administração da tap exonerada

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TAP: Governo exonera presidente do Conselho de Administração e CEO
Lisboa, 06 mar 2023 (Lusa) – O Governo exonerou o presidente do Conselho de Administração e a presidente executiva da TAP, Manuel Beja e Christine Ourmières-Widener, na sequência do relatório da IGF sobre a saída de Alexandra Reis da companhia, anunciou o ministro das Finanças.
Fernando Medina, que hoje falou em Lisboa, numa conferência de imprensa conjunta com o ministro das infraestruturas, João Galamba, disse ainda que “não haverá lugar a pagamento de indemnizações” aos administradores de saída.
João Galamba disse ainda que não irá sair toda a Comissão Executiva da TAP atualmente em funções.
ALYN/PE // CSJ
TAP: Luís Silva Rodrigues assume presidência executiva e do Conselho de Administração
Lisboa, 06 mar 2023 (Lusa) – O Governo escolheu Luís Silva Rodrigues, que atualmente lidera a Sata, para assumir os cargos de presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da TAP, anunciou hoje o ministro das Infraestruturas.
O governante, que falou numa conferência de imprensa conjunta com o ministro das Finanças, Fernando Medina, em Lisboa, anunciou o nome de Luís Silva Rodrigues para o cargo, depois de ter sido comunicada a exoneração de Manuel Beja e Christine Ourmières-Widener, na sequência do relatório da Inspeção Geral de Finanças (IGF) sobre a saída de Alexandra Reis da companhia.
João Galamba disse ainda que não irá sair toda a Comissão Executiva da TAP.
ALYN /PE // CSJ
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Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, assegurou hoje que o executivo “tem todas as condições” para cumprir a legislatura, garantido a “coesão governativa” após a demissão do secretário da Saúde por razões políticas. “[Este Governo] tem todas as condições para levar a legislatura até ao fim, como tem levado até aqui. […]

Source: Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio,

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Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio, conhecido médico ginecologista e obstetra açoriano.
O Dr. Forjaz de Sampaio era natural da freguesia de Água de Pau, do concelho de Lagoa (Açores), e era casado com a Dra. Maria Teresa de Paiva Pereira da Silva Forjaz de Sampaio.
Era pai da Dra Isabel Forjaz Sampaio, da Arquitecta Maria Forjaz de Sampaio, e do Dr André Forjaz Sampaio, director clínico do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, em 2021-2022.
À esposa, filhos e netos a Administração do Açores Global endereça os seus sinceros pêsames.
[Foto da página do Facebook do Dr Jaime Forjaz de Sampaio]
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“A cultura deve ser olhada como bem capacitante em termos económicos” – Açoriano Oriental

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Filipe Franco, artista plástico, que tem patente na Lagoa a exposição “O Lugar da Luz”, alerta para a necessidade de se alterar a forma como a cultura é olhada a nível institucional

Source: “A cultura deve ser olhada como bem capacitante em termos económicos” – Açoriano Oriental

Do assédio como problema social

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« (…) Auilo a que se pode chamar “prática de assédio” conjuga uma série de comportamentos (e.g. abuso, perseguição, insultos, difamação, destruição da confiança e do amor próprio, culpabilização da vítima, agressões físicas e sexuais, retaliações sobre a vítima e pessoas próximas) tão desprezíveis que o termo (do latim obsidiu -, pelo italiano assedio) chega a parecer demasiado frágil para tanta carga. As práticas de assédio estão tão arraigadas na sociedade portuguesa (fruto de regimes autoritários, caracterizados por silenciamento, falta de transparência, impunidade dos poderosos) que demoram a ser identificadas como tal pelas vítimas. No caso das mulheres, tudo isto é intensificado pela questão sexual e pelo machismo imperante na sociedade, que, ao invés de diminuir, tem vindo a ser incrementado pelo ataque generalizado aos direitos dos trabalhadores e dos cidadãos. O Regimento Jurídico das Instituições do Ensino Superior, em discussão com dez anos de atraso, abriu a porta ao fim da gestão democrática das escolas, acabando com a eleição direta dos seus órgãos, anulando a representatividade dos corpos constitutivos e permitindo o surgimento de uma “elite” gestionária que se sente à vontade para exercer o poder como entende; a par disto, a precariedade laboral passou a ser a norma na universidade empresarializada; em consequência, as situações de assédio multiplicam-se.
A ULisboa não está, infelizmente, sozinha neste ranking; as demais instituições não são imunes a esta doença. Como afirmei em crónica anterior, dadas as condições de trabalho e o atavismo das estruturas de poder universitário, o assédio só não existe enquanto não se falar dele. O assédio é vivido em silêncio pelas suas vítimas, sistematicamente ameaçadas e isoladas pelos assediadores, que assim as fragilizam e alimentam os seus sentimentos de culpa, incapacidade e irrelevância. O silêncio, além de conferir invisibilidade aos abusos, torna o assédio uma questão pessoal, passível de retaliação se denunciada, difícil de provar e de combater, impune para os seus perpetradores.
O assédio só não existe enquanto não se falar dele. O assédio é vivido em silêncio pelas suas vítimas, sistematicamente ameaçadas e isoladas pelos assediadores, que assim as fragilizam e alimentam os seus sentimentos de culpa, incapacidade e irrelevância. O silêncio, além de conferir invisibilidade aos abusos, torna o assédio uma questão pessoal, passível de retaliação se denunciada, difícil de provar e de combater, impune para os seus perpetradores.
O assédio corrói, destrói, mata. É urgente, é imprescindível denunciá-lo, estudá-lo, descrevê-lo, dá-lo a conhecer, mostrá-lo como o cancro social que efetivamente é.»
[Margarita Correia, “Diário de Noticias”, 6/03/2023]
Do assédio como problema social
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Do assédio como problema social
Teve lugar a 27 de fevereiro p.p., o encontro Assédio na ULisboa: conceitos, causas, intervenientes, organizado pelo Movimento U; dos seus resultados, será elaborado relatório. No encontro participaram representantes da sociedade civil – sindicatos, Comissão para a Igualdade no Trabalho e na Emp…
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“Imaginário extraterrestre na Cultura Portuguesa

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Foi em 2014 que dei “à luz” esta obra, que traduz o essencial da minha tese de doutoramento dedicada ao “Imaginário extraterrestre na Cultura Portuguesa – da Modernidade até meados do século XIX” (Lisboa, Âncora Editora) . Uma investigação feita ao longo de mais de uma década sob a supervisão do meu saudoso Mestre, Doutor João Francisco Marques, que já dirigira a minha dissertação de mestrado, na FLUP. Do mesmo modo cabe recordar e enaltecer o igualmente saudoso Doutor Alfredo Diniz, S.J., sumidade preponderante da Universidade Católica, em Braga, que acedeu a prefaciar esta obra. Convergiram, assim, um pensamento laico e gnóstico e um reputado teólogo católico numa abordagem, ao tempo original na área da História no contexto académico europeu. Aqui couberam a astronomia, a cosmologia, a teologia, a física, mas também a poesia, a ficção didática, Fica este pedaço de uma “vida” como sugestão de leitura para os interessados nestas relações intra e multidisciplinares na cultura do nosso país.
Permito-me anexar duas opiniões de dois exímios colegas da Física e da Astronomia sobre este mesmo trabalho, os professores Luís Bernardo e Rui Agostinho:
Moradas Celestes é um livro de temática cosmológica, celestial e humana, que foi escrito com muita erudição e competência. Apresenta uma excelente perspetiva histórica da evolução das ideias religiosas, filosóficas e científicas, centradas na ideia da vida extraterrestre, surgidas, nos séculos XVIII e XIX, em Portugal. A sua leitura é obrigatória para quem quiser entender a mentalidade e a cultura portuguesas dessa época.
Luís Bernardo, Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, especialista em Física Ótica.
“Moradas Celestes” inicia-nos na discussão sobre a origem dos cometas, que discorre pela clássica visão helenística do cosmos e embrenha-se na nova ciência do renascimento, com a famosa Aula da Esfera no Colégio de Santo Antão e dos pensadores no dealbar do séc XVII. Este livro é uma gesta pelo paulatino entranhar do novo pensamento científico que percorria a humanidade, mas em terras lusas. Pelas páginas discorrem nomes ilustres que marcaram essa evolução: António Viera, António Cordeiro, Luiz Gonzaga, António Verney, o grande Teodoro de Almeida, ou Manuel Álvares entre muitos outros. É delicioso percorrer as suas ideias que detalhada e ordenadamente Joaquim Fernandes nos serve no fio da história, cruzada com os grandes cientistas e marcos de então: sobre o vazio ou o éter do universo, a razão das marés, a origem dos cometas que percorre o diálogo entre o que é da Terra e o que vem do Céu. “Moradas Celestes” tem cunho académico, não romanceado, abrangente, mas de uma riqueza linguística que fascina a leitura e abarca a evolução deste conhecimento em Portugal. Uma obra de referência para “cientistas, filósofos e teólogos”, como se lê na contracapa, mas uma grande satisfação para os todos os outros: um “must”.
Rui Agostinho, físico e astrónomo, diretor do Observatório Astronómico de Lisboa.
Ao cabo de pacientes anos eis a OBRA de uma vida, pelo menos no seu essencial: “Moradas Celestes. O Imaginário Extraterrestre na Cultura Portuguesa” (Âncora Editora, 2014) revela, entre outras muitas curiosidades, alguns contributos pouco conhecidos dos intelectuais portugueses para o entendimento do universo e do nosso lugar no cosmos. Precocidades como a ideia de gravitação e atracção universais, devida ao médico António Luís, em 1540, bem antes de Newton a formular matematicamente; a existência dos dois satélites de Marte descrita por Rafael Bluteau (1638-1734), antes de Jonatan Swift o fazer nas “Viagens de Gulliver” e muito antes de Asaph Hall os observar ao telescópio, em 1877; a noção desmentida ( a”mentira ) do azul do céu”, formulada pelo grande orador e padre António Vieira, explicada cientificamente pela primeira vez pelo físico inglês John Tyndall (1820-1893 ); a fantástica tese espírita, precoce no Ocidente europeu e em Portugal, da tese da reencarnação e da metempsicose proclamada pela Marquesa de Alorna, a exímia poetisa Leonor de Almeida (1750- 1839), nas sua obra poética, e que sonha “peregrinar, de “estrela em estrela”, depois de deixar este mundo…Motivos mais do que bastantes para estarem atentos a esta obra que nas suas quase 400 páginas traça um retrato dos “nossos e dos outros céus”, e dos seus presumíveis habitadores, tais como foram imaginados pelos nossos escritores e pensadores. O livro será apresentado, inicialmente em Lisboa, no dia 27 de Março, na Livraria Bulhosa, do Campo Grande, a hora ainda a definir. Espero reencontrar todos os amigos da região da capital para mais esta partilha. Mais detalhes em breve. Um abraço.
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9 years ago

Professores contratados têm de concorrer ao país todo. “São despedidos se não o fizerem”

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Esta é uma das propostas do Ministério da Educação contestadas pelos professores: “Ou concorrem ao país todo, ou são despedidos”.

Source: Professores contratados têm de concorrer ao país todo. “São despedidos se não o fizerem”

Bispos não afastam padres abusadores

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Newsletter diária • 06 mar 2023

 

 
 
 

 

 

Bispos não afastam padres abusadores sem mais provas e até Papa João Paulo II ocultou casos

 

 

Edição por Gonçalo Lopes

Os abusos sexuais na Igreja Católica portuguesa têm sido tema de destaque nos últimos dias em Portugal, sobretudo depois de na última sexta-feira os bispos portugueses terem analisado em assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa o relatório da Comissão Independente ‘Dar Voz ao Silêncio’.

E têm sido destaque, sobretudo, porque foram feitos pedidos de desculpas, muitos, promessas de apoios às vítimas, muitas, mas não houve uma posição firme tomada pela Igreja, face aos alegados abusadores. Registaram-se então muitas críticas a esta posição dos bispos, que defendem que todos têm direito a julgamento antes de serem ‘condenados’.

Houve mesmo quem assumisse que a Igreja tinha muitos dados para poder atuar face aos alegados abusadores, mas o Patriarcado foi taxativo: nenhum padre será afastado “sem os factos comprovados”.

“Se nós tivermos factos, e factos comprovados e sujeitos a contraditório, claro – nós estamos num país de direito e de leis – só pode ser feita pela Santa Sé, não é uma coisa que um bispo possa fazer por si”, referiu o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente.

Muita polémica em cima da mesa e pior ficou esta segunda-feira, ao saber-se que, antes de se ter tornado papa, João Paulo II teve conhecimento e ocultou casos de pedofilia, de acordo com um canal de notícias da Polónia.

Quando era cardeal e bispo de Cracóvia, Karol Wojtyla soube de atos de pedofilia cometidos na sua diocese por padres, que foram transferidos de paróquia para evitar um escândalo, adiantou o autor da investigação, Michal Gutowski.

Uma testemunha, que não quis ser identificada, confirma na reportagem que informou pessoalmente o cardeal Wojtyla sobre os atos de pedofilia cometidos por um padre em 1973.

“Wojtyla queria, em primeiro lugar, ter certeza de que não se tratava de uma mentira. Pediu que ninguém fosse informado e disse que se encarregaria do assunto”, contou a testemunha, acrescentando que o cardeal lhe perguntou explicitamente se seria possível manter o assunto em sigilo.

 

Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

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Interrogado se os padres acusados não podem ser suspensos preventivamente, o cardeal-patriarca de Lisboa descartou esse cenário, referindo que “não pode ser porque é sujeito a contraditório”.

Source: Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

A IGREJA NA IDADE MÉDIA

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Portugal em plena idade média.
May be an image of text that says "Segundo o cardeal-patriarca de Lisboa, "muitos dos casos em apreço" são de "há 50, 60, de há muitos anos", numa altura em que legislação não era nada disto, nem sequer era crime público, nem era um crime contra as pessoas, eram meros atentados ao pudor que eram tratados com boas palavras"."
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Maria Antónia Fraga

Aninhas, de onde foi retirada esta citação, sabe?
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Ana Monteiro

Maria Antónia Fraga eu também concordo que só se condenem pessoas após factos comprovados. Já chega a Inquisição em que a igreja perseguiu e condenou injustamente milhares de pessoas. Não entendo é como a desculpa da legislação pode sobrepor-se à ética. https://www.dn.pt/…/manuel-clemente-suspensao-de-padres…
Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé
DN.PT
Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

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