“Crime” ou “o mesmo azedume”? Privatização da TAP (continua) sem consenso

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O anúncio da reprivatização da TAP ‘caiu’ mal aos partidos da oposição, que criticam o dinheiro injetado pelo Governo nos últimos anos. No entanto, o PS diz que “a oposição está a perder alguma da sua capacidade construtiva”.

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JOSÉ SOARES, O PICO MERECE

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O Pico merece

 

Os investimentos anunciados para a Ilha do Pico, são o início de uma profunda alteração das políticas naquela Ilha-Montanha.

O Pico representa um ativo muito importante no plano geral turístico que os Açores vão cada vez mais desempenhar. E não será mistério para ninguém que a Ilha do Pico tem sido, ao longo dos séculos, negligenciada pelas castas morgadia e governativa, tanto no regime monárquico, como no republicano, onde as influências da História faziam pender o pêndulo para a Ilha do Faial. Com o fim destas castas, a Ilha do Pico tem-se desvinculado das amarras geracionais e tem conseguido criar as condições condignas à sua condição natural de Ilha-Maior.

Há já algum tempo que têm sido anunciados vários desenvolvimentos para a Ilha do Pico, entre eles:

Aeroporto da ilha do Pico: apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionalidade e segurança, destacando-se os estudos, projetos e expropriações para ampliação e requalificação da pista, a empreitada de remodelação do SSCLI e a ampliação do parque de estacionamento para viaturas.

– Porto de São Roque do Pico: apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se o novo terminal de passageiros, pavimentação da atual zona do parque de contentores e criação do acesso a embarcações na área de recreio náutico.

– Circular à Vila da Madalena: construção deste circuito logístico terrestre.

– Matadouro do Pico: melhoramento desta infraestrutura a dividir também pela construção do novo Matadouro de São Jorge e pela construção do Novo Edifício SERCLASM, a par da promoção de uma campanha institucional dos laticínios dos Açores.

– Cultura da vinha na ilha do Pico: apoios à reabilitação da paisagem tradicional da cultura da vinha em currais na ilha do Pico e à manutenção de paisagens, a dividir também por sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos parques naturais de ilha, e em reservas da biosfera.

– Casa dos Botes nas Lajes do Pico: desenvolvimento deste projeto, a dividir também por desenvolvimento de ações de relações públicas por ocasião da realização de eventos turísticos de grande notoriedade e dinamização de projetos de qualificação do destino e de sensibilização dos açorianos para a importância do turismo.

– Espécies protegidas no Pico: desenvolvimento do projeto LIFE BEETLES, visando a atenuação das ameaças ambientais e ecológicas para espécies protegidas (Componente do Beneficiário Coordenador) a dividir também pelas ilhas das Flores e Terceira.

A ilha do Pico foi escolhida pela revista Islands como uma das melhores ilhas do mundo para se viver, pela estação BBC como uma das melhores ilhas secretas na Terra, pela estação CNN como um dos destinos de ilhas que são magníficos, pela Lonely Planet como uma das maravilhas naturais que valem a pena visitar e pela Forbes como uma ilha verdadeiramente impressionante.

Muitos outros estão previstos e anunciados, numa rede de necessidades há muito sentidas pelos picarotos.

É caso para se dizer: Até que enfim! O Pico merece.

 

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Jardim faz queixa ao MP por montagem em que surge a apelar ao voto no Chega | Justiça | PÚBLICO

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O ex-presidente do Governo Regional da Madeira foi vítima de uma montagem em que alegadamente dizia: “Custa-me dizer isto, mas hoje mais vale votar no Chega do que votar em Miguel Albuquerque.”

Source: Jardim faz queixa ao MP por montagem em que surge a apelar ao voto no Chega | Justiça | PÚBLICO

Cabo Submarino Google: Uma Grande Oportunidade para os Açores

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Publicado no Jornal Correio dos Açores, 28 de Setembro 2023
Cabo Submarino Google: Uma Grande Oportunidade para os Açores
No passado dia 25 de Setembro, a Google anunciou o lançamento de um novo cabo submarino entre os Estados Unidos da América (EUA) e Portugal continental, com passagem pelo arquipélago das Bermudas. Este cabo denominado “nuvem”, é um cabo óptico transatlântico de última geração e de elevada capacidade, com previsão para entrar ao serviço em 2026.
O novo cabo terá uma rota diferente dos cabos submarinos transatlânticos existentes. Enquanto os actuais estão a Norte dos Açores, com ligações entre os EUA e o Norte Europa, o cabo “nuvem” terá uma rota a Sul dos Açores. Por certo, a opção da nova rota não é alheia às actuais tensões geopolíticas e a nova ordem mundial em construção.
O novo cabo “nuvem” confere uma grande perspectiva de futuro para os Açores: é uma oportunidade única a cada 20 anos. Os Açores têm aqui o ensejo de ligar-se a um sistema internacional com o carimbo Google, tal como já o garantiu o arquipélago das Bermudas.
O acesso ao cabo “nuvem” pode ser por amarração directa ou por derivação (provavelmente a mais viável). Seja em que configuração for, a ilha de São Miguel tem as condições para acolher esta amarração, facilitando e acelerando o processo de adesão ao projecto do novo cabo.
É vantajosa a participação dos Açores num sistema internacional, de entre outros: maior poder negocial; partilha e mitigação de riscos técnicos e financeiros. Portanto, temos numa melhoria na operação e manutenção a custos mais baixos. Neste caso em concreto, também existem vantagens estratégicas específicas, porquanto o cabo submarino “nuvem” permite atrair a atenção do “ecossistema tecnológico” Google sobre os Açores.
O cabo submarino “nuvem” pode partilhar infra-estruturas terrestes e troços submarinos com o anunciado sistema CAM (Continente-Açores-Madeira). No entanto, os Açores não devem esperar mais. Não devemos fazer depender a participação dos Açores no cabo submarino “nuvem” dos repetidos anúncios sem concretização do CAM. Seria bom que existisse algum tipo de coordenação entre projectos. Não sendo possível ou oportuno, os Açores têm uma “nuvem” para agarrar. Não fiquemos à espera de outros, numa incerteza permanente que compromete o desenvolvimento socioeconómico dos Açores.
No âmbito das suas responsabilidades, o Governo Regional dos Açores deve desenvolver, com persistência e acutilância, os contactos estratégicos para que o novo cabo submarino “nuvem” tenha uma amarração nos Açores, nomeadamente na ilha de São Miguel. As Associações Empresariais, Órgãos Consultivos e a Universidade dos Açores devem juntar-se e cooperar num esforço conjunto, no que se poderá chamar uma verdadeira “mudança de paradigma”, caso se venha a ter nos Açores um cabo submarino da gigante multinacional Google.
Ponta Delgada, 27 de Setembro 2023
João Quental Mota Vieira
Eng. Electrotécnico (IST) e MBA (UAç)
Ex-Quadro Superior da Marconi/PT
Ex-Chefe da Estação de Cabos Submarinos dos Açores
May be an image of 1 person, map and text that says "opinião/pub Correio Açores, 28 de Setembro 2023 Cabo Submarino Google: Uma Grande Oportunidade para os Açores melhoria operação manutenção custos baixos. Por: João Quental Mota Vieira Eng. Electrotécnico (IST) (UAç) Ex-Quadro coni/PT -Chefe Estação abos Submarinos Mar- Esquema cabo submarino "nuvem" (fonte: Google) Setembro, Google sendo coordenação Unidos Norte Bernudas garantiu arquipélago cabo última mundial geopoliticas Bermudas podes ordem futuro ubmarinos transatlânticos confere Açores: içores, Google, talcomo temos erdadeira mudança venha da gigante multinacional Google."
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Abaixo o terceiro-mundismo na Calheta!

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no DIÁRIO DOS AÇORES.
Abaixo o terceiro-mundismo na Calheta!
“Credível” e “boa-fé”, por um lado, e “terceiro-mundista”, por outro, são palavras que não combinam, no meu modesto entendimento. Vou desenvolver e explicar o assunto, que se relaciona com a grave questão da Calheta de Pêro de Teive, nesta cidade. E digo, desde já, sem rodeios e com toda a convicção: abaixo o terceiro-mundismo na Calheta!
O presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dr. Pedro do Nascimento Cabral, disse que a empresa concessionária dos terrenos públicos da Calheta de Pêro de Teive revela “boa-fé” e que a mesma pretende resolver o caos urbanístico ali existente. O autarca falava numa sessão pública sobre o assunto promovida, há uns dois meses, pela Assembleia de Freguesia de São Pedro.
Agora, há uns poucos dias, numa reunião da Assembleia Municipal de Ponta Delgada, o dr. Pedro do Nascimento Cabral classificou de “terceiro-mundista” a suspensão da obra de chamada requalificação dos terrenos públicos concessionados na Calheta, embora os procedimentos cumpram a legalidade. Convém lembrar que terceiro-mundista é definido como próprio de países subdesenvolvidos economicamente e socialmente. É, portanto, um adjectivo que não tem nada de simpático…Felicito o dr. Pedro do Nascimento Cabral por ter trazido a palavra certa para o vocabulário relativo ao problema da Calheta.
Há, efectivamente, terceiro-mundismo nesta matéria, mas não é de agora, importa realçar. O terceiro-mundismo começou quando um Governo Regional liderado pelo PSD mandou destruir a enseada e o portinho de pesca da Calheta. O terceiro-mundismo prosseguiu quando um Governo Regional liderado pelo PS concessionou a uma empresa privada os terrenos conquistados ao mar. E depois o terceiro-mundismo nunca mais parou, até hoje, como se pode verificar. Tem sido um rol de trapalhadas, falências, alterações acionistas, contradições, inverdades, promessas não cumpridas e atropelos à legalidade, por vezes com a co-responsabilidade ou a passividade dos poderes públicos.
De forma indirecta, mas sem deixar dúvidas, o presidente da Câmara Municipal chamou de “terceiro-mundistas” à empresa concessionária e ao empreiteiro da obra em causa, que mais não visa do que construir ali um enorme hotel e deixar um limitado espaço verde, talvez para passear cães ou plantar couvinhas e cebolinhas, em estilo de horta comunitária, agora tão em moda…
Já em 2017, também numa sessão pública promovida pela Junta de Freguesia de São Pedro, o então presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e actual presidente do Governo Regional dos Açores, dr. José Manuel Bolieiro, afirmou que a empresa concessionária do espaço público da Calheta era “credível”, no que foi secundado por um director regional que ali se encontrava em representação do Governo Regional de então.
Eu não sei, porque não a conheço, se essa empresa tem ou não boa-fé e se é ou não credível. Admito, no entanto, que tenha boa-fé e que seja credível, mas para isso não pode ter comportamentos terceiro-mundistas, mesmo que dentro da legalidade e seja com que argumentos for. A expressão não é minha, mas concordo com ela, considerando que o processo da Calheta tem sido sempre muito sinuoso e pouco claro.
Há uns 20 anos que a Calheta de Pêro de Teive vem sendo sujeita a um lamentável terceiro-mundismo, que não é, pois, de agora. E vai continuar, como é óbvio, infelizmente, porque verdadeiramente não há quem queira – com autoridade, coragem, determinação e vontade – acabar com o caos urbanístico ali existente. É só conversa e mais conversa, reuniões, leis para cima e para baixo, anúncios, promessas, orçamentos e manobras dilatórias. Até quando?
A única pessoa – justiça lhe seja feita! – que fez alguma coisa de positivo pela Calheta foi a drª Maria José Lemos Duarte quando assumiu a presidência da Câmara Municipal, ao impor a demolição de umas estruturas que ali tinham sido construídas, mas que nunca foram concluídas, que estavam abandonadas e que não obedeciam à legalidade, constituindo um foco de insalubridade pública. Ela, sim, não foi terceiro-mundista!
Nesta grave questão da Calheta, os que me conhecem sabem bem que eu nunca dei uma no “cravo” e outra na “ferradura”, nunca mudei de opinião consoante as circunstâncias, por oportunismo ou para agradar a políticos e empresários, nunca me deixei levar por promessas enganadoras, nem nunca concordei com o que pretendem ali fazer, que não é um “mal menor”, como alguns, erradamente, consideram. Muito pelo contrário!
Os terrenos públicos conquistados ao mar na Calheta de Pêro de Teive deviam ou devem ser destinados para um amplo espaço de fruição colectiva, que poderá ser uma praça ou um jardim, sem mais mamarrachos hoteleiros ou outros à mistura, como estava previsto de início. De contrário, a Calheta estará condenada ao mais vergonhoso terceiro-mundismo, perante a passividade – há que o dizer! – da sociedade em geral.
A Calheta é nossa e muito nossa, é propriedade da Região Autónoma dos Açores, ou seja, pertence a todos os açorianos. Não é de políticos e empresários. Acabem com a concessão e devolvam aquele espaço à população, para usufruto geral, longe de interesses financeiros que nos são alheios e que não amam a terra açoriana. E não venham com direitos adquiridos, porque direitos adquiridos só tem o povo açoriano, como único e exclusivo dono da Calheta.
Abaixo o terceiro-mundismo na Calheta, como, de resto, em qualquer outra parte do nosso arquipélago! Não queremos, não precisamos, não merecemos! Somos ou não donos da nossa terra? É preciso que os decisores políticos, sejam eles quais forem e independentemente das suas origens partidárias, tenham a firmeza e a honestidade de não permitir comportamentos terceiro-mundistas, sob pena de também eles serem terceiro-mundistas.
Dirijo uma palavra muito directa ao presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada. O seu pai, o jornalista Jorge do Nascimento Cabral, que viveu durante muitos anos na Calheta, saberia defender muito bem essa zona da cidade de Ponta Delgada. Trabalhei com ele no “Correio dos Açores” e sei como ele amava a Calheta. Siga o exemplo e a lição do seu pai, defendendo a sério a Calheta, sem rodeios, hesitações ou receios. Deixe uma marca muito positiva no seu mandato, uma marca histórica: exija ao Governo Regional, que é o órgão que o pode fazer em representação da Região Autónoma dos Açores, que reverta o contrato de concessão dos terrenos públicos da Calheta, para ali ser construída uma ampla zona de fruição pública, que pode ser nomeadamente uma praça ou um jardim. Isso ainda pode ser feito, contra o terceiro-mundismo. De resto, uma ampla zona de fruição pública criada ali beneficiará o hotel e o casino que a empresa concessionária possui nas imediações. O que querem mais?
Dirijo, igualmente, uma palavra muito directa ao presidente do Governo Regional, dr. José Manuel Bolieiro. Como presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, não prestou a atenção que devia à Calheta de Pêro de Teive, mas isso já passou. Agora, como presidente do Governo Regional, deixe também uma marca muito positiva, uma marca histórica, quanto à Calheta: chame ao Palácio de Sant´Ana os responsáveis da empresa concessionária, para, com respeito e franqueza, lhes dizer que o tempo deles acabou, que não vai haver hotel ali e que a Calheta será totalmente para usufruto da população. Essa empresa não ficará a perder, porque tem outros interesses nos Açores e já lhe foram dadas outras facilidades com óbvios proveitos. Repito: o que querem mais? Ainda recentemente o dr. João Bosco Mota Amaral, antigo presidente do Governo Regional, confirmou que os terrenos conquistados ao mar na Calheta seriam para a construção de um jardim público. Resolva o assunto, então, dr. José Manuel Bolieiro, sem delongas, em benefício da população, contra o terceiro-mundismo. Um hotel naquele espaço não contribui em nada, em nada mesmo, para uma cidade sustentável nos planos social, ambiental e cultural. Ainda estamos a tempo de travar tão danoso processo.
A açorianidade não é uma palavra vã, bonita de se dizer ou escrever em prosa e poesia. Não! A açorianidade é uma condição e, acima de tudo, um sentimento muito profundo, que deve inspirar e orientar todos os açorianos, nomeadamente os decisores políticos, para que saibam sempre defender e promover os Açores, com medidas justas e correctas, no sentido do progresso e da felicidade. Como açoriano tenho o dever e o direito de exigir que a açorianidade seja traduzida na prática na Calheta, para lhe restituir, já não toda, porque é impossível, mas, pelo menos, parte da dignidade e da beleza perdidas, longe do terceiro-mundismo, mesmo que disfarçado de progresso. O terceiro-mundismo só nos prejudica e envergonha.
A Calheta de Pêro de Teive é uma questão de inteligência e de coração! Vamos salvar o que ainda é possível salvar na Calheta! A tese de que já não há nada a fazer é errada, obtusa e retrógrada. Em meu nome e em nome de outras pessoas que pensam como eu nesta matéria, faço um veemente apelo à inteligência e ao coração do dr. José Manuel Bolieiro e do dr. Pedro do Nascimento Cabral para que não deixem matar de vez a nossa amada Calheta, tão cheia de história, de tradição e de emoção. Faço, do mesmo modo, um veemente apelo à inteligência e ao coração dos responsáveis da empresa concessionária da Calheta, para que abandonem a concessão, desistam do projecto do hotel e contribuam, assim, para uma solução verdadeiramente digna para aquela zona da cidade de Ponta Delgada. Se todos se juntarem e colaborarem, a Calheta poderá voltar a ser Calheta, mesmo sem o mar, limpa, arranjada e bonita. Ninguém ficará a perder. Pelo contrário, todos ficarão a ganhar. O tempo urge!
Tomás Quental Mota Vieira
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Jorge Almeida E Sousa

Terceiro mundo é o que não falta na cidade e nos Açores . Aliás há cada vez mais .Para não haver é necessário conhecer o primeiro mundo .