidade. Enfermeiros e agentes da polícia ficam esgotados. Os residentes locais afirmam que os seus próprios sistemas de segurança social estão a ruir sob o peso da carga, preocupados com o facto de as necessidades dos recém-chegados terem prioridade sobre as das pessoas que contribuíram para o sistema durante anos. A situação também é tensa no terreno. A polícia está sobrecarregada e acaba frequentemente num impasse com jovens locais hostis. Lançamento de pedras, motins e até mesmo tiroteios não são casos isolados. Os polícias sentem-se traídos pelos políticos, enquanto as comunidades minoritárias veem a polícia como inimiga. A confiança está destruída de ambos os lados.

  1. O escândalo dos gangues de aliciamento: um desastre institucional

No Reino Unido, as redes organizadas de exploração sexual infantil, que operam em grupo, em cidades como Rotherham e Rochdale, destacam-se como um exemplo aterrador do que acontece quando as instituições falham. As investigações confirmaram que os grupos — na sua maioria compostos por homens de origem muçulmana paquistanesa — tinham como alvo raparigas jovens, brancas e da classe trabalhadora. O pior não foram apenas os crimes; foi a forma como a polícia, os assistentes sociais e os líderes locais fizeram vista grossa durante anos, por vezes por medo de serem rotulados de «racistas» e, por pura negligência e desprezo pelas vítimas. Este caso destruiu a confiança. Muitos viram nisso a prova de que o Estado se preocupava mais com o politicamente correto do que com a proteção dos vulneráveis.

  1. Radicalização e o medo de uma tomada de poder religiosa

Provavelmente, a ansiedade mais profunda em todo este debate é a crença de que grupos islâmicos radicais — não a maioria dos muçulmanos, mas uma franja muito organizada — estão a pressionar abertamente para que a Europa se submeta a um regime religioso. Existem movimentos não violentos, como a Irmandade Muçulmana, que testam os limites da lei, organizam grandes manifestações e exigem adaptações religiosas, tudo isto enquanto se valem das garantias de liberdade de expressão da Europa. Depois, há os extremistas violentos que levaram a cabo ataques em Paris, Bruxelas, Londres e Berlim — pessoas nascidas na Europa, radicalizadas no próprio país e que voltam a sua raiva contra as sociedades que as criaram. Quando as vozes radicais se tornam altas e implacáveis, muitos nativos sentem isso como uma campanha hostil contra os valores fundamentais do seu país.

Conclusão: Perda de controlo e luta pela coesão

Juntando tudo isto — hospitais em dificuldades, polícia sobrecarregada, histórias horríveis de abusos e as exigências agressivas dos radicais —, muitos europeus sentem que os líderes perderam o controlo, tanto das fronteiras como das regras básicas que mantinham as suas sociedades unidas. Agora, os governos europeus têm de agir. Precisam de fazer cumprir a lei, acabar com as comunidades segregadas, combater o crime organizado e exigir que todos — recém-chegados ou nativos — respeitem os mesmos valores da democracia secular. Se falharem, a reação negativa só irá aumentar, empurrando mais eleitores para os partidos nacionalistas e reescrevendo a história do futuro da Europa. Este não é um problema exclusivo de um único país. A migração e a pressão nas fronteiras afetam todos os países: Itália, Grécia, França, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Áustria, Bélgica, Países Baixos, Dinamarca, Suíça, Espanha, Malta, Chipre, Bulgária, Hungria, Polónia, Finlândia, Noruega, Albânia, Croácia, Eslovénia, Irlanda, República Checa, Eslováquia, Roménia, Sérvia, Bósnia-Herzegovina, Macedónia do Norte, Montenegro, Estónia, Letónia, Lituânia e Portugal enfrentam todos alguma versão deste debate. As soluções têm de ser tão abrangentes quanto o próprio problema.

WATCH: Home Office ‘refuses to tell the truth’ about which councils will be housing asylum seekers | GB NEWS ÚLTIMA HORA: LANCASHIRE abandona programa de refugiados, desencadeando um debate a nível nacional. Lancashire fez história ao tornar-se a primeira região a abandonar o programa de reinstalação de refugiados do Reino Unido, o que desencadeou um aceso debate nacional. O conselho municipal comprometeu-se a dar prioridade aos residentes locais, o que suscita dúvidas sobre se isso poderá ser o início de uma revolta mais ampla em todo o país. À medida que as tensões aumentam, os adeptos e cidadãos britânicos estão a reagir com opiniões veementes de ambos os lados.

2 julho

Não sou muçulmano mas quero uma “fatwa”: na jurisprudência islâmica, um parecer ou interpretação formal sobre uma questão da lei islâmica emitida por um jurista qualificado (conhecido como mufti). As fatwas são normalmente emitidas em resposta a questões colocadas por particulares ou por tribunais islâmicos sobre assuntos práticos da vida, como alimentação, finanças ou questões familiares. Embora consideradas autoritárias, as fatwas não são, em geral, tratadas como decisões vinculativas, servindo mais frequentemente como pareceres consultivos; um requerente (mustaftī) que considere uma fatwa pouco convincente tem permissão para solicitar o parecer de outro mufti.

Claro que achei insuficiente e pedi antes uma “Jiha’d”, palavra árabe que significa «esforçar-se», «lutar» ou «enfrentar dificuldades», nomeadamente com um objetivo louvável. Num contexto islâmico, abrange também a luta para defender o islão. Devido à sua tradução literal de «luta», o termo é frequentemente associado à guerra. Uma jihad exterior («menor»), que se subdivide, ainda, em jihad da língua (debate ou persuasão) e jihad da espada (guerra).

A palavra aparece frequentemente no Alcorão, referindo-se tanto à luta religiosa e espiritual como à guerra e à luta física, muitas vezes na expressão idiomática «al-jihad fi sabil Allah» («esforçar-se no caminho de Deus»). Nos hadiths (Um hadith , aportuguesado como hádice ou hadiz, é o registo escrito de comunicações orais (literalmente, ‘relatos’) do profeta), jihad refere-se predominantemente à guerra. A «grande jihad» refere-se à luta espiritual e moral e tem sido tradicionalmente enfatizada nos círculos sufistas e ahmadiyya.

Os versículos da espada têm sido historicamente interpretados de modo a revogar outros e justificar a guerra ofensiva contra os incrédulos, convertendo à força pagãos politeístas durante as primeiras conquistas muçulmanas. Foi desenvolvido um conjunto de regras relativas à jihad, incluindo proibições de causar danos a quem não estivesse envolvido no combate, de matar animais, como cavalos, e de destruir desnecessariamente bens do inimigo.

No século XX, a noção de jihad perdeu a relevância jurisprudencial. Alguns islamistas têm defendido interpretações agressivas que vão além dos textos clássicos. O termo ganhou atenção adicional nas últimas décadas devido à sua utilização por diversos indivíduos e organizações, como insurgentes, extremistas islâmicos, militantes, islamistas e terroristas. Hoje em dia, a palavra jihad é frequentemente utilizada sem conotações religiosas, assim como a palavra inglesa crusade, cruzada.

A diferença para um ateu, como eu, é que esta guerra santa, esta jihad, não visa a defesa do Islão nem a guerra contra os incrédulos ou infiéis, mas sim contra os islamitas que enchem o Reino Unido, a Irlanda, a Alemanha, a França, a Bélgica e tantos outros países, com vista à sua tomada de poder político e religioso. Estou nesta jihad contra os “woke”, os governos ditos de esquerda (traidores da verdade histórica) e todos aqueles que engendraram as Agendas 2030 e outras, para lutarmos pela sobrevivência da civilização dita ocidental. Este é o maior perigo que enfrentamos desde a época das cruzadas, seria pois oportuno começar uma nova, antes que os Califados e o Império Otomano (entre 1299 e 1922) renovem a sua supremacia, que atingia três continentes, governando territórios que hoje constituem Turquia, Bulgária, o Egito, a Grécia, a Hungria, a Jordânia, o Líbano, Israel, os territórios palestinos, a Macedónia, a Roménia, a Síria, partes da Arábia Saudita e a costa norte de África. Muitos outros países como Albânia, Chipre, Iraque, Sérvia, Catar e Iémen também eram parcial ou totalmente otomanos.

As notícias que tenho recolhido não são todas, mas apenas uma amostra do que encontro diariamente. Algumas serão de pessoas de direita, de conservadores, mas outras não. Seria hipócrita afirmar que todas eram provenientes de racistas, mas penso que uma coisa está a suceder: a repetição destes milhares de casos decerto causará um incremento de pensamentos racistas e, com razão. Até eu, que toda a vida estive contra toda e qualquer forma de violência, me sinto violentado pelas notícias, pelos julgamentos, pela reincidência, pelo tom deliberado dos crimes, pela impunidade que os perpetradores sabem aproveitar e pela apatia da maioria da população nativa.

Não será uma guerra santa entre as religiões, mas entre duas visões: a de influência judaico-cristã no mundo ocidental e a ditadura islâmica.

Como devem ter constatado, nas últimas semanas tenho reportado o que se passa no mundo nessa guerra, não formalmente declarada, mas sentida pelos habitantes do RU, Irlanda, Alemanha, etc., com a lavagem de crimes pelo setor judicial, que chega ao ponto de castigar as vítimas e liberar os perpetradores, para não ser acusado de racismo.

Se não reagirmos agora, já vai tarde; podemos não chegar a tempo de evitar o colapso total da civilização ocidental permissiva, que permite e defende os seus opositores à custa da defesa dos seus valores tradicionais, como se viu agora com o rei Carlos III, que abdicou da sua posição de chefia religiosa para passar a ser o defensor das fés universais.

Dir-me-ão que esta guerra é pretendida pelos mesmos de sempre que com ela irão lucrar. Tenho dúvidas. Muitos dizem que eu estou a ficar ao lado dos políticos de direita e de extrema-direita, e de todos os que atacam a esquerda. Eu continuo a ser de esquerda embora não me reveja nas politicas migratórias da esquerda europeia. De facto alguns dos que já subscreveram a petição na EU «Lei para Salvar a Europa (“Save Europe Act”)», pretendem pertencer a esse quadrante. A Comissão Europeia advertiu os organizadores da «Save Europe Act» de que poderá recusar o registo da Iniciativa de Cidadãos Europeus proposta, argumentando que as suas propostas de moratória à migração e de remigração poderiam constituir «discriminação racial e étnica». Esta avaliação preliminar, invulgarmente firme, foi enviada em privado aos organizadores e divulgada apenas por e-mail aos apoiantes e voluntários da campanha, acompanhada de um vídeo não listado da ativista holandesa e cofundadora Eva Vlaardingerbroek. Não se trata de uma rejeição definitiva, mas a linguagem indica que os responsáveis pela Comissão já formaram uma opinião fortemente desfavorável em relação à iniciativa. A carta refere-se ao pedido de registo da campanha, datado de 8 de junho, e opõe-se, em particular, à moratória proposta sobre a imigração «não ocidental», enquadrada na «continuidade étnica e cultural» dos «povos nativos» da Europa e na oposição à «substituição demográfica». (A campanha conta com o apoio de figuras e movimentos de direita, incluindo: Eva Vlaardingerbroek: a principal promotora da petição. Viktor Orbán: ex-primeiro-ministro da Hungria, que apoiou a iniciativa. Rupert Lowe: político britânico e fundador da Restore Britain, que figura entre os primeiros signatários. Martin Sellner: ativista de extrema-direita e figura do movimento identitário, que tem promovido ativamente a petição. Sywert van Lienden: personalidade pública holandesa que manifestou publicamente o seu apoio). A UE opõe-se veementemente a esta petição.

Sei que muitos entenderão que estou a exagerar, a exorbitar, e que os meus escritos são apelos raciais e à violência. Enganam-se, pois o que eu quero é que esta violência islâmica importada do Afeganistão, da Síria, do Irão e do Iraque, entre outros, não seja acolhida na Europa, mas devolvida à origem. Não quero que se acolham mais refugiados ou imigrantes ilegais, mas que acabem as guerras que o mundo ocidental ou outros países impuseram nos países deles. Não quero cá mesquitas enquanto não houver igrejas nos países deles, nem os quero cá enquanto do credo deles constar a morte dos infiéis e dos que se convertem a outras fés.

Como dizia o treinador de futebol, Jorge Jesus, quando vai treinar para as Arábias, tem um contrato que tem de cumprir escrupulosamente, relativamente à religião deles e às normas que não pode quebrar. É isso que temos de fazer a todos os que emigram para a Europa. Não é racismo recusar a aceitação de imigrantes ilegais; não é racismo recusar a aceitação de imigrantes que não se integram nem cumprem as normas e, como tal, devem ser deportados.

Quando vivi na Austrália, todo e qualquer imigrante ilegal era deportado; depois, muitos passaram anos e anos noutros países e em campos de refugiados (que mais pareciam campos de concentração), sem poderem entrar na Austrália, e agora assistimos a esta invasão??? Desde os anos 50 ou 60 até à década de 90, era extremamente difícil mudar de país; agora é assim. Que o digam os milhares de portugueses que emigraram “a salto” para a França, a Alemanha, o Luxemburgo, a Suíça, etc.

e o governo vende ouro…

Enquanto antigo chefe da Secção de Crimes Sexuais da New Scotland Yard, elaborei perfis de violadores. É uma verdade incómoda: os homens violam porque podem — porque ninguém os impediu. Quando os violadores ficam impunes, voltam a fazê-lo repetidamente. (É bastante óbvio quando se pensa nisso! Qualquer infrator reincidente torna-se reincidente porque não foi detido da primeira vez, nem da segunda, nem…). É por isso que o caso de Hampshire é importante. Os casos de violação são extremamente difíceis de levar a tribunal. Havia provas em vídeo. Dois adolescentes foram condenados por violarem duas raparigas em casos distintos e um rapaz filmou tudo, mas não receberam qualquer punição — apenas elogios do juiz Nicholas Rowland. Estou furiosa e vocês também deviam estar. Isto não é justiça. ASSISTA ao «Caso de Hampshire: Como as diretrizes de sentença protegem os agressores em detrimento das vítimas | Parte 2», com legendas e vídeo, no canal do Crime Analyst no YouTube agora.

Uma rapariga alemã foi violada por dois homens de pele escura depois de estes a terem arrastado para uma casa de banho pública na cidade de Estugarda. A vítima, de 16 anos, foi examinada num hospital após a violação. Os dois suspeitos continuam a monte.

Como é que violadores cruéis conseguiram assistência jurídica gratuita. Os requerentes de asilo Ibrahim Alshafe, Abdulla Ahmadi e Karin Al-Danasurt, recusados, foram considerados culpados pela violação brutal e humilhante de uma mulher vulnerável numa praia isolada de Brighton. A sentença está marcada para 15 de julho. No entanto, para piorar a situação, na sequência de um pedido de um canal de notícias de televisão, soubemos que o trio maléfico, que se declarou inocente, recebeu apoio jurídico no valor de 60 561 libras para a sua defesa. O Ministério do Interior confirmou que irá proceder à deportação deles — um para o Irão e dois para o Egito — assim que tiverem cumprido as penas de prisão. Mas como é que, para começar, foi gasto este montante com estes monstros? Dennis Cooper, Lytham St Annes,

Os adolescentes J e N, autores de violações em série, devem ser identificados. Devem também ser inscritos no registo de agressores sexuais para o resto da vida. Sabiam o que estavam a fazer. Riam descaradamente enquanto filmavam. Continuam a rir-se da sua «pena» de recolher obrigatório entre as 19h00 e as 07h00. Cometeram um crime de adultos. Na minha opinião, o facto de estarem a violar raparigas ainda muito jovens é um fator agravante, não atenuante. Representam um risco para a segurança pública. ESCREVA ao seu deputado, ao Ministro da Justiça, David Lammy, ao Primeiro-Ministro e ao Procurador-Geral, Richard Hermer. OUÇA o Ep. 343 «Estupradores em série condenados ficam em liberdade com uma multa de 26 libras» Link na bio https://www.facebook.com/reel/1621362705624800

Dois acontecimentos hoje em Dublin: O argelino muçulmano Riad Bouchaker, o migrante que esfaqueou brutalmente três crianças com uma faca de trinchar de 36 centímetros, foi considerado CULPADO de tentativa de homicídio. Uma das crianças ficou com sequelas para toda a vida e uma deficiência grave, e não consegue falar. Bouchaker frequentava a mesquita da Talbot Street, aquela que esteve nas notícias esta semana devido a um incêndio, mesmo antes de esfaquear as crianças, movido pela raiva de lhe ter sido negado o dinheiro dos contribuintes pelo Serviço de Assistência Social. Não muito longe do local onde foi proferida a sentença de culpabilidade, as elites que deixaram Bouchaker à solta contra as crianças, celebraram a Presidência da UE com uma festa luxuosa no Castelo de Dublin. Nenhum político irlandês pediu desculpa publicamente por ter trazido Bouchaker para o país.

Um político holandês culpa os «homens» depois de uma rapariga de 13 anos ter sido violada num matagal por um requerente de asilo na sua cidade, Alkmaar. O requerente de asilo chegou pela primeira vez às manchetes internacionais quando disse, em tribunal, à jovem vítima de violação que queria casar-se com ela para «consertar as coisas». O vereador Kivilcim Pinar, que nasceu e cresceu na cidade turca de Istambul e pertence ao Partido dos Animais (PvdD), de esquerda, classificou a discussão sobre a violação como «ridícula» e argumentou que os crimes sexuais não se limitam a um único grupo. «Brancos, negros, jovens, idosos — todos são culpados de crimes sexuais. Em Alkmaar, temos lutado especificamente contra toda a violência contra as mulheres: é simplesmente um problema dos homens», afirmou. A sua declaração foi considerada «paradoxal», uma vez que, numa frase, afirma que os crimes sexuais não devem ser generalizados a um único grupo e, em seguida, rotula um grupo inteiro — os homens — como o problema. O caso ganhou destaque internacional pela primeira vez quando surgiram notícias de que o homem se ofereceu para casar com a rapariga durante o seu julgamento, dizendo: «Se puder corrigir isto, quero fazê-lo. Gostaria de casar com ela.» A declaração terá causado grande espanto no tribunal na altura.

O estupro terá ocorrido em 2025, mas ninguém do público ou da câmara municipal tomou conhecimento do caso até à primeira audiência deste mês, o que foi considerado um escândalo. A presidente da Câmara de Alkmaar, Anja Schouten, afirmou, durante um debate de emergência, que não pôde informar o conselho municipal no início do ano passado sobre a violação por motivos legais. Essa posição está a ser contestada pelo conselho municipal. De acordo com o meio de comunicação Streekradio Alkmaar, «Vários partidos de Alkmaar ficaram chocados por terem de ler sobre este incidente no jornal. Exigiram explicações à presidente da Câmara durante o debate de emergência.» «Estamos surpreendidos por não termos recebido informações ativas sobre o caso. Nem mesmo depois do artigo no jornal. Recebemos comunicados sobre câmaras de vigilância, encerramento de edifícios, futebol e o Dia do Rei. Trata-se de uma escolha consciente ou não? O conselho não quer depender da imprensa para tomar conhecimento de tais acontecimentos», afirmou Tamara Vermeulen, do partido OPA. Outra política, Pien Bijl, do partido BAS, afirmou: «Estou desapontada. Somos o órgão administrativo máximo. Só recebemos informações sobre caixas multibanco que explodiram, mas não quando uma rapariga de 13 anos é violada?» O Ministério Público pediu uma pena de prisão de quatro anos, estando a decisão do tribunal prevista para 7 de julho. «Um crime sexual muito grave», disse o procurador público ao Noordhollands Dagblad. «Uma rapariga vulnerável, que atravessava um período difícil da sua vida. As coisas não corriam bem na escola nem em casa. Ela tinha fugido e procurava um lugar para dormir, não tinha para onde ir. Entrou em contacto com o suspeito, que não teve qualquer problema em violá-la.» Segundo os procuradores, a rapariga disse repetidamente à polícia que não queria ter relações sexuais com o homem, que lhe doía e que ele continuou na mesma. Foi encontrado ADN correspondente ao do suspeito no corpo da rapariga. A vereadora da OPA, Tamara Vermeulen, associou diretamente o caso às preocupações de segurança em torno do centro de asilo. «As pessoas não se sentem seguras por causa do centro de asilo. Parece que o presidente da câmara está a varrer o problema para debaixo do tapete apenas para manter a calma», afirmou.

«Onde estão os muçulmanos, em todo o mundo — os chamados muçulmanos pacíficos, os muçulmanos moderados — a condenar este mal? Onde estão eles? Não ouço ninguém.» Liz Wheeler salienta que, ao contrário dos cristãos, que são frequentemente os primeiros a manifestar-se sempre que surgem escândalos no mundo eclesiástico, os muçulmanos mantêm-se em silêncio mesmo perante escândalos horríveis, como a violação e a exploração de mais de 250 000 jovens raparigas brancas na Grã-Bretanha.

Por fim, o cidadão argelino Riad Bouchaker foi considerado culpado da tentativa de homicídio de três crianças pequenas e da agressão a outras quatro pessoas durante o terrível ataque ocorrido na Parnell Square, em Dublin, em novembro de 2023. Uma menina foi esfaqueada no coração, sofrendo ferimentos catastróficos que a deixaram com uma lesão cerebral grave e deficiências físicas para o resto da vida. Ela necessitará de cuidados 24 horas por dia pelo resto da vida. Esta noite, os nossos pensamentos estão com todas as vítimas, as suas famílias e todas as pessoas cujas vidas foram alteradas para sempre por aquele dia terrível. Espero que o veredito de hoje lhes traga alguma justiça, embora nada possa apagar o trauma que sofreram.

Absolutamente comovente (Aviso: conteúdo perturbador). Uma estudante de 15 anos, conhecida pelo pseudónimo Jazmine, marcou um encontro com um rapaz com quem tinha entrado em contacto no Snapchat. Em vez de um encontro romântico, foi encurralada e violada três vezes por ele e por outro rapaz de 14 anos. Os agressores filmaram as agressões e as publicaram online, o que levou Jazmine a receber uma enxurrada de mensagens abusivas. Apenas dois meses depois, exatamente os mesmos dois rapazes violaram repetidamente uma segunda rapariga de 14 anos num parque infantil nas proximidades, enquanto um terceiro rapaz gritava palavras de incentivo. No entanto, em maio, os três arguidos saíram em liberdade do Tribunal da Coroa de Southampton após lhes terem sido aplicadas ordens de reabilitação juvenil sem prisão.

A Mesquita da Talbot Street opera sem a licença de construção adequada e viola as normas de segurança. A Sala de Oração Al-Madinah (também conhecida como Faizan-e-Madinah ou Centro Dawat-e-Islami), situada na Talbot Street, no centro de Dublin, está a causar grandes problemas aos residentes e às empresas locais.

Muitos afirmam que o edifício não possui licença de construção para funcionar como uma mesquita movimentada que acolhe grandes reuniões religiosas. O local é um edifício comercial comum numa rua movimentada, repleta de lojas e negócios.

Nunca foi devidamente aprovado, nem adaptou as normas urbanísticas para receber simultaneamente centenas de fiéis nas orações, especialmente nos sermões de sexta-feira. Os moradores relatam grandes multidões a transbordarem para o passeio, causando caos no trânsito e bloqueando as portas — algo que claramente não estava permitido quando o edifício foi inicialmente alugado.

Além disso, o local é criticado por ignorar as normas básicas de segurança contra incêndios e de construção. Com as pessoas amontoadas e sem as adaptações adequadas para um local público de culto, o edifício viola os regulamentos de segurança contra incêndios que todo local público de culto deve cumprir. As saídas de emergência, os limites de capacidade e a proteção contra incêndios parecem completamente inadequados para o número de pessoas que lá se deslocam.

Um recente ataque suspeito de incêndio provocado (em que alguém incendiou a fachada) demonstrou o quão arriscada é esta situação – os bombeiros tiveram de intervir com urgência e a rua foi encerrada.

A Câmara Municipal de Dublin e os bombeiros devem intervir imediatamente. Não se pode simplesmente transformar qualquer espaço comercial antigo numa mesquita lotada sem as devidas autorizações e as verificações de segurança.

Este desrespeito flagrante pelas regras coloca vidas em risco e demonstra total desrespeito pela lei que todos os outros têm de obedecer. É hora de as autoridades intervirem e encerrar o local até que a situação seja devidamente resolvida.

É isto que se ensina em algumas escolas infantis de alguns países árabes. No entanto, é uma religião de paz.

Imagens chocantes obtidas pela GB News mostram migrantes ilegais a gritar «este é o fim da Inglaterra» e a atirar documentos pessoais para o mar, pouco antes de chegarem às costas britânicas. Porque é que o Governo não convoca uma reunião do Cobra? Certamente que isto poderia ser definido como uma «invasão» preocupante, que pode causar danos à Grã-Bretanha? Fonte: GB News

 

Seis anos após a morte de Tamar, de 14 anos, na Waterlandse Zeedijk, o Ministério Público pede uma pena de prisão de oito semanas para um homem iraquiano, acusado de a atropelar mortalmente e de ter se afastado do local do acidente. O caso foi reaberto depois de os pais de Tamar terem contestado com sucesso uma decisão anterior que punia o condutor apenas com uma multa de 1 500 €. O Ministério Público pede agora duas semanas por condução imprudente e seis semanas por não ter parado para prestar assistência.

 

Jebril Abdelrahman, de 19 anos, um migrante ilegal do Sudão, foi acusado de violação após ter atacado uma mulher perto de Clyde Place, em Glasgow. O Ministério Público alega que a vítima foi arrastada até a margem do rio, onde foi violada. Abdelrahman compareceu perante o Tribunal do Xerife de Glasgow, não apresentou qualquer declaração e ficou em prisão preventiva enquanto se aguarda o desenrolar do processo. Um segundo homem, Denison Charles, de 20 anos, foi acusado de agressão relacionada ao incidente. Não apresentou qualquer declaração e foi-lhe concedida liberdade sob fiança.

Parlamento Europeu apoia regras mais rigorosas da UE em matéria de regresso. O Parlamento Europeu aprovou uma profunda reforma do sistema de regresso da UE para as pessoas que permanecem no bloco sem autorização legal. A legislação foi aprovada por 418 votos a favor e 218 contra e carece agora da aprovação formal do Conselho da União Europeia antes de entrar em vigor. As principais disposições incluem: Obrigações mais rigorosas para que as pessoas alvo de decisões de regresso cooperem com as autoridades. Períodos de detenção de até 30 meses em determinadas circunstâncias, para facilitar os regressos. Maior reconhecimento das decisões de regresso em todos os Estados-Membros da EU. A possibilidade de utilizar «centros de regresso» em países terceiros, ao abrigo de acordos que devem respeitar os direitos humanos e o direito internacional. Procedimentos de execução mais rápidos e regras mais rigorosas para indivíduos considerados um risco à segurança. Os defensores das reformas afirmam que estas tornarão o sistema de migração da UE mais eficaz, melhorando a execução das ordens de deportação e reduzindo a circulação não autorizada entre os Estados-Membros. Os críticos, incluindo várias organizações de direitos humanos, argumentam que as medidas poderão prolongar a detenção, enfraquecer as salvaguardas para os migrantes e aumentar o risco de violações de direitos. Uma votação. Uma grande reforma em matéria de migração. E mais um capítulo no debate europeu sobre segurança nas fronteiras, migração e direitos humanos. #UniãoEuropeia #Migração #SegurançaNasFronteiras #ParlamentoEuropeu #Atualidade

queremos ver para crer…

Migrante marroquino dá um soco a um agente da polícia holandesa. Cenas chocantes nas ruas da Europa, em que um adepto marroquino dá descaradamente um soco a um agente da polícia holandesa à vista de todos. O que é ainda mais alarmante é a hesitação das autoridades presentes no local — o que leva muitos a questionar se o receio de uma reação negativa do público estará a paralisar as forças da ordem.

Este incidente destaca um debate crescente e controverso sobre o sentimento de direito adquirido e a quebra da ordem nas cidades europeias. Os críticos apontam para as consequências das políticas de fronteiras abertas e da falta de assimilação, questionando por que alguns visitantes se sentem no direito de tratar os países de acolhimento com tanta hostilidade. Será este o resultado inevitável de uma integração falhada, ou estará em jogo uma questão mais profunda relacionada com a forma como a lei e a ordem estão a ser defendidas?

Veja o momento caótico a desenrolar-se e julgue por si mesmo. https://www.facebook.com/reel/1693473535198995/?s=single_unit

DEPORTEM TODOS OS QUE SE RECUSAM A INTEGRAR-SE!» – Katie Hopkins provoca forte reação no Reino Unido ** A controversa comentadora britânica Katie Hopkins desencadeou uma onda de indignação pública após fazer uma declaração contundente, apelando à deportação de indivíduos que se recusem a integrar-se ou a cumprir as leis e os valores do Reino Unido. O que é que ela disse que levou a um intenso debate no Parlamento, dividiu a opinião pública e desencadeou uma controvérsia em todo o país? «DEPORTEM TODOS OS QUE NÃO SE INTEGRAM!» – A controversa comentadora britânica Katie Hopkins desencadeou uma onda de reações negativas em toda a Grã-Bretanha. Numa acalorada discussão parlamentar, defendeu a deportação de imigrantes que se recusassem a integrar-se, a cumprir as leis do Reino Unido ou a aceitar os valores britânicos. Os críticos classificaram as suas declarações como «racistas» e «perigosas», enquanto muitos apoiantes afirmam que ela está finalmente a expressar o que uma parte do público sente há anos, mas que raramente diz em voz alta. O debate está agora a alastrar-se por todo o país: terá o modelo multicultural da Grã-Bretanha falhado em algumas áreas? Será que as atuais políticas de integração não estão a funcionar como pretendido? Deverá o Reino Unido expulsar as pessoas que rejeitam as suas leis e modo de vida, ou será que Katie Hopkins ultrapassou um limite claro? A tensão pública está a aumentar à medida que as discussões voltam a incidir sobre questões como os grupos de aliciamento, as preocupações com a segregação, as comunidades paralelas e o papel dos tribunais religiosos no Reino Unido. Alguns argumentam que a identidade nacional e a segurança pública estão a enfraquecer. Outros afirmam que este tipo de retórica alimenta a divisão e aprofunda o conflito social. Este tornou-se um dos momentos políticos mais controversos.

«Ele agarrou-me o rabo. Eu disse-lhe para parar.» Numa zona balnear na Suíça, um requerente de asilo africano de 18 anos entrou em fúria e molestou várias mulheres no dia 28 de junho, em Lucerna. O homem apalpou uma rapariga de 18 anos, Laura C., na zona balnear de Nordpol, junto ao rio Reuss. «Ele agarrou-me o rabo. Eu disse-lhe para parar», afirmou a jovem, residente em Lucerna. O africano então insultou a vítima e roubou a bicicleta de um menino e a cerveja de um homem. A vítima ligou duas vezes para a polícia enquanto o homem era imobilizado pelas vítimas, até que a polícia chegou e o deteve. No entanto, depois de ter sido transportado para um hospital, o guineense foi libertado poucas horas mais tarde. Regressou então ao local e, alegadamente, causou mais uma perturbação. Várias mulheres foram alvo de agressões, incluindo uma mulher e a sua filha. A polícia foi chamada novamente e o homem foi proibido de entrar na zona balnear. As autoridades acusaram-no de vários crimes, incluindo assédio sexual. Laura C. afirma que já não se sente segura e pretende juntar-se a um grupo de apoio a vítimas.

Imigrante muçulmano agride mulher irlandesa. Imagens chocantes vindas de Cork, na Irlanda, revelam uma realidade aterradora que muitos enfrentam agora nas suas próprias ruas. Um homem de 36 anos, Abdelilah Habouli, foi filmado a agredir de surpresa uma mulher desprevenida, deixando-a inconsciente com uma fratura no osso orbital. O agressor simplesmente afastou-se como se nada tivesse acontecido, tendo-lhe sido concedida liberdade sob fiança pouco depois de ter sido acusado. Este incidente desencadeou uma onda de indignação generalizada em relação à segurança pública e ao estado atual do sistema judicial. Estão a ser levantadas questões sobre por que indivíduos perigosos estão a ser libertados de volta à comunidade, colocando pessoas inocentes em risco. Muitos exigem agora responsabilização e uma reavaliação séria das políticas que permitem tal violência descontrolada. Isto suscita um debate urgente sobre o direito de andar na rua sem medo de ataques não provocados. https://www.facebook.com/reel/1852365219074274

Bouchaker considerado culpado – mas quando é que a Irlanda vai abordar o padrão mais alargado e analisar os dados? Riad Bouchaker, cidadão irlandês nascido na Argélia, foi considerado culpado de tentativa de homicídio pelo ataque com faca cometido em novembro de 2023 contra crianças à porta de uma creche em Dublin. Uma corajosa funcionária, Leanne Flynn, interveio e ficou gravemente ferida. Os transeuntes detiveram-no.

Os médicos trabalharam incansavelmente e salvaram uma menina de cinco anos que havia sido esfaqueada no coração. A menina sobreviveu, mas ficará com danos cerebrais para o resto da vida, incapaz de andar ou falar normalmente. Bouchaker alegou problemas de saúde mental após uma cirurgia cerebral e afirmou estar perturbado com uma decisão relativa à prestação social; no entanto, o júri rejeitou a sua defesa e condenou-o. Esse ataque chocou o país e desencadeou uma agitação civil generalizada.

Nunca deveria ter acontecido. Mas insere-se num padrão mais alargado que se tornou impossível de ignorar. Ao longo de apenas cinco semanas, de 1 de maio a 8 de junho de 2026, 39 processos judiciais relatados envolvendo cidadãos estrangeiros foram notícia na Irlanda. A empresária local e defensora da comunidade Elaine Mullally, membro da Coligação de Mulheres sobre a Imigração (fundada e liderada pela advogada Laoise de Brun) e conhecida pelo seu trabalho em várias campanhas bem-sucedidas, incluindo a «Spoil the Vote», compilou recentemente estes casos envolvendo cidadãos estrangeiros. A repartição: 12 crimes violentos (agressões, esfaqueamentos, distúrbios violentos)

  • 10 crimes sexuais (violações, agressões, ato obsceno)
  • 8 crimes relacionados com drogas
  • 5 casos de branqueamento de capitais/crime organizado

Os restantes: roubo, fraude e outros. Os romenos foram os mais representados, seguidos pelos ucranianos, nigerianos, argelinos e outros do Médio Oriente. Entre os incidentes graves contam-se violações, esfaqueamentos, uma acusação de homicídio contra um iraniano em Galway e operações de tráfico de droga em grande escala. Isto não é novidade. A Irlanda sofreu uma mudança drástica nas últimas duas décadas, passando de uma das sociedades mais seguras e homogéneas da Europa, com baixos níveis de imigração, para um rápido crescimento populacional devido à mobilidade na UE, aos pedidos de asilo e aos fluxos de imigrantes provenientes de fora da UE. A habitação e os serviços estão sobrecarregados, a par de uma crise do custo de vida em espiral, e crimes outrora raros tornaram-se uma ocorrência regular nas nossas cidades e aldeias, outrora seguras.

Entre os casos notáveis incluem-se: Ashling Murphy (2022), uma jovem professora esfaqueada até à morte enquanto fazia jogging pelo cidadão eslovaco Jozef Puska. O duplo homicídio em Sligo de dois homens homossexuais cometido por um homem de origem iraquiana. Um ataque com faca perpetrado por um requerente de asilo sudanês em Belfast (junho de 2026), que cegou um homem local e lhe causou lesões que alteraram a sua vida.

Uma análise de 2025 que revela que cidadãos estrangeiros foram acusados ou condenados em 31% dos homicídios de mulheres e raparigas (11 de 35 casos, 2020–2024). Trata-se de uma representação excessiva e desproporcional. Embora muitos cidadãos estrangeiros respeitem a lei, os afluxos em grande escala provenientes de regiões com atitudes marcadamente diferentes em relação à violência, às mulheres e ao Estado de direito — sem verificação rigorosa, sem normas de integração nem de deportação rápida dos infratores — trouxeram consigo problemas graves.

O povo irlandês nunca votou a favor de creches e escolas que necessitem de segurança adicional, de mulheres que evitem correr sozinhas ou de esfaqueamentos rotineiros. As falhas políticas (frágeis controlos fronteiriços, expulsões lentas, dados ocultados e compatibilidade cultural ignorada) criaram esta realidade. As soluções são simples:

  • Um sistema adequado, baseado em pontos, que dê prioridade às competências e à integração.
  • Maior segurança nas escolas e creches (algo de que nunca precisámos antes)
  • Deportação automática para crimes graves cometidos por não cidadãos.
  • Estatísticas oficiais completas sobre a criminalidade por nacionalidade, acompanhadas de um debate público honesto, em vez de negação e de projeção constantes. A coragem de Leanne Flynn e das pessoas que estavam no local, na Parnell Square, mostrou o que há de melhor na Irlanda. No entanto, civis e médicos heroicos não deveriam ter de continuar a compensar as falhas das políticas. Os líderes têm de finalmente enfrentar os dados, ou o país e o seu povo continuarão a pagar um preço elevado.

HOMEM DETIDO APÓS CASO DE AGRESSÃO SEXUAL HORRÍVEL QUE CHOCOU A GRÃ-BRETANHA : https://news.quantumseolabs.net/%f0%9f%9a%a8…/dieuthuong/ Um homem foi detido sob suspeita de agressão sexual contra uma jovem vulnerável que, segundo consta, tinha saído recentemente de um hospital em Worthing. A detenção, ocorrida no Aeroporto de Gatwick, reacendeu o debate sobre a segurança pública, a proteção das vítimas e as penas aplicadas em casos de crimes violentos graves. A discussão também fez referência a um caso distinto de rapto e tortura em Telford, o que levou a novos apelos por medidas mais severas contra os autores de crimes violentos e por maior transparência por parte das autoridades na divulgação dos motivos dos crimes. Os casos suscitaram fortes reações do público nas redes sociais, com muitos a apelarem a punições mais severas, a um tratamento igualitário para as vítimas e a uma maior ênfase na segurança pública.

 

O que se passa em Londres? «Quem ainda confia nas instituições governamentais para proteger os inocentes deve analisar com atenção o pesadelo das gangues de aliciamento na Grã-Bretanha. Durante décadas, predadores organizados visaram jovens inglesas vulneráveis, provenientes de meios da classe trabalhadora. Aliciaram-nas com álcool, drogas e falsa gentileza, para depois passá-las de mão em mão, a abusos sexuais repetidos. A polícia e as autoridades locais viram os sinais de alerta, mas, com demasiada frequência, mantiveram-se à margem, com medo de serem rotulados de racistas. Quase todos os agressores eram oriundos de comunidades muçulmanas paquistanesas. Os danos devastaram cidades como Rotherham e Telford. Agora, a tempestade está a atingir Londres e parece prestes a explodir.»

Um incidente ocorrido em Katoria suscitou grande atenção. Segundo relatos, a 7 de janeiro de 2026, alguns residentes hindus locais subiram ao minarete de uma mesquita e retiraram os altifalantes ali instalados, alegando que o volume elevado estava a causar perturbações. Durante o incidente, terão sido entoados slogans como «Jai Shri Ram», o que fez com que a questão passasse de uma simples queixa de ruído a assumir uma dimensão comunitária. Após o incidente, as discussões intensificaram-se tanto na área local como fora dela. O episódio mostra como uma preocupação cívica comum, como a poluição sonora, pode rapidamente tornar-se um tema sensível quando está ligada a locais religiosos e à identidade. Uma questão que normalmente poderia ser tratada por vias administrativas ou legais pode facilmente transformar-se num debate comunitário carregado de emoção. Especialistas e residentes locais acreditam que tais incidentes evidenciam a necessidade de paciência, respeito à lei e de comunicação aberta. Num ambiente socialmente sensível, qualquer queixa deve ser tratada por meio de procedimentos legais, de discussão mútua ou de mediação, para que os mal-entendidos não se transformem em conflitos maiores.

Relatos vindos da Índia indicam que mais de 23 estruturas religiosas muçulmanas, entre elas mesquitas, madraças, locais de oração de Eid e santuários, foram demolidas em diferentes estados durante um período de cerca de 45 dias, levantando preocupações sobre a liberdade religiosa, a proteção do património e o devido processo legal. Uma onda de demolições atingiu locais religiosos muçulmanos na Índia e gerou forte preocupação entre organizações de direitos humanos, líderes comunitários e observadores, após a demolição de mais de 23 estruturas em diversos estados ao longo de aproximadamente 45 dias. As demolições incluíram mesquitas, madraças, Eidgahs, dargahs e cemitérios em Delhi, Maharashtra, Uttar Pradesh, Gujarat, Rajastão e Haryana, muitos deles situados em estados governados pelo Partido Bharatiya Janata.

O migrante eritreu Thomas Mesai Siyoum, que tinha acabado de chegar ao Reino Unido, esfaqueou um homem na perna num ataque frenético em Oxford. Acusou a vítima de falar mal dele pelas costas e, em seguida, cravou-lhe uma faca na parte interna da coxa direita. A vida da vítima só foi salva porque um transeunte utilizou uma t-shirt como torniquete. Siyoum declarou-se culpado de lesões corporais e posse de faca em público. Foi condenado a três anos e um mês de prisão.

Um animal da Somália: «Há ha, vocês trabalham o dia todo, porra, e não têm nada. Obrigado por trabalharem tanto para que eu possa ficar em casa o dia todo de graça. Vão trabalhar para mim, rapaz branco, rapariga branca. Pois, vão trabalhar para mim, seus animais brancos de merda.» Deportar todos os somalis, sem exceções?

Como é que esta notícia não chegou aos principais meios de comunicação social e por que razão não estão eles na prisão?

A IRLANDA NO LIMITE: COMEÇA A REVOLUÇÃO DOS 2%! Será este o fim do governo irlandês? A Irlanda entrou no 5.º dia de um bloqueio total a nível nacional, e a situação atingiu um ponto crítico! Com 200 000 pessoas a marcharem em direção ao Parlamento e as forças armadas em estado de alerta, a nação está com a respiração suspensa. Desde camionistas que bloqueiam autoestradas até pescadores prontos para paralisar todos os portos, a classe trabalhadora lançou um ultimato final: «Devolvam-nos o nosso país!» Enquanto os meios de comunicação tradicionais os chamam de «vândalos», as imagens que se tornaram virais mostram uma história diferente, a de uma nação em sofrimento. Mas eis a verdadeira bomba: a matemática secreta por trás do «limiar de 2%» que poderá forçar o governo a dissolver-se HOJE…

A Alemanha deixou de adotar uma postura branda. O chanceler Scholz anunciou o endurecimento das políticas de fronteira após mais de seis meses, fechando as entradas para migrantes irregulares em meio à reformulação da legislação de asilo no país. Desde março de 2026, as deportações aceleradas para países considerados “seguros”, como Marrocos, passaram a valer, com o objetivo de reduzir as chegadas em um terço em relação às mais de 350 mil registadas no ano anterior. Essa mudança acompanha a postura de Donald Trump, mas, para os Estados Unidos, representa menos migrantes tentando chegar ao país, enquanto, para a Europa, pode significar um aumento do redirecionamento desses fluxos. Os efeitos colaterais também preocupam: os mercados de trabalho globais podem sofrer com o aumento dos custos de importação dos EUA provenientes de fábricas alemãs que dependem de mão de obra qualificada. Enquanto isso, a Alemanha pretende manter as fronteiras restritas até setembro de 2026, e as empresas já se preparam para atrasos nas principais rotas comerciais, como as de Frankfurt e Hamburgo. Exportadores americanos para o maior mercado da União Europeia enfrentam fretes mais caros e cadeias de suprimentos mais lentas, especialmente nos setores automotivo e químico, que movimentam bilhões de euros. Caso essa tendência migratória desacelere o crescimento da economia alemã, multinacionais americanas com forte presença na Europa, como Ford e Dow, também poderão ser impactadas.

Katherine Blair · O 6G VAI DESTRUIR OS NOSSOS CORPOS! Ok, então, como explicar isto para que faça sentido… O 5G funciona num comprimento de onda completamente diferente do futuro 6G, que se prevê que utilize um amplo espetro multicamadas que vai desde frequências inferiores a 7 GHz até às frequências de terahertz (THz). Assim que se entra na gama terahertz, a frequência afeta os canais iónicos dependentes de cálcio no corpo. Estes canais iónicos de sódio e cálcio são responsáveis por, literalmente, tudo no corpo. São as minúsculas «portas» que ajudam a regular a transmissão nervosa, a contração muscular, a libertação de hormonas e inúmeros outros processos biológicos cruciais… 1) LIBERTAÇÃO DE NEUROTRANSMISSORES: São essenciais para a transmissão sináptica, que medeia a libertação de neurotransmissores nos terminais nervosos. 2) CONTRAÇÃO MUSCULAR. – Iniciam o acoplamento excitação-contração nos músculos cardíacos, esqueléticos e lisos. SÃO CRÍTICOS para a contração do músculo cardíaco. 3) GERAÇÃO DE POTENCIAIS DE AÇÃO – Em tecidos específicos do coração e em certos neurónios, participam na ritmicidade e na geração de potenciais de ação. – SINALIZAÇÃO INTRACELULAR E TRANSCRIÇÃO GENÉTICA – O aumento do cálcio intracelular atua como um segundo mensageiro, ativando fatores de transcrição dependentes de cálcio e permitindo que os sinais de cálcio regulem a expressão genética. Na verdade, tudo o que se possa imaginar que tenha a ver com o corpo a nível elétrico está relacionado com estes canais e, assim que o 6G for implementado, poderá ser utilizado para CONTROLAR qualquer coisa nos nossos corpos a nível elétrico. Quando a investigação demonstra que as frequências terahertz interagem com um dos sistemas biológicos mais fundamentais do corpo, temos de começar a fazer perguntas… em voz alta! O conhecimento nunca foi o inimigo; a aceitação cega é que o é. Pensar, investigar, questionar, compreender. Desafiem todas as narrativas, incluindo a minha… Porque, quando o futuro chegar, já não se poderão fazer as perguntas de ontem… Temos de acordar e questionar os impactos das tecnologias em rápido avanço, como o 6G, a IA e a bioengenharia, sobre a SAÚDE HUMANA e o FUTURO DA NOSSA ESPÉCIE. LEIAM os artigos, FAÇAM as perguntas, DESAFIEM todas as narrativas antes que seja realmente tarde demais.

 

Publicado por

CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL