em defesa do património em PDL

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Com sala cheia, o Património do Estado Novo nas freguesias rurais na II Guerra Mundial. Hoje, na BPARPD! e A AICL na defesa da língua e cultura como valores patrimoniais: um povo que não respeita sua história ruma ao olvido.

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COVOADA retiro dos jesuítas

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Retiro dos Jesuítas, Covoada, em S. Miguel…

«Trata-se de um complexo religioso de reduzidas dimensões que está dividido em duas partes bem distintas», afirmou José de Almeida Mello, revelando que além de uma «pequena ermida de evocação desconhecida», com altar e teto em abóboda, há também um pátio, colunas em pedra, zona de refeições com mesa e duas cavernas «não muito profundas».

Designada por «templo perdido», esta descoberta nunca antes tinha sido referenciada pela historiografia local, nem se sabe quem o mandou construir, apesar de existir uma lenda que aponta para origem castelhana.

Segundo disse José de Almeida Mello, o complexo está localizado na freguesia da Covoada, numa propriedade privada, junto a uma nascente de água, num vale com densa vegetação, a uma altitude de 600 metros.

«Estamos perante um lugar cenobita, que quer dizer que é um complexo que poderá ser de finais do século XVI, início do século XVII», admitiu o historiador, que contou com a colaboração do fotógrafo Orlando Medeiros na descoberta do local, que contém «vários símbolos» gravados nas pedras, entre eles cruzes de Caravaca, raras nos Açores.

Para o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, a descoberta merece ser valorizada, pelo valor histórico que contém para o concelho e para o arquipélago.

«Nós temos de valorizar, no presente, este histórico de Ponta Delgada. Uma vez exposto, não pode voltar ao abandono. Isso seria uma crime lesa cultura», afirmou José Manuel Boleiro, na apresentação da descoberta, acrescentando que o trabalho será feito, conjuntamente, com o proprietário, a junta de freguesia, os autores da descoberta e a Universidade dos Açores.

José de Almeida Mello adiantou, ainda, que o local já foi alvo de uma ação de limpeza e remoção de terra e vegetação, estando prevista, no sábado, uma visita por um grupo de 50 pessoas, que se inscreveram previamente.

Diário Digital com Lusa e era assim descrito no passado…

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Ibéricos descendem na maioria de povos das estepes russas, revela estudo genético – Atualidade – SAPO 24

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Source: Ibéricos descendem na maioria de povos das estepes russas, revela estudo genético – Atualidade – SAPO 24

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PORTUGAL PAÍS DE VISIGODOS

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Rogério Mimoso Correia shared a post.

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Image may contain: text that says "450 ANGLO-SAXÕES AS FRANCOS ANCOS VÂNDALOS 330-405 451 HUNOS HUNOS BUR LOMBARDOS GUN SSOSTROGODOS 415-507 DIOS DIOS VISIGODOS 276 250 SUEVOS VISIGODOS VÂNDALOS"

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João Tilly

5 hrs

As Invasões Bárbaras.
Os Suevos chegaram à Península Ibérica pelo mesmo caminho dos Visigodos, 100 anos antes. E fixaram-se na Galiza e Norte de Portugal a partir de 409. Seguem-se os Visigodos que fugiam dos Hunos e estavam, já, bastante romanizados.
Os Visigodos acabaram por tomar toda a Península e introduziram uma classe social nova: a Nobreza. Tinham “sangue azul” – porque a sua pele era muito branca e viam-se as veias azuis por debaixo da pele.
Os Visigodos viviam para a guerra. Os senhores não trabalhavam. Eram donos das propriedades e viviam do produto da Terra que era trabalhada pelas populações locais.
O princípio do que seria, mais tarde, o Feudalismo

morreu o cartoonista Cid

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Esta é uma notícia muito triste, especialmente triste. Sabíamos que o Augusto Cid estava muito doente e que já não recuperaria. Mas a notícia custa sempre, quando bate.
O Augusto Cid é um grande português e foi um meu grande amigo, desde quando o conheci pessoalmente em 1981. Era um homem de grande coragem e de inabalável verticalidade.
Conheci-o por causa de Camarate, a queda do avião que, a 4 de Dezembro de 1980, matou Sá Carneiro e Snu Abecassis, Adelino Amaro da Costa e…

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património esquecido dos Açores

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S.O.S. Açores shared a post.

Patrimônio escondido.
Forno de Cal do século XV ou XVI?
O arco mais pequeno é a entrada do Forno.
Tinha e tem uma escadaria coberta de terra que servia para retirar a Cal que foi e é ainda um bem para todos os seres vivos sobre a terra! A Cal servia para desinfetar as águas, limpar as peles dos animais vaca, cabra, borrego para fazer adereço exemplo: A pele de vaca cintos, botas, arreios de cavalos e outros. Curiosidades: No tempo da Peste Negra a Cal foi muito utilizada na pedra edificada de portas e corrimões de edifícios públicos e Igrejas. Nos sítios de enterrar corpos era colocada umas boas pás de Cal para melhor queimar os micróbios. Outros tempos.

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Forno de Cal
Freguesia de Fajã de Cima São Miguel Açores.

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Mario Jorge Costa

Patrimônio escondido.
Forno de Cal do século XV ou XVI?
O arco mais pequeno é a entrada do Forno.
Tinha e tem uma escadaria coberta de terra que servia para retirar a Cal que foi e é ainda um bem para todos os seres vivos sobre a terra! A Cal servia para desinfetar as águas, limpar as peles dos animais vaca, cabra, borrego para fazer adereço exemplo: A pele de vaca cintos, botas, arreios de cavalos e outros. Curiosidades: No tempo da Peste Negra a Cal foi muito utilizada na pedra edificada de portas e corrimões de edifícios públicos e Igrejas. Nos sítios de enterrar corpos era colocada umas boas pás de Cal para melhor queimar os micróbios. Outros tempos.