fechaduras do Corvo

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assemelham-se aos carabelhos transmontanos …

Fechaduras de Portas no Corvo.

Feitas de madeira de cedro, as fechaduras do Corvo são uma das mais características peças do artesanato desta ilha.
Durante décadas foram utilizadas em praticamente todos os tipos de habitações.
Actualmente ainda se podem ver algumas em casas mais antigas e em alguns palheiros.
José Mendonça de Inês (recentemente falecido) foi o artesão que as tornou mais conhecidas no arquipélago açoriano, em Portugal continental e um pouco por todo o mundo.

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Fernando A. Pimentel

Feitas de madeira de cedro, as fechaduras do Corvo são uma das mais características peças do artesanato desta ilha.
Durante décadas foram utilizadas em praticamente todos os tipos de habitações.
Actualmente ainda se podem ver algumas em casas mais antigas e em alguns palheiros.
José Mendonça de Inês (recentemente falecido) foi o artesão que as tornou mais conhecidas no arquipélago açoriano, em Portugal continental e um pouco por todo o mundo.

NOTA CARABELHO EM RIO DE ONOR

a moda e a estupidez que está em moda..

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é a 2ª vez que lembro isto…
Eunice Brito shared a post.

October 31 at 9:09 PM

Um exemplo da estupidez da sociedade de hoje em dia. Isto é surreal 😂😂😂😂

https://www.facebook.com/junior.dias10/videos/2254976817909440/?t=10

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Junior Dias

Um exemplo da estupidez da sociedade de hoje em dia. Isto é surreal 😂😂😂😂

New Research Shows That Time Travel Is Mathematically Possible

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Physicists have developed a new mathematical model that shows how time travel is theoretically possible. They used Einstein’s Theory of General Relativity as

Source: New Research Shows That Time Travel Is Mathematically Possible

 

https://sciencetechworld.com/new-research-shows-time-travel-mathematically-possible/

Vida Extra | Este era o maior segredo de Salazar. Revelamos a droga que o ditador tomou durante 22 anos

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O Vida Extra publica em exclusivo um excerto de “A Queda de Salazar: O princípio do fim da Ditadura”, de José Pedro Castanheira, António Caeiro e Natal Vaz (Edições Tinta da China). O livro chega às livrarias esta sexta-feira

Source: Vida Extra | Este era o maior segredo de Salazar. Revelamos a droga que o ditador tomou durante 22 anos

 

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MOTIVAR VACAS FELIZES NOS AÇORES

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Arlindo Mano shared a video.

5 hrs

Ao cuidado dos senhores lavradores.
Uma forma democrática de motivar as vacas a dar mais leite.

Vídeo de Pedro Azeitona torna-se viral nas redes sociais
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Linhas de Elvas

Vídeo de Pedro Azeitona torna-se viral nas redes sociais

A SOBREVIVÊNCIA DO PLANETA TERRA

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Carlos Fino

3 hrs

The Guardian

SOS PLANETA TERRA
5 PAÍSES TÊM 70% DO QUE RESTA DE NATUREZA

THEGUARDIAN.COM
https://www.theguardian.com/environment/2018/oct/31/five-countries-hold-70-of-worlds-last-wildernesses-map-reveals?CMP=share_btn_fb&fbclid=IwAR3k-1xpgQoelOPNGimPRE3mp3aVy4rmxXenxKZRnviguOILyh7d3mpZ-04

CENSURA NO BRASIL “É a primeira vez que sou impedido de cantar desde a ditadura”, diz Caetano

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Após proibição, Caetano Veloso vai à maior ocupação da América Latina, mas não canta. Prefeito do PSDB embargou apresentação e juíza estipulou multa

Source: “É a primeira vez que sou impedido de cantar desde a ditadura”, diz Caetano

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in memoriam

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A AICL (Colóquios da Lusofonia) nesta data dedicada a todos os que já partiram, aproveita para lembrar os seus Associados e todos os que participaram anteriormente nos nossos 30 colóquios e, que infelizmente, já não o podem fazer. A todos agradecemos por nos terem ajudado a fazer da AICL aquilo que ela é hoje, começando pelo nosso primeiro patrono e mentor

1. EMBAIXADOR JOSÉ AUGUSTO SEABRA E (ordem alfabética)
2. AMADEU FERREIRA, CMVM (“pai do mirandês”)
3. AMÍLCAR DIAS (MARIDO DA EMBAIXADORA PASCOELA BARRETO)
4. ANTÓNIO V BENTO (UNIV DA MADEIRA)
5. DANIEL DE SÁ (ESCRITOR AÇORIANO)
6. ELSA RODRIGUES DOS SANTOS (SLP)
7. HELGA DE JESUS (MULHER DO ESCRITOR EDUÍNO DE JESUS)
8. HERMANO MOTA (CHÁ DA GORREANA)
9. JOSÉ DIAS DE MELO (ESCRITOR AÇORIANO)
10. JOSÉ NUNO DA CÂMARA PEREIRA (ARTISTA PLÁSTICO)
11. MANUEL SÁ COUTO (ESC SEC ANTERO DE QUENTAL)
12. MANUELA RIBERA CASCUDO (COMPANHEIRA DE ISAAC ESTRAVIZ)
13. MARIA BARROSO (EX-PRIMEIRA DAMA DE PORTUGAL)
14. NORBERTO PONTE (DONO DO RESTAURANTE O CARLOS NA LAGOA)

ass. CHRYS CHRYSTELLO, MA, Presidente da Direção AICL 2.11.2018

Ana Monteiro · Perdidos no verdadeiro Halloween

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Ana Monteiro
56 mins ·
Perdidos no verdadeiro Halloween

Há uns bons anos passou na televisão uma série que me manteve “colada” ao ecrã durante várias temporadas. Isto na era pré-gravações automáticas em que não existia um botão que permitia “viajar” facilmente pelos últimos 7 dias.
A série “Lost” (Perdidos) girava à volta de um grupo de sobreviventes de um acidente de aviação que se encontravam numa ilha repleta de experiências enigmáticas. Uma delas, uma Escotilha, onde um morador solitário seguia escrupulosamente um protocolo que consistia em digitar uma sequência de números a cada 108 minutos e carregar um botão (“A partir do momento que o alarme soa, vocês têm 4 minutos para digitar o código ou algo de terrível acontecerá”; nem eles – nem os espectadores – fazem ideia do que poderá acontecer, mas decidem acreditar e seguir as instruções. Fazem turnos e, sem falta, continuam a carregar o botão que pode manter a ordem das coisas).
Ontem, ao ler o “Living Planet Report 2018” da WWF lembrei-me do tal “botão” do Lost, não no sentido em como bons selvagens podem ser condicionados a um novo comportamento mas no conforto que é haver um mecanismo que faz mover o mundo de forma infalível. Esse mecanismo chama-se Natureza.
Segundo o relatório ontem anunciado, as populações mundiais de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram 60% (soletrem devagar: s-e-s-s-e-n-t-a por cento) entre 1970 e 2014.
Nas zonas tropicais da América do Sul e Central, as perdas chegam aos 89%.
Estes números deveriam fazer soar todos os alarmes da Terra. Imaginei que hoje, ao ligar a televisão, todos os canais estariam a noticiar tamanha catástrofe; estava convicta de que nas capas dos jornais de hoje aparecesse um 60% em letras garrafais e berrantes como nos dias em que o Benfica vence o Futebol Clube do Porto. Esperei discursos políticos e a criação de um sindicato do Ambiente. Imaginei que as publicações do relatório nas redes sociais teriam mais “likes” do que uma foto de um prato de chicharros.
Eu estava claramente errada. Este mau presságio não abalou, nem um centímetro que fosse, a trajectória fútil da humanidade.
60% às tantas não é assim tanto. Certamente fui eu que me tornei pessimista.
Imaginemos então que 60% da nossa família é exterminada ou 60% dos nossos colegas de trabalho ou da nossa equipa de futebol. Ou 60% dos vizinhos da nossa rua. Ou 60% de todas as nossas opções consumistas – da cerveja ao telemóvel.
Imaginemos agora que 60% de toda a Humanidade se extingue e os 40% que sobram têm de manter a “máquina” a funcionar de forma mais ou menos digna. Precisamos de alguém que cultive alimentos, de alguém que saiba fazer pão pão, de professores que eduquem as nossas crianças, de médicos que nos diagnostiquem e nos curem algumas doenças. Com apenas 40% não poderemos exigir muitas especialidades; teremos de nos contentar com generalistas e esperar que consigam fazer o melhor que puderem.
Os ecossistemas encontram-se assim amputados em 60% das suas capacidades, muitas delas desconhecidas para nós mas todas elas importantes para a nossa sobrevivência e para a sobrevivência do Planeta.
Por exemplo, um terço da produção alimentar mundial depende de polinização – por 20 mil espécies de abelhas, centenas de outros insectos e até mesmo de vertebrados como alguns pássaros e morcegos. Todas estas espécies se encontram em risco de extinção.
A Natureza é portanto o “botão” que mantém o equilíbrio do Planeta e da Vida (esta parece uma frase destinada a crianças do primeiro ano, mas não estou certa de que todos tenham assimilado esta ideia).
A culpa do extermínio destes 60% é nossa. De todos nós e do nosso consumismo desenfreado: agricultura intensiva, degradação dos solos, sobrepesca, desperdício de alimentos, alterações climáticas, todas as formas de poluição, sobre exploração de recursos naturais e energia, etc, etc, etc.
A culpa desta aniquilação em massa é também fruto da nossa crescente visão descartável de tudo o que nos rodeia e da nossa facilidade em desculpar a irresponsabilidade ambiental das pessoas e instituições.
Quando ouço responsáveis políticos apregoarem medidas que aumentam o conforto das pessoas penso se a palavra “conforto” também não estará em vias de extinção. Não me parece que nada de “confortável” possa advir do encurtamento ou desaparecimento de ecossistemas.
Não será também “confortável” ter um discurso radical ou disseminar o pânico generalizado mas creio que a fase das mezinhas e dos paninhos quentes já passou. Precisamos de medidas urgentes e concretas, de pactos de governação a longo prazo que incluam todos os quadrantes políticos.
Este é o maior desafio da Humanidade e está a passar-nos ao lado. Se não despertarmos para uma nova forma de consciência, espera-nos uma eterna noite de Halloween com muitos mortos-vivos, bruxas mercenárias de recursos, vampiragem e outras estranhezas.
O ser humano não consegue substituir-se ao “botão” que mantém a ordem das coisas nem possui um comando de um qualquer equipamento “Smart” que permita recuar no tempo e recuperar todos os anos de destruição infligida à Natureza. Mas o ser humano pode reaprender e encontrar-se.