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À meia-noite de ontem, 26 de Abril, eram estes os principais números e indicadores da pandemia Covid-19 nos países que tenho seguido. Estávamos à beira de passar os 3.000.000 de infectados, fasquia que já passada, hoje, à hora a que escrevo.
Na União Europeia, Espanha, Itália, França, Alemanha, Bélgica, Holanda e, com números mais baixos, Portugal, Irlanda, Suécia, Polónia e Roménia continuam a lutar para travar a progressão dos contágios. Do outro lado, Áustria, República Checa, Luxemburgo, Grécia, Croácia, Estónia, Lituânia, Eslováquia e Eslováquia aparentam ter a situação sob controlo e poderem estar na iminência da extinção da crise.
No resto da Europa, o grupo de países com maior crescimento é Rússia, Bielorrússia e Ucrânia, embora – cabe salientar – com níveis de mortalidade muito baixos. A Islândia, como já aqui referi, está no fim da crise e a Noruega quase de saída também.
No resto do Mundo, a liderança dos EUA destaca-se a cada dia, estando na iminência de passar um milhão de infectados. Os núcleos de países onde o crescimento é mais notório são os do Golfo, a América Latina – em especial, a região andina – e os do Indostão. A Ásia Central dá indicações diferenciais e a África do Norte tem estado mais vagarosa. Singapura tem um quadro que continua a deteriorar-se. Do outro lado, Coreia do Sul e Nova Zelândia estão de saída da crise, como a província chinesa de Hubei já o declarou também, e a Austrália segue-se de perto com a situação controlada e a crise a apagar-se.

