Porque é que o tempo passa mais depressa à medida que envelhecemos?

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Uma nova teoria defende que a perceção do tempo está ligada à capacidade de processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com a idade….ESTA PERGUNTA CONSOME-ME DESDE QUE COMECEI A ENVELHECER…E NÃO HÁ TRAVÕES QUE CHEGUEM Visão | Porque é que o tempo passa mais depressa à medida que envelhecemos?

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ESTA PERGUNTA CONSOME-ME DESDE QUE COMECEI A ENVELHECER…E NÃO HÁ TRAVÕES QUE CHEGUEM Visão | Porque é que o tempo passa mais depressa à medida que envelhecemos?

 

Porque é que o tempo passa mais depressa à medida que envelhecemos?

Porque é que o tempo passa mais depressa à medida que envelhecemos? Getty Images
Uma nova teoria defende que a perceção do tempo está ligada à capacidade de processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com a idade

É uma questão de perceção, obviamente. Cada minuto tem os mesmos 60 segundos e estes demoram o mesmo tempo a passar, estejamos nós na idade dos porquês ou na idade da reforma. No entanto, o tempo parece passar muito mais devagar quando somos mais novos e acelerar à medida que envelhecemos. Quem não se lembra das férias intermináveis de verão, em idade escolar? Eram três meses que nunca mais acabavam. É verdade que, agora, em adultos, não temos três meses de férias de verão. Mas o pouco que temos parece ainda menos do que é.

Adrian Bejan, investigador da Universidade de Duke, nos EUA, dedicou-se a estudar o fenómeno, e esta semana avançou com uma explicação: à medida que envelhecemos, o cérebro perde capacidade de processar imagens e, como consequência, a mente humana perceciona a passagem do tempo de uma forma mais rápida.

“As pessoas ficam muitas vezes fascinadas com a quantidade de memórias que guardam daqueles dias de juventude que pareciam durar para sempre. Não é que as experiências tenham sido muito mais profundas ou significativas; é só porque elas foram processadas de forma muito mais rápida”, escreve o autor do estudo, docente de engenharia mecânica.

A sua teoria assenta nesta ideia de que “a mente humana sente a passagem do tempo quando as imagens percecionadas mudam”. Logo, quanto maior o número de imagens mentais, maior a sensação de que o tempo demora mais a passar. “O presente é diferente do passado porque as imagens processadas mudam, e não porque o relógio de alguém toca. Os dias parecem durar mais na juventude porque a mente recebe mais imagens num dia do que quando é mais velha”, explica Bejan.

Ao desenvolverem-se, os neurónios crescem em tamanho e tornam-se mais complexos. Com o avançar da idade, degradam-se e os impulsos nervosos encontram maior resistência “no caminho” entre os olhos e a zona do cérebro que processa imagens. Segundo o investigador, é esta deterioração física que condiciona, depois, a perceção da passagem do tempo.

Mas há outro sinal que ajuda a entender a diminuição da capacidade de processar imagens. Quando somos mais novos, os olhos movem-se mais vezes e, por isso, captam mais imagens do que em idades mais avançadas, o que aumenta a tal sensação de que o tempo demora mais a passar. Adrian Bejan compara esta discrepância a certos dias mais agitados, já em idade adulta. Sempre que realizamos muitas tarefas e estamos em vários lugares – processando, por isso, mais imagens do que num dia mais calmo –, cresce a ideia de que tivemos um longo dia. Na verdade, como todos sabemos, teve a mesmo duração do anterior.

O ECOCÍDIO CAUSADO PELOS VEGETARIANOS As plantas realmente sabem quando são comidas e enviam sinais de socorro

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Paulo Leite

14 hrs

Tá tudo lixado… Daqui a pouco nem vegetais…

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Elas fazem isso usando sinais semelhantes aos animais em perigo. Os biólogos continuam estudando o mistério de como as plantas são capazes de se comunicar umas às outras.

PORTUGAL UM DESERTO IGNORADO

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Calheta de Pêro de Teive: ouçam o arquitecto Kol de Carvalho e deixem-se de mentiras

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Calheta de Pêro de Teive: ouçam o arquitecto Kol de Carvalho e deixem-se de mentiras

O conhecido arquitecto Kol de Carvalho, em declarações a um jornal de Ponta Delgada, desmonta hoje, com as suas inegável competência e notável lucidez, a grande mentira que é a chamada requalificação da Calheta de Pêro de Teive, patrocinada e promovida pelo Governo Regional dos Açores do PS e pela Câmara Municipal de Ponta Delgada do PSD, unidos em estranha aliança numa matéria de enorme relevância para a cidade.
Depois de afirmar, nomeadamente, que os “critérios económicos” sobrepõem-se aos “critérios urbanos”, verdade indesmentível, Kol de Carvalho pede um entendimento entre o Governo Regional e a Câmara Municipal, para que ““construam uma coisa capaz” no espaço conquistado ao mar na Calheta.
Sobre os projectos que têm surgido para o local, Kol de Carvalho mostra óbvias reservas. “Todo o processo da Calheta vem num crescendo. Os primeiros projetos ainda deixavam espaço livre. Os últimos já não deixam espaço livre nenhum, embora se diga que se põem umas plantas, é muito difícil alguma planta crescer em cima de um estacionamento”, afirmou, que é o que existe abaixo do nível da Rua Engenheiro José Cordeiro, ou seja, um parque de estacionamento subterrâneo.
O Governo Regional e a Câmara Municipal têm dito sempre que vão ser demolidas as galerias inacabadas, que vai ser construído um hotel e que vai ficar uma praça de “grandes dimensões”, com espaços verdes para usufruto da população. O arquitecto vem confirmar que tudo isso não corresponde à verdade, quanto à alegada praça e aos alegados espaços verdes, ao realçar que não haverá “espaço livre nenhum” e, mesmo que coloquem lá “umas plantas”, não vão crescer em cima de uma placa de cimento.
Kol de Carvalho, cuja honestidade técnica e intelectual todos reconhecem, diz também: “O último projeto que vimos vai continuar a entaipar a Calheta, dada a volumetria brutal que vai fazer com que aquela que é chamada a quarta travessa da Calheta seja um beco horrível”. A “volumetria brutal” em causa é a do monstruoso hotel que está previsto para um local que é público mas que está concessionado a privados, o que nunca devia ter acontecido, porque a Calheta é da população.
Considera que a solução deveria passar pela construção “de um estacionamento enterrado que viesse dotar aquela zona de estacionamento e depois era fazer a tal praça pública que poderia ter um quiosque ou outro, mas que não entaipasse a Calheta”. Portanto, a Calheta livre de mamarrachos, como os poderes públicos têm dito, também é mentira, porque o hotel a construir será outro mamarracho, de grandes dimensões.
Depois de fazer uma pormenorizada cronologia deste processo, o arquitecto lembra que passaram-se vinte anos desde o aterro da baía da Calheta de Pêro de Teive e todo o espaço circundante continua por concluir.
Gostaria de saber o que têm a dizer sobre as oportunas e lúcidas declarações do arquitecto Kol de Carvalho a Assembleia Legislativa dos Açores, o Governo Regional, a Assembleia Municipal de Ponta Delgada e a Câmara Municipal, que são as instituições com competência e capacidade legais para decidirem numa matéria como a da Calheta. Em nome do interesse colectivo, unam-se e coloquem os Açores acima dos milhões, acabando com a mentira prevista para a Calheta.
A única solução correcta, digna e verdadeira é demolir as galerias comerciais inacabadas e transformar o espaço numa praça, sem mais hotéis ou interesses privados à mistura. A ideia de um jardim público não resultaria em cima de uma placa de cimento, como alerta o arquitecto.
Muito obrigado, senhor arquitecto Kol de Carvalho, pela sua brilhante intervenção, numa terra em que parece que há muita gente a “dormir”…

só para gulosas…

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a dgs adverte de que comer este doce engorda, faz mal à saúde e a mais 1001 coisas, …mas sabe bem

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Bolos irresistíveis sendo cortados vão te hipnotizar
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Satisfação Visual

A verdadeira definição de comer com os olhos! 😱

revisitando as sete cidades 3.3.19

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e nada como ler crónicas adiante

CRÓNICA 143, DE VACAS, LAGOAS E TURISMO, 3 JANEIRO 2015

Leio hoje que “está por estudar o perfil do turista que busca os Açores” segundo dizem os agentes de viagem” …

Deve ter sido uma surpresa saber de repente que vinham as companhias aéreas de baixo custo ou low cost e nada se sabia sobre o perfil do turista nos Açores…, mas no meu baú, encontro uma notícia já velhinha em que o Observatório Regional do Turismo dos Açores apresenta estudo sobre restauração:

17 de novembro de 2009

O Observatório Regional do Turismo dos Açores vai apresentar os resultados de estudo que efetuou sobre a restauração na região.

A sessão de apresentação das conclusões da pesquisa terá lugar no dia 20 de novembro às 17h00, na sala Cedro, no Royal Garden Hotel.

O Observatório Regional do Turismo (ORT) revela no comunicado que

“está consciente da importância que a gastronomia tem na afirmação de um destino turístico quer pelos laços emocionais e afetivos que estabelece com o turista, quer pelo envolvimento que propicia na construção de uma cadeia de valor, a qual começa na produção dos alimentos e termina com a experiência gastronómica que se proporciona a quem descobre o território”.

Neste contexto, o Observatório Regional do Turismo dos Açores, decidiu em setembro de 2008, iniciar o estudo “A Restauração nos Açores”, adjudicando-o à empresa de consultoria RDPP

http://www.publituris.pt/…/observatorio-regional-do…/

e mais recentemente, Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia ris3@azores.gov.pt

Estratégia de Investigação e Inovação para a Especialização Inteligente (RIS3) – Relatório

5-07-2014

Ex.mo Senhor Secretário do Mar, Ciência e Tecnologia, Dr. Fausto Costa Gomes de Brito e Abreu

No âmbito da estratégia de investigação e inovação para a especialização inteligente venho por este meio apresentar as seguintes sugestões:

  1. Criação de um novo projeto intitulado Sustentur (turismo sustentável – sustentabilidade económica, social e ambiental); ou
  2. Integração das seguintes atividades nos vários projetos já existentes:

Projeto Marketur

– Atividade 1 – Conceção de um manual com os indicadores de turismo sustentável Projeto Marketur

– Atividade 2 Interligação com redes internacionais de monitorização de turismo sustentável (Organização Mundial do Turismo) Projeto Marketur –

– Atividade 4: Estabelecimento de um processo sistemático de levantamento e monitorização de indicadores de turismo sustentável Projeto Marketur –

– Atividade 5: – Conceção de novos produtos de turismo cultural em parceria com as empresas de animação turística e mapeamento cultural, conceção de guias digitais de turismo cultural; – Estudo e monitorização do Turismo Sénior a nível mundial; Caso exista a possibilidade de criar um novo projeto, como o SUSTENTUR, o OTA está disponível para planear as atividades a desenvolver e esquematizar todo o cronograma.

Com os melhores cumprimentos. Carlos Santos (Presidente da Direção)

http://www.azores.gov.pt/…/CB3F6F51-3124-451A-BF64

A partir daqui fiquei mais tranquilo e resolvi ir dar uma volta à ilha, mais especificamente ao lado oeste onde se situa a Lagoa das 7 Cidades, ex-libris da ilha. Constatei:

As vacas fazem parte de toda a paisagem da ilha. As vacas quase que são a paisagem da ilha. Encontrei as ditas vacas nos montes, nas chãs, na estrada e mesmo na orla da lagoa das Sete Cidades, em números consideráveis…ocupando vastas áreas das faldas daquela cratera vulcânica e espraiando-se mesmo até à borda de água, como se pode ver em fotos apensas a esta crónica… O GRA [Governo regional dos Açores] gasta milhões atrás de milhões – desde há vários anos – em campanhas dispendiosas contra a eutrofização das lagoas, tem vindo a adquirir inúmeros terrenos privados a fim de evitar a presença de vacas e subsequente contaminação dos lençóis de água das lagoas. Já em 1983 havia problemas deste tipo. Posteriormente as causas foram sendo atribuídas à exploração agrícola[1]. A agricultura, apesar de não ser a única, é talvez, a principal atividade humana responsável pela diminuição da qualidade das águas subterrâneas e de superfície.

Pelas imagens adiante, pode-se comprovar que o Governo podia ter poupado enormes montantes dado que as vacas continuam pachorrentamente a pastar nas margens da lagoa…e a culpa nem é delas, que carneirentamente vão para onde as mandam.

Já em 2008, o perito em solos Jorge Pinheiro dizia que a solução encontrada pelo Governo para combater a eutrofização da Lagoa das Sete Cidades não ia resolver o problema[2]. Em abril 2014, continuava o Governo regional a afirmar que ia resolver o problema.[3] Passados estes anos ainda ninguém deve ter lido o que se escreveu sobre a eutrofização que aumenta de ano para ano, mau grado os milhões investidos…

Isso é mais evidente quando a luta contra a eutrofização se substitui por duvidosos e custosos projetos de embelezamento das margens… sem falar ainda na aberração das casotas em betão que o arquiteto Souto Moura plantou na Lagoa que é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, as quais, à data, apesar das promessas todas não estão acabadas, nem habitadas, nem têm pessoas interessadas em habitar ou comprar. Mais um mamarracho ou elefante branco para o qual uma solução das inúmeras anunciadas tarda em chegar. Convertam aquilo em aparthotel e pode ser que haja turistas interessados já que os locais as desdenham. Além destas obras de tão reputado arquiteto (que devia estar pouco inspirado na altura em que as concebeu) existem ainda outras plantações metálicas junto à margem, de volumetria desajustada bem como os materiais utilizados que contrastam com a beleza natural da lagoa e como tal[4], já contestadas em 2013[5]. Dos espaços concessionados, neste início de 2015, (a um custo de 4 milhões de euros) está o bar-restaurante uma estrutura metálica ladeada de vidro, com uma esplanada sem teto, aberta aos elementos e sem proteção do sol além de ocasionais guarda-sóis que se supõe existirem no verão.

Nesta tarde de sábado tinha 5 clientes quando lá entramos a contrastar com o velho bar-restaurante em frente à igreja sempre a abarrotar, sintoma evidente de que a ideia não vingou, embora tenha a vantagem de proporcionar acesso rápido a uma casa de banho, ao contrário da outra unidade mais antiga. Teria ficado mais barato construir umas casas de banho do que este monólito metálico com madeira e vidro, espaços exteriores sem utilização e para os quais se não vislumbra utilidade. Refiro-me – como é óbvio – às esquadrias metálicas, suspensas sobre o solo, que ladeiam a parte sul das estruturas e parte do outro lado sobre a lagoa. São inclusive um perigo para as crianças. Mas como dizia o chefe do Governo em junho 2014:

“A requalificação das margens da Lagoa das Sete Cidades, investimento de quatro milhões de euros hoje inaugurado, reforça a rede de Centros Ambientais dos Açores e potencia a utilização dos recursos endógenos para criar riqueza e emprego.”

PS: adorei também ver os cortes arbitrários de criptoméria e outras ao longo das vertentes da lagoa dentro do atual plano de desbastar os matos e vender a madeira para fazer dinheiro….

Mandem já vir os turistas para eles apreciarem esse atentado, e depois tornem a estudar o modelo de desenvolvimento e o tipo de turista que nos vem visitar…

[1]http://www.academia.edu/5601305/ESTUDO_DA_EUTROFIZA%C3%87%C3%83O_E_DA_ZONA_N%C3%83O_SATURADA_DO_SISTEMA_AQU%C3%8DFERO_DA_LAGOA_DAS_SETE_CIDADES_S._MIGUEL_A%C3%87ORES_PORTUGAL)] “A industrialização da agricultura tem levado ao uso de doses de adubos químicos cada vez maiores e à utilização de irrigações intensivas. Esta prática juntamente com a utilização de tecnologias erradas, tem-se mostrado desastrosa, quer ao nível da qualidade dos solos quer na qualidade das águas subterrâneas e de superfície. A perda de nutrientes e matéria orgânica através da erosão, provoca a diminuição da atividade de micro-organismos do solo, que normalmente aceleram a degradação de muitos químicos agrícolas tóxicos, que contribuem significativamente para a poluição dos solos. A poluição difusa define-se como a descarga difusa de resíduos para as massas de água, que não podem ser atribuídas a fontes especificamente localizadas. A vulnerabilidade de um determinado aquífero depende do tipo de potencial poluente, isto é, a qualidade da água subterrânea pode ser muito vulnerável a uma carga de nitratos, originada por práticas agrícolas incorretas, sendo, no entanto pouco a cargas patogénicas. Assim torna-se relevante avaliar a vulnerabilidade à poluição em relação a casos específicos de poluição (nutrientes, de origem orgânica, metais pesados, etc.).

[2] [in http://www.rtp.pt/acores/?article=3871&visual=3&layout=10&tm=10] o professor da universidade dos açores sustenta que para acabar com a eutrofização crónica da lagoa, é preciso atacar a causa e não as consequências. Jorge Pinheiro acredita que a extensão rural é a solução para o problema e por isso defende que o caso seja tratado pela secretaria regional da agricultura e não pela do ambiente. Segundo o perito, é necessário passar a uma exploração extensiva e adequar os adubos a esta alteração. Diz ainda que é preciso aceitar as quebras de rendimento a médio prazo e colmatá-las com as ajudas compensatórias da europa.

[3] Governo dos Açores anuncia medidas de combate à eutrofização na Lagoa das Furnas. O Secretário Regional dos Recursos Naturais anunciou que o Governo dos Açores prevê reduzir em mais de 50% a carga total de nutrientes que afluem à lagoa das furnas, no âmbito do combate à eutrofização, através da retirada das restantes áreas de pastagem das suas margens e com a obra para desvio dos afluentes da Ribeira do Salto da Inglesa. “Com esta retirada da atividade pecuária de cerca de 60 hectares na margem oeste da lagoa das furnas, já a partir de 01 de julho, cria-se em todo o perímetro da lagoa uma área de cerca de 900 hectares de proteção à massa de água, imprescindível ao plano implementado pelo governo para contrariar o fenómeno da eutrofização”, afirmou Luís Neto Viveiros, na cerimónia que assinalou, ainda, o dia mundial da terra e dia nacional do património geológico. Segundo o secretário regional, que falava na assinatura do contrato-promessa de permuta de terrenos de pastagem na margem da lagoa das furnas, o governo dos açores vai, também, avançar com a obra hidráulica para desvio dos afluentes da ribeira do Salto da Inglesa. “Trata-se de uma empreitada que se reveste de alguma complexidade técnica, quer pela dimensão da conduta, quer pela orografia do terreno, e que está orçada em cerca de 1,3 milhões de euros”, avançou Luís Neto Viveiros, adiantando que o projeto estará concluído até ao final do próximo mês, de modo a que a obra se possa iniciar ainda este ano. Para o titular regional do ambiente, o plano de ordenamento da bacia hidrográfica da Lagoa Das Furnas possibilitou que, na última década, fosse implementado um conjunto de ações corretivas e preventivas que pretendem compatibilizar os usos e as atividades com a proteção e valorização ambiental.

[4][http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/ambientalistas-criticam-equipamentos-nas-margens-da-lagoa-das-sete-cidades-1598146]

[5][http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/ambientalistas-criticam-equipamentos-nas-margens-da-lagoa-das-sete-cidades-1598146]

Associações ambientalistas criticam a dimensão e tipologia dos equipamentos construídos na margem da Lagoa das Sete Cidades, nos Açores, para apoio às atividades do plano de água, considerando que a solução “destoa” da paisagem.

A requalificação das margens das lagoas das Sete Cidades, um dos principais pontos turísticos da ilha de São Miguel e uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, insere-se num conjunto de medidas do Plano de Ordenamento da Bacia Hidrográfica das Sete Cidades.

Além de introduzir regras no uso desta área protegida, integra a construção de equipamentos para apoio às atividades do plano de água, designadamente canoagem e atividades náuticas, um bar e uma área de apoio para os técnicos e pessoal de serviço.

O projeto de arquitetura de requalificação das margens é também da autoria do arquiteto Souto Moura.

Os equipamentos já estão concluídos.

A associação ambientalista Amigos dos Açores e a Quercus manifestam, contudo, “reservas” em relação à arquitetura dos edifícios junto à margem da lagoa questionando a sua integração paisagística e dimensão.

“Colocamos muitas reservas ao dimensionamento que foi feito e ao impacto que, no fundo, aquele efeito de caixote tem perante uma paisagem mais harmoniosa com linhas mais suavizadas e retas”, afirmou o presidente da Associação Ecológica Amigos dos Açores, em declarações à Lusa, questionado sobre a intervenção.

Para Diogo Caetano, não está em causa a requalificação da bacia hidrográfica, que até “já está a ter efeitos práticos interessantes” para impedir o processo de eutrofização, mas a arquitetura dos equipamentos que “não é a mais adequada” para o local, criticando a instalação “tão próximo do plano de água” da lagoa.

“Poderia ter-se feito alguma pequena estrutura, mais vocacionada para a reabilitação de edifícios, baseada no turismo de natureza”, defendeu.

No caso da Quercus nos Açores, que garante ter recebido “queixas de alguns particulares”, existiu “mais uma vez um défice de participação e de consulta às ONG”, alegando que se está perante uma área protegida, pelo que “qualquer medida urbanística, de edificação, terá um impacto muito grande” na paisagem.

“As queixas têm a ver com a dimensão dos equipamentos e localização e foi neste sentido que alertámos a Direção Regional do Ambiente e estamos a aguardar uma resposta”, explicou o presidente da Quercus nos Açores, Rui Cordeiro.

Já para o presidente da Junta de Freguesia das Sete Cidades, Manuel Arsénio Roque, o projeto é encarado como uma mais-valia para “fixar turistas”, uma vez que “faltavam equipamentos de apoio” neste setor na freguesia.

O Diretor Regional do Ambiente [à data], Hernâni Jorge, sublinhou à Lusa que as estruturas estão feitas “no quadro do plano de ordenamento” e o projeto “respeita em absoluto os parâmetros” do documento.

Hernâni Jorge indicou que os esclarecimentos da Quercus se referem “à delimitação e dimensão da zona para banhos, única e exclusivamente.


 

 

ARMANDO CÔRTES-RODRIGUES

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