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mais belo do mundo – A Fajã da Caldeira de Santo Cristo

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«A Fajã da Caldeira de Santo Cristo foi considerada pela National Geographic Traveller “o local mais belo do mundo para férias».

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Fajãs de São Jorge Repost@cpascualsp#iloveazores#azores#azoresislands#saojorge#fajasantocristo#paradise Uma foto public…
https://www.iloveazores.net/2016/09/um-local-nos-acores-foi-considerado-o.html?fbclid=IwAR3ptxdxejzZSjIoREhYeJr7SHjeEPvBgwJ8jVRJovdhIZF4lNnTpm2jBVM

CALHETA DE TEIVE uma obra de Santa Engrácia?

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Calheta de Pêro de Teive: factos e dúvidas

No início de 2017, a Junta de Freguesia de São Pedro promoveu – e muito bem! – uma sessão pública, em que participaram, nomeadamente, o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e um director regional do Governo da Região Autónoma dos Açores, com o objectivo de fazer um ponto da situação relativamente à situação da Calheta de Pêro de Teive, onde jazem uns mamarrachos inacabados há cerca de 12 anos, um verdadeiro “cemitério” de betão, ferro, lixo e ervas. Até um cadáver humano foi lá encontrado.
Nessa sessão, muito concorrida, entre outras afirmações, o presidente da edilidade municipal disse que iria antecipar prazos para as licenças e o director regional garantiu que o concessionário privado dos terrenos públicos da Calheta conquistados ao mar começaria a obra de requalificação do espaço no início de 2018. Está gravado. Até hoje nada!
Posteriormente, o Governo Regional apresentou o que seria o projecto final, com a demolição total ou parcial, nunca se percebeu bem, das galerias comerciais inacabadas, mas surgindo um enorme hotel, que não estava inicialmente previsto e que o Movimento “Queremos a Calheta de Volta” classificou de “monstro”, ficando uns espaços verdes para usufruto da população, muito longe do que seria de esperar. A solução correcta seria demolir o que nunca devia ter sido ali construído e transformar o espaço – que é público! – numa praça ou num jardim. Existem na cidade outras áreas com excelentes condições para construírem hotéis. O dinheiro é importante, mas a população é mais importante!
Apesar de o Governo Regional ter divulgado um projecto como definitivo, mais tarde a Câmara Municipal veio dizer que o projecto apresentado pelo concessionário para as devidas licenças não obedecia integralmente ao pedido de informação prévia quanto a áreas de construção e que teria sido solicitado um ajuste, com vista à aprovação final. Mas isso já foi há muito tempo e nunca mais se ouviu falar no assunto.
Agora, o presidente da Câmara Municipal, questionado na Assembleia Municipal, veio dizer que foi contactado pelo concessionário com vista à apresentação em breve de um novo projecto, este já compatível com o quadro legal a que a Câmara Municipal está obrigada e que também vem ao encontro do pretendido pelo Movimento “Queremos a Calheta de Volta”, segundo a imprensa. O que é que tudo isso significa? Não se sabe, porque não foi explicado.
Há mais de uma década que se assiste neste caso a decisões oficiais de duvidosa legalidade, a promessas não cumpridas, a prazos ultrapassados, a comunicados do Governo Regional e da Câmara Municipal a desmentirem-se ou a corrigirem-se mutuamente, sempre num é “agora” mas afinal é “amanhã”. Não percebo nada disto! E certamente muito mais gente também não compreende nada deste processo.
Para quem ama Ponta Delgada, é simplesmente muito triste assistir a toda esta confusa situação! A Calheta, que foi o “berço” histórico da cidade, merecia maior respeito e maior consideração. Falta uma cultura de valores!

TIMOR JÁ TEM VACAS SAGRADAS???

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These cows must be very sacred; or belong to someone influential! They have free roaming of Dili’s most popular and used beach. They make a mess and leave flies. Darn!

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TOMAZ DENTINHO E A INDEPENDENCIA DA ILHA TERCEIRA

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Digamos apenas duas coisas: a primeira é um dito popular muito micaelense que nos ensina que ” um tolo calado passa por discreto” (discreto aqui tem um significado que não é o mesmo do dicionário da língua portuguesa) e para rematar um segundo dito popular mais à moda da Ilha Terceira que nos diz que “toiros e gente tola paredes altas”. O povo sabe bem do que fala, os supostos “sábios” nem por isso.

O economista e professor da Universidade dos Açores Tomaz Dentinho tem um olhar crítico quanto à perda crescente de centralidade do aeroporto das Lajes e aos problemas em termos da certificação para uso civil. Fala de “abuso de poder”.
“Quando os poderes são incapazes de promover o uso sustentável dos sítios e das rotas e não potenciam a capacidade livre de servir das pessoas e dos sítios devem naturalmente ser substituídos através de processos democráticos”, considera.
“Quando estes poderes abusam do poder que têm para restringir a potencialidade das pessoas e de lugares surge naturalmente a revolta e a secessão. A Catalunha revolta-se contra Madrid que, através de transferências cumulativas de meios financeiros públicos desde o fim da Guerra Civil, mantém a cidade artificialmente maior do que Barcelona, como o fez no tempo da ocupação espanhola e nós portugueses não gostámos e aprendemos. Também é natural que São Miguel se revolte contra a centralização Pombalina do poder em Angra do Heroísmo ou a Terceira não aceite ser limitada nas suas potencialidades pela insustentável e artificial limitação que o poder em São Miguel lhe impõe com a atenção e veneração dos colaboracionistas e apáticos do costume”, atira.
Elenca as limitações: “A subutilização do aeroporto da Lajes com regulações militares absurdas, – a subutilização do porto da Praia da Vitória pela estupidez de ter a decisão das taxas centralizada na autoridade de portos dos Açores impedindo a sã concorrência entre portos; – o aceitar de projetos tolos e não sustentáveis que alimentam os costumeiros dependentes; – as restrições ao desenvolvimento do campus universitário de Angra; – a arrecadação de rendas das energias renováveis para fora do local onde são geradas e por aí fora”.
“Para colocar estes abusadores de poder no seu lugar não podemos contar com a maioria dos votos que naturalmente estão concentrados na Ilha Maior. O que se impõe é a autonomização do Porto da Praia da Vitória, do Porto de Angra, o aeroporto das Lajes, do Campus de Angra do Heroísmo, da EDA Terceira e por aí fora. A unidade da Região é assegurada pela liberdade das suas pessoas e ilhas e nunca pela submissão dependente e vendida a um poder abusivo e por isso ilegítimo”, defende.
Entre as medidas que advoga está uma companhia low-cost. “É preciso saber fazer melhor. Gerir melhor o campus universitário e o porto da Praia, gerir melhor o aeroporto das Lajes e a EDA Terceira. E, naturalmente, fazer uma companhia low-cost sediada na centralidade aeroportuária da Terceira para competir com a SATA nos voos regionais e com a TAP, a Ryanair, a SATA e o que vier para aí nos voos para a América, para a Europa, para África, para o Brasil…..”.
“O TEXIT não é a melhor solução, tal como o BREXIT ou o CATALEXIT não serão a solução para a Europa e para Espanha. Mas são os abusos de poder que provocam o separatismo pura e simplesmente porque ninguém que se preze aceita ser cidadão de segunda; se mesmo que isso tragicamente aconteça o seu filho ou neto não o aceita de com certeza: fomos feitos para a liberdade. A liberdade escolhe, arrisca, sonha”, conclui.

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os meus tremores de terra EM 2005 BATISMO AÇORIANO

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CRÓNICA 5, 22/9/2005,

5.1. SISMOS 10 MANHÃ AÇORES, 11 LISBOA, 20 HORAS SYDNEY

Como na véspera alguém dissera, o certo é que é mais perigoso andar de carro nas estradas do continente. O João está mais calmo, ao pé do pai, nesta sua primeira experiência telúrica. A estreia paterna fora já em 28 fevereiro de 1969 no Porto pelas 06.27 da manhã. Depois, perdi-lhe a conta.

estava a estudar na sala de jantar alta madrugada, ao lado de uma cristaleira das antigas cheia de …cristal…..que começou a tocar uma estranha harmonia dissonante em relação ao candeeiro que ondulava, levantei-me e fui avisar os meus ais que dormiam e bem, e eles responderam que era um elétrico (ainda os havia naquele temo na Rua do Campo Lindo no Porto) ou um autocarro ou um camião, vim à janela e os paralelipipedos dançavam… alertei-os para a dança do candeeiro de teto mas não os convenci…

Em Timor havia tremores todos os dias (entre o 5 e o 7 da escala de Richter), embora só um tenha sido suficiente grande para todos se porem a correr em março de 1974 ou 75. Depois, escapei dos vulcões ativos em Kintamani, Bali (Indonésia) cujas maiores erupções foram em 1927, 1929 e 1947. Estava em Sidney, a 250 km, quando senti o tremor de Newcastle (Austrália) com o grau 5,6 na escala de Richter, 13 mortos e 140 feridos (10:27 28 dezembro 1989), uma cidade centenária que ficou semidestruída. Já anunciaram: “Amanhã não há aulas” havendo a possibilidade de um grande terramoto como acontecera na Terceira em 1980

O GENOCÍDIO ESQUECIDO NA NAMÍBIA

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Lusa Ponte shared a video.

2 mins

-2:33

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Brut

In Namibia, the herreros and the namas were exterminated by the German settlers. It was the first genocide of the twentieth century.